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domingo, setembro 30, 2007

CRONOS E KAIROS



O ano está acabando. Recebemos dos amigos e familiares mensagens desejando que aproveitemos bem o próximo ano. Mesmo quem não está com espírito natalino nem a fim das tradicionais confraternizações, sempre pensa se aproveitou bem o ano e faz planos para os próximos 365 dias.

Sabemos que o tempo é finito e a vida é breve. Mas nem sempre sabemos aproveitar bem os nossos dias.

Há uma expressão latina nas odes do poeta Horácio que diz “Carpe Diem ”. Rubem Alves escreveu:
"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.

Podemos concordar com ele, pois o passado já foi e não sabemos como será o futuro. O presente é o tempo certo e inédito para viver.

Em todos os períodos da literatura universal, muitos escritores fizeram referência ao “Carpe Diem ”. Na Literatura Brasileira, essa idéia esteve muito presente durante os períodos do Barroco e Arcadismo.

O homem barroco, diante da efemeridade da vida, sente o desejo de aproveitá-la, mas teme pela salvação espiritual, resultando no sentimento contraditório característico desse estilo de época. Gregório de Matos escreveu em um soneto:
"Goza, goza da flor da mocidade. / Que o tempo trata a toda ligeireza / E imprime em toda a flor sua pisada."

No Arcadismo, a mesma sensação de fugacidade do tempo e o carpe diem horaciano nas liras de Tomás Antônio Gonzaga:
“Sobre as nossas cabeças,/ Sem que o possam deter, o tempo corre; / E para nós o tempo, que se passa, / Também, Marília, morre.”

Walt Whitman escreveu um poema que começa assim :
"Carpe Diem, aproveite o dia. / Não deixes que termine sem que tenhas crescido um pouco, / sem que tenhas sido um pouco mais feliz, / sem que tenhas alimentado teus sonhos."

Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, escreveu:
“Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio”.

Mais recentemente o tema fez parte do filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, de 1989. Imperdível para os estudantes de Letras, profissionais da Educação e todos os que acreditam na transformação dos valores que escravizam.

Na época em que assisti ao filme eu tinha 17 anos, estava saindo do Curso de Formação de Professores, com sonhos de uma turma perfeita. Eu queria ser como o Professor Keating, que mandava rasgar os manuais e incentivava todos a seguirem seus sonhos. Minhas dúvidas sobre fazer Filosofia ou História se dissiparam, eu faria Letras e seria professora de Literatura.

O que caiu no vestibular de 1990? Carpe Diem! Um texto de Tomás Antônio Gonzaga fazendo relação ao tema do filme. Ponto pra mim.

E o tema do tempo que corre está em meus versos sempre:

“...Os dias se movimentam
em procissão contínua
águas de Heráclito
nos diferentes rios
relógios nas longas noites
siderais...”

“...As esperas parecem incontáveis
nas horas que escorrem.
São Relógios de Dali
que escapam entre os dedos...”

“...Perco-me nas horas do relógio
sem memória,
mas não ignoro o insistente
carpe diem
dos ponteiros...”

“...Cronos, meu Senhor,
não meça meus passos
tão rápido!
Deixa que eu ouça a voz
de Dirceu
despertando Marília.”

Segundo a mitologia grega, Cronos, diante da ameaça de ser destronado por um dos seus filhos, come-os assim que nascem. Tudo que nasce do Tempo é devorado por ele mesmo. Um belo símbolo. Cronos é o tempo medido pelo relógio, o tempo linear que dita o ritmo das nossas vidas. Mas existe Kairos, o tempo que é vivido, o tempo qualitativo.

No sentido mais profundo, a expressão Carpe Diem não quer dizer para só para aproveitar os instantes como se fossem os últimos e fazer coisas inconseqüentes, mas aprender a sincronizar Cronos (tempo) e Kairos(momento certo.)

Uma das melhores mensagens que recebi esse ano sobre o tema, atribuída a Chico Xavier, foi:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.



CRONOS E KAIRÓS: Repensando a Temporalidade do Currículo
Joe Garcia
Introdução
Este trabalho apresenta uma reflexão sobre a noção dominante de tempo que tem informado o pensamento curricular, em contraposição a uma outra noção, mais qualitativa. Nesta tarefa, vamos recorrer a duas imagens da mitologia grega, Cronos e Kairós, cada qual representando uma dimensão de temporalidade.
O Mito de Cronos
A narrativa mitológica é bastante rica em imagens arquetípicas que oferecem metáforas criativas para pensar a experiência e as relações humanas. Uma dessas imagens, o mito de Cronos, historicamente tem sido associada a uma dimensão da temporalidade humana.
Segundo a mitologia grega (GRIMAL, 1992), Cronos é filho de Urano e Gaia. Urano ocultava sistematicamente seus filhos, ao nascerem, no corpo de Gaia. Revoltada, ela convence Cronos a enfrentar Urano. Ao lutarem, Urano acaba sendo castrado por Cronos, que assume o poder. Ele se casa com Réia e têm vários filhos. Mas, ao tornar-se o soberano, Cronos aprisiona seus irmãos e passa a devorar sistematicamente seus próprios filhos logo após terem nascido, por receio a uma profecia lançada por Urano, segundo a qual Cronos também seria destronado por um filho. Entretanto, um dos filhos de Cronos, Zeus, nasce e refugia-se em uma gruta, onde cresce em segurança. Mais tarde, Zeus enfrenta Cronos, e o faz libertar os outros filhos que havia engolido.
O mito de Cronos oferece elementos simbólicos interessantes a serem explorados para pensar algumas qualidades que o tempo pode assumir, sobretudo como instrumento de poder. A castração de Urano, por exemplo, representa o estancamento da intuição e da criatividade, capazes de antever o futuro. Por outro lado, ao engolir seus filhos, Cronos busca preservar o poder, controlando possibilidades e estabelecendo limites para o futuro. Mas Cronos é incapaz de controlar totalmente as possibilidades do futuro representadas por Zeus, que em silêncio, aguarda uma oportunidade para manifestar-se.
Cronos também representa o olhar crítico daquele que avalia possibilidades e limites. Ele simboliza a percepção ou delimitação das circunstâncias temporais (SULIVAN, 1992). As noções de limitação e delimitação estão em estreita relação com à noção de tempo cronológico.
O currículo pode ser encarado como uma expressão da noção de ordem temporal personificada por Cronos. Ele implica uma delimitação intencional do conhecimento em blocos de tempo, e sua prática articula poder. O currículo vincula o tempo a objetivos, conteúdos, métodos, recursos e avaliação. O planejamento do dia escolar é minucioso, o mesmo ocorrendo com a rotina semanal e o ano escolar. Calcula-se o tempo a ser dedicado a cada aula e assunto, e estipula-se o momento quando o aproveitamento do tempo investido será avaliado. Em síntese, o currículo tem sido informado por um pensamento cronológico, que não deixa escapar um instante sequer sem ser planejado.
Mas a noção de tempo representada por Cronos esgota as possibilidades da temporalidade humana? Vejamos a dimensão temporal simbolizada por Kairós.
Encontro com Kairós
O termo Kairós refere-se tanto a uma personagem da mitologia, quanto uma antiga noção grega para referir-se a um aspecto qualitativo do tempo. A palavra Kairós, em grego, significa o momento certo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento que deixa uma impressão forte e única para toda a vida (WEBSTER, 1993).
Na mitologia grega, Kairós é um atleta de características obscuras, que não se expressa por uma imagem uniforme, estática, mas por uma idéia de movimento. Metaforicamente, ele descreve uma noção peculiar de tempo, uma qualidade complementar em relação à noção de temporalidade representada por Cronos.
Kairós refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno em relação à determinado objeto, processo ou contexto. Em palavras simples, diríamos que Kairós revela o momento certo para a coisa certa. Kairós simboliza o instante singular que guarda a melhor oportunidade, ele é o momento crítico para agir, a ocasião certa, a estação apropriada.
Mas Kairós não reflete o passado, ou antecede o futuro. Kairós é o melhor instante no presente. Ele representa um tempo não absoluto, contínuo ou linear, ao contrário do que propõe a concepção newtoniana refletida no tempo cronológico, socialmente estabelecido (ZERUBAVEL, 1982). A dimensão de experiência temporal representada por Kairós instala-se em consonância à totalidade dos elementos individuais envolvidos e à dinâmica de suas relações.
Mas como a temporalidade de Kairós pode estar inserida na teoria e prática do currículo?
Repensando a Temporalidade do Currículo
A noção de momento da oportunidade representado por Kairós, constitui um elemento complexo para ser pensado em termos do currículo.
O currículo, enquanto um conjunto de conhecimentos intencionalmente selecionados de uma cultura (PEDRA, 1993), está perpassado por uma noção de ordem, onde a oportunidade é antes planejada que deixada para ser percebida. Essa noção de ordem reflete o paradigma de Cronos. A experiência de Kairós, por seu turno, baseia-se na percepção sutil de um significado que surge da totalidade de um instante imprevisível. Ocorre quando o professor se defronta com determinado contexto pedagógico, por exemplo, e neste percebe uma oportunidade singular para ensinar algo.
A consciência de Kairós requer uma percepção aguda das necessidades dos indivíduos envolvidos, bem como daquilo que o grupo engendra. Kairós apresenta-se como uma janela de oportunidade que subitamente se percebe aberta em um dado contexto. Perceber e explorar um momento oportuno requer uma atitude atenta e criativa, o estar presente e a habilidade para inserir a ação pedagógica. Ao responder às sutis necessidades do momento, recorrendo ao sentido de oportunidade informado por Kairós, a ação pedagógica ultrapassa os limites representados por Cronos.
As temporalidades representadas por Cronos e Kairós, complementares, requerem conjugação. Assim como alguns contextos educacionais podem ser criados, outros devem ser descobertos ou percebidos, na forma de oportunidade adequada para se efetivar alguma ação pedagógica, ainda que apenas de transmissão.
A ordenação do conhecimento implicado no modo historicamente estabelecido de fazer e praticar o currículo, se por um lado recorre a Cronos, ignora as possibilidades criativas de Kairós. Kairós, entretanto, desdobra-se da totalidade em movimento, que não pode ser aprisionada a priori, ao contrário do que supõe a visão mecanicista-newtoniana que inspirou as primeiras formulações do currículo (DOLL, 1989).
Uma aproximação à noção de temporalidade simbolizada por Kairós, pode ser vislumbrada em momentos de "reflexão-na-ação" (SCHÖN, 1995). Nestes momentos sutis, o professor reflexivo percebe uma ordem distinta de significado em um evento de aprendizagem, e retorna a ele com um novo sentido de oportunidade. Refletindo sobre a experiência de temporalidade aí presente, diríamos que o professor reflexivo percebe uma janela de oportunidade que se abre momentaneamente. A percepção de Kairós, portanto, significa saber quando e como utilizar o momento oportuno.
Em se tratando do currículo, a dimensão temporal representada por Kairós ajuda a repensar as limitações impostas pela noção de tempo cronológico, linear e rígido, que historicamente tem perpassado a concepção e prática do currículo, e propõe o desafio de incorporar uma noção de temporalidade ainda pouco explorada, mas muito "oportuna" para o contexto crítico da educação contemporânea.
Referências Bibliográficas
1 DOLL, William. Foundations for a post-modern curriculum. Journal of Curriculum Studies, New York, v. 21, n. 3, p. 243-253, 1989.
2 GRIMAL, Pierre. Dicionário de mitologia grega e romana. Rio de Janeiro: Bertrand, 1992. 554 p.
3 PEDRA, José Alberto. Currículo e conhecimento: níveis de seleção e conteúdo. Em Aberto, Brasília, n. 58, p. 30-37, abr./jun. 1993.
4 SULIVAN, Erin. Saturno em trânsito. São Paulo: Siciliano, 1992. 323 p.
5 WEBSTER'S THIRD NEW INTERNATIONAL DICTIONARY. Springfield: Merriam-Webster, 1993. 2662 p.
6 ZERUBAVEL, Eviatar. The standardization of time: a socio-historical perspective. American Journal of Sociology, Chicago, v. 88, n. 1, p. 1-23, July 1982.




