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sábado, setembro 08, 2007

PRÉMIO NOBEL DA PAZ

O Nobel da Paz é um dos cinco Prémios Nobel, legado pelo inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Enquanto que os prémios para a Física, Química, Medicina e Literatura são entregues anualmente em Estocolmo, o Nobel da Paz é atribuído em Oslo, capital da Noruega. O Comité Nobel norueguês, cujos membros são nomeados pelo Parlamento norueguês, tem a função de escolher o laureado pelo prémio, que é entregue pelo seu presidente (actualmente, o Dr. Ole Danbolt Mjøs). Na altura da morte de Alfred Nobel, a Suécia e a Noruega estavam em união pessoal, pela qual o parlamento sueco ficava responsável pela política internacional, estando o Stortinget (Parlamento norueguês) apenas encarregado da política interna norueguesa. Alfred Nobel decidiu, assim, que fosse a Noruega a decidir o laureado pelo Nobel da Paz, de forma a prevenir a influência de poderes políticos internacionais no processo de atribuição do Nobel.
De acordo com a vontade de Alfred Nobel, o prémio deveria distinguir "a pessoa que tivesse feito a maior ou melhor acção pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz".
Ao contrário dos outros prémios Nobel, o Nobel da Paz pode ser atribuído a pessoas ou organizações que estejam envolvidas num processo de resolução de problemas, em vez de apenas distinguir aqueles que já atingiram os seus objectivos nalguma área específica. É, portanto, um prémio Nobel com caracterísiticas próprias.
Os laureados
Segue-se a lista dos laureados pelo Prémio Nobel da Paz:
1901
Jean Henri Dunant (Suíça), fundador da Cruz Vermelha Internacional e promotor da Convenção de Genebra.
Frédéric Passy (França), fundador e presidente da Sociedade francesa para a paz.
1902
Élie Ducommun (Suíça) e Charles Albert Gobat, secretários honorários do Secretariado Internacional da Paz em Berna
1903
Sir William Randal Cremer (Reino Unido), secretário da International Arbitration League.
1904
Instituto de Direito Internacional (Gante, Bélgica).
1905
Bertha Sophie Felicitas Baronin von Suttner, ou Bertha Gräfin Kinsky von Wchinitz und Tettau (Áustria), escritora e presidente honorária do Gabinete Internacional Permanente para a Paz.
1906
Theodore Roosevelt (Estados Unidos da América), presidente dos Estados Unidos, por promover o tratado de paz na Guerra russo-japonesa.
1907
Ernesto Teodoro Moneta (Itália), presidente da Liga Lombarda para a Paz.
Louis Renault (França), professor catedrático de Direito Internacional.
1908
Klas Pontus Arnoldson (Suécia), fundador da Sociedade Sueca para a Paz e a Arbitragem.
Fredrik Bajer (Dinamarca), presidente honorário do Secretariado Internacional da Paz.
1909
Auguste Marie Francois Beernaert (Bélgica), membro do Tribunal Permanente de Arbitragem.
Estournelles de Constant, Barão de Constant de Rebecque (França), fundador e presidente da delegação parlamentar francesa para a arbitragem internacional, e fundador do Comité de defesa dos interesses nacionais e conciliação internacional
1910
Gabinete Internacional Permanente para a Paz, Berna.
1911
Tobias Michael Carel Asser (Países Baixos), iniciador das Conferências Internacionais de Haia.
Alfred Hermann Fried (Áustria), fundador do Die Waffen Nieder.
1912
Elihu Root (Estados Unidos da América), por negociar vários tratados de paz.
1913
Henri la Fontaine (Bélgica), presidente do Gabinete Internacional Permanente para a Paz.
1914
Não atribuído.
1915
1916
1917
Cruz Vermelha, Genebra.
1918
Não atribuído.
1919
Woodrow Wilson (Estados Unidos da América), por fundar a Liga das Nações.
1920
Léon Victor Auguste Bourgeois, presidente do Conselho da Liga das Nações.
1921
Hjalmar Branting (Suécia), primeiro ministro, delegado sueco para o Conselho da Liga das Nações.
Christian Louis Lange (Noruega), secretário-geral da União Interparlamentar
1922
Fridtjof Nansen (Noruega), delegado norueguês para a Liga das Nações, criador do passaporte Nansen para os refugiados.
1923
Não atribuído.
1924
1925
Sir
Austen Chamberlain (Reino Unido), pelos Tratados de Locarno.
Charles Gates Dawes (Estados Unidos da América), presidente da Comissão Internacional de Reparações, redactor do Plano Dawes.
1926
Aristide Briand (França), pelos Tratados de Locarno.
Gustav Stresemann (Alemanha), pelos Tratados de Locarno.
1927
Ferdinand Buisson (França), fundador e presidente da Liga dos Direitos do Homem.
Ludwig Quidde (Alemanha), delegado em várias conferências de paz.
1928
Não atribuído.
1929
Frank B. Kellogg (Estados Unidos da América) pelo Pacto Briand-Kellogg.
1930
Arcebispo
Lars Olof Nathan (Jonathan) Söderblom (Suécia), líder do movimento ecuménico.
1931
Jane Addams (Estados Unidos da América), presidente internacional da Liga Feminina Internacional para a Paz e Liberdade
Nicholas Murray Butler (Estados Unidos da América), por promover o Pacto Briand-Kellogg.
1932
Não atribuído
1933
Sir Norman Angell (Ralph Lane) (Reino Unido), escritor, membro do comité executivo da Liga das Nações e do Conselho Nacional da Paz.
1934
Arthur Henderson (Reino Unido), presidente da Conferência de Desarmamento da Liga das Nações
1935
Carl von Ossietzky (Alemanha), jornalista pacifista.
1936
Carlos Saavedra Lamas (Argentina), presidente da Liga das Nações e medidador no conflito entre Bolívia e Paraguai.
1937
Viscount Cecil of Chelwood (Lord Edgar Algernon Robert Gascoyne Cecil), fundador e presidente da Campanha Internacional pela Paz.
1938
Comité Internacional Nansen para os Refugiados, Genebra.
1939
Não atribuído.
1940
1941
1942
1943
1944
Comité Internacional da
Cruz Vermelha (premiada retroactivamente, em 1945).
1945
Cordell Hull (EUA), por ser um dos fundadores das Nações Unidas.
1946
Emily Greene Balch (EUA), presidente honorária internacional da Liga Feminina Internacional para a Paz e Liberdade
John R. Mott (EU), presidente do Conselho Missionário Internacional e da Aliança mundial das associações cristãs de moços
1947
The Friends Service Council - ou Conselho da Sociedade dos Amigos (
Quacres, Reino Unido) e a Comité Americano da Sociedade dos Amigos (Quacres, Estados Unidos da América), em prol da Sociedade Religiosa dos Amigos.
1948
Não atribuído
1949
Lord John Boyd Orr of Brechin (Reino Unido), director da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, presidente do Conselho Nacional de Paz e presidente da União Mundial de Organizações para a Paz.
