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sábado, abril 21, 2007

viver -Eric Clapton

Quimioterapia


Origem: Wikipédia

A quimioterapia é um tratamento médico que utiliza a introdução de substâncias químicas na circulação sanguínea para controlar processos celulares. Esta terapêutica é indicada para doenças relacionadas com a multiplicação e mutação de células, em particular o câncer.

A quimioterapia é administrada de forma intravenosa ou diluída em soro. O processo em si não é doloroso, excepto a picada inicial, mas pode em certos casos causar inúmeros efeitos secundários dada a agressividade do tratamento. Estes efeitos resultam da destruição colateral de células saudáveis e dependem muito de caso para caso, tendo em conta a condição geral e resistência do doente bem como o tipo de quimioterapia utilizado. Se presentes, os efeitos secundários mais frequentes são:

Ansiedade
Anemia e fadiga, relacionada com diminuição da contagem de glóbulos vermelhos
Diminuição de glóbulos brancos e plaquetas
Perturbações renais, uma vez que estes químicos são processados pelos rins
Perturbações digestivas e falta de apetite
Aumento de peso
Queda de cabelo (alopécia)
A presença destes efeitos secundários tem vindo no geral a diminuir, com a investigação de combinações de medicamentos menos nocivas para o corpo e mais eficazes contra as células cancerosas. Estes desenvolvimentos científicos têm vindo a permitir um aumento da qualidade de vida do paciente, que em muitos casos pode prosseguir com um ritmo de vida normal, se bem que adaptado à sua condição geral de saúde.

REPÚBLICA RUANDESA


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O governo desejou uma nova bandeira para representar a unidade nacional, respeito ao trabalho, heroísmo e confiança no futuro... Uma importante consideração no desenho foi o genocídio de 1994, logo não há a cor vermelha para relembrar o sangue, assim como a cor preta para não simbolizar a escuridão...



O símbolo oficial da nova bandeira é: verde para a esperança de prosperidade, o agradecimento ao trabalho do povo de Ruanda e o uso sensível dos recursos do país. Amarelo - para o desenvolvimento econômico. Azul claro - simboliza felicidade e paz. O sol dourado e os seus raios simbolizam a luz que iluminarão o povo - trazendo unidade, transparência e luta contra a ignorância.

Rwandese Republic — Rwanda — Republika y'u Rwanda — République Rwandaise
Capital: Kigali.
Religião: Cristianismo 44% (católicos), islamismo 9%, crenças tradicionais 47% (1996).
Localização: centro-leste da África, na montanhosa região dos grandes lagos. Faz fronteira no oeste com a República Democrática do Congo, ao norte com a Uganda, a leste com a Tanzânia e ao sul com o Burundi.
Características: planalto central, lago Kivu, vulcões e cadeias montanhosas (O), planície e complexo de lagos pantanosos (L).
Cidades principais: Ruhengeri, Butare, Gisenyi. Outras: Byumba, Cyangugu, Gabiro, Gatsibo, Gikongoro, Gitarama, Kagitumba, Kibungo, Kibuye, Nyanza, Ruhengeri.
Divisão administrativa: 11 prefeituras subdivididas em 145 comunas.
Moeda (numismática): Franco de Ruanda ou Ruandês. Código internacional ISO 4217: ? Anteriormente, Franco Belga; Pesa entre 1893 a 1917 (África Oriental Alemã).

O lago Kivu delimita boa parte da fronteira com a República Democrática do Congo (ex-Zaire).

Ruanda é o país africano com maior densidade populacional, quase 300 habitantes por quilômetro quadrado. A existência de clãs e de fortes laços familiares é marcante na sociedade.

Cerca de 90% da população é hutu e vive em conflito com a minoria tutsi desde a época colonial. O conflito entre as etnias tutsi e hutu já matou mais de 1 milhão de pessoas na guerra civil que arrasa o país desde 1994.

Em 1994, eclodem os mais graves confrontos entre as duas etnias, e o país é palco de um genocídio que deixa 1 milhão de mortos e 2,3 milhões de ruandeses refugiados em países vizinhos...