O Tempo da vida: vivê-lo como cronos ou kairós?
17/5/2006

Artigo de Bioética, do Padre Leo Pessini, do Centro Universitário São Camilo

“Para tudo há um tempo debaixo dos céus: tempo para nascer, e tempo para morrer;

tempo para chorar e tempo para rir; tempo para calar e tempo para falar”... Ecle 3,1-5

“O tempo pode ser medido com as batidas de um relógio ou pode ser medido com as batidas do coração” Rubem Alves


Ouvimos no dia a dia expressões como estas: “não tenho tempo”, “não dá tempo”, “o tempo não passa”... “perdi o tempo da minha vida.” Com saudades de algo no passado ouvimos “ ah, no meu tempo...era diferente e muito melhor”. Enfim, o senhor tempo... Estas expressões me levam a propor algumas reflexões em termos de como trabalhamos com a dimensão da temporalidade da vida humana, e com o tempo no dia a dia.

Existem duas formas de vivermos o tempo na vida: como cronos ou kairós. Ao tentar refletir sobre esta realidade, corro o risco de ser tachado de “romântico ou idealista incorrigível” num contexto em que as forças do mercado globalizado repetem de forma insistente e dogmática, de forma subliminar de que “tempo é dinheiro”. Conseqüentemente, estamos sempre sem tempo, estressados e correndo sem saber onde chegar! Mas vamos em frente! Cronos é o “tempo das batidas do relógio”, a marca implacável da finitude e temporalidade humana no processo de envelhecimento de nosso corpo.

Trata-se do tempo de quem está tenso no hospital esperando por ter alta ou com angústia esperando por um resultado positivo de um determinado diagnóstico, ou o tempo urgente para salvar a vida de alguém numa parada cárdio-respiratória na emergência, entre tantas outras situações. Nesta dimensão de tempo, lutamos contra, nos sentimos facilmente vítimas dele, pois em geral chegamos sempre atrasados e o tratamos como se fosse um inimigo.


Facilmente esquecemos que a temporalidade é constitutiva da existência humana. Caso acumular anos fosse somente uma série de momentos isolados, então poderíamos escolher aqueles que nos seriam mais significativos. Precisamos questionar a ideologia dos que elegem somente uma parte de suas vidas como significativa. Por exemplo, hoje se afirma que todo o sentido da vida se encontra na busca da eterna juventude. Nesta perspectiva passamos a gostar somente do tempo da juventude, a desconfiar do tempo de adultos e a simplesmente detestar e rejeitar o tempo que marca o outono de nossa vida, ou seja da velhice. Expressões como “estou com oitenta 80 anos, mas tenho espírito jovem”, não denuncia um pouco esta mentalidade de não assumir plenamente a sabedoria da vida na maturidade dos anos?

Mesmo sendo igual para todos - um minuto é sempre um minuto - este é percebido subjetivamente de forma diferente para cada pessoa. Comentamos com freqüência que o tempo demora demais em passar ou que passa rápido demais. Uma mensagem interessante em relação a esta percepção do tempo diz o seguinte:

“Para perceber o valor de um ano pergunte ao estudante que repetiu o ano.

Para perceber o valor de um mês, pergunte para a mãe que teve o bebê prematuramente.

Para perceber o valor de uma semana, pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para perceber o valor de uma hora, pergunte aos namorados que estão esperando para se encontrar.

Para perceber o valor de um minuto, pergunto para a pessoa que perdeu o avião.

Para perceber o valor de um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

Para perceber o valor de um milésimo de segundo pergunte ao piloto que ganhou uma prova de Fórmula Um”.


Qual o segredo desta valorização do tempo, se as batidas do relógio, em termos de hora, minuto ou segundo são rigorosamente iguais para que quem o percebe passando rápido ou demorando demais?

Claro que somos filhos(as) do tempo, vivemos no Cronos, mas não somos simplesmente vítimas do processo de envelhecimento. Podemos fazer diferença cultivando uma atitude positiva que depende exclusivamente de nós. É preciso fazer acontecer a dimensão do kairós. O tempo, como kairós, isto é, como experiência da graça maior que plenifica a vida e lhe dá sentido. É o tempo que abraça a vida “como um caso de amor”, de uma experiência profunda de paz, de reencontro e de reconciliação, consigo mesmo, com os outros e com o grande outro, Deus. É o tempo medido “com as batidas do coração”, como diz Rubem Alves. Aqui, mais do que lamúrias por não ter vivido, ou por falta de tempo, vamos encontrar pessoas com histórias fantásticas de sentido de tempo.

A dimensão do cronos é significada pelo kairós. “Nossa, já se passaram três horas e nem percebi...”. É o tempo do amor, do encontro que plenifica o viver. É a vivência da sabedoria de perder tempo com o que é essencial na vida. Como no livro do Pequeno Príncipe, quando a raposa diz ao príncipe: “foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante”. Uma verdade esquecida entre os humanos. É preciso lembrar que nos tornamos eternamente responsáveis por quem cativamos. Nesta dinâmica, bastam por vezes apenas cinco minutos de encontro com alguém, para que oitenta anos ou mais de cronos adquiram significado, luz e sentido. Na perspectiva do Kairós, temos como tarefa amar a vida marcada pelo tempo, seja o ser ainda sem as marcas do tempo, como no caso um bebê em gestação, o tempo do adolescente rebelde, o tempo do jovem idealista , o tempo do adulto responsável, e por quê não o tempo na velhice. É aceitar e acolher a vida aos 4 anos, aos 20, aos 40 ou aos 80 anos ou mais de idade.

Estamos, portanto, diante de uma realidade em que temos que optar: viver sob o signo do cronos ou de kairós? Se alguém ou algo é realmente importante, então consequentemente o tempo tem que ser a prioridade, seja no dia a dia de nossas vidas, seja na convivência familiar ou no âmbito profissional. O tempo do encontro torna-se terapêutico quando optamos por vivenciá-lo na dimensão do kairós. Então, sejamos nós profissionais da saúde atuando na emergência, atendendo uma parada cardíaca, ou na UTI, ou em consulta num ambulatório orientando idosos, ou ao lado de quem esteja na fase final da vida, estaremos fazendo diferença, humanizando e sendo humanizados. Assim agindo nos tornaremos mestres do tempo, pois, mais do que acrescentar anos à vida, processo normal do Cronos, estaremos acrescentando vida aos anos, o que significa assumir a dimensão Kairótica, ou seja, de viver em estado de graça.




OS DOIS TIPOS DE TEMPO:CHRONOS E KAIRÓS
CRONOS E KAIRÓS: Repensando a Temporalidade do Currículo

Joe Garcia

Introdução

Este trabalho apresenta uma reflexão sobre a noção dominante de tempo que tem informado o pensamento curricular, em contraposição a uma outra noção, mais qualitativa. Nesta tarefa, vamos recorrer a duas imagens da mitologia grega, Cronos e Kairós, cada qual representando uma dimensão de temporalidade.

O Mito de Cronos

A narrativa mitológica é bastante rica em imagens arquetípicas que oferecem metáforas criativas para pensar a experiência e as relações humanas. Uma dessas imagens, o mito de Cronos, historicamente tem sido associada a uma dimensão da temporalidade humana.

Segundo a mitologia grega (GRIMAL, 1992), Cronos é filho de Urano e Gaia. Urano ocultava sistematicamente seus filhos, ao nascerem, no corpo de Gaia. Revoltada, ela convence Cronos a enfrentar Urano. Ao lutarem, Urano acaba sendo castrado por Cronos, que assume o poder. Ele se casa com Réia e têm vários filhos. Mas, ao tornar-se o soberano, Cronos aprisiona seus irmãos e passa a devorar sistematicamente seus próprios filhos logo após terem nascido, por receio a uma profecia lançada por Urano, segundo a qual Cronos também seria destronado por um filho. Entretanto, um dos filhos de Cronos, Zeus, nasce e refugia-se em uma gruta, onde cresce em segurança. Mais tarde, Zeus enfrenta Cronos, e o faz libertar os outros filhos que havia engolido.

O mito de Cronos oferece elementos simbólicos interessantes a serem explorados para pensar algumas qualidades que o tempo pode assumir, sobretudo como instrumento de poder. A castração de Urano, por exemplo, representa o estancamento da intuição e da criatividade, capazes de antever o futuro. Por outro lado, ao engolir seus filhos, Cronos busca preservar o poder, controlando possibilidades e estabelecendo limites para o futuro. Mas Cronos é incapaz de controlar totalmente as possibilidades do futuro representadas por Zeus, que em silêncio, aguarda uma oportunidade para manifestar-se.

Cronos também representa o olhar crítico daquele que avalia possibilidades e limites. Ele simboliza a percepção ou delimitação das circunstâncias temporais (SULIVAN, 1992). As noções de limitação e delimitação estão em estreita relação com à noção de tempo cronológico.

O currículo pode ser encarado como uma expressão da noção de ordem temporal personificada por Cronos. Ele implica uma delimitação intencional do conhecimento em blocos de tempo, e sua prática articula poder. O currículo vincula o tempo a objetivos, conteúdos, métodos, recursos e avaliação. O planejamento do dia escolar é minucioso, o mesmo ocorrendo com a rotina semanal e o ano escolar. Calcula-se o tempo a ser dedicado a cada aula e assunto, e estipula-se o momento quando o aproveitamento do tempo investido será avaliado. Em síntese, o currículo tem sido informado por um pensamento cronológico, que não deixa escapar um instante sequer sem ser planejado.

Mas a noção de tempo representada por Cronos esgota as possibilidades da temporalidade humana? Vejamos a dimensão temporal simbolizada por Kairós.