1950
Ralph Bunche, pela sua mediação na Palestina (1948).
1951
Léon Jouhaux (França), presidente do Comité Internacional do Conselho Europeu, vice-presidente da Confederação Internacional de Sindicatos Livres, vice-presidente da Federação Mundial de Sindicatos, membro do conselho da Organização Internacional do Trabalho, delegado junto das Nações Unidas.
1952
Albert Schweitzer (França), por fundar o Hospital de Lambaréne no Gabão.
1953
Secretário de Estado Americano
George Catlett Marshall, pelo Plano Marshall.
1954
O Gabinete do
Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados.
1955
Não atribuído.
1956
1957
Lester Bowles Pearson, então Primeiro Ministro do Canadá e presidente da 7ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, por iniciar os esforços pela pacificação da Crise do Suez.
1958
Dominique Georges Pire (Bélgica), líder da Europa do Coração, uma organização de relevo de ajuda a refugiados.
1959
Philip Noel-Baker (Reino Unido), pelo empenho de toda uma vida na paz e cooperação internacional.
1960
Albert Lutuli (África do Sul), presidente do ANC (Congresso Nacional Africano).
1961
Dag Hammarskjöld (Suécia), secretário-geral das Nações Unidas (Hammarskjöld já era candidato ao Nobel da Paz quando morreu e foi premiado a título póstumo. Após a atribuição deste prémio houve alteração das regras de atribuição no sentido de posteriormente não permitir atribuições do Nobel a título póstumo).
1962
Linus Carl Pauling (Estados Unidos da América), pela sua campanha contra os testes de armamento nuclear.
1963
Comité Internacional da
Cruz Vermelha, Genebra.
Liga das Sociedades da
Cruz Vermelha, Genebra.
1964
Martin Luther King Jr (Estados Unidos da América), activista dos direitos humanos.
1965
Fundo Internacional das Nações Unidas para o auxílio à infância (UNICEF)
1966
Não atribuído.
1967
1968
René Cassin (França), presidente do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
1969
Organização Internacional do Trabalho (OIT), Genebra.
1970
Norman Borlaug (Estados Unidos da América), pela suas pesquisas no Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo.
1971
Chanceler
Willy Brandt (Alemanha), por colocar em prática a Ostpolitik, na República Federal da Alemanha, que estabeleceu uma nova atitude em relação aos países de leste e, em especial, à República Democrática Alemã.
1972
Não atribuído.
1973
Secretário de Estado Henry A. Kissinger (Estados Unidos da América) e o chanceler norte-vietnamita Le Duc Tho (Vietname, que recusou o prémio), pelo acordo de paz no Vietname.
1974
Seán MacBride (Irlanda), presidente do Comité Executivo Internacional da Amnistia Internacional e da Comissão das Nações Unidas para a Namíbia.
Eisaku Sato, primeiro ministro do Japão.
1975
Andrei Dmitrievich Sakharov (URSS), pela sua campanha em favor dos Direitos Humanos.
1976
Betty Williams e Mairead Corrigan, fundadoras do Movimento das Mulheres para a Paz na Irlanda do Norte, mais tarde chamado de Peace People (Gente de Paz).
1977
Amnistia Internacional, Londres, pela sua campanha contra a tortura.
1978
Presidente
Mohamed Anwar Al-Sadat (Egipto) e o primeiro ministro Menachem Begin (Israel), por negociarem a paz entre o Egipto e Israel.
1979
Madre Teresa de Calcutá, pela luta contra a pobreza na Índia.
1980
Adolfo Pérez Esquivel (Argentina), activista dos direitos humanos.
1981
O Gabinete do
Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados.
1982
Alva Myrdal (Suécia) e Alfonso García Robles (México), delegados na Assembleia Geral de Desarmamento, das Nações Unidas.
1983
Lech Wałęsa (Polónia), fundador do Solidarność, activista dos Direitos humanos e primeiro presidente da Polónia, após a queda do Comunismo.
1984
Bispo Anglicano
Desmond Mpilo Tutu (África do Sul), pelo seu trabalho contra o apartheid.
1985
Médicos Internacionais para a Prevenção da Guerra, Boston.
1986
Elie Wiesel (Estados Unidos da América), escritor, sobrevivente do Holocausto.
1987
Óscar Arias Sánchez (Costa Rica), por iniciar processos de paz na América Central.
1988
Forças de Manutenção da Paz das Nações Unidas, Nova Iorque.
1989
Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama.
1990
Presidente Mikhail Sergeyevich Gorbachev (URSS), pela sua contribuição para o fim da Guerra Fria.
1991
Aung San Suu Kyi (Burma), líder da oposição, activista dos direitos humanos.
1992
Escritora
Rigoberta Menchú (Guatemala), pela sua campanha pelos direitos humanos, especialmente a favor dos povos indígenas.
1993
Presidente
Nelson Mandela (África do Sul) e o anterior presidente Frederik Willem de Klerk (África do Sul).
1994
O líder da
OLP, Yasser Arafat (Palestina), Ministro dos Negócios Estrangeiros Shimon Peres (Israel) e o Primeiro Ministro Yitzhak Rabin (Israel), por concluírem os Acordos de Paz de Oslo.
1995
Joseph Rotblat (Polónia/Reino Unido) e Conferências Pugwash sobre Ciência e Negócios Mundiais, pelos seus esforços contra o armamento nuclear.
1996
Dom Carlos Filipe Ximenes Belo, bispo católico-romano (Timor-Leste) e José Ramos-Horta (Timor-Leste), pelo seu trabalho conducente a uma solução justa e pacífica para o conflito em Timor-Leste.
1997
Campanha internacional para a eliminação de minas e Jody Williams, pelo seu trabalho pela proibição do uso de minas anti-pessoais e sua remoção.
1998
John Hume (Reino Unido) e David Trimble (Reino Unido), pelos seus esforços no sentido de uma solução pacífica para o Conflito na Irlanda do Norte.
1999
Médicos Sem Fronteiras, Bruxelas.
2000
Presidente
Kim Dae Jung (Coreia do Sul), pelo seu trabalho pela democracia e direitos humanos, em especial pela paz e reconciliação com a Coreia do Norte.
2001
As
Nações Unidas e o seu secretário-geral Kofi Annan (ganês)
2002
Jimmy Carter, ex-Presidente dos Estados Unidos da América, "por décadas de esforços incansáveis no sentido de encontrar soluções pacíficas para conflitos internacionais, em prol da democracia e direitos humanos, promovendo o desenvolvimento económico e social."
2003
Shirin Ebadi, activista dos direitos humanos iraniana, defensora da implantação da democracia no seu país.
2004
Wangari Maathai, ambientalista e activista dos direitos humanos queniana.
2005
Agência Internacional de Energia Atómica e seu director-geral Mohamed ElBaradei (egípcio).
2006
Muhammad Yunus (Bangladesh) e ao seu banco de microcrédito Banco Grameen.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, setembro 04, 2007