Os ruandeses vivem da agricultura, desenvolvida em pequenas propriedades, e exportam chá e café.

Cartão Postal de Ruanda-Urundi, dançarinos da tribo Watutsi; publicado by Photo Home.




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História

A região é habitada originalmente por pigmeus e, mais tarde, pelos hutus, povo banto da bacia do rio Congo...

Por volta do século XV, os tutsis, pastores de grande estatura oriundos da Etiópia, chegam à região e impõem domínio feudal aos hutus, mais numerosos.

Com a derrota alemã na I Guerra Mundial, os belgas ocupam Ruanda. Em um primeiro momento, transformam os tutsis na elite que concentra o poder político, econômico e militar.

Na década de 50, por outro lado, favorecem a formação de uma elite hutu. Desse modo utilizam a tática de dividir para governar. Em 1959, eclode a primeira revolta hutu contra o governo tutsi.

Em 1961, um plebiscito dá autonomia ao país, sob administração hutu. Perseguidos, os tutsis se exilam nos países vizinhos.

Guerra civil

Os tutsis exilados formam a Frente Patriótica Ruandesa (FPR), que invade o norte de Ruanda em outubro de 1990.

Vencida pelo Exército do presidente Juvénal Habyarimana (no poder desde junho de 1973), a FPR inicia uma guerrilha. Habyarimana, para aliviar tensões, aprova o pluripartidarismo em junho de 1991 e abre negociação com a guerrilha.

Nova ofensiva tutsi, em fevereiro de 1993, põe o acordo por terra. O governo massacra civis tutsis. Em represália, a FPR arrasa aldeias hutus e a guerrilha chega a menos de 30 quilômetros de Kigali, a capital. Mais de 1 milhão de refugiados se aglomeram na fronteira com Tanzânia e Uganda.

Em agosto, governo e guerrilha assinam os Acordos de Arusha, pelos quais é formado um governo de transição com a FPR e outros partidos de oposição, sob o apoio da ONU.

Em abril de 1994, o presidente Habyarimana e seu colega do Burundi Cyprien Ntaryamira morrem em acidente aéreo.

O episódio desencadeia uma guerra civil que dura até julho. Resultado: entre 500 mil e 1 milhão de mortos, além de 2,3 milhões de refugiados, que se dirigem sobretudo ao atual Congo (muitos atravessaram a fronteira pelo Parque Nacional Virunga) e à Tanzânia.

Em julho, a FPR (tutsi) toma Kigali e põe Pasteur Bizimungu na Presidência. Em março de 1995, 2 mil hutus expulsos de um campo de refugiados são assassinados por tutsis.

Três meses depois é inaugurado o Tribunal Internacional de Crimes para julgar cerca de 400 acusados de participação no genocídio de tutsis em 1993.

Refugiados

Em agosto de 1996, Ruanda e Congo acertam a repatriação de refugiados hutus - sem a participação da ONU, que não aceita a repatriação forçada. Em outubro de 1996, uma milícia dos baniamulenges - grupo étnico tutsi que vive no leste do Congo, rebela-se.

Supostamente apoiado pelo governo ruandês (tutsi), o grupo dá início a uma ofensiva contra os acampamentos de refugiados ruandeses hutus.

Entre os refugiados há soldados e oficiais do governo ruandês que se escondem para evitar a punição pelo genocídio de tutsis em seu país, no governo anterior. Em novembro de 1996, cerca de 500 mil refugiados são expulsos do Congo para Ruanda.

Outras 300 mil pessoas retornam nos meses seguintes. Em abril de 1997, o novo governo do Congo dá prazo de 60 dias para que se complete a repatriação dos 200 mil refugiados ruandeses que ainda estão no país.

Durante a retirada, organizada pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de cem pessoas morrem sufocadas num trem superlotado que as transportava. Pelo menos dois grupos de refugiados são massacrados, totalizando mais de 200 mortos.

Segundo denúncia da Anistia Internacional, em agosto de 1997 mais de 2,3 mil ex-refugiados de etnia hutu haviam sido assassinados nos três meses anteriores pelo Exército ruandês, de maioria tutsi...