Encontro com Kairós

O termo Kairós refere-se tanto a uma personagem da mitologia, quanto uma antiga noção grega para referir-se a um aspecto qualitativo do tempo. A palavra Kairós, em grego, significa o momento certo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento que deixa uma impressão forte e única para toda a vida (WEBSTER, 1993).

Na mitologia grega, Kairós é um atleta de características obscuras, que não se expressa por uma imagem uniforme, estática, mas por uma idéia de movimento. Metaforicamente, ele descreve uma noção peculiar de tempo, uma qualidade complementar em relação à noção de temporalidade representada por Cronos.

Kairós refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno em relação à determinado objeto, processo ou contexto. Em palavras simples, diríamos que Kairós revela o momento certo para a coisa certa. Kairós simboliza o instante singular que guarda a melhor oportunidade, ele é o momento crítico para agir, a ocasião certa, a estação apropriada.

Mas Kairós não reflete o passado, ou antecede o futuro. Kairós é o melhor instante no presente. Ele representa um tempo não absoluto, contínuo ou linear, ao contrário do que propõe a concepção newtoniana refletida no tempo cronológico, socialmente estabelecido (ZERUBAVEL, 1982). A dimensão de experiência temporal representada por Kairós instala-se em consonância à totalidade dos elementos individuais envolvidos e à dinâmica de suas relações.


CARPE DIEM

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. (Chico Xavier)"Tempus fugit", o tempo foge, não esqueça de aproveitá-lo. "Carpe diem"!
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O Clube dos Poetas Mortos


Título Original:"Dead Poets Society" (1989)Realização:Peter WeirArgumento:Tom SchulmanActores:Robin Williams – John KeatingRobert Sean Leonard – Neil PerryEthan Hawke – Todd AndersonJosh Charles – Knox OverstreetGale Hansen – Charlie Dalton


O Clube dos Poetas Mortos é um filme de Peter Weir, o realizador de The Truman Show e mais recentemente: Master and Commander – O Lado Longínquo do Mundo. Galardoado com um Óscar de Melhor Argumento Original – da autoria de Tom Schulman, este é decididamente um daqueles filmes que, pela sensibilidade que nos desperta, fica para sempre na nossa memória e faz com que sintamos que aprendemos algo com ele.Corre o ano de 1959, quando na capela da Academia Welton (E.U.A.) o reitor preside a cerimónia de abertura do novo ano lectivo. Trata-se de uma instituição privada que acolhe jovens rapazes de famílias abastadas com o intuito de lhes ensinar o se entendia por «Tradição», «Honra», «Disciplina» e «Excelência». Sentados ao lado dos orgulhosos pais, os alunos sentem do quanto lhes é exigido: tornar-se os melhores alunos para ingressarem numa das universidades da Ivy League (consideradas as melhores universidades dos E.U.A., como por exemplo: Harvard e Yale) e vingarem em carreiras profissionais que lhes assegurassem um bom rendimento. O reitor apresenta a todos John Keating, que viera substituir o professor de Inglês que se tinha reformado.Keating surpreende os alunos ao empregar métodos pouco ortodoxos que rompem com a rigidez da instituição onde ele próprio estudara. A sua visão liberal do ensino e da vida desde logo cativa um grupo de amigos: o sonhador e aspirante a actor Neil, o apaixonado Knox, o alegre e irreverente Charlie, os divertidos Meeks (Allelon Ruggiero) e Pitts (James Waterson) e até Cameron (Dylan Kussman), que representa o típico aluno que segue as rígidas normas da academia. A este grupo junta-se o tímido Todd, um novo aluno, cujos pais pretendiam que seguisse as pisadas do irmão mais velho, que fora um dos melhores alunos daquela academia. Keating encoraja-os a viver uma vida plena de sentimentos e emoções, a libertarem-se dos invisíveis grilhões das convenções sociais que a academia lhes impunha e a sentirem verdadeiramente a poesia, quebrando as regras dos grossos manuais, que a reduziam a algo apenas mensurável e quantificável.Inspirados pelo conceito clássico que o novo professor de Inglês lhes apresenta: Carpe Diem (Aproveita o dia - excerto de um poema de Horácio), o grupo de amigos liderados por Neil decide “reactivar” o «Clube dos Poetas Mortos», grupo do qual o seu “Capitão” – a forma descontraída com que Keating pede que o tratem – fizera parte nos tempos de aluno. Nas reuniões secretas numa gruta do bosque perto da academia, mais do que recitar poemas, os adolescentes fortalecem o espírito com a convicção de que podem ser verdadeiramente livres se tiverem a coragem de tornar os seus sonhos realidade, mesmo que estes sejam contrários ao que os pais esperam e exigem deles.Robin Williams tem uma interpretação notável, representando com convicção um professor que todos nós certamente gostaríamos de ter tido: alguém capaz de olhar para além dos limites pré-estabelecidos com que os mais variados temas nos são tradicionalmente apresentados. Quando pensamos em Robin Williams vem-nos às memória a sua capacidade de nos fazer rir, demonstrada em alguns dos seus filmes, no entanto aqui tem um registo mais sério, ainda que nitidamente diferente do papel de vilão com que nos surpreendeu em Insomnia ou em Câmara Indiscreta (One Hour Photo). Ethan Hawke, em início de carreira, é o actor cujo trabalho a maior parte de nós conhece, embora Robert Sean Leonard lhe roube boa parte do brilhantismo graças à intensidade com que compôs o seu personagem, o sonhador Neil.Todos estes aspectos combinam-se numa lição de vida, de humanismo, ao som da inesquecível música de Maurice Jarre. O Clube dos Poetas Mortos é um filme que ou se ama ou se odeia, embora a primeira hipótese seja a mais comum. Ainda que os gostos cinematográficos possam ser bastante variados, rotular este filme com a etiqueta de “lamechas” demonstra alguma insensibilidade.

® Isabel Fernandes

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Perfume de Mulher

Título original: Scent of a WomanAno: 1992País: Estados UnidosDuração: 157 min.Género: DramaDiretor: Martin Brest (Um Tira da Pesada, Contato de Risco)Musicas: Thomas Newman (Um Sonho de Liberdade, Estrada para Perdição,
Pecados Íntimos)
Elenco: Al Pacino, Chris O'Donnell, James Rebhorn, Philip Seymour Hoffman, Gabrielle Anwar, Richard Venture, Bradley Whitford, Rochelle Oliver, Margaret Eginton, Tom Riis Farrell, Nicholas Sadler, Todd Louiso, Matt Smith, Gene Canfield, Frances Conroy, June Squibb, Ron Eldard, Baxter HarrisDistribuidora do DVD:
UNIVERSAL.


SINOPSE:
Veterano consagrado e tido por muitos como um dos maiores atores de todos os tempos, foi só neste filme que Al Pacino veio a angariar o merecido Oscar de melhor ator. Famoso por papéis como o Michael Corleone de
O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1972) e Tony Montana de Scarface (Brian de Palma, 1983), Pacino encarna em Perfume de Mulher uma mistura de seus personagens mais austeros com os requintes de sutileza necessários à velha história sobre um mestre e um aprendiz, contada aqui de forma incomum e original.
Pacino é o coronel aposentado Frank Slade, um homem ranzinza acometido de uma cegueira tardia, herança dos tempos em que passou a serviço das forças armadas. É procurando um emprego de fim-de-semana que o jovem estudante secundarista Charlie Simms (Chris O'Donnel) decide enfrentar a tarefa de cuidar de Frank para a sua família, que parte em viagem no dia de ação de graças. Mal sabe ele que Frank tem outros planos, que incluem viajar a Nova York e se esbaldar com tudo do bom e do melhor, numa espécie de amarga despedida de uma vida à qual ele não quer mais se apegar. Forçado a acompanhar o irascível e rude coronel, Charlie tem ainda que se preocupar com uma enrascada em que se meteu na escola com o amigo riquinho feito por Philip Seymour Hoffman. Charlie acaba descobrindo facetas interessantes da personalidade de Frank, o que pode ou não alterar o rumo de suas vidas durante seu período juntos.
A história é contada sob o ponto de vista do estudante, interpretado com agradável naturalidade por um Chris O'Donnell em seu primeiro papel de destaque num longa-metragem. Charlie começa o filme com uma atitude meio perdida e sem rumo, mas seu processo de amadurecimento dá uma acelerada assim que o ego do coronel mal-educado de Pacino cede espaço a personalidade menos intragável. Exímio conhecedor de mulheres e das fragrâncias por elas usadas, Frank começa a demonstrar muitas outras qualidades escondidas sob sua carapaça arrogante. Ele vai de momentos de genuína ternura paternal em relação ao rapaz a terríveis ataques de auto-preservação e agressividade, às vezes com a sutileza de um trombone.
A trama secundária envolvendo um conflito escolar do rapaz pode soar meio descartável, mas justifica-se pela necessidade de mostrar a inevitável troca de favores entre gerações. Embora ela seja a principal responsável pela duração um pouco excessiva do filme, é só assim que a platéia irá saber se o instável coronel aprendeu ou não algo de seu jovem companheiro, numa jornada marcada por momentos de constrangedora sinceridade e passagens de encanto inegável, como o tango com a bela moça do restaurante (Gabrielle Anwar). Não é à toa que a analogia entre a dança e a vida real torna-se peça fundamental na redenção de ambos os personagens. Perfume de Mulher é assim, imbuído de uma mensagem enaltecedora, lembrando que sempre há algo a aprender mesmo junto àquelas pessoas mais improváveis ou inacessíveis.
Os únicos extras do DVD são algumas notas sobre a produção e biografias curtas de Al Pacino, Chris O'Donnell e do diretor Martin Brest.

Texto deKollision em 22/Junho/2005

sábado, setembro 29, 2007

Nokia e Ferrari criam telemóvel de luxo


A Nokia e a Ferrari, marca de carros desportivos de luxo italiana, uniram-se para criar um telemóvel, também ele, de luxo.O Ascent Ferrari 60 pertence à família Vertu, o segmento de luxo da marca finlandesa de telemóveis e tem um design assinado com a parceria da Ferrari. Além de ter sido projectado à imagem dos automóveis da marca, o Ascent Ferrari conta com cabedal e titânio em algumas das suas componentes.
O modelo será lançado em Londres, Paris, Hong Kong e Singapura.
Mas a Ferrari está longe de ser a primeira a unir-se a uma marca de telemóveis para criar um aparelho de luxo. A marca Dolce & Gabbana tinha já criado com a Motorola uma versão dourada do RAZR, e a Prada criou também um telemóvel de luxo com a LG Electronics.
Ainda esta semana, Giorgio Armani anunciou também uma parceria com a Samsung para desenhar não só telemóveis mas também televisores.

sexta-feira, setembro 28, 2007

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

1. Uma pessoa que é boa consigo, mas grosseira com o empregado de mesa, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas consigo, quase nunca querem que compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se não sabe dançar. Levante-se e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é o boato.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito ténue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade gostam de si de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!
Luís Fernando Veríssimo


Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.
Confúcio

terça-feira, setembro 25, 2007

Pensamento

«Entre a dor e o nada, escolho a dor»,
William Faulkner

Efemérides: 25 de Setembro na História do Mundo

25 de Setembro, dia "Nacional da Saúde e Mundial do Coração":

275 a. C.- Marco Cláudio Tácito é nomeado imperador pelo senado.