FRANGO NA PÚCARA


1 frango grande
150 gr de presunto
4 tomates
10 cebolas das mais pequeninas
125 gr de margarina
2 colheres de chá de mostarda
2 dentes de alho
2 cálices de aguardente velha
2 cálices de vinho do Porto
Vinho branco q.b.
Salsa
Sal e pimenta q.b.



Depois do frango convenientemente limpo e preparado, inteiro ou partido, põe-se na púcara com todos os temperos.
Vai ao forno tapado até cozer.
Depois de cozido destapa-se para alourar.
Serve-se na própria púcara, acompanhado de batatas fritas e arroz branco.

Colaboração de Maria do Céu da Silva

domingo, setembro 02, 2007

O que é terapia das pedras quentes?



Entregar-se a uma viagem pelo corpo

Técnico de massagens de pedras quentes, Marcial Coutinho, sintetiza "O que se sente é inexplicável"

CONFORTO. A sessão termina com relaxamento e um chá de gengibre

Quando se conjugam todas as sensações num único momento desencadeia-se a experiência sensorial do spa Six Senses. O difícil é escolher perante a variedade de terapias que visam o bem-estar (atenção que alguns tratamentos não são aconselhados a certos quadros clínicos analisados na avaliação prévia do cliente).

"A viagem sensorial spa" é a proposta para quem toma contacto com a marca pela primeira vez "É o tratamento de assinatura da Six Senses Spa, que é feito a quatro mãos, com dois terapeutas em simultâneo, um que trabalha os membros superiores, rosto e couro cabeludo, enquanto o outro trabalha a parte inferior do corpo com massagem e reflexologia." E garante 90 minutos de harmonia entre corpo e mente.

Mais em voga, as massagens de pedras quentes são a especialidade de Marcial Coutinho, 42 anos, que justifica a sedução desta terapia "O que se sente é inexplicável. O calor das pedras vulcânicas, colocadas nos pontos de energia, é absorvido pelo corpo, os músculos soltam-se, os poros dilatam-se e, por sua vez, absorve os óleos. Os benefícios são a aceleração sanguínea, a fluência do sistema linfático e o alívio dos músculos, ideal para quem tem uma vida muito sedentária e stressante." Outros dos mais procurados são a massagem holística, porque é "terapêutica e relaxante", como explica a terapeuta Raquel Sanches, e a reflexologia, "porque através da pressão dos polegares na planta do pé trabalha os órgãos principais e desbloqueia os canais".

Mas na "ementa" do spa há os tratamentos especializados Six Senses (os claustros e combinados de aromaterapia essência do paraíso), pacotes spa (jardim das damas e recuperação de golfistas), tratamentos exclusivos da marca Six Senses para equilibrar os sentidos (massagens holística, energizante e recuperação de jet lag), massagem corporal especializada (reflexologia, desportiva, pedras quentes ou shiatsu), opções alternativas e energéticas (velas no ouvido e reiki), tratamentos tailandeses (massagem tailandesa e tratamento de rosto), tratamentos especializados com produtos Aromatherapy Associates - linha exclusiva da Six Senses (celulite renovador, libertação de tensão muscular, SOS respiração saudável e hidratante pós-solar), estimuladores do corpo (anti- -stress corpo e mente, desintoxicante, estimulador do corpo Renew Rose), tratamentos de rosto (brilho do rosto, limpeza profunda, renovação total e anti-idade Renew Rose) e os tratamentos de beleza.

