"Hoje ainda será melhor do que ontem!" Este deve ser seu
pensamento para todos os dias. Acredite, confie em seus planos e a
vida será cada vez melhor. Os seus pensamentos irão determinar o
tipo de vida que vai ter. Portanto, tenha pensamentos positivos,
de esperança. Confie! Se pensar que as coisas boas lhe
acontecerão, isto se tornará realidade. Afinal, nosso pensamentos
são como íman: se pensar em coisas boas, só atrairá coisas
boas. Se pensar em coisas más, elas virão rapidamente! A
decisão é sua!
(Louise Hay)
Euromilhoes
terça-feira, janeiro 29, 2008
Acredite na Vida

Acredite na vida e em seu potencial...
Acredite no amor e onde ele pode te levar...
Acredite na paz e faça com que ela te envolva.
Acredite na força do teu pensamento e em tuas emoções...
Acredite no teu sentir... e te desfaças de dogmas e conceitos...
Acredite no teu desejo... na tua vontade... é Deus em ti...
Acredite em tuas Esperanças... no teu vir a ser... mas viva o instante presente...
Acredite em tuas conquistas e agradeça-te pelas tuas vitórias...
Acredite em teus planos... é Deus em projeção!
Acredite em teus sonhos... é Deus em contemplação!
Acredite em ti mesmo !!! És Deus em ação!
Acredite em Deus ! E te encontrarás em teu irmão!
Acredite na Vida! E... conforme tua crença assim será o teu destino...
*Acredite em minha amizade...ela é uma das mais sinceras que poderia encontrar...*
"E que permanecem sempre a Fé, a Esperança e o Amor."
Acredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, nós confundimos com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança...
Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor...
segunda-feira, janeiro 21, 2008
ANEDOTAS
Um tipo vai ao bar. Senta-se ao pé de uma loura e diz:
- Importa-se que conte uma piada de louras?
A loira diz-lhe:
- Eu, sou loira, tenho 1.90m, 95kg, e sou guarda redes de hóquei no gelo.
A minha amiga aqui também é loira, tem 1.85m, 92kg e está na NBA feminina.
A outra amiga também é loira, tem 1.85m, 85kg, e é kick-boxer profissional.
Ainda tem a certeza que quer contar uma piada de loiras?
O sujeito pensa um momento e diz:
- Bom, se tenho que explicar três vezes não vale a pena...
Ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Em pleno acto ela diz:
- Pareces um telemovel.
Ele pergunta:
- Vibro muito não é?
Ela:
- Não, quando entras no túnel perdes rede ...
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Um tipo chega a casa e apanha a mulher na cama com outro. Aponta-lhe uma arma e leva-o para a garagem.
Na bancada de ferramentas prende-lhe o sexo no torno e aperta até o homem não a poder tirar, e deita a manivela do torno fora. Pega num serrote e mete-o nas mãos do homem. Este assustado pergunta:
- Para que é que eu quero o serrote?
O homem responde:
- Tu é que sabes... eu cá vou pegar fogo à garagem...
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
- Importa-se que conte uma piada de louras?
A loira diz-lhe:
- Eu, sou loira, tenho 1.90m, 95kg, e sou guarda redes de hóquei no gelo.
A minha amiga aqui também é loira, tem 1.85m, 92kg e está na NBA feminina.
A outra amiga também é loira, tem 1.85m, 85kg, e é kick-boxer profissional.
Ainda tem a certeza que quer contar uma piada de loiras?
O sujeito pensa um momento e diz:
- Bom, se tenho que explicar três vezes não vale a pena...
Ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Em pleno acto ela diz:
- Pareces um telemovel.
Ele pergunta:
- Vibro muito não é?
Ela:
- Não, quando entras no túnel perdes rede ...
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Um tipo chega a casa e apanha a mulher na cama com outro. Aponta-lhe uma arma e leva-o para a garagem.
Na bancada de ferramentas prende-lhe o sexo no torno e aperta até o homem não a poder tirar, e deita a manivela do torno fora. Pega num serrote e mete-o nas mãos do homem. Este assustado pergunta:
- Para que é que eu quero o serrote?