1513 - Balboa descobre o Oceano Pacífico.

1523 - O duque de Albany desembarca em Dumbarton, procedente da França, começando < a incitar os escocês a revoltarem-se contra à Inglaterra.

- A religião Luterana consegue uma supermacia significativa, enquanto os Estados Unidos passam a gozar de direitos iguais aos dos Estados Católicos.

1534 - Morre Papa Clemente VII.

1555 - Assinatura da Paz de Augsburgo.

1561 - Bayezid é morto por ordem do seu irmão Solimão I.

1663 - Na Hungria, Neuhausel rende-se as forças turcas que ameaçam invadir à Alemanha.

1688 - Luis XIV, rei de França, invade o Palatinado, provocando a união dos príncipes alemães contra si.

1725 - Nasce Nicolas-Joseph Cugnot, inventor francês que construiu o que poderá ter sido o primeiro veículo auto-propulsionado do mundo.

1871 - Na sequência das suas actividades a favor da independência de Cuba, José Marti é expulso da região.

1897 - Nasce William Faulkner, escritor norte-americano, Nobel de literatura 1949.

1908 - Ocorre o chamado incidente de Casablanca, quando alemães desertores da legião estrangeira são levados a força do consulado alemão.

1940 - Na Noruega, estabelece-se o governo colaboracionista de Quilsling, no decorrer da II Guerra Mundial.

1948 - Nasce Glória Pérez, autora de telenovelas brasileira.

1950 - António de Oliveira Salazar, chefe do governo português, conferência na Galiza, com o seu homológo espanhol, Francisco Franco.

1952 - Nasce Christopher Reeve, o mais famoso Super-Homem do cinema.

1959 - O primeiro-ministro do Ceilão (actual Sri-Lanka), S.Bandaranaike, é assassinado, sendo substituido por W. Dahanayke.

1960 - A ONU realiza plebiscito em Ruanda para decidir entre monarquia ou República.

1963 - Na Repúlica dominicana, dirigentes militares derrubam o governo do Presidente Juan D.Bosch, constituido sete meses antes.

1964 - Início da luta armada em Moçambique

1966 - Morre o médico e nacionalista angolano Americo Boavida.

1967 - A Organização dos Estados Unidos da América condena o governo de Cuba e propõe o início do bloqueio económico.

1969 - Nasce Catherine Zeta-Jones, actriz britânica.

1970 - O rei Hussein da Jordânia e dirigentes da guerrilha palestinina acordam um cessar-fogo no país.

1972 - O primeiro-ministro japonês, Kakuei Tanaka, chega a Pequim, tornando-se o primeiro chefe de governo do Japão a pisar solo chinês desde a II Guerra Mundial.

1973 - A tripulação do laboratório espacial norte-americano "Skylas 2" Amara no oceano pacífico, após um recorde de 59 dias de permanência em órbita.

1978 - O primeiro-ministro rodesiano, Ian Smith, anuncia que aceita a proposta que prevê o eventual domínio negro na Rodésia (actual Zimbabwe).

1979 - Israel devolve ao Egipto cerca de 3.000 quilómetros da área do Sinai, no ámbito dos acordos de Camp David.

1981 - Belize é admitido como Estado-Membro da ONU.

1985 - O Instituto de Sismológia, vulcanologia, meteorologia e hidrologia da Guatemala revela que o sismo que abalou o México teve o poder destruidor de 15 bombas atómicas como as de Hiroshima.

1987 - Morre a actriz norte-americana Mary Astor aos 81 anos de idade, que iniciou a carreira aos 14 anos, ainda no cinema mudo.

1990 - O Conselho de Seguranca das Nações Unidas alarga ao tráfego aéreo o embargo contra o Iraque.

- O Presidente iraquiano, Saddam Hussein, considera "desumano e injusto" o embargo aéreo decretado pelo Conselho de Segurança da Onu contra o seu país.

1991 - O governo de El Salvador e a guerrilha FMLN assinam, em Nova Iorque, sob égide da ONU, um acordo de princípio para pôr fim a uma guerra civil, que fez 75.000 mortos em 11 anos.

- O então presidente da República brasileira, Fernando Collor de Mello, institui o horário de verão em parte do território nacional.

1993 - Na sequência de um apelo de Nelson Mandela, os EUA levantam as sanções comerciais e financeiras impostas à África do Sul.

1998 - Reinauguração do Museu do Café do Brasil.

2003 - Um sismo de magnitude 8.0 ocorre perto da ilha de Hokkaido.

2005 - Dom Adams, actor norte-americano.

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Este é o ducentésimo sexagésimo oitavo dia do ano. Faltam 97 dias para acabar 2007.

Pensamento do dia: "O que o governo dá, o governo pode tirar e, se tal vier a acontecer, se pode ter a certeza de que tira mais do que deu", Samuel Sompers (1851-1924) - dirigente sindical norte-americano.

sábado, setembro 22, 2007

FORREST GUMP


é um filme americano de 1994, do género drama, dirigido por Robert Zemeckis.
Sinopse
O filme fala de quarenta anos da história dos Estados Unidos da América, vistos pelos olhos de um rapaz com QI abaixo da média, que participa de momentos cruciais, como a Guerra do Vietname e o caso Watergate.
Interpretação do filme
A história contada no filme comporta interpretações opostas: pode ser vista como uma crítica à mediocridade da sociedade norte-americana, em que alguém nas condições de Forrest acaba por se tornar um herói e um ídolo; ou pode ser vista, como parece ter sido a intenção do director e como o fez o público, em sua maioria, como uma fábula em que o personagem principal, com seu esforço, consegue superar problemas individuais e vencer na vida.

Elenco
•Tom Hanks .... Forrest Gump
•Robin Wright .... Jenny Curran
•Gary Sinise .... Tenente Dan Taylor
•Sally Field .... Sra. Gump
•Haley Joel Osment .... Forrest Gump Jr.
•Mykelti Williamson .... Bubba Blue
•Michael Conner Humphreys .... jovem Forrest Gump

Principais prémios e indicações
No total, o filme Forrest Gump recebeu 38 prêmios, além de mais 37 indicações, entre eles:
Oscar 1995 (EUA)
•Ganhador de seis prêmios, nas categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Montagem.
•Indicado nas categorias de Melhor Actor secundário(Gary Sinise), Melhor Direção de Arte,
Melhor Fotografia,
Melhores Efeitos Sonoros,
Melhor Maquiagem,
Melhor Trilha Sonora Original
e Melhor Edição de Som.
Globo de Ouro 1995 (EUA)
•Venceu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator.
•Indicado nas categorias Melhor Trilha Sonora, Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright) e Melhor Roteiro.
BAFTA 1995 (Reino Unido)
•Venceu na categoria de Efeitos Especiais.
•Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Atriz Coadjuvante (Sally Fields), Melhor Edição, Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fotografia.
Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)
•Venceu na categoria de Melhor Filme de Fantasia e malhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise).
•Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Diretor, Melhor Música, Melhores Efeitos Especiais, Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright Penn) e Melhor Roteiro.
Academia Japonesa de Cinema 1996 (Japão)
•Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Screen Actors Guild Awards 1995 (EUA)
•Venceu na categoria de Atuação Extraordinária de um Ator em Papel Principal (Tom Hanks).
•Indicado nas categorias de Atuação Extraordinária de uma Atriz em Papel Coadjuvante (Sally Field e Robin Wright Penn), Atuação Extraordinária de um Ator em Papel Coadjuvante (Gary Sinise).
Prêmio Eddie 1995 (American Cinema Editors, EUA)
•Venceu na categoria de Filme Melhor Editado.

Curiosidades

•Ao receber o Oscar de melhor actor por Forrest Gump, Tom Hanks igualou a marca de Spencer Tracy, que até então era o único actor a ter ganho o Oscar por dois anos consecutivos.
•Sally Field, que fez o papel de mãe de Forrest, é apenas dez anos mais velha que Tom Hanks.

Efemérides: 22 de Setembro na História do Mundo

490 a.C. - Dario, o rei dos persas, é derrotado em Maratona pelo exército grego.

63 a.C. - Nasce César Augusto, primeiro imperador romano.

1161 - Nasce Takakura, 80º imperador do Japão.

1222 - Papa Calisto II resolve a questão das investiduras por meio da Concordata de Worms, que marca o início da supremacia da autoridade papal sobre a imperial.

1230 - Morre o rei Afonso IX de Leão. 1499 - Forças turcas destroem Vicenza, em Itália.

1515 - Nasce Ana de Cleves, quarta rainha consorte de Henrique VIII de Inglaterra.

1531 - Morre Luísa de Sabóia.

1550 - A Armada do Império Sacro-Romano captura o porto de Mehedia, na Tunísia, quartel-general do corsário turco Dragut.

1609 - O duque de Zerma expulsa da Espanha meio milhão de Mouros.

1711 - A cidade do Rio de Janeiro é capturada por forças francesas.

1713 - Nasce Fernando VI de Espanha, Rei de Espanha.

1789 - Tropas austriacas e russas derrotam os turcos em Rimnik, na Valquia.

1791 - Nasce Michael Faraday, químico, filósofo e estudioso de electricidade britânico.

1792 - Proclama-se a República francesa, ao mesmo tempo que entra em vigor o calendário revolucionário.

1828 - Morre Shaka, chefe tribal Zulu (África do Sul) e criador de estratégias militares.

1846 - Johann Galle descobre o oitavo planeta do Sistema Solar, Neptuno.

1862 - Abraham Lincoln, proclama liberdade aos escravos dos estados confederados.

1866 - Regista-se a batalha de Curupaiti, uma das muitas batalhas da Guerra do Paraguai.

1908 - Reconhecimento da liberdade da Bulgária.

1913 - Roland Garros efectua a primeira travessia do Mediterrâneo num avião.

1927 - A escravatura é abolida na Serra Leoa, África.

1932 - Abdel-Aziz se torna o primeiro rei da Arábia Saudita.

- Independência da Arábia Saudita.

1944 - Roosevelt, presidente do EUA, faz o seu famoso dicurso.

1949 - A União Soviética efectua a explosão da sua primeira bomba atómica, quatro anos após identica experiência norte-americana.

1954 - Nasce Cherie Booth, esposa do ex-primeiro ministro do Reino Unido, Tony Blair.

1959 - Santos Dumont recebe o posto honorífico de Marechal-do-Ar.