Há ainda opções específicas para grávidas e de corpo, faciais, pés e mãos para homens. Quanto a preços, podem variar entre os 88 euros de uma massagem energizante ou desportiva de 50 minutos, até aos 450 euros do pacote de dia inteiro jardim das damas.

No final, o terapeuta serve um chá de gengibre. Recuperadas as energias, uns minutos de repouso e o corpo e a mente estão prontos para voltar ao quotidiano.

O contacto com a natureza pode trazer benefícios que a gente, às vezes, nem desconfia. Imagina a cena: você, andando pelo campo, aquelas pedras ali, jogadas, no caminho, meio estorvando, meio decorando. Não dá importância. Passados alguns minutos e nem lembra mais do que viu. Já aconteceu algo parecido, ou não? Quem poderia imaginar que elas, as pedras do caminho, agora passariam a ser o centro das atenções do mundo da estética?


A terapia das pedras quentes, ou o facto de massagear o corpo com pedras aquecidas e frias, de acordo com a necessidade do paciente, é um conceito moderno se considerarmos a regularização
da técnica (na Europa e Estados Unidos existe há oito anos), mas existem referências do seu uso já no Egipto antigo e no Velho Testamento.

As manobras utilizadas na técnica são herança da massagem sueca e do shiatsu. Isso somado às teorias de moxa, a técnica oriental que usa a termoterapia para curar, os conhecimentos de Geoterapia e Massoterapia. Alternando a aplicação no corpo de pedras frias e quentes, consegue obter uma sinergia, reacções fisiológicas e orgânicas que fazem muito bem. As pedras são dispostas ao longo dos músculos, no intuito de transmitir energia que liga a força interior. A aplicação é profunda.

"São pedras vulcânicas, plutónicas e sedimentares que trazem herança energética de milhões, às vezes biliões de anos. Os tamanhos e formatos são escolhidos de acordo com o local da aplicação. Aproveitamos os formatos das pedras para que o encaixe seja o melhor possível no corpo", explica a esteticista. Age como uma ginástica vascular no sistema circulatório, criando respostas sedativas e enrgizadoras no corpo.
Aliás, extremamente sedativas. Ala explica que os pacientes entram no estado alfa, onde o cérebro fica praticamente desactivado. "É o relaxamento total. Por isso a técnica é tão utilizada para quem sofre com os efeitos do strese". Ao final das sessões, que chegam a durar uma hora e meia, Ala diz que é normal os pacientes ficarem dormindo. "Não é o que buscamos.

Melhor seria que eles ficassem acordados, mas totalmente relaxadas como pressupõe o alfa. Mas eles relaxam tanto que dormem".


As pedras quentes eram utilizadas por monges, na antiguidade, para controlar
a fome quando entravam em processo de jejum. "Por isso a técnica auxilia na perda de peso", conta a esteticista. Além disso, a energia gerada quando as pedras quentes são friccionadas no corpo, chamada de piezoelétrica, diminui inflamações, melhora a regeneração celular, muito indicada também no tratamento anti-celulite.
Ala conta que foi pessoalmente favorecida com os resultados da técnica. Ela foi vítima de um câncer na mama. Depois das sessões de quimioterapia e com o problema sanado, ela se submeteu a várias aplicações com as pedras quentes. "A energia do corpo fica completamente alterada depois de um susto desses. As pedras auxiliam na restauração do equilíbrio."


Conheça outras aplicações das pedras quentes


Melhora as funções orgânicas
A aplicação das pedras permite que se realize massagem profunda sem as dores da massagem convencional. O calor aplicado também vai actuar em profundidade, possibilitando atingir benefícios inalcançáveis pela termo terapia convencional. O poder das pedras sobre os receptores dos

sentidos faz com que se forme uma mensagem intercelular conectando o corpo e a mente que, energizada, passa a ter maior influência no comando da saúde geral do organismo.


Harmoniza corpo, mente e espírito
O contacto com as pedras ajuda o cliente a reconectar-se com suas raízes, com a energia da Terra, trazendo equilíbrio à sua vida diária, usando a energia electromagnética que existe em todas as coisas. A Termoterapia induz à liberação de emoções bloqueadas e a técnica de massagem utilizada facilita ao máximo essa liberação. A terapia das pedras quentes ultrapassa a experiência física de massagem típica e entra em dimensões mais profundas de relaxamento, saúde e bem-estar, criando uma linha positiva para a cadeia "Corpo-Mente-Espírito".


Equilibra o sistema nervoso
A sinergia da massagem com pedras quentes e a termoterapia não se limitam a deslizamento sobre os músculos. As manobras executadas com pedras quentes permitem alcançar as terminações nervosas superficiais que comunicam ao sistema nervoso a energia positiva que equilibra a perfeita união do corpo e mente. O relaxamento obtido atingirá níveis nunca antes experimentados.



Spa diário: merece esse carinho

Na semana em que se comemora a mulher, tire um dia de folga do trabalho, da casa, do marido, filhos, problemas. Nossa sugestão é um dia inteirinho num spa urbano, uma espécie de clínica de estética completíssima, com toda a infra-estrutura médica e profissional necessária para deixar uma mulher linda e feliz. Afinal, que mulher em sã consciência não gosta - e muito - de algumas horas de entrega total à futilidade de uma boa conversa de salão,
Essas clínicas oferecem pacotes para todos os gostos e bolsos. Você pode escolher pelas sessões e tratamentos que vai passar. Ou seja, uma espécie de help-your-self que vai fazer um bem danado! A ideia é tornar seus clientes "belos e saudáveis", como completa a proprietária da Clínica Shape, Graziela Monforte.