O homem responde:
- Tu é que sabes... eu cá vou pegar fogo à garagem...
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
domingo, janeiro 20, 2008
O Verdadeiro Caminho.

O verdadeiro caminho está em algum lugar, dentro de nós.
V emos um mundo tentador, podemos seguir a facilidade.
E é assim que a vida de um homem se rompe facilmente.
R ompemos nossa vida, pela facilidade e luxúria terrena.
D amos a nós mesmos um doce veneno disfarçado de felicidade.
A ndamos em direcção a uma perdição feliz e contente.
D amos nossa alma ao caminho errado, para ter o luxo.
E é assim que rompemos a nossa vida ferrenha.
I ndo em direcção ao caminho mais fácil.
R ompes nossa vida.
O verdadeiro caminho não é esse...
C aminhamos em direcção as dificuldades.
A ndamos em direcção a uma forte dor que pensamos ser eterna.
M orremos por dentro, mas continuamos a pensar em existir.
I ndo em direcção a dor, estamos nos curando.
N a dor e infelicidade, eu vejo o caminho de verdade!
H oje temos dor, mas o verdadeiro caminho estamos achando.
O verdadeiro caminho realmente é esse...
N ossa vida é uma trilha bifurcada.
U ma indecisão, que pode se tornar errada.
N ossa vida é uma eterna escolha dolorosa.
C aimos na tentação fervorosa...
A o invés de uma bondade sofredora?
É isso mesmo, a vida é de tal forma.
F azemos a nós mesmos nosso próprio caminho.
Á s vezes sentimos prazer pelo errado.
C aminhamos em direcção ao que pensamos ser melhor.
I sso é algo muito banal.
L ogo que seguimos o caminho certo, estamos salvos.
V emos um mundo tentador, podemos seguir a facilidade.
E é assim que a vida de um homem se rompe facilmente.
R ompemos nossa vida, pela facilidade e luxúria terrena.
D amos a nós mesmos um doce veneno disfarçado de felicidade.
A ndamos em direcção a uma perdição feliz e contente.
D amos nossa alma ao caminho errado, para ter o luxo.
E é assim que rompemos a nossa vida ferrenha.
I ndo em direcção ao caminho mais fácil.
R ompes nossa vida.
O verdadeiro caminho não é esse...
C aminhamos em direcção as dificuldades.
A ndamos em direcção a uma forte dor que pensamos ser eterna.
M orremos por dentro, mas continuamos a pensar em existir.
I ndo em direcção a dor, estamos nos curando.
N a dor e infelicidade, eu vejo o caminho de verdade!
H oje temos dor, mas o verdadeiro caminho estamos achando.
O verdadeiro caminho realmente é esse...
N ossa vida é uma trilha bifurcada.
U ma indecisão, que pode se tornar errada.
N ossa vida é uma eterna escolha dolorosa.
C aimos na tentação fervorosa...
A o invés de uma bondade sofredora?
É isso mesmo, a vida é de tal forma.
F azemos a nós mesmos nosso próprio caminho.
Á s vezes sentimos prazer pelo errado.
C aminhamos em direcção ao que pensamos ser melhor.
I sso é algo muito banal.
L ogo que seguimos o caminho certo, estamos salvos.