1965 - Declara-se o cessar-fogo no conflito Indo-paquistanês, sucedendo-se, no entanto, violações do mesmo por parte dos dois Estados.

1968 - Especialistas e cirurgiões da universidade de Hokkaido, no Japão, anunciam a descoberta e posterior utilização com êxito, de uma mini-câmara destinada a fotografar o interior do coração humano.

1973 - Henry Kissinger torna-se o primeiro norte-americano naturalizado a ocupar o cargo de Secretário de Estado.

1974 - Um furação assola as Honduras e provoca mais de 5.000 mortos.

1975 - O presidente norte-americano, Gerald Ford, escapa da tentativa de assassinato por Sara Jane Moore.

1976 - Início do 1º Governo Constitucional de Portugal sob chefia de Mário Soares.

1979 - José Eduardo dos Santos é empossado no cargo de Presidente da República Popular de Angola, na sequência da morte de Agostinho Neto.

1980 - Início da Guerra Irão-Iraque.

1981 - O comboio mais rápido do mundo (TGV-Train a grande Vitesse) efectua a viagem inaugural, alcançando velocidades na ordem dos 251 quilómetros/hora, na ligação ferroviária entre Paris e Lyon (480 quilómetros).

1983 - São Cristóvão é admitido como Estado-Membro da ONU.

- O Senado norte-americano vota a favor de um corte drástico na contribuição dos EUA para as Nações Unidas.

1984 - Os ministros dos Negócios Estrangeiros da URSS, Andrei Gromiko, e da China, Wu Xueqian, encontram-se em Nova Iorque, no primeiro encontro a alto nível de elementos dos dois países em 15 anos.

1988 - O principe herdeiro do Japão, Akhito, de 54 anos de idade, assume formalmente as funções atribuidas ao imperador Hirohito, 87 anos de idade, gravemente doente.

1989 - Morre o compositor russo, naturalizado norte-americano, Irving Berlin, aos 101 anos de idade, autor de exítos como "God Bless America" e "White Christmas", entre outros.

1991 - Independência da Armênia.

1996 - A Associação Promotora para a Economia de Macau vence as últimas eleições para a Assembleia Legislativa do território sob a administração portuguesa.

- O PASOK vence as eleições legislativas na Grécia.

1997 - Pedro Pires, antigo primeiro-ministro de Cabo Verde, é eleito Presidente do PAICV.

1999 - Morre o cantor lírico Luis Piarra, aos 82 anos de idade, deixando 999 canções gravadas.

- Soldados da ONU entram no Timor-Leste para apaziguar a região.

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Este é o ducentésimo sexagésimo sexto dia do ano. Faltam 99 dias para acabar 2007.

Pensamento do dia:
"Louvar o que já se perdeu torna a lembrança querida" - William Shakespeare (1564-1616) - dramaturgo inglês.

sexta-feira, setembro 21, 2007

HOJE É O DIA CERTO

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro amanhã. Portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”

Dalai Lama

quinta-feira, setembro 20, 2007

Efemérides: 19 de Setembro na História do Mundo

86 - Nasce Antónino Pio, Imperador Romano.

1356 - Batalha de Poitiers, no Ámbito da Guerra dos Cem Anos.

1551 - Nasce o futuro rei francês Henrique III.

1571 - Carta de doação, a favor de Paulo Dias de Novais, cria a capitania de Ngola, que dá origem a fundação, em 1576, da cidade de S.Paulo de Loanda.

1656 - Uma armada britânica, comandada por Robert Blake, captura navios e tesouros espanhóis, na costa de Cadiz.

1668 - João II abdica do trono polaco.

1710 - Ole Romer, astrónomo dinamarquês, que estabeleceu que a velocidade da luz seria finita.

1799 - O exército austro-húngaro saí derrotado pelos britânicos em Bergem-Op-Zoom, na Holanda.

1881 - Morre James A. Garfield, ex-presidente norte-americano.

1899 - Alfred Dreyfus deixa a prisão e é reabilitado capitão.

1909 - A Guarda suíça volta a vestir moda desenhada por Michelangelo.

1911 - Nasce William Golding, prémio Nobel de Literatura de 1983.

1928 - Walt Disney apresenta o seu primeiro desenho animado sonoro: "Steamboat Willie".

1934 - Bruno Haptmann‚ é detido em Nova Iorque, acusado de ter raptado e morto o filho do pioneiro da aviação, Charles Lindbergh.

1941 -Os alemães capturam a cidade russa de Kiev, durante a II Guerra Mundial.

1955 - O presidente argentino, Juan Peron, demite-se e parte para o exílio, depois de ter sido derrubado por um golpe militar encabeçado pelo general Lonardi.

1956 - Amílcar Cabral e cinco companheiros fundam em Bissau o PAIGC (Partido Africano para a Independência do Guiné-Bissau e Cabo Verde).

- Uma lei autoriza Juscelino Kubitschek a transferir a capital da República para Brasília.

1968 - Pressionado pelos soviéticos, o primeiro-ministro da Checoslováquia, Jiri Hajek, apresenta a sua demissão.

1971 - O Secretário-geral das Nações Unidas, Uthant, pede que a Organização conceda maiores poderes ao seu sucessor.

1972 - Uma carta armadilhada explode na embaixada de Israel em Londres-Inglaterra, matando um diplomata, deixando outro ferido.

1978- O gabinete egípcio aprova por unanimidade as decisões tomadas por Anwar Sadat na cimeira de Camp David, nos EUA.

- Ilhas Salomão são admitidas como Estado-Membro da ONU.

1980 - Um míssil nuclear explode num silo subterrâneo, no Estado norte-americano de Arkansas: um morto e 20 feridos.

1983 - A Federação de S. Kitts e Nevis (duas ilhas nas Caribas com 45.000 habitantes) torna-se na mais jovem Nação do mundo, recebendo das mãos da princesa Margarida de Inglaterra os respectivos instrumentos da independência.

1985 - Um sismo de magnitude 8.1 na escala de Richter provoca 9.500 mortos, 35.000 feridos e 100.000 desalojados, na cidade do México.

1988 - A canção "Yesterday", composta pelos Beatles Paul Mccartney e John Lennon em 1965, recebe, em Nova Iorque, o prémio "Million-Air" pelo facto de ter sido difundida publicamente cinco milhões de vezes, ou seja durante mais de 250.000 horas, o que equivale a um período ininterrupto de 28 anos.

1990 - Ractifica-se a Lei Orgânica da Saúde, que criou no Brasil o Sistema único de Saúde.

- Morre Kodama Kyoishi, um dos símbolos da imigração japonesa ao Brasil.

1991 - Corpo mumificado pelo frio é encontrado nos Alpes italianos.

1995 - O português Diogo Freitas do Amaral toma posse, em Nova Iorque, como Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas.

1996 - O Papa João Paulo II inicia uma visita a França.

1997 - Os 97 países participantes na conferência de Oslo (Noruega) adoptam um tratado de interdição de minas anti-pessoais.

1999 - Desembarcam em Dili os primeiros soldados da força multinacional de paz para Timor-Leste (INTERFET).

2006 - Confrontos entre manifestantes e forças policiais na Hungria provocam 150 feridos. Dos quais 100 policias e 50 manifestantes.

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Este é o ducentésimo sexagésimo segundo dia do ano. Faltam 103 dias para acabar 2007.

Pensamento do dia:
"Qualquer coisa que faça muito barulho é satisfatória para a multidão" - Charles Dickens (1812-1870) - romancista britânico.

PEDRO VENTURA


Pedro Ventura nasceu a 14 de Agosto de 1974, na cidade do Montijo. Em 1989, acompanhando a família, passa a residir nas Termas de S. Pedro do Sul, onde conclui os estudos secundários. Em 1996 vai viver para Viseu, cidade que escolhe para fixar a sua residência. É aí que tira a licenciatura em Estudos Portugueses e Ingleses, na Universidade Católica Portuguesa. Desde cedo encontra na escrita uma paixão, primeiro na poesia e mais tarde na prosa, à qual se dedica a partir de 1996.
Goor - A Crónica de Feaglar é o seu primeiro livro publicado. Nesta obra cria um vasto mundo imaginário, onde as personagens lutam contra o seu destino. Em causa estará o próprio valor intrínseco do Homem e a sua determinação em sobreviver. Esta será uma jornada em qu o futuro estará num indeciso limbo e em que tanto a vitória como a derrota podem acarretar um sacrifício demasiado doloroso para aqueles que aceitam o desafio que lhes é colocado.
Pedro Ventura estará presente no Fórum Fantástico para uma apresentação de Goor - a Crónica de Feaglar, publicado pela editora Papiro.

Site do autor

http://forumfantastico.wordpress.com/2006/10/www.vozdecelenia.blogs.sapo.pt

quarta-feira, setembro 19, 2007

Pratos Tradicionais


BOLO DO CACO
Massa de pão:
A massa para o bolo do caco é uma massa de pão de trigo vulgar, feita com farinha de trigo, fermento de padeiro (feito em casa ou industrial), água e sal.Fazendo o fermento em casa, este obtém-se misturando um pouco de farinha com água morna nas quantidades necessárias para resultar uma massa mole.Esta massa é deixada durante 1, 2 ou 3 dias a fermentar; depois utiliza-se juntando à farinha.A proporção depende do tempo que tem de fermentação.Usando o chamado fermento de padeiro industrial, este é utilizado na proporção de 30 a 50 grs por cada quilo de farinha de trigo.Feita e fermentada a massa de pão (que até se pode comprar na padaria), divide-se em bolas que se achatam de modo a formar uma bolacha com a espessura de 3 cm e um palmo de diâmetro.Tem-se uma pedra muito quente, sobre a qual se coloca a bolacha.Deixa-se cozer e ganhar uma crosta fina, mas ligeiramente queimada.Vira-se e deixa-se cozer igualmente do outro lado.Pega-se agora na bolacha na vertical e roda-se de modo a alourar também os bordos.O bolo do caco acompanha a refeição ou pode comer-se quente, simplesmente com manteiga.É indispensável para acompanhar a espetada nas romarias.È condição para a boa cozedura do bolo do caco que a pedra esteja escaldante, sendo aquecida por meio de qualquer combustível, podendo até ser usado para o efeito um vulgar fogão a gás.Diz-se que antigamente era de basalto a pedra onde se cozia o bolo do caco.Hoje vendem-se na Madeira, nas casas de artigos de construção, placas de cimento que se substituem as referidas pedras de basalto.


ESPETADA MADEIRENSE


Ingredientes:

manteiga: q.b.

pimenta: q.b.

sal: q.b.

vaca (lombo): 1 kg


Preparação:
Corte a carne em cubos, tempere-a com sal e pimenta e enfie-a em espetos de louro. Leve-os às brasas e depois de prontos barre com manteiga
.


