Euromilhoes

sábado, fevereiro 18, 2006

Poema do Menino Jesus (Fernando Pessoa)

Num meio-dia de fim de Primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.

Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu tudo era falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas -
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque nem era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E que nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!

Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o Sol
E desceu no primeiro raio que apanhou.
Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas
Que vão em ranchos pelas estradas
Com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as coisas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.

Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar para o chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou -
"Se é que ele as criou, do que duvido." -
"Ele diz por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansado de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
E eu levo-o ao colo para casa.

... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural.
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.

E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é por que ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre.
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.

A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.

A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direcção do meu olhar é o seu dedo apontado.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.

Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.

Depois eu conto-lhe histórias das coisas só dos homens
E ele sorri porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do Sol
A variar os montes e os vales
E a fazer doer aos olhos dos muros caiados.

Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.

Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.

... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.

... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há-de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam ?

Alberto Caeiro
(FERNANDO PESSOA)




Procure sempre fazer as outras pessoas se sentirem importantes,
seja sincero.
Ser importante é o desejo mais profundo do ser humano.
É o que nos torna diferentes dos outros animais.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Se te queres matar
Se te queres matar, porque não te queres matar?
Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,
Se ousasse matar-me, também me mataria...
Ah, se ousares, ousa!
De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas
A que chamamos o mundo?
A cinematografia das horas representadas
Por actores de convenções e poses determinadas,
O circo polícromo do nosso dinamismo sem fim?
De que te serve o teu mundo interior que desconheces?
Talvez, matando-te, o conheças finalmente...
Talvez, acabando, comeces...
E de qualquer forma, se te cansa seres,
Ah, cansa-te nobremente,
E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,
Não saúdes como eu a morte em literatura!

Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente!
Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém...
Sem ti correrá tudo sem ti.
Talvez seja pior para outros existires que matares-te...
Talvez peses mais durando, que deixando de durar...

A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado
De que te chorem?
Descansa: pouco te chorarão...
O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco,
Quando não são de coisas nossas,
Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte,
Porque é a coisa depois da qual nada acontece aos outros...

Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda
Do mistério e da falta da tua vida falada...
Depois o horror do caixão visível e material,
E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali.
Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas,
Lamentando a pena de teres morrido,
E tu mera causa ocasional daquela carpidação,
Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas...
Muito mais morto aqui que calculas,
Mesmo que estejas muito mais vivo além...

Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova,
E depois o princípio da morte da tua memória.
Há primeiro em todos um alívio
Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido...
Depois a conversa aligeira-se quotidianamente,
E a vida de todos os dias retoma o seu dia...

Depois, lentamente esqueceste.
Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:
Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste;
Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
Duas vezes no ano pensam em ti.
Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.

Encara-te a frio, e encara a frio o que somos...
Se queres matar-te, mata-te...
Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência!...
Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida?

Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera
As seivas, e a circulação do sangue, e o amor?
Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida?
Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem.
Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma?

És importante para ti, porque é a ti que te sentes.
És tudo para ti, porque para ti és o universo,
E o próprio universo e os outros
Satélites da tua subjectividade objectiva.
És importante para ti porque só tu és importante para ti.
E se és assim, ó mito, não serão os outros assim?

Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido?
Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces,
Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial?

Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida?
Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente:
Torna-te parte carnal da terra e das coisas!
Dispersa-te, sistema físico-químico
De células nocturnamente conscientes
Pela nocturna consciência da inconsciência dos corpos,
Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências,
Pela relva e a erva da proliferação dos seres,
Pela névoa atómica das coisas,
Pelas paredes turbilhonantes
Do vácuo dinâmico do mundo...

Álvaro de Campos (FERNANDO PESSOA)

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

skycar


Presença obrigatória em todos os filmes de ficção científica, os carros voadores poderão chegar em breve ao mercado. Um fabricante prepara-se para lançar os SkyCars e já começou a aceitar encomendas. Dentro de pouco tempo os automóveis voadores vão deixar de fazer parte do imaginário futurista e poderão começar a ser vistos a viajar pelos céus. A Moller, um fabricante de protótipos voadores, começou a aceitar encomendas para os primeiros modelos do seu SkyCar, um veículo que pode circular na estrada, voar e voltar ao asfalto, fazendo aterragens verticais. O modelo que deverá ser lançado no mercado é protótipo M400, um veículo de dois lugares que pode atingir velocidades na ordem dos 600 quilómetros por hora e uma altitude máxima de 10 mil metros. Apesar do projecto ter conhecido várias dificuldades técnicas, sobretudo ao nível da estabilidade e dos motores, a Moller espera iniciar os testes de voo nos próximos meses. No entanto, antes da sua comercialização os carros voadores terão ainda que aguardar autorização das autoridades aeronáuticas. A empresa desenvolve protótipos desde 1965, altura em que o fundador Dr. Moller criou o XM-2, um engenho voador com apenas um lugar que depois de alguns voos bem sucedidos conseguiu o registo de patente em 1968.