A PERSISTÊNCIA

A persistência nos garante que alcançaremos aquilo que desejamos e queremos muito, muito!! Por isso devemos ser persistentes! Decidir que vamos ter o que queremos e que estamos dispostos a pagar o preço que isso nos custa... Ser persistente é nunca! Nunca desistir! A pessoa persistente vai em frente, não olha para trás; Se está certa que está a fazer a coisa certa! O persistente vai á luta! O persistente vê as dificuldades mas, não se deixa intimidar por elas. Claro que as derrotas vêm, os fracassos vêm, os desânimos vêm mas, o persistente não se deixa vencer por isso! Ele desanima... . Depois recupera e vai em frente! Luta, luta procura um meio de dar a volta por cima, mas, mas não desiste!! Não desiste! Se erra tem coragem de assumir os seus erros! Não os nega assume! Vê onde errou onde fracassou, e procura um meio de começar tudo de novo! Vai em frente porque aprendeu alguma coisa com os erros, com a derrota, com o fracasso! O segredo está em nunca, nunca desistir! A persistência leva á vitória! O persistente procura os meios necessários! Se precisa de aprender mais sobre um assunto, a pessoa vai outra vez para a escola ou faculdade ou compra livros sobre o assunto...procura meios para aprender ou aperfeiçoar os seus talentos, caso isso seja necessário! Não desiste! Não desiste! W. CHURCHILL que foi um dos Primeiros Ministros de INGLATERRA foi dar um discurso, certa vez, começou e terminou assim: "NEVER, NEVER GIVE UP!" Enquanto toda a gente estava á espera que ele falasse mais, ele só disse estas palavras: "NUNCA, NUNCA DESISTA!"
sábado, janeiro 19, 2008
Nanotecnologia
Imagem de um circuito integrado ampliada 2400 vezesA nanotecnologia está associada a diversas áreas (como a medicina, eletrônica, ciência da computação, física, química, biologia e engenharia dos materiais) de pesquisa e produção na escala nano (escala atômica). O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos (os tijolos básicos da natureza). É uma área promissora, mas que dá apenas seus primeiros passos, mostrando, contudo, resultados surpreendentes (na produção de semicondutores, Nanocompósitos, Biomateriais, Chips, entre outros). Um dos instrumentos utilizados para exploração de materiais nessa escala é o microscópio eletrônico de varredura, o MEV.
O objetivo principal é chegar em um controle preciso e individual dos átomos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A palavra nanotecnologia é composta pelo prefixo nano + tecnologia. O prefixo “nano” vem da palavra do grego antigo que significa “anão” e tecnologia é o estudo da técnica para geração de novos conceitos de produtos. Assim, nanotecnologia é a ciência do pequeno, muito pequeno, capaz de gerar novos produtos. Para se ter uma idéia do que é o muito pequeno, um nanômetro é um milhão de vezes menor do que um milímetro ou a milésima-milionésima parte de uma unidade.
Com as diversas técnicas disponíveis os cientistas têm sido capaz de manipular átomos e moléculas para produzir novos materiais, dispositivos e até mesmo máquinas invisíveis ao olho nu. Por permitir o controle da estrutura atômica da matéria, a nanotecnologia tem o potencial de revolucionar o modo em que os materiais e os produtos são criados, além de possibilitar novas utilizações nunca antes imaginadas. Isso ocorre devido ao fato que sensíveis modificações na forma estrutural da matéria podem acarretar grandes melhorias nas características físicas, químicas, mecânicas e biológicas de um material. Os fenômenos associados ao muito pequeno em que a nanotecnologia atua não são totalmente previsíveis e sua compreensão pode levar a concepção de materiais com características inéditas.
O diagnóstico e o tratamento molecular estão perto de se tornar realidade

O termo nanomedicina, formado pelo prefixo nano — do grego “anão” — que equivale a um bilionésimo de alguma coisa, mais a palavra medicina, indica a utilização da medicina em escala nanométrica — nanoescala. É uma alternativa de tratamento e diagnóstico que será realidade dentro de 10 a 15 anos. Um manómetro equivale a um bilionésimo do metro (1nm = 0,000000001m = 10-9 m), e corresponde a um ponto especial na escala natural de comprimentos, pois é nessa dimensão que os menores dispositivos construídos pelo homem começam a se comparar com o tamanho de átomos e moléculas criados naturalmente.
Nos últimos anos, a nanociência e a nanotecnologia (N&N) têm atraído a atenção de pesquisadores, cientistas e investidores em todo o mundo, e o apoio de agências governamentais de fomento à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, além de grandes empresas. Um dos principais aspectos que permitiu o desenvolvimento de diversas áreas nesse sector foi a construção de equipamentos que permitem ver e manipular objectos nanométricos. Esses equipamentos incluem microscópios de força atômica e diversas formas de microscópios eletrônicos, que usam feixes de elétrons em vez de luz.