MILHO FRITO


Ingredientes:Para 4 a 6 pessoas
500 g de farinha de milho ;
2,5 litros de água ;
2 colheres de sopa de manteiga ou margarina ou banha ;
250 g de couve cortada em caldo verde ;
sal ;
óleo ou azeite para fritar
Confecção:
Desfazem-se 250 g de milho num pouco de água fria. Leva-se a água ao lume (2,5 litros) com a gordura escolhida e sal. Assim que a água ferver, junta-se o milho desfeito na água e logo que retomar fervura junta-se a couve previamente lavada e bem escorrida.Quando esta couve estiver quase cozida, adiciona-se o restante milho e deixa-se ferver até acabar de cozer, mexendo como se diz na receita anterior.Retira-se do lume e deita-se em pratos ou travessas. Depois de bem frio (pode ficar de um dia para o outro) corta-se aos quadradinhos pequenos e frita-se em óleo bem quente até ficar com crosta.
Variante: Em vez de couve podem utilizar-se favas frescas.
fonte: Editorial Verbo


domingo, setembro 16, 2007

LOUCURA


A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram.
Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem
e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
- CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto.
A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho.
A Loucura não sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas. !
Hoje! O Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Don't Worry, Be Happy - Bobby Mcferrin -



Don’t worry, be happy

Here's a little song I wrote,
you might want to sing it note for note,
dont worry,Be happy,
In every life we have some troubles,
but when you worry you make it double,
dont worry,be happy (don't worry be happy now)
ohhh ooh ooh ohh(don't worry)
oooh oohh oohh(be happy)
ohhh oohh oohh(dont worry,be happy)
ohh oohh ooh (dont worry,be happy)
(don't worry be happy)

And at the place to lay your head,
somebody came and took your bed,
dont worry,be happy,
the landlord say your rent is late,
he may have to wait to get ,
but dont worry...be happy(look at me I'm happy)

ohhh ooh ooh ohh(don't worry)
oooh oohh oohh(be happy)
oooo0h (here I give you my phone number you you worried,
call me I make you happy)
00000oh 00o0o0oh(dont worry)
ooooh oohh (be happyy)ooooh ohhh

Ain't got no place to lay your head,
somebody came and took your bed,
don't worry....be happy.
The landlord saying your rent is late,
He may have to litigate.
but don't worry...be happy (look at me I'm happy)

ohhh ooh ooh ohh(don't worry)
oooh oohh oohh(be happy)
ohhh oohh oohh(dont worry,be happy)ohh oohh ooh
(dont worry)
ohh oohh oohh(be happy)
(don't worry be happy)

ohhh ooh ooh ohh(don't worry,dont do it)
oooh oohh oohh(be happy,put a smile on your face)
(dont bring everybody down like this)
ohhh oohh oohh(dont worry)ohh oohhh
(it will soon pass,whatever it is)
ohhh oohhh ohhh (dont worry,be happy)
ohhh oohhh oohhh (I'm not worried)

Não se preocupe, seja feliz

Eis aqui uma pequena canção que eu escrevi
deve querer cantá-la nota por nota
Não se preocupe, seja feliz
Durante toda a vida temos alguns problemas
Mas quando se preocupa, os tem em dobro
Mas não se preocupe, seja feliz
Quando não há lugar para apoiar sua cabeça
Alguém veio e levou a sua cama
Não se preocupe, seja feliz
O dono do apartamento diz que teu aluguer está atrasado
Ele pode ter que te expulsar
Não se preocupe, seja feliz
Olhe para mim, eu sou feliz
Não se preocupe, seja feliz
Eu te darei meu telefone
Quando estiver angustiado, ligue-me e eu te deixarei feliz
Não se preocupe, seja feliz
Não tem dinheiro, não tem estilo, não tem uma namorada para te fazer sorrir
Mas não se preocupe, seja feliz
Porque quando se preocupa, seu rosto fica franzido
E isso deixará toda gente desanimada
Então não se preocupe, seja feliz
Não se preocupe, seja feliz agora
Não se preocupe, seja feliz
Não se preocupe, seja feliz
Não se preocupe, seja feliz
Não se preocupe, seja feliz
Não se preocupe, não se preocupe, não faça isso
Seja feliz, largue um sorriso no rosto
Não deixe todos desanimados assim, não se preocupe
Isso tudo vai passar, o que quer que seja
Não se preocupe, seja feliz
Eu não estou preocupado, eu sou feliz

domingo, setembro 09, 2007

'A ALMA E A SUA EXISTÊNCIA':

A busca da verdade passa pela questão da existência da alma. A resposta a esta questão colocou em campos opostos filósofos do quilate de Hume, Hamilton, Stuart Mill, Taine, que admitiam que a alma se reduzisse a um grupo de sensações, de ideias, de emoções, etc. Como dizia Broussais, “o homem racional não pode admitir a existência de uma coisa que não seja percebida por algum dos sentidos”. Dizia ainda Broussais que o cérebro é a causa e o princípio do pensamento e, por conseguinte, o espírito é uma hipótese inútil.

Mas, sendo o cérebro composto de células, que se renovam a todo o instante como, aliás, em todo o corpo, se no homem existem apenas fenómenos sucessivos, sem um laço que ligue o passado ao presente, como então se explicam o hábito, a associação de ideias e a memória?

Deste modo, é forçoso admitir que existe em nós uma realidade que independente do cérebro, que é a sede das nossas mudanças psicológicas, e que é também a causa dos actos que praticamos. A esta realidade, chamamos de alma. Se existe a alma, qual será a sua natureza? Será espírito, ou será matéria? O espiritualismo defende a distinção da alma do corpo; o materialismo, só admite a existência do corpo e da matéria. No homem, ocorrem fenómenos quantitativos, como a digestão, a circulação, etc. e fenómenos qualitativos, só percebidos pela consciência, como a alegria, o pensamento, ou o remorso.

Assim sendo, existe no homem uma substância extensa, divisível e palpável, que é o corpo, e uma outra substância simples, perceptível somente pela consciência, a alma.

A alma é una, e o homem, por ter só uma alma, comprova a sua unicidade. Ela não é única só numericamente, mas é una também por ser simples e indivisível. Enquanto que todas as células do corpo se renovam em um curto período de tempo, isto é, o corpo muda em substância, a alma permanece sempre idêntica a si mesma, não havendo mudanças no nosso Eu ao longo do tempo, que permanece o mesmo, tanto no passado quanto no presente. É esta imutabilidade da alma que confere a identidade ao homem.

A ESPIRITUALIDADE DA ALMA
O ser espiritual é aquele que existe independente da matéria e das suas condições de ser e de operar.

É fato que a alma está unida ao corpo, e que exige o concurso dos órgãos do mesmo, para realizar as suas operações sensitivas. Apesar disso, também é fato que a alma é independente do corpo nas suas funções intelectuais. Deste modo, a alma pensa e quer sem o auxílio destes órgãos. Podemos assim concluir que a alma não está completamente imersa no corpo, que é independente dele sob diversos aspectos, e que, por conseguinte, é um ser espiritual.

Dizia Aristóteles que um ser se conhece por suas operações. Ora, a nossa alma forma ideias, e a ideia é imaterial. Em consequência, a inteligência, a faculdade do pensamento, também é imaterial. Deste modo, a alma, que opera pela inteligência, é imaterial pela mesma razão. Enquanto a matéria é indiferente à inércia ou ao movimento, isto é, ao determinismo, a alma, ao contrário, é livre para operar ou não, para resistir ou ceder aos impulsos da sensibilidade, isto é, a alma goza do livre arbítrio.

Conclui-se assim que a alma é simples, é idêntica a si mesmo, e é espiritual, necessariamente distinta do corpo, que é composto, mutável e material.

A ALMA, O FÍSICO E A MORAL
A simplicidade e a espiritualidade que caracterizam os fenómenos da inteligência impedem que afirmemos que o cérebro – substância material e em constante mutação - seja a verdadeira causa do pensamento. Por outro lado, a inteligência necessita para se expressar, para o seu funcionamento normal, de um cérebro saudável.

Deste modo, o cérebro nada mais é do que o instrumento material de que se vale o espírito, imaterial, para expressar os seus pensamentos. Aristóteles notou que pensamos sem órgãos, que o entendimento não está ligado a nenhum órgão corporal, e que pode trabalhar e existir separado do corpo.

Ocorre que, em nosso estado actual, nunca pensamos sem imagens, e a imaginação depende directamente do sistema nervoso. Daí que o pensamento e a inteligência dependem indirectamente do corpo, e em particular do cérebro. Assim se explica a desordem na inteligência proveniente de uma lesão cerebral; não porque o entendimento tivesse sido atingido, mas porque essa lesão determina uma perturbação na imaginação, e as imagens extravagantes chamam ideias discordantes e incoerentes.

Se um louco pudesse ter transplantado o cérebro lesado por um outro que fosse são, com certeza pensaria de modo correcto. Isto porque a desordem e a deterioração dos órgãos não lesam a inteligência em si mesma, mas somente a privam das condições e meios requeridos para o seu funcionamento normal. Pode-se dizer que o cérebro é a interface entre o espírito e o mundo material.

A UNIÃO DA ALMA E DO CORPO
Aristóteles, S. Tomás e a maior parte dos espiritualistas não admitem no homem dois princípios de vida. Afirmam que além da sua actividade consciente e psicológica, a alma inteligente possui também a faculdade de presidir às funções fisiológicas. Desta maneira, a alma seria o único princípio de toda a actividade vital do homem, da sua vida vegetativa e sensitiva, e também de sua vida propriamente espiritual.

Já vimos que a correlação íntima que existe entre as diversas operações da alma pensante (sensibilidade, inteligência e vontade), prova a unidade substancial do princípio de onde elas se originam. Esta mesma correlação se verifica entre as operações psicológicas e as funções orgânicas.

Uma comoção violenta da alma faz parar a circulação do sangue, o medo paralisa, e a confiança sustenta as forças físicas; o trabalho intelectual intenso retarda a digestão, etc.; poder-se-ia citar numerosos fatos que provam a influência do físico no moral, e reciprocamente. Demonstrada a união da alma e do corpo, como se faz esta união? O corpo não existe antes da sua união com a alma. Da alma, o corpo recebe a sua unidade, a organização, a vida e actividades próprias, numa palavra, tudo o que faz dele o ser humano.

Assim, o corpo apenas se separa da alma pela morte, quando perde todos estes caracteres, todas as suas determinações específicas, dissolvendo-se nos elementos químicos de que foi formado. Quanto à alma, sem dúvida que existirá separadamente do corpo, vivendo a sua vida espiritual, mas, sem o corpo, não mais poderá exercer as faculdades que exigem o concurso dos órgãos corporais, como a sensibilidade, a percepção externa e a imaginação.

Deste modo se conclui, com Aristóteles, que o corpo é a matéria, e a alma é a forma, e que a união do corpo com a matéria forma um todo verdadeiro e substancial. É esta união no ser que faz da alma e do corpo um só princípio de acção, que faz com que não haja acção humana na qual o corpo não faça a sua parte, nem tão humilde e material que não repercuta na alma. É este o princípio que coloca em cheque o racionalismo de Descartes, expresso na frase: Penso, Logo, Existo.