Funciona assim: você chega perto das 9 horas da manhã e passa, em primeiro lugar, por uma avaliação estética, que em geral é feita por uma dermatologista ou esteticista. "O mais indicado é o cliente saber exactamente suas necessidades para saber por que tratamento vai se submeter. Em um dia não é possível estender muito nos tratamentos, mas os resultados são facilmente notados", explica a auxiliar estético Ana Karina de Oliveira, da Shape, uma espécie de anjo da guarda no seu dia de Cinderela.

"Mas já dá uma diferença. Dá até uma marquinha", garante Ana Karina. Com a pele bronzeada você segue para a limpeza e hidratação facial, que é um processo mais longo e vai te ocupar pelo menos o resto da manhã.


Uma paragem para um almoço bem light da sua escolha. A dica de sempre é um filete (carne, pescada ou frango) grelhadinho, acompanhado de uma rica salada de folhas verdes, com tomates cerejas, tofu e alguns crountons. Abuse nos temperos como limão, vinagre e um fio de azeite.
Uma relaxada e vamos começar nossa batalha rumo à perfeição novamente. O tratamento corporal é a nossa próxima parada. São várias opções. A endormologia é um combate à celulite, com drenagem linfática e uma leve esfoliação. Mas pode ser também uma esfoliação mais profunda, com óleo de uva, sal
marinho e cremes para um cuidado mais completo.


Aí é a hora mais esperada do dia: o banho terapêutico. Nossa
dica é ofurô, aquele com pétalas de rosa e óleos relaxantes ou talassoterapia, que além dos produtos relaxantes tem também jactos que trabalham os principais pontos do corpo. Anti-stress total! Com o corpo mole e tranqüilo, você passa para a massagem completa que vai fazer você esquecer o mundo lá fora.


Mais uma paragem para o chá da tarde e o toque final do dia fica mesmo no salão. Uma escova, unhas feitas e bem pintadas e uma maquiagem suave vão fazer de você uma nova mulher. São sete horas da noite e está pronto. Está linda e preparada para uma noite romântica com o seu amor. Ou uma boa badalação ao lado das amigas.


Massagem Ayurvédica


Em nosso especial sobre a ciência milenar ayurvédica, vamos apresentar a si as massagens. A massagem ayurvédica tradicional é um método de tratamento corporal que acontece com o auxílio de óleos e pós especiais. Eles liberam as toxinas do corpo, presas aos músculos e tecidos, objectivando a manutenção e equilíbrio físico e corporal.
Mas o objetivo maior é atuar ajustando o líquido intercelular do corpo orgânico, chamado linfa, para estabelecer o equilíbrio químico entre

os diferentes sistemas dos órgãos, permitindo que os mesmos possam funcionar adequadamente. Isto aliado a várias técnicas corporais - as denominadas manobras e pressões - em determinados pontos do corpo liberam a energia vital o Ki ou o Chi bloqueadas e estagnadas. Esta energia quando impedida é a responsável pelo desequilíbrio físico e emocional do indivíduo. São três tipos de massagem ayurvédica. A tradicional, a facial e a abhyanga.
"A massagem ayurvédica é um rolo compressor", define a fisioterapeuta Tereza Cristina Lordello, especialista na técnica há 14 anos. "Todo o processo é bastante artesanal. Primeiro aquecemos o corpo com as mãos e os óleos. Depois massajamos com os pés. É claro que só usamos os pés na parte posterior. Mas é justamente aí que a musculatura é mais tensa e forte. Afinal, são os músculos responsáveis por toda a estrutura corpo".
Com a massagem é capaz de chegar bem perto de gânglios do sistema nervoso autónomo. "Todo o corpo é beneficiado. Sistemas respiratório, cardíaco e ginecológico. Todo o corpo físico sai da sessão em equilíbrio."
É claro que nesse tipo de técnica alternativa há muita influência espiritual. Tereza diz que é impossível não enxergar a relação. E definiu muito bem: "Tocar um corpo é falar com Deus. Tem toda a genética, a história, as experiências da vida que ficam registradas ali. Independente do apelo religioso".
Mas não dá para ignorar o fato. "Procuro deixar a questão religião de fora. Trato não abertamente. Sou bem neutra porque tenho clientes muçulmanos, católicos que procuram pela técnica e não acreditam na relação astral. Mas é inegável. Sinto no momento das manobras que as pessoas entram em uma outra consciência".
A massagem pode ser aplicada em qualquer pessoa e de qualquer idade (desde que seja adaptada para cada ser, adequando as suas necessidades dentro de suas possibilidades) e as únicas contra-indicações são pessoas com febre alta, vômitos, em coma e pacientes terminais.
Para isso, um profissional de Massagem Ayurvédica deve estar informado a respeito do estado de saúde real do seu cliente, para que assim possa realizar um trabalho harmonioso com resultados positivos e satisfatórios. Mais importante ainda do que o estado físico do cliente é seu estado psíquico.
Os ocidentais têm por costume e condicionamento adquiridos culturalmente e transmitidos de pai para filho o fato de não resolverem seus problemas de uma maneira directa. Eles vão sendo armazenados dentro de um buraco negro em nossa mente. Esses problemas são somatizados em doenças ou chagas espalhadas pelo corpo.
A consequência é que não respiramos correctamente e por não respirarmos deixamos de ter uma energia fluente. A baixa energia promove um grande desgaste físico que se transforma em alguma sintomatologia. Ou seja, muitos de nossos males não são caracterizados por uma doença, mas sim o resultado de uma cadeia de acontecimentos que podem ser resolvidos com o equilíbrio corporal e a liberação dos pontos de energia presos, rígidos, estagnados do nosso corpo. Toda ciência oriental parte deste princípio.