Outra característica importante no desenvolvimento da N&N é o trabalho conjunto de químicos, físicos, biólogos, engenheiros e cientistas de computação, pois trata-se de uma área do conhecimento em que a multidisciplinariedade é fundamental.

Com pesquisas e investimentos realizados nos últimos dez anos, já é possível explorar importantes desenvolvimentos em N&N. Dentre essas, a nanomedicina surge como uma das áreas na qual o impacto trará benefícios sociais imediatos. Como toda novidade, vários questionamentos são feitos sobre se é realmente possível obter os resultados previstos actualmente para a nanomedicina. Quem poderia imaginar, no início dos anos 60, que cirurgias microscópicas de correção de córnea poderiam ser feitas com lasers? Ou que o laser poderia substituir uma broca no preparo cavitário para remoção de cáries? Afinal, o primeiro laser foi demonstrado em 1960! Hoje, essas técnicas são realidade nos consultórios em várias partes do Brasil.
Há muitos exemplos do estado da arte na nanomedicina, como nanoodontologia, com pesquisa realizada em várias partes do mundo e outras em andamento no Brasil, dos quais vários podem ser encontrados, com detalhes, em endereços na Internet. Em particular, um livro recentemente lançado, intitulado Nanomedicine, por Robert Freitas Jr., tem seu primeiro volume disponível na web.

As aplicações da nanomedicina vão requerer a habilidade de construir estruturas e dispositivos com precisão atómica. Portanto, a biotecnologia já desenvolvida deve juntar-se à nanotecnologia de materiais, área avançada da N&N, e à nano-tec-nologia molecular, área mais recente, formando tecnologias habilitadoras chaves no desenvolvimento da nanomedicina. De acordo com Eric Drexler, a nanotecnologia molecular trata do controle posicional tridimensional de estruturas atómicas e moleculares para criar materiais e dispositivos moleculares.
A idéia da nanomedicina não é nova, mas é exclusiva do século XX porque a prova conclusiva da existência dos átomos só foi demonstrada no final do século XIX. A nanomedicina segue dois caminhos: o da tradição biológica e o da tradição mecânica. De acordo com a tradição biológica, a engenharia genética é explorada pelo desenvolvimento de nanomáquinas biológicas. Desde 1964, várias sugestões de técnicas de “reparo em nível celular ou mesmo molecular” foram publicadas. Em particular, em 1976, Donaldson (capítulo 1.3 do livro Nanomedicina) apresentou uma lista de técnicas biotecnológicas para reparo em nível celular. Entre essas, síntese e sequencialmente de DNA estavam incluídas, antecipando técnicas que só recentemente estão sendo colocadas em prática.
Nos anos 90, vírus preparados por meio da bioengenharia e outros tipos de vectores começaram a ser utilizados em genética experimental. Um exemplo recente de aplicação terapêutica de células construídas via bioengenharia foi o uso de vetores celulares endoteliais cerebrais modificados, preparados geneticamente para atacar glio-blastoma. Esse trabalho é o resultado de uma colaboração entre a Vion Pharmaceuticals e a Universidade de Yale.
A tradição mecânica foi certamente desenvolvida a partir das idéias de Feynman, descritas no seu artigo de 1959 (disponível no site http://www.zyvex.com). Feynman inclusive chegou a propor um procedimento “nanomédico” para o tratamento de doenças do coração. Esse tratamento sugere colocar o “cirurgião” dentro das artérias do coração. Claro que as informações precisam ser enviadas para o mundo externo. Parece impossível? Vale a pena lembrar que, actualmente, muitos circuitos de nossos computadores são menores que muitas das células no nosso corpo. Portanto, o maior desafio não é construir nanodispositivos biológicos, mas torná-los inteligentes.