A IMORTALIDADE DA ALMA
Com a morte, o corpo se dissolve. Acontecerá o mesmo com a alma e morreremos inteiramente? O que é a imortalidade?

A imortalidade consiste na sobrevivência substancial e pessoal do eu, na identidade permanente da alma, que conserva as suas faculdades de conhecer e amar, sem as quais não há felicidade humana. Após a morte, a alma mantém a consciência da sua identidade, com as lembranças e responsabilidades do seu passado, sem as quais não poderia haver nem recompensa nem castigo – em uma palavra – não existiria o princípio da justiça divina. A metafísica demonstra que a alma é imortal por sua natureza incorruptível. A razão para a sua sobrevivência após a morte do corpo é demonstrada pelo argumento moral. Que esta sobrevivência é indefinida e ilimitada, prova-o o argumento psicológico.

O corpo se desagrega e se dissolve logo que se separa do seu princípio de unidade, da sua forma substancial que é a alma. Pelo contrário a alma, sendo como é, metafisicamente simples e espiritual, não pode decompor-se nem se desagregar. Não morre, pois, com o corpo. Este é o argumento metafísico da imortalidade da alma.

Se há Deus e lei moral, a justiça exige absolutamente que o crime seja punido e a virtude seja recompensada. Neste mundo, nem a natureza, nem a sociedade, nem a própria consciência dispõem de sanções suficientes para recompensar plenamente a virtude ou punir adequadamente o vício; é necessário, portanto, que haja outra vida onde a justiça seja plenamente satisfeita, e a ordem seja restabelecida. Este é o argumento moral, que demonstra a sobrevivência da alma, mas não prova que esta existência seja ilimitada na sua duração.

O argumento psicológico, que prova a perseverança indefinida da existência da alma humana depois da morte, assenta sobre o princípio de que Deus não pode, sem se contradizer a si próprio, dar um fim a um ser, sem lhe dar os meios de o atingir. Tudo na natureza do homem prova que ele é criado para atingir a felicidade perfeita; mas é evidente que não a pode alcançar neste mundo, e que deve haver uma outra vida onde a possa obter. E como por outra parte não existe felicidade completa sem duração ilimitada, segue-se que essa vida futura não pode e não deve ter limites.

O ser humano aspira a um objecto infinito, a uma verdade, beleza e bondade absolutas, cuja posse nos deve fazer felizes. Nossas faculdades superiores possuem capacidade ilimitada, que não se pode satisfazer completamente fora deste bem infinito, que não é outro senão o próprio Deus.

Fizestes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração está inquieto até que descanse em Vós (Santo Agostinho)

Mas, o que encontramos neste mundo que apague esta sede de felicidade do homem, que preencha o vazio deste coração criado para o infinito? A natureza é tão limitada e o mundo tão pequeno; esta vida é tão curta e a realidade tão imperfeita! Queremos amar, queremos viver o mais possível, e por toda a parte só encontramos obscuridade, decepção, sofrimento e morte. Assim, é evidente a total desproporção entre os nossos meios e as nossas necessidades.

Logo, se há um Deus sábio e justo, esta contradição não pode ser definitiva; deve haver outra vida onde se restabeleça o equilíbrio entre o que desejamos e o que podemos, uma vida em que sejamos perfeitamente felizes. A duração ilimitada da imortalidade é evidente que constitui o elemento essencial da felicidade completa; não se pode gozar plenamente um bem quando receamos perdê-lo. A incerteza dói tanto mais quanto maior é o bem possuído. Como diria Marco Túlio Cícero:
Si amitti vita beata potest, beata esse non potest
(Se se pode perder a vida feliz, já não se pode ser feliz)
Logo, a vida futura da alma, a imortalidade, não tem fim, é infinita e ilimitada, e a sua tendência natural é a prática da virtude, em conformidade com os desígnios do seu criador, Deus.


Bibliografia
Aristóteles
J.J.Rousseau
S. Tomás de Aquino
Espinosa
Jonh Stuart Mill
S. Agostinho
Bergson


ANTÓNIO ROCHA FADISTA

FELICIDADE

SONHOS


Muitos animais simbolizam sorte e sucesso nos sonhos.
Sonhos com abelhas significa que lucros animadores estão para chegar. Já a cabra, quando aparece durante os sonhos, sinaliza bons lucros com chegada de herança.

Se sonhar com vaca e ela for branca, isso indica riqueza e mostra que um período melhor está para chegar em sua vida. O cão traz mensagens importantes: se vir um cachorro manso e brincalhão, significa que dias de alegria e surpresas agradáveis estão para chegar.

O bezerro é, na certa, um óptimo palpite. Este sonho pede que se arrisque mais na sorte, pois a fase é das melhores para investir e também para pensar um pouco mais no futuro. Além disso, o bezerro indica que abundância, felicidade, alegrias, momentos de lazer agradáveis vão chegar mais rápido do que se imagina.

Os peixes indicam que a pessoa pode receber herança ou dinheiro inesperado. Se sonhar com ratos, e estiver matando-os, é melhor não ter medo e muito menos nojo: quanto mais ratos matar enquanto dorme, mais sorte terá na vida. Uma nova paixão e a felicidade amorosa estão a caminho se a pessoa sonhar com um touro. Isso significa também, sorte com apostas e estabilidade financeira para quem sonha.;

A natureza é um elemento muito presente e traz mensagens especiais. Se aparecer um jardim ou uma bela paisagem quer dizer que a pessoa está muito confiante no que o futuro reserva e não tem medo de encarar novos desafios. Ventos fortes significam mudanças repentinas, mas superpositivas.

Rios e lagos podem ter significados especiais: se eles estiverem limpos e transparentes, sucesso à vista, principalmente nos negócios e em tudo que envolva dinheiro e ganhos. Sonhar com um fogo intenso, quer dizer que uma nova e promissora paixão vai começar.
Se durante os sonhos aparecer um acampamento, e a pessoa que sonha estiver nele, óptimo, pois ela terá sorte no lar e também bons resultados com negócios de todo tipo. Uma lembrança muito comum que se tem durante os sonhos é a de se estar andando. Andar traz progresso e sucesso de um modo geral. Tudo estará em alto-astral o mais rápido possível para quem sonha com uma casa.

Se estiver vendo uma cabana, a pessoa desfrutará de momentos de muita paz interior e tranquilidade. Construir uma, representa vida nova ou mesmo mudança de residência. Se a pessoa estiver morando numa cabana, pode esperar dias de muita felicidade para breve. Já o sonho com campo sempre traz sorte nos jogos, principalmente se ele estiver verdejante. A pessoa deve apostar e aproveitar os bons fluidos que esse sonho dá por três dias.

VIOLÊNCIA

Ao contrário do que se pensa, os sonhos violentos contêm boas mensagens. Sonhar com tiros é sinal de que oportunidades grandiosas vão aparecer na vida de quem sonhos. Se a pessoa que sonha estiver cometendo um ato violento, óptimos dias virão. Castigar alguém também traz boas notícias, pois é sinal de vida próspera e feliz. Sonhar com um assassinato quer dizer vitória sobre inimigos que tentavam fazer o mal.

Ser um(a) assaltante indica riqueza e abundância para concretizar todos os sonhos e desejos de quem sonha. A morte, que é tão temida durante toda a vida, não deve causar pânico à noite, durante o sono. Se a própria pessoa que estiver dormindo sonhar que está morta, isso quer dizer riqueza. Se vir uma outra pessoa morta, indica muita saúde para quem sonha.

TALISMÃS

Os talismãs têm, em geral, boas mensagens para quem sonha. Sonhar que se está usando um é indicação de óptimas vibrações, pois essa pessoa terá ajuda e protecção de forças espirituais bastante poderosas. Significa também que um segredo bem guardado ou um mistério será revelado e que isso trará mudanças positivas aos projectos de quem sonha. No mundo dos sonhos, os talismãs são também mensageiros de óptimas notícias.

A pirâmide traz êxito para um futuro próximo, abundância e prosperidade. Sonhar com pedras preciosas significa que terá óptimos rendimentos em transacções ou aplicações. Estrelas indicam grande sorte. Um crucifixo significa encontros comerciais importantes e sorte nos jogos.

Se o sonho for com moeda, e ela for dourada, contará com acréscimo de bens. Os dados aparecem em sonhos que geralmente estão relacionados à sorte. Por isso, se a pessoa que sonha estiver jogando-os, significa que a maré de azar vai acabar. Se ela jogar e ganhar, pode esperar notícias de herança. Se uma terceira pessoa estiver roubando no jogo de dados, é sinal de que não faltarão recursos financeiros para colocar projectos novos em prática.

O sucesso em novos negócios poderá ser alcançado rapidamente se o sonho for com várias jóias. Comprá-las é sinal de que haverá um novo relacionamento amoroso na vida de quem sonha. Por falar nisso, sonhar com pérolas é sempre sinal de bons fluidos. Se aparecer um colar de pérolas, pode-se esperar alegrias e surpresas boas. Dá-las para alguém é indicação de êxito em jogos e sorteios. Perdê-las pode significar que a melhoria no setor financeiro está próxima.

Pessoas brindando com taças anuncia que grandes desejos pessoais em relação ao amor serão realizados.

OBJETOS, COMIDA E ETC.

Se no sonho aparecem espigas de milho bem bonitas e viçosas significa muita fartura, riqueza e abundância de alimentos. Aliás, sonhar com alimentos de um modo geral, quer dizer felicidade em muitos sectores da vida, ainda mais se esses alimentos forem de boa qualidade. Oferecer alimentos a outras pessoas indica o recebimento de algumas recompensas. Comer carne é sinal de muita energia e disposição para enfrentar todo tipo de problema e desafios do dia-a-dia. O pão representa vida longa. As maçãs indicam óptimos rendimentos no sector financeiro e ganhos de um modo geral, além de muita felicidade com a pessoa amada.

Sonhar com uma flecha indica que a pessoa terá sucesso no amor e também em novas empreitadas. Estar atirando uma lança em alguém e acertar, haverá casamento ou noivado próximo. Quem sonhar que está trabalhando num computador, terá sucesso rápido na carreira profissional. Sonhar com escritório indica que receberá promoção no local em que trabalha.;

A sorte no jogo está garantida se a pessoa sonhar que é um empregado de mesa. Se no sonho a pessoa for vítima de intrigas, significa que terá vitória sobre os inimigos. O vinho tem um óptimo significado: saúde e vida longa para quem o bebe. Sonhar que está entrando numa igreja, quer dizer que a realização de óptimos negócios está a caminho. Ver uma padaria também é sinal de muita riqueza para breve.