RWANDA 1994
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Darfur


Campo de refugiados no sul de Darfur.O conflito de Darfur (ou genocídio de Darfur) é um conflito armado em andamento na região de Darfur, no oeste do Sudão, que opõe principalmente os janjauid - uma milícia recrutada entre as tribos baggara (árabes) - e os povos não-baggara (não-árabes) da área. O governo sudanês, embora negue publicamente que apóia os janjauid, tem fornecido armas e assistência e tem participado de ataques conjuntos com aquele grupo miliciano. O conflito teve início em fevereiro de 2003.

As mortes causadas pelo conflito são estimadas entre 50 000 (Organização Mundial da Saúde, setembro de 2004) e 450 000 (Dr. Eric Reeves, 28 de abril de 2006). A maioria das ONGs trabalha com a estimativa de 400 000 mortes. A mídia vem descrevendo o conflito como um caso de "limpeza étnica" e de "genocídio". O governo dos EUA também o considera genocídio, embora as Nações Unidas ainda não o tenham feito.

Quando os combates se intensificaram em julho e agosto de 2006, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução 1706, de 31 de agosto de 2006, que prevê o envio de uma nova força de manutenção da paz da ONU, composta de 20 000 homens, para substituir as tropas da União Africana presentes no local, que contam com 7 000 soldados. O Sudão opôs-se à Resolução e, no dia seguinte, lançou uma grande ofensiva na região.

Diferentemente da segunda guerra civil sudanesa, que opôs o norte muçulmano ao sul cristão e animista, em Darfur a maioria dos residentes é muçulmana, bem como os janjauid.


[editar] Antecedentes
Darfur tem cerca de 5 a 6 milhões de habitantes, numa região com baixo nível de desenvolvimento: apenas 44,5% das crianças do sexo masculino - e um-terço do feminino - freqüentam a escola.

Três tribos são predominantes na região: os fur (que emprestam o nome à região), os masalit e os zaghawa, em geral negros muçulmanos.

O Sudão tem uma história de conflitos entre o sul e o norte do país, que resultaram na primeira (1955-1972) e na segunda (1983-2005) guerras civis sudanesas. A segunda confrontação causou cerca de dois milhões de mortos e mais de quatro milhões de refugiados, em ambos os casos principalmente no sul.


[editar] O conflito
Em 2003, dois grupos armados da região de Darfur rebelaram-se contra o governo central sudanês, pro-árabe. O Movimento de Justiça e Igualdade e o Exército de Liberação Sudanesa acusaram o governo de oprimir os não-árabes em favor dos árabes do país e de negligenciar a região de Darfur.

Em reação, o governo lançou uma campanha de bombardeios aéreos contra localidades darfurenses em apoio a ataques por terra efetuados por uma milícia árabe, os janjauid. Estes últimos são acusados de cometer grandes violações dos direitos humanos, inclusive assassinatos em massa, saques e o estupro sistemático da população não-árabe de Darfur. Os janjauid também praticam o incêndio de vilarejos inteiros, forçando os sobreviventes a fugir para campos de refugiados localizados em Darfur e no Chade; muitos dos campos darfurenses encontram-se cercados por forças janjauid. Até o verão de 2004, entre 50 000 e 80 000 pessoas haviam sido mortas e pelo menos um milhão haviam fugido, provocando uma grande crise humanitária na região.

Em setembro de 2004, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução no. 1564, que estabeleceu uma comissão de inquérito em Darfur para avaliar o conflito. Em janeiro de 2005, a ONU divulgou um relatório afirmando que embora tenha havido assassinatos em massa e estupros, aquela organização internacional não estava em condições de classificá-los como genocídio, devido a "uma aparente falta de intenção genocida" (tradução livre do inglês).

Em maio de 2006, o Exército de Liberação Sudanesa, principal grupo rebelde, concordou com uma proposta de acordo de paz com o governo. Em maio de 2006, o acordo, preparado em Abuja, Nigéria, foi assinado por ambas as partes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Assim seja!


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Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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