sábado, fevereiro 04, 2006

CULINARIA

Polvo à Minha Moda
Ingredientes : ( 4 Pessoas )
1 polvo grande ( 1 Kg ) ;
1 cebola grande ;
4 tomates maduros ;
1 ramo de salsa ;
1 dl de azeite ;
2 dentes de alho ;
1 dl de vinho branco ;
6 fatias de pão torrado ;
sal.
Confecção :
Limpe o polvo e coza-o, cortando depois em pedaços. Descasque os tomates e esmague-os.Aqueça o azeite num tacho e refogue a cebola, a salsa e o alho, tudo bem picado. Quando a cebola estiver transparente junte o tomate e tempere, deixando em lume brando durante 15 minutos. Finalmente incorpore o polvo, junte o vinho e deixe cozinhar durante outros 15 minutos.

Sopa de Trigo

Ingredientes:Para 4 pessoas
1 chávena de trigo
1 chávena de feijão seco (catarino)
300 g de carne de porco com gordura ou de toucinho entremeado
4 batatas médias
1 talhada de abóbora
1 batata-doce
Confecção:
De véspera põem-se de molho em água fria o trigo e o feijão.No dia seguinte levam-se a cozer em água o trigo, o feijão e a carne de porco (esta tem que ter obrigatoriamente gordura e febra).Estando tudo cozido, adicionam-se as batatas e a abóbora cortadas aos quartos e a batata-doce inteira.Antes de servir, retira-se a carne, corta-se aos bocadinhos e introduz-se novamente na terrina.A batata-doce serve-se à parte.Esta sopa fica grossa (gomosa), mas com caldo.A carne de porco pode ser salgada.Se for salgada deve demolhar-se durante algumas horas.*Variantes: A carne e a batata podem ser servidos num prato à parte, mas ao mesmo tempo que a sopa.O trigo pode ser substituído por castanhas secas (aveladas), que tal com o feijão e o trigo, são demolhadas.

Sonhos I

Ingredientes
500 gr de farinha de trigo2 gemas2 colheres (chá) de açúcar2 pacotinhos de fermento para pão (30gr)3 colheres (sopa) de óleo1 pitada de sal11/2 xícara de água e óleo para fritar
Preparação
Dissolver o fermento na água e deixar descansar por 15 minutos. Numa vasilha grande misturar todos os ingredientes e amassar até obter uma massa bem macia.
Cobrir e deixar crescer por duas horas em lugar resguardado. Amassar um pouco para retirar o ar. Abrir com o rolo de macarrão em superfície enfarinhada, numa altura de 2 cm. Cortar em círculo com um copo. Deixar crescer mais 30 minutos cobertos com um pano. Colocar bastante óleo numa panela; esquentar bem e fritar os sonhos até ficarem dourados dos dois lados.
Rendimento: 3 dúzias

Sonhos II
Ingredientes
60g de fermento fresco1/2 xícara de água morna2 colheres (chá) de açúcar1 ovo1/2 xícara de suco de laranja1 pitada de sal3 colheres (sopa) de margarina4 1/4 xícaras de farinha de trigo1/3 xícara de açúcar Óleo para fritar e açúcar de confeiteiro
Preparação
Dissolva o fermento na água com açúcar, deixe alguns minutos até borbulhar. Misture todos os ingredientes numa tigela grande e amasse bem por 15 a 20 minutos. Cubra a massa e deixe crescer (até que dobre de volume) por 1 hora. Abra a massa na espessura de 1 cm numa superfície enfarinhada e corte em rodelas com um copo. Deixe crescer por cerca de 30 minutos, até que as rodelas dobrem de volume. Numa panela aqueça bem o óleo (em fogo médio) e frite os sonhos com a panela tampada (desta forma eles crescerão). Vire-os para dourar dos dois lados. Mantenha sempre óleo suficiente para que os sonhos fiquem mergulhados. Retire com uma escumadeira e deixe secar em papel absorvente. Polvilhe com açúcar de confeiteiro.
Rendimento: 4 dúzias