Funchal


ERVAS MEDICINAIS

Todas as indicações são preventivas e agem como terapia de ajuda, sempre em casos de doenças graves tem que as ter o acompanhamento médico, mas na hora de dor de barriga é bom sabermos quais as nossas alternativas.
A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos. No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.
Preparação:
Os chás podem ser preparados por infusão ou cocção:- Infusão: Consiste em se despejar água fervente sobre a planta e depois abafar por uns 15 minutos. Este processo é utilizado para flores, folhas e também para ervas aromáticas, pois se as fervermos as essências poderão volatilizar (perder-se pela ação do calor), causando a perda de sabor e poder medicinal do chá.- Cocção: Consiste em se cozinhar a planta. Este processo deve ser restrito a raízes, cascas e sementes e a fervura pode variar de 3 a 15 minutos. Dosagem: A quantidade normalmente indicada é de 20 gramas de erva por litro de água ou uma colher de chá por xícara, mas esta dosagem pode variar dependendo da planta.Posologia: Pode-se tomar várias xícaras do chá por dia, de preferência longe das refeições, a não ser que o uso do chá seja exactamente para estimular funções digestivas.Adoçantes:Os chás geralmente não precisam ser adoçados. Em alguns casos, porém, pode-se usar o mel quando se quiser aproveitar suas propriedades medicinais (gripes, tosses, etc), mas só devemos adoçar depois de coado, quando o chá já estiver morno, nunca antes, pois o calor destrói o poder medicinal do mel. Prazo de validade: Nunca use um chá mais de 24 horas depois de preparado, pois ele entra em processo de fermentação (mesmo mantido em geladeira). Prepare a quantidade suficiente para um dia apenas. Tempo de uso: Recomenda-se não usar o mesmo chá por tempo prolongado, pois o nosso organismo responde cada vez menos ao tratamento. Use por um período de 30 dias e troque por outro tipo de chá, retomando o seu uso após algum tempo. Utensílios: Evite usar utensílios de metal para fazer os chás. Embora não o notemos, eles podem causar alterações no efeito e sabor do chá. O ideal é usar recipientes de vidro, barro, louça ou esmalte.
Outros usos:Os chás, além de tomados, podem ser usados na forma de compressas, banhos, gargarejos, inalações e lavagens.- Compressas: Compressas de chá quente aliviam dores inflamatórias e facilitam a resolução destas inflamações. Neste caso usam-se chás com propriedades antiinflamatórias.- Banhos: São os banhos de imersão. A água deve estar morna e o banho deve durar uns 20 minutos. O banho pode ser repetido três vezes por semana durante um mês. Após este período mudar a erva utilizada.- Gargarejos: São recomendados para atuar na cavidade bucal e na garganta. Pode-se colocar sal de cozinha depois de coado, pois este é antiinflamatório e anti-séptico.- Inalações: Específico para as vias respiratórias. Ferver o chá e colocar um funil de papelão invertido sobre o recipiente, inalando o vapor.- Lavagens: Normalmente intestinais e vaginais (corrimento).
Aí vão algumas delas:
DOENÇAS/ERVAS
Artrite
Caatinga de Mulata, Malva, Sabugueiro.
Arroto
Poejo
Anemia
Artemísia, Cavalinha, banhos de Manjerona e Alecrim, Cerefólio, Manjericão, Dente de Alho.
Arteriosclerose
Cavalinha
Asma
Cerefólio, Hortelã, Funcho.
Baço
Salsa, Dente de Leão.
Bexiga
Artemísia, Beldroega, Cavalinha, Cerefólio, Malva, Mil Ramas.
Boca (mau hálito)
Hortelã, Erva Cidreira, Manjericão, Tanchagem.
Bronquite
Beldroega, Cavalinha, Sabugueiro, Bardana.
Cabeça (dores de)
Alfazema, Boldo, Camomila, Confrei, Hortelã, Losna.
Cabelo
Alecrim, Alfazema, Babosa, Camomila, Manjericão, Sálvia, Bardana.
Cálculos
Salsa, Bardana, Dente de Leão.
Calmante
Alecrim, ALfazema, Camomila, Manjericão, Funcho.
Cancro
Confrei (leucemia), salsa.
Cansaço
Mil em Rama.
Catarro
Mil em Rama.
Caxumba
Erva Cidreira.
Cistite
Cavalinha.
Coceira (urticária)
Babosa.
Cólica Hepática
Erva Cidreira, Hortelã.
Cólica Menstrual
Artemísia, Losna.
Cólica de Ventre
Cavalinha, Hortelã, Losna, Manjerona, Funcho.
Colite
Malva.
Convulsão
Artemísia
Contusão
Bálsamo
Coração
Alecrim, Confrei, Sálvia, Bardana.
Cortes
Cavalinha, Confrei.
Coqueluche
Alecrim, ALfazema.
Dentes
Hortelã, Caatinga de Mulata, Erva Cidreira, Malva, Sálvia, Funcho
Depressão
Alecrim.
Depurativo do Sangue
Cavalinha, Cerefólio, Confrei, Tanchagem,Bardana, Dente de Leão.
Diabetes
Mil em Rama, Salsa, Tanchagem, Poejo, Funcho.
Digestão difícil
Alecrim, ALfazema, Boldo.
Doenças Venéreas
Mil em Rama, Salsa, Tanchagem.
Dores em Geral
Camomila, Confrei, Sálvia.
Eczema
Babosa.
Enxaqueca
ALfazema, Erva Cidreira, Salsa.
Epilepsia
Artemísia.
Estômago
Boldo, Camomila, Cerefólio, Erva Cidreira, Manjericão, Mil em Rama, Poejo, Tanchagem.
Feridas
Alecrim, Arruda, Belgroega, Mil em Rama, Tanchagem, Bardana.
Fígado
Boldo, Beldroega, Mil Rama, Salsa, Dente de Leão.
Fraqueza
Alfazema, Boldo, Losna, Manjericão, Mil em Rama, Dente de Leão.
Frieira
Saião, Babosa.
Furúnculo
Babosa, Malva, Sabugueiro, Tanchagem, Bardana.
Garganta (amigdalite)
Alfazema, Cavalinha, Manjericão, Malva, Sálvia, Tanchagem.
Gases
ALfazema, Boldo, Manjerona, Poejo, Funcho.
Gastrite
Confrei, Bardana.
Gota
Alfazema, Mil em Rama, Sabugueiro, Bardana, Dente de Leão.
Gripe
Camomila, Cebolinha, Erva Cidreira, Manjerona.
Hemorragias
Cavalinha, Confrei, Mil em Rama, Tanchagem.
Hemorródias
Mil em Rama, Bardana.
Hepatite
Boldo, Confrei.
Histeria
Alecrim, Erva Cidreira, Manjerona.
Icterícia
Artemísia, Erva Cidreira, Salsa.
Impotência
Tanchagem.
Insetos (picadas de)
Cebolinha, Salsa, Sálvia.
Insônia
Boldo, Hortelã, Mil em Rama, Poejo.
Intestinos
Erva Cidreira, Malva.
Intoxicação
Nirá.
Lactação
Beldroega, Cerefólio, Hortelã, Salsa (secar o leite), Dente de Leão.
Náusea
Caatinga de Mulata, Hortelã, Losna, Poejo, Funcho.
Obesidade
Losna, Sabugueiro, Malva, Salsa.
Olhos
Alecrim, Caatinga de Mulata, Arruda, Beldroega, Cavalinha, Sabugueiro, Camomila, Cerefólio, Erva Cidreira, Salsa.
Ossos Quebrados
Confrei.
Ouvidos
Caatinga de Mulata, Arruda, Funcho.
Ovários
Tanchagem.
Pâncreas
Dente de Leão.
Pele (acne, manchas, espinhas, cravos)
Confrei, Cerefólio, Malva, Sabugueiro, Bardana.
Pesadelos
Erva Cidreira
Piolho
Cânfora, Salsa.
Pressão Alta
Salsa.
Prisão de Ventre
Baldroega, Malva,Sabugueiro, Bardana.
Pulmão(problemas respiratórios)
Poejo, Sálvia, Tanchagem.
Queimadura
Babosa, Beldroega, Confrei, Bardana.
Resfriado
Manjerona, Sálvia, Poejo, Sabugueiro.
Reumatismo
Alfazema, Artemísia, Boldo, Cerefólio, Erva Cidreira, Manjerona, Mil em Rama, Bardana, Dente de Leão.
Rins
Beldroega, Artemísia, Cavalinha, Manjericao.
Sarna
Alecrim, Arruda.
Seios
Cerefólio, Salsa.
Tonturas
Alfazema.
Torcicolo
Manjerona.
Tosse
Alfazema, Erva Cidreira, Hortelã, Manjericao, Malva, Poejo, Sálvia, Funcho.
Tuberculose
Cavalinha, Confrei.
Úlcera
Bálsamo, Cavalinha, Confrei.
Urina
ALfazema, Beldroega, Cavalinha, Cerefólio, Confrei (sangue na urina), Manjericao, Salsa, Bardana, Funcho.
Útero
Tanchagem.
Vermes
Arruda, Artemísia, Caatinga de Mulata, Camomila, Hortelã.

REFLEXÃO

TÉCNICA ORIENTAL DE AUTO-MASSAGEM DO-IN



Hoje o DO-IN é não só auto-massagem como também diagnose e rápida cura do corpo praticada por aqueles que desejam operar grandes transformações dentro de si e lutam para se manter em harmonia com a natureza.
A prática do DO-IN é indispensável a todos que desejam aprimorar suas funções orgânicas, e em especial aos que dispendem muito talento ou energia em suas atividades.

A Digitopressura Do-In é uma técnica de massagem de origem chinesa que visa a preservação ou recuperação da saúde, através da pressão exercida com os dedos sobre os pontos de acupuntura.

Simplicidade: os únicos equipamentos necessários são as agulhas (no caso da acupuntura), os cones de artemísia (no caso da moxa) ou os dedos no caso do Do-In.
 Facilidade: as técnicas e as teorias são extremamente fáceis, tanto para se aprender quanto para se aplicar.
 Eficácia: na maioria das afecções o efeito é instantâneo e duradouro.
 Ausência de efeitos colaterais.
 Economia: dispensa o uso de medicamentos e diminui a duração da convalescença.
 Versatilidade: devido à ausência de equipamentos sofisticados pode ser utilizada em quaisquer circunstâncias ambientais.
 Gráficos dos pontos e meridianos para tratamento da cefaléia.
 Veja abaixo alguns exemplos de pontos para dores na fronte e nuca. Os pontos marcados com vermelho servem para dor na fronte, azul na nuca, verde occipital e amarelo temporal.



Faça você mesmo sua massagem nas plantas e dedos dos pés, pois é importantíssima, dada a quantidade e variedade de pontos aí encontrados.


A prática do DO-IN pode ser complementada por métodos paralelos de alimentação natural, Geoterapia, Fitoterapia,renovação constante de energia física e meditação bem orientada.

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Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece.


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Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes.
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Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!


Acerca de mim

A minha foto
Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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