Mas o grande trunfo da ciência ayurvédica é fato dela ser, antes de tudo, preventiva. Preventivo indica exactamente que você simplesmente está dando ao seu corpo a atenção e o carinho que ele merece, para que possa ter uma qualidade de vida satisfatória, uma energia equilibrada e um corpo físico integrado ao emocional harmoniosamente!
CRISTIANNE VALENTE
Fonte
Tereza Cristina Lordello

sexta-feira, agosto 31, 2007

TUNGUSKA

Pouco depois das 07:00 horas da manhã do dia 30 de Junho de 1908, algo extraordinário aconteceu na remota região siberiana de Tunguska, no norte da Rússia. Um morador local explicou que, momentos antes de acontecer o incidente, ouvira um som parecido ao "bater de asas de uma pássaro assustado" seguido de um grande estrondo. Essa vaga descrição revela muito pouco sobre o que havia ocorrido realmente: uma enorme explosão que devastou uma ampla região do bosque e enviou ondas de choque para o mundo inteiro.

Outro homem, Sergei Semenov, informou que antes da explosão tinha visto um grande objecto brilhante que atravessava o céu, deixando para trás um rastro de poeira e fumaça. Semenov disse que foi "produzido um grande clarão. Fazia tanto calor que não pude permanecer onde estava. A camisa queimava as minhas costas". Continuou dizendo que uma grande bola de fogo pareceu subir a partir do ponto de impacto, adquirindo em seguida a forma de um enorme cogumelo negro. A cabana de Semenov estava em Vanavara, a aproximadamente 60 quilómetros do centro da explosão.

Outro fazendeiro descreveu que "o céu partiu-se em dois e que a porção norte estava em chamas". Protegeu os seus olhos e, enquanto procurava abrigo, foi atingido por uma forte onda expansiva que arrastou por dois metros ao longo de seu alpendre. Enquanto isso, a 22 quilômetros ao norte, três nômades viram como o vento levantava a sua tenda pelos ares. O calor e a onda expansiva incendiaram e arrasaram o bosque em um raio maior que 30 quilómetros ao redor do impacto. Por sorte, Tunguska é uma das regiões menos povoadas da Terra e, fora algumas queimaduras, ninguém sofreu ferimentos graves.

A detonação foi tão intensa que pôde ser ouvida a centenas de quilómetros de distância, inclusive no Círculo Polar Árctico. De fato, os tremores circularam duas vezes pelo mundo inteiro até se extinguirem. Em Tunguska não anoiteceu e, em toda a Europa ocorreu o fenómeno das "noites brancas". Esse fenómeno foi ocasionado pelos milhões de toneladas de poeira projectadas na atmosfera pela bola de fogo que funcionaram como um reflector gigante iluminando os céus como a lua cheia.

Cinco horas depois da explosão, a Grã-Bretanha testemunhou fascinada a um deslumbrante pôr-de-sol. Cartas publicadas no London Times falavam do "brilho incomum dos céus" e de como era possível ler o jornal à meia-noite na rua, sem a necessidade de iluminação artificial. Além do mais, a Sra. Katherine Stephen de Godmanchester, Huntingdon (Inglaterra), escreveu que na noite do dia 30 de Junho "o céu estava tão azul quanto o dia, com faixas de nuvens luminosas que o atravessavam em intervalos. Nunca tinha visto algo parecido em toda a minha vida".

Enquanto isso, a brilhante luz nocturna confundia os astrónomos de Glasgow, que mal podiam distinguir as estrelas mais brilhantes através da luminosidade do céu. Os habitantes da cidade russa de Novrochat também ficaram surpresos ao verem que uma fotografia tirada à meia-noite parecia ter sido feita em um dia ensolarado. O fenómeno continuou durante os meses seguintes e pôde ser testemunhado no mundo todo. No hemisfério norte as pessoas assistiram a espectaculares pores-do-sol que não ocorriam desde a erupção do vulcão Krakatoa em 1883.

Em Tunguska a extensão dos danos foi enorme. Muitas casas foram destruídas e os nómadas informaram que centenas de renas haviam morrido e boa parte das sobreviventes tinham sofrido queimaduras graves. Atribuíram o desastre a Ogda, seu deus do fogo e do trovão que acreditavam ter descido dos céus.

Inacreditavelmente, a história não foi mencionada em nenhum dos jornais russos, como se fosse algo absurdo demais para se acreditar. Essa falta de interesse somado às agitações políticas russas da época ajudam a explicar porque, em 20 anos, não empreendida nenhuma pesquisa séria sobre a catástrofe.

Uma das mais consistentes teorias que apareceram para explicar a explosão dizia que o desastre foi causado pela queda de um meteorito gigante. Baseando-se nessa teoria, em 1927 uma pesquisa dirigida pelo meteorologista russo Leonid Kulik foi organizada.

Kulik soube dos acontecimentos através de uma narração que falava do descarrilamento do transiberiano no momento da suposta queda de um grande meteoro em Tunguska. Membro da Academia Soviética das Ciências, Kulik era especialista em pedras espaciais e resolveu pesquisar o que havia de verdadeiro na narração sobre o trem. Porém, ao chegar na região, percebeu de imediato que o suposto meteorito que tinha provocado o descarrilamento do trem e possivelmente gerado a explosão era apenas uma rocha terrestre. Kulik não desanimou e voltou aos relatos das testemunhas oculares, convencido de que a explosão fora causada por um meteorito.