Sonhos III


Ingredientes
50g de fermento fresco1 1/2 xícara de água morna1 colher (sopa) açúcar3 ovos1/2 xícara de óleo1/2 xícara de açúcar1/2 xícara de creme de leite (ou creme parve p/ chantilly s/ bater)1 colher (chá) de extrato de baunilha1 colher (chá) de casca de limão ralada6 a 7 xícaras de farinhaÓleo para fritaraçúcar de confeiteiro
Preparação
Coloque o fermento, a água e o açúcar numa tigela pequena. Deixe descansar até borbulhar. Na tigela grande, coloque os ovos, óleo, açúcar, creme, baunilha e o limão ralado. Junte a mistura de fermento. Adicione a farinha até formar uma massa macia. A massa não precisa ficar seca: o seu ponto é mais mole que massa de chalá). Trabalhe a massa por alguns minutos. Cubra e deixe crescer até dobrar de volume, por cerca de 1 hora e meia.
Abra a massa com 1cm de espessura em superfície enfarinhada. Corte círculos. Coloque 8cm de óleo numa frigideira e aqueça. Quando estiver quente, frite quatro sonhos por vez; doure de um lado e depois do outro. Retire com uma escumadeira. Seque em papel-toalha. Polvilhe com açúcar de confeiteiro. Proceda da mesma forma com a massa restante.
Nota: Para saber se a massa está no ponto, coloque uma bolinha de massa num copo com água. Se boiar, está pronta.
Rendimento: 5 a 6 dúzias

Sonhos
pré-recheados

Ingredientes da massa
30 gramas de fermento fresco1/2 xícara de creme de leite morno (ou creme parve p/ chantilly - sem bater)1/2 xícara de farinhauma pitada de sal1/2 xícara de margarina3 gemas1 e 1/2 colheres de sopa de açúcar.1/2 xícara de creme de leite morno (ou creme parve p/ chantilly - sem bater)2 e 3/4 xícara de farinha
Ingredientes do recheio
Geléia ou uma receita de creme italiano.
Preparação da massa
Numa tigela pequena dissolva o fermento em 1/2 xícara de creme. Coloque 1/2 xícara de farinha numa tigela grande. Faça um furo na farinha e despeje o fermento dissolvido e uma pitada de sal: misture bem. Cubra a tigela com um pano e deixe descansar por cerca de uma hora, em lugar aquecido, até que a massa dobre de tamanho.
Enquanto a massa cresce, derreta a margarina em banho-maria. Retire do fogo e despeje numa tigela grande e deixe esfriar por 15 a 20 minutos. Quando esfriar, adicione as gemas, uma de cada vez e misture. Adicione a massa à mistura de gemas e bata bem por 10 a 15 minutos.Adicione o açúcar e 1/2 xícara de creme morno, mexendo sem parar. Quando estiver bem misturado, adicione 2 e 1/2 xícaras de farinha, um pouco por vez, continuando a mexer. Quando toda a farinha tiver sido adicionada, continue misturando até que a massa se desprenda dos lados da tigela. Cubra com um pano e deixe crescer por 1 hora e meia.
Polvilhe a farinha restante (1/4 xíc.) sobre uma superfície e coloque a massa em cima. Amasse delicadamente com um rolo até 1 cm de espessura. Com um cortador de biscoitos ou a borda de um copo, corte 28 círculos.
Em 14 dos círculos, coloque 1 colher de chá de geléia ou creme italiano. Umedeça as bordas com os dedos levemente passados em água. Cubra com creme os restantes 14 círculos. Aperte as beiradas firmemente. Cubra os sonhos e deixe crescer por uma hora.Numa panela funda, coloque óleo suficiente para cobrir. Frite cada sonho por 1/2 minuto de cada lado. Remova com uma escumadeira e deixe escorrer em papel absorvente. Quando esfriar, polvilhe com açúcar de confeiteiro. Sirva ainda quente.
Ingredientes do creme para recheio1/2 copo de açúcar1/4 copo de maizena1/4 colher (chá) de sal2 gemas3/4 copo de água fria1/3 copo de suco de limão2 colheres (sopa) margarina
PreparoMisture o açúcar, a maizena e o sal numa panela. Bata as gemas e a água com batedor manual. Leve ao fogo médio até ferver, mexendo constantemente com uma colher de pau. Deixe ferver por um minuto até engrossar e borbulhar. Retire do fogo e misture com o suco de limão e a margarina. Despeje numa tigela de vidro e cubra com filme plástico. Deixe esfriar completamente. Recheie os sonhos.
Creme italiano Este creme é excelente para rechear sonhos. É importante não deixar levantar fervura.
Ingredientes4 gemas6 colheres de sopa de açúcar2 colheres de sopa de farinha1 xícara de creme de leite (ou creme parve p/ chantilly - sem bater)1/2 colher de sopa de baunilha ou extrato de laranja ou uma rodela de limão
PreparoMisture as gemas em uma tigela. À parte, prepare uma panela para banho-maria. Adicione o açúcar e a farinha às gemas, mexa a mistura com uma colher de pau, sempre na mesma direção, até que a farinha e o açúcar sejam completamente incorporados às gemas, e a cor, ligeiramente amarelada. Aos poucos, adicione o creme, mexendo firmemente. Coloque a mistura em banho-maria e adicione o extrato de baunilha. Use-a para rechear os sonhos.
Rendimento: aproximadamente 20 sonhos