Actualmente, 80 a 90% dos procedimentos médicos utilizam como solução processos homeostáticos naturais, não havendo necessidade de envolvimento de agentes biotecnológicos ou de nanotecnologia molecular. No entanto, a gama, eficácia, conforto e velocidade de tratamento e diagnóstico aumentam consideravelmente com o uso dessas novas tecnologias.

Nanorobots médicos programáveis têm sido propostos para uso em aplicações gerontológicas, pesquisa farmacêutica, diagnósticos clínicos e na-noodontológicos. Como exemplo em nanoodontologia, descrito por Robert Freitas Jr., em artigo na revista da American Dental Association (JADA, volume 131, pág. 1559, 2000), considere um dos procedimentos mais comuns no consultório do dentista: a injeção anestésica local, que envolve espera e vários graus de desconforto e, às vezes, complicações. Para induzir anestesia oral na era da nanoodontologia, o profissional incutirá uma suspensão coloidal contendo milhões de partículas “nanorobóticas” com propriedades analgésicas de tamanho micrométrico na gengiva do pa-cien-te.
Após contactar a superfície da coroa ou mucosa, os nanorobots chegarão à dentina migrando para dentro dos sulcos gengivais e passando, sem dor, através da “lâmina própria” ou camada de aproximadamente 2 milésimos de milímetro na junção cemento-dentina. Uma vez atingindo a dentina, os nanorobots entram nos tubos den-tinais de aproximadamente 4 milésimos de milímetro de diâmetro e avançam até a polpa, guiados por uma combinação de gradientes químicos, diferenças de temperatura e mesmo navegação posicional, contida no nanocomputador existente no nanorobots e controlado externamente pelo dentista. Esse controle externo, pelo dentista, permite escolher o melhor caminho até a polpa. O caminho total entre a superfície do dente e a polpa pode chegar a 10 mm. Uma vez instalado na polpa, os nanorobôs analgésicos podem ser comandados para “desligar” toda a sensibilidade, deixando o dente dormente.
Uma vez completado o tratamento, o dentista pode enviar outra informação e recuperar a sensibilidade. A informação pode ser enviada por impulsos acústicos (ultra-som). As vantagens desse tipo de analgésico oferecem ao paciente conforto, ansiedade reduzida, maior selectividade e controle do efeito analgésico, evitando efeitos colaterais e dispensando a agulha. Certamente o exemplo mais concreto envolve nanofármacos. São nanocápsulas – ainda não inteligentes – que podem se localizar em alvos específicos, entrando em túbulos tumorais de diâmetro só acessível a nanopartículas (dimensões da ordem de 50 nanômetros). Um exemplo atual é a comercialização de drogas com lipossoma encapsulada produzida pela Nexstar (doxarubicina para tratamento de câncer e anfotericina B para infecção fungal) que alcançou vendas de mais de 20 milhões de dólares em 1999.
Na área de nanofármacos ou nanotecnológica farmacêutica, nanobiotecnologia e biologia molecular, o Brasil tem pesquisas em estágio acelerado e relacionadas – talvez ainda não explícitas – à nanomedicina. Vários grupos com pesquisa interdisciplinar em Departamentos de Química, Biologia, Farmácia, Bioquímica e Física têm obtido resultados importantes.
Muito precisa ser feito para o desenvolvimento desse tema no país. Um primeiro passo importante será a disseminação da nanomedicina por meio de disciplinas nos cursos de graduação nas Instituições de Ensino Superior. A formação de recursos humanos nesse tema é fundamental, incluindo o treinamento de técnicos no uso de instrumentação avançada necessária a essas novas tecnologias aplicadas à saúde. Os eventos nas áreas médicas e biológicas deveriam contemplar, como palestrantes convidados, especialistas estrangeiros em nanomedicina, nanotecnologia molecular, nanobiotecnologia, entre outras interfaces da nanociência e nanotecnologia.