Depois de duas semanas, Kulik chegou à cadeia de montanhas que antecipava o local da explosão. Do cume dessas montanhas viu que todo o bosque, até onde a vista podia alcançar, fora destruído. Todas as árvores estavam caídas na mesma direcção, indicando que ele encontrava-se na periferia da devastação e que só estava vendo um dos lados do impacto. A potência da explosão de Tunguska superava as mais ousadas especulações.

Kulik tinha certeza de que um meteorito provocara a explosão e que no seu epicentro encontraria uma cratera. Porém, encontrou uma cadeia de colinas baixas que formavam um anfiteatro de 1,5 quilómetros de diâmetro. Deduziu que esse era o ponto de impacto porque todas as árvores caídas apontavam para a sua periferia e chegou à conclusão de que o meteorito tinha explodido antes de chegar no solo. Dedicou-se a procurar fragmentos do meteorito, chegando a drenar grandes depressões na esperança de encontrá-los, mas não obteve sucesso.

Mesmo que Kulik nunca tenha encontrado nenhum fragmento do meteorito, sua teoria foi considerada correcta quando, mais tarde, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o objecto tinha explodido vários quilómetros acima do bosque. Isso tornou a questão ainda mais complexa, pois não se tinha conhecimento de algum caso de meteorito que explodira no ar.

Depois da Segunda Guerra Mundial surgira outra teoria. A nuvem em forma de cogumelo que apareceu em cima do local da explosão e as queimaduras das pessoas e animais das redondezas lembravam os efeitos de uma explosão nuclear. As pesquisas também demonstraram que o incidente em Tunguska tinha gerado um impulso magnético semelhante ao das bombas nucleares. A força estimada da explosão foi de 12 megatons.

Nos meses que se seguiram à explosão foi relatado que na região ocorreram várias mutações de plantas e animais, outra semelhança com os efeitos de uma explosão nuclear. Portanto, teria sido uma bomba atómica a causadora da explosão? Os pesquisadores acham difícil de acreditar nessa ideia, mas apareceu outra teoria, ainda menos plausível, propondo que o objecto seria uma nave extraterrestre que explodira ao entrar em contacto com a atmosfera terrestre. Contudo, as provas actuais apontam para uma causa menos espectacular. Em 1977, uma pesquisa confirmou que a poeira de partículas de rocha espalhada pela camada de carvão vegetal de 1908 tinha a mesma composição da poeira interestelar recolhida pelos cosmologistas soviéticos nos anos sessenta. A camada da região pode ter milhões de toneladas, provando que o objeto era enorme.

Considerando essas novas informações, surgiu outra teoria que supõe que o objecto seria um pedaço do comete Encke, que passou perto da Terra na época da explosão. Contudo, excepto algumas diferenças (os cometas costumam ser bem maiores que os meteoritos), essa é basicamente a mesma ideia de Kulik, ou seja, que uma rocha espacial chocara-se contra a Terra.

Em 1937, Kulik deu uma conferência expondo o que teria acontecido se o objecto de Tunguska tivesse caído sobre Nova Iorque. Segundo ele, toda a cidade teria desaparecido rapidamente, provocando milhões de mortes. Certamente, isso é assustador, especialmente quando a Terra passa pela nuvem de meteoritos das Táurides no dia 30 de Junho de cada ano. Considerando isso, todos os anos, nessa mesma época, deveríamos cruzar os dedos e esperar que Tunguska II não interrompa a nossa trajectória.

Por Renata Ardions, Elizabeth Ardions e Francisco T. de Castro
O que ocorreuO evento ocorrido em Tunguska, segundo alguns cientistas, pode ter sido algum fragmento de antimatéria destruído em energia ao se deslocar na atmosfera Terra lançando raios gama.O que contradiz esta teoria é a ausência de radioatividade residual em quantidade significativa.Alguns físicos postulam a passagem de um minúsculo buraco negro pela Terra, porém não existem registros de ondas de choque provenientes do Atlântico Norte.Existem aqueles que acreditam ter sido uma nave espacial alienígena que se desintegrou. Porém, não existem vestígios que comprovem tal coisa.Pode-se dizer que existe uma unaminidade no evento: "a gigantesca explosão seguida de uma monumental onda de choque e incêndio na floresta."Também não existem vestígios de cratera de impacto na região.Segundo muitos cientistas, a única explicação aceitável é a provável queda de um pedaço de cometa atingindo uma velocidade de entrada em torno de trinta quilômetros por segundo. Pode-se aceitar que seu tamanho poderia ter algo em torno de cem metros de comprimento, pesando cerca de um milhão de toneladas.Registra-se porém que na noite de 30 de junho de 1908, no fuso horário de Nova York, o cientista Nikola Tesla fazia um teste na torre do seu laboratório de Wardenclyffe em Long Island do que seria um Raio da Morte.Naquela época Robert Peary fazia sua segunda tentativa de chegar ao pólo norte e já havia sido avisado por Tesla para ficar atento a qualquer evento anormal, pois eles estariam tentando fazer contato com sua expedição.Tesla apontou seu raio para o Ártico, num ponto calculado como estando a oeste da expedição de Peary e excetuando-se uma luminosidade fracamente percebida na extremidade do equipamento e uma coruja que teria sido desintegrada ao sobrevoar proximo a torre de Wardenclyffe nada mais foi relatado, nem em jornais nem em respostas aos telegramas que Tesla havia enviado a Peary.Pronto para considerar o teste como um fracasso Tesla recebeu noticias de um estranho evento ocorrido na Sibéria, uma explosão equivalente a quinze megatons de TNT. Tesla desmontou o raio imediatemente pois acreditava que ele era perigoso de mais para continuar existindo.Como os princípios por trás do Raio da Morte nunca foram compreendidos totalmente e por ter inventado a Corrente Alternada e formas de transmissão de energia sem fio, sendo responsável pelo recorde em uma descarga elétrica artificial fica o relato de, no mínimo, uma coincidência a ser considerada.A possibilidade de um cometaOs indícios encontrados por Emlen V. Sobotovich levam a crer que realmente o evento de Tunguska foi a queda de um pequeno cometa.Os cometas são formados principalmente de gelo de metano (CH4), gelo de amônia (NH3), e gelo de água (H2O). Entrando na atmosfera da Terra com uma velocidade de 30 km por segundo, um objeto deste produzirá uma enorme bola de fogo que irradiará muita luz e energia, causará uma onda de vento de grande intensidade e temperatura que queimará instantaneamente árvores e o que estiver em seu caminho.Causará uma onda de impacto que será sentida em todo o planeta e não fará cratera alguma. Pois se atingir a superfície da Terra, apesar do impacto, a massa será aparentemente líquida. Porém haverá indícios cometários espalhados pela superfície na forma de micro-diamantes.Estes diamantes são formados pela enorme pressão e temperatura no momento de reentrada e no impacto com a superfície. A matéria prima é o carbono do metano do próprio cometa que se aquece rapidamente e não se dispersa, ao contrário do hidrogênio. Foram estes minúsculos diamantes que Emlen V. Sobotovich encontrou na região do suposto impacto cometário.Outros diamantesEstudiosos têm encontrado freqüentemente micro-diamantes em regiões impactadas por meteoritos que provavelmente se formaram em interiores cometários e sobreviveram à entrada na atmosfera.Estas descobertas tem grande probabilidade de demonstrar a teoria de que foi uma impactação cometária que causou o evento de Tunguska.