Bolinho de batata (latkes)


Ingredientes
4 batatas médias1 ovo inteirosal a gostosalsinha1 cebola pequena ralada1 colher (sopa) de farinha de trigo1/2 copo de óleo para fritar
Preparação
Ralar as batatas. Acrescentar aos demais ingredientes. Fritar às colheradas em óleo quente. Retirar o excesso de gordura com papel-toalha.
Rendimento: 8 porções

Bolinho de ricota (latkes)


Ingredientes
1 xícara (chá) de ricota3 ovos1/2 xícara (chá) de farinha de trigo1/2 colher (chá) de sal2 colheres (sopa) de açúcar1 colher (chá) açúcar baunilha 1/2 xícara (chá) de uvas passas1/2 copo de óleo para fritar
Preparação
Misture bem todos os ingredientes. Aqueça o óleo e frite os bolinhos às colheradas, dourando ambos os lados. Sirva coberto com geléia ou mel.
Rendimento: 10 porções

Bolinhas de queijo

Ingredientes
1 colher (sopa) de farinha de trigo1 colher (sopa) bem cheia de margarina1 pitada de sal1 pitada pimenta do reino1 pitada de noz-moscada ralada1/2 xícara (chá) de leite4 ovos1 xícara (chá) bem cheia de queijo fresco ou mussarela ralado1 ovo batido para empanarfarinha de rosca para empanar
Preparação
Coloque a panela em fogo brando com a margarina, os temperos, a farinha de trigo e misture. Em seguida acrescente o leite, os ovos batidos e o queijo mexendo até ficar bem consistente. Faça bolinhas com a massa, depois passe no ovo batido e na farinha de rosca. Frite em bastante óleo, bem quente.
Rendimento: 30 bolinhas

Torta de queijo com cobertura

Ingredientes
500 gr. de queijo branco mole 1/4 copo de leite1 iogurte4 colheres (sopa) de maisena4 ovos 1copo de açúcar1 pacote de pudim instantâneo de baunilha250 g de natas
Preparação
ata as 4 claras em neve com 1/2 copo de açucar. Misture bem o queijo com o iogurte, as gemas, o resto do açucar, a maisena e metade do pudim. Coloque delicadamente as claras em neve com a mistura de queijo. Assar no forno, em temperatura media, por aproximadamente 45 minutos.
Creme para coberturaBater as natas com 1/4 de copo de leite e o restante do pudim até ficar duro. Se o creme for azedo, acrescentar um pouco de açucar. Quando a torta estiver fria cubra com o creme.
Rendimento: 12 porções

Beijos

Ingredientes
3 ovos1 xícara (chá) de açúcar1 colher (sopa) de margarina1 pitada de sal1 colher (sopa) de fermento em pó3 a 4 xícaras (chá) de farinha de trigo até dar ponto
Preparação
Misturar tudo e amassar. Fazer bolinhas de 4 cm de diâmetro. Fritar em bastante óleo bem quente.
Calda1 xícara (chá) de chocolate em pó1 xícara (chá) de açúcar1 xícara (chá) de leite
PreparoFerver tudo. Mergulhar cada bolinha nessa calda.
Cobertura200 g de coco ralado
Preparação
Depois de mergulhada na calda, passe cada bolinha no coco.
Rendimento: 40 bolinhas
Polvo à Minha Moda
Ingredientes : ( 4 Pessoas )
1 polvo grande ( 1 Kg ) ;
1 cebola grande ;
4 tomates maduros ;
1 ramo de salsa ;
1 dl de azeite ;
2 dentes de alho ;
1 dl de vinho branco ;
6 fatias de pão torrado ;
sal.
Confecção :
Limpe o polvo e coza-o, cortando depois em pedaços. Descasque os tomates e esmague-os.Aqueça o azeite num tacho e refogue a cebola, a salsa e o alho, tudo bem picado. Quando a cebola estiver transparente junte o tomate e tempere, deixando em lume brando durante 15 minutos. Finalmente incorpore o polvo, junte o vinho e deixe cozinhar durante outros 15 minutos.

MADEIRA a Pérola do Atlântico

MADEIRA LIVRE
Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece.


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Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes.
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Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!


Acerca de mim

A minha foto
Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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