Endereços na internet
http://www.foresight.org/Nanomedicine
http://www.atomasoft.com/portal/bookonline/html
http://www.nanomedicine.com
http://www.eurekah.com
http://www.alltheweb.com
Para pesquisa de atualização, use a palavra chave “nanomedicine”
*Anderson Stevens Gomes é físico formado, graduado e mestrado pela
Universidade Federal de Pernambuco, doutor pelo (Londres) e pós-doutorado pela Universidade de Bown, Providence (EUA). É professor no Departamento
de Física da UFPE e colabora com o CNPq na formação do Programa Nacional de Nanociência e Nanotecnologia, atuando principalmente na área de
aplicação de lasers em bio fotonica e comunicações ópticas.
NEUROFILOSOFIA - Pesquisadores criam cérebro computadorizado na Suíça

Uma reportagem publicada na revista alemã Der Spiegel, sobre o Blue Brain, um mega projecto ambicioso de reproduzir o cérebro e suas funções através de computadores super potentes. O projecto é desenvolvido na Suíça. O link abaixo do site do projecto, na Universidade de Lausanne.
http://bluebrain.epfl.ch/
Por Manfred Dworschak
Uma rede de nervos artificiais está crescendo em um super computador na Suíça - que deverá simular um cérebro natural, célula por célula. Os pesquisadores que trabalham no "Blue Brain" [Cérebro Azul] prometem novas percepções sobre as origens da consciência humana.
A máquina é linda quando acorda - as células nervosas reluzem na tela em tons pastel, correntes eléctricas brilham através de um labirinto de sinapses. Logo depois de ligado, o cérebro parece um pouco sonolento, mas suaves surtos de corrente o despertam totalmente.
Essa peça de hardware inédita consiste em cerca de 10 mil chips de computador que actuam como células nervosas reais. Para simular um cérebro natural, parte do córtex cerebral de ratos jovens foi minuciosamente replicado no computador, célula por célula, juntamente com a estrutura das sinapses, em forma de árvore.
A simulação foi criada na Universidade Técnica de Lausanne, Suíça, onde 35 pesquisadores participam da manutenção desse cérebro artificial. Ele funciona em um dos super computadores mais poderosos do mundo, mas em breve até este ficará pequeno demais. O objectivo é construir uma máquina electrónica pensante muito maior, que em última instância replicaria o cérebro humano.
Um projecto tão ambicioso teria sido ridicularizado alguns anos atrás. "Hoje temos os computadores de que precisamos", diz o biólogo Henry Markram, 44, director do projecto. "E sabemos o suficiente para começar."
Markram sabe dos problemas que seu grupo deverá enfrentar. "Mas se não construirmos o cérebro nunca saberemos como ele funciona", diz. Na verdade, houve avanços formidáveis na pesquisa cerebral nos últimos anos, mas as respostas para as grandes perguntas são tão vagas quanto sempre foram. Como se desenvolve a consciência na orquestra eléctrica das células? Como exactamente um lampejo de inteligência se acende da interacção entre os genes, proteínas e substâncias mensageiras?
O modelo de Lausanne é a tentativa mais radical já feita de investigar o mistério da consciência. A ideia é sedutoramente simples: determinar como a mente surge da biologia e replicar a biologia. É uma tarefa que exige enorme paciência e atenção aos detalhes, um processo que significa copiar a natureza uma molécula de cada vez.
Embora o primeiro cérebro artificial possa parecer simples, será um modelo útil. Os pesquisadores poderão usá-lo para reproduzir as funções do órgão real e testar suas teorias. Conforme eles acrescentam novos processos, o modelo torna-se cada vez mais detalhado - uma espécie de projecto "wiki" da mente. Ele também apresenta uma vantagem importante em relação ao cérebro natural, pois permite que os pesquisadores monitorizar cada uma das actividades mentais simuladas na máquina.
Mas houve actividade mental?
O Blue Brain recém-nascido surpreendeu os cientistas por sua disposição desde o primeiro dia. Mal lhe haviam fornecido impulsos eléctricos quando estranhos padrões começaram a surgir na tela, com os clarões semelhantes a relâmpagos produzidos pelas células que os cientistas identificam com os processos de pensamento reais. Grupos de neurónios começaram a sintonizar-se até que começaram a disparar ritmadamente. "Isso aconteceu totalmente por conta própria", diz Markram. "Espontaneamente."
Construindo o cérebro electrónico
Dez mil células nervosas artificiais foram entrelaçadas em Lausanne, e os pesquisadores pretendem aumentar o número para um milhão até o fim do próximo ano. Isso não significa que eles estejam satisfeitos: o trabalho está previsto para durar até 2015 ou mais. Então, a menos que o projecto seja considerado demasiado ambicioso, Markram e sua equipe pretendem estar prontos para seu objectivo principal: um modelo de computador do cérebro humano completo - o que neste momento é quase uma fantasia, diante das cem bilhões de células que eles teriam de fabricar.
Os cépticos se perguntam qual o objectivo de replicar coisas com tanta dificuldade, se os cientistas têm tão pouca compreensão de seu objectivo e função. De fato, num futuro previsível ninguém saberá o que acontece exactamente nos circuitos do cérebro replicado, a não ser que parece sedutoramente autêntico para um observador externo.
Talvez os únicos que poderiam saber são os ratos que continuam existindo como sombras nesse super computador. Os pesquisadores abriram milhares de crânios de ratos ao longo dos anos, retiraram seus cérebros e os cortaram em finas fatias que mantiveram vivas. Então dirigiram pequenos sensores para cada neurónio. Eles escutaram as células disparando neurónios e interceptaram as respostas que vinham das células adjacentes.
As fatias de cérebro foram expostas a variados impulsos eléctricos. Os impulsos reflectiam os estímulos que podem ter sido recebidos pelos cérebros dos ratos de laboratório quando os animais cheiravam queijo ou eram assustados por uma forma. As células reagiam - assim como faziam quando os ratos estavam vivos - enviando correntes eléctricas pelo neuro plexo. Os equipamentos de medição dos pesquisadores registaram todos os sinais até que as fatias de cérebro expiraram.
No final, os pesquisadores do laboratório de Markram acondicionaram todo o repertório de comportamento de centenas de tipos de células em todas as situações concebíveis na vida de um rato - e o armazenaram em tabelas intermináveis. Essa enorme pilha de dados permitiu que os cientistas começassem a construir seu substituto digital.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
terça-feira, janeiro 15, 2008
A máquina do tempo

Houve há muito tempo atrás um escritor que viajava em ideias futuristas, às vezes tidas como malucas, e, porque não dizer impossíveis para sua época, e, uma de suas ideias era de uma engenhoca que tinha o poder de viajar no tempo, voltar ao passado e talvez consertar algum erro, ou talvez visitar o futuro com carros flutuantes e robôs como humanos, enfim até para os nossos dias o tempo ainda é algo que Deus não nos deu o poder de mexer. O salmo 90:12 diz: “Ensina-nos a contar os nossos dias de maneira tal que alcancemos corações sábios.”, isso nos traz a mente uma pergunta: O que eu tenho feito com o meu tempo?
O tempo é interessante e nos leva analisar alguns pontos:
1º. O tempo que passa não volta: Não adianta eu guardar frustrações, magoas decepções, o relógio anda para frente, vença um dia após o outro.
2º. Não pode antecipar o tempo: o que vai ser amanha, só será amanha. Quando tentamos antecipar as coisas com a nossa pressa geramos um sentimento que se chama ansiedade, que gera precipitação, que gera desobediência. Acabamos muitas vezes vendo uma gravidez na adolescência, uma troca de emprego que não da certo, um financiamento que não conseguimos pagar, tudo por consequência de não vencermos a ansiedade, e, isso gerou consequências.
3º. O tempo passa muito rápido: O salmista disse “Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação acabam-se os nossos dias como um conto ligeiro.” Salmo 90:09, um dia é criança, daqui a pouco esta tirando carta, um dia que menos espera entra na sua casa uma criança que é sua neta, é assim tão rápido que não percebemos.
Não há uma maquina do tempo para consertar o seu passado, mas Deus tem para si um futuro brilhante com a ajuda d’Ele, deixe o passado para trás e vença a ansiedade.
Use bem o seu tempo fazendo tudo para que seja glorificado aquele que te dá o tempo!
Pr. Sandro Mendes
domingo, janeiro 13, 2008
DEUS QUER...

Introdução
E quanto ao homem a quem Deus deu riquezas e bens, poder para delas comer e gozar do trabalho de suas mãos isso é dom de Deus ( Eclesiastes 5:19 )
A prosperidade prometida na palavra é uma bênção de Deus para os seus filhos. O Senhor não quer que seus filhos vivam uma vida de miséria, pobreza, fracasso ou escassez. Hoje em dia existe a chamada teologia da prosperidade que é ensinada às pessoas como uma maneira fácil de conquistar riquezas e bens, como ser vitorioso financeira e profissionalmente. São mensagens de positivismo, mensagens de auto-ajuda, mensagens de motivação e determinação. E muitas coisas mais que não convém relatarem agora. É bom entender que a prosperidade bíblica é uma bênção de Deus para todos nós, ou melhor, é um dom de Deus para seus filhos. Essa é minha prioridade em transmitir a você o que a Bíblia diz com respeito a prosperidade, dinheiro, riqueza e bens. Ao ler essa mensagem você vai perceber que os princípios aqui revelados são bíblicos e infalíveis na vida daqueles que optam em praticar o que aprendem. O meu desejo é que você seja uma pessoa abençoada por Deus em tudo. A minha oração é que você possa viver a prosperidade de Deus estabelecida em Sua palavra. Deus te prospere.
POBREZA OU RIQUEZA ?
A origem da pobreza – A pobreza é uma maldição
O jardim do Éden era um lugar de abundância material. Ele representa o estilo de vida que Deus tinha projectado para seus filhos. Quando Deus criou Adão e Eva, foi lhes dado esse lugar de abundância material e riquezas. Eles desfrutavam da abundância de paz, de saúde, de comunhão, de amor, de água e comida. Eles eram felizes. Entretanto, Satanás seduziu Adão e Eva levando-os a pecar contra os princípios de Deus. A desobediência deles aos princípios de Deus resultou em separação total da presença de Deus e daquele lugar de abundancia material e riquezas. Foi ali que a pobreza material, a miséria, a privação, a fome, a escassez, começou atingir a raça humana. A pobreza e a miséria é uma maldição adquirida por Adão e Eva que atingi varias pessoas hoje em dia. Você gosta de pobreza e miséria ? Não. Porque isso é uma maldição do diabo. Ele é o único interessado em te vir pobre, miserável, endividado, falido, infeliz e comendo e vestindo o pior. A Bíblia mostra que a pobreza é uma maldição que atinge varias pessoas devido sua desobediência aos princípios de Deus – Deuterónomio 28:15-68. O sábio Salomão disse que o pobre em sua sabedoria não é ouvido. O pobre não tem credibilidade – Eclesiastes 9:15-16. Há várias pessoas vivendo em pleno caos financeiro: dívidas, nome sujo, sem credibilidade, desempregado, falido, nada dá certo em sua vida, não tem prosperidade. Essas pessoas são atormentadas por espíritos de demónios que induzem ao suicídio devido ao desespero que enfrentam. O que você prefere a pobreza do diabo ou a riqueza de Deus ?
ENTENDENDO O PROPOSITO DA RIQUEZA
Uma coisa é certa toda riqueza e prosperidade vem de Deus e é oferecida para os seus filhos para que eles vivam felizes desfrutando do bem desta terra ( Is.1:19 ). A palavra riqueza significa capacidade financeira para cumprir com nossas obrigações. Quem é que não sonha em ter um emprego, ter um salário, ter casa própria, ter dinheiro para pagar as contas ? Isso é riqueza. Que você possa ter como se manter e acima de tudo manter a obra de Deus. A igreja foi ensinada que ser rico e próspero era vaidade e pecado e que ser pobre e miserável era sinal de humildade. A riqueza é uma bênção de Deus para seus filhos. Deus quer te levar a um lugar de riqueza e abundância. O sinónimo de riqueza é ter milhões em dinheiro, ter vários