quarta-feira, agosto 29, 2007

TORRES CURIOSAS

TORRE COBRA Koweit




TORRE AGBAR - Barcelona


Sem medo de ser feliz


Contam que certa vez 2 moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente, assim logo ao cair nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída ela desmaiou, parou de nadar e de se debater, afundou e morreu. Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte era tenaz e, por isto, continuou a se debater, se debater por tanto tempo que aos poucos o leite ao seu redor, c/toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu c/muito esforço subir e dali levantar voo p/um lugar seguro.
Durante anos ouvi esta 1a parte da história como um elogio à persistência, que sem dúvida, é um hábito que nos leva ao sucesso. No entanto...
Tempos depois a mosca tenaz, por descuido ou acidente, caiu novamente no copo, agora com água. Como já havia aprendido com a experiência anterior, se debateu na esperança de que com o devido tempo, se salvaria.
Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou: "Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo!". Mas a mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se somente na sua experiência anterior continuou se debatendo até que exausta afundou no copo de água.
Quantos de nós baseados em experiências anteriores deixamos de notas as mudanças no ambiente, ficamos nos esforçando p/alcançar resultados esperados até afundarmos na nossa própria falta de visão? Fazemos isto quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está fora da situação nos aponta como solução mais eficaz e assim perdemos a oportunidade de "reenquadrar" nossa experiência e ficamos paralisados, presos aos velhos hábitos, com medo de errar. "Reenquadrar" é permitir-se olhar a situação actual como se ela fosse inteiramente diferente de tudo que já vivemos. "Reenquadrar" é procurar ver através de novos ângulos, de forma a perceber que, fracasso ou sucesso, tudo pode ser encarado como APRENDIZAGEM.
Desta forma, todo o medo se extingue e toda experiência é como uma nova porta que pode nos levar à energia que precisamos motivação de continuar procurando o que queremos, à auto-estima que nos sustenta.
ESTE ARTIGO É DEDICADO A TODOS QUE QUEREM VENCER, QUE TÊM MEDO DE ERRAR E FRACASSAR, PORTANTO, A TODOS NÓS!!!

terça-feira, agosto 28, 2007

SE

Se consegues manter a calma
quando à tua volta todos a perdem
e te culpam por isso.
Se consegues ter confiança em ti
quando todos duvidam de ti
e aceitas as suas dúvidas
Se consegues esperar sem te cansares por esperar
ou caluniado não responderes com calúnias
ou odiado não dares espaço ao ódio
sem porém te fazeres demasiado bom
ou falares cheio de conhecimentos
Se consegues sonhar
sem fazeres dos sonhos teus mestres
Se consegues pensar
sem fazeres dos pensamentos teus objectivos
Se consegues encontrar-te com o Triunfo e a Derrota
e tratares esses dois impostores do mesmo modo
Se consegues suportar
a escuta das verdades que dizes
distorcidas pelos que te querem ver
cair em armadilhas
ou encarar tudo aquilo pelo qual lutaste na vida
ficar destruído
e reconstruíres tudo de novo
com instrumentos gastos pelo tempo
Se consegues num único passo
arriscar tudo o que conquistaste
num lançamento de cara ou coroa,
perderes e recomeçares de novo
sem nunca suspirares palavras da tua perda.
Se consegues constringir o teu coração,
nervos e força
para te servirem na tua vez
já depois de não existirem,
e aguentares
quando já nada tens em ti
a não ser a vontade que te diz:
"Aguenta-te!"
Se consegues falar para multidões
e permaneceres com as tuas virtudes
ou andares entre reis e pobres
e agires naturalmente
Se nem inimigos
ou amigos queridos
te conseguirem ofender
Se todas as pessoas contam contigo
mas nenhuma demasiado
Se consegues preencher cada minuto
dando valor
a todos os segundos que passam
Tua é a Terra
e tudo o que nela existe
e mais ainda,
tu serás um Homem, meu filho!

(Tradução de Vitor Vaz da Silva do poema "IF" de Rudyard Kipling

MADEIRA a Pérola do Atlântico

MADEIRA LIVRE
Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece.


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Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes.
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Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!


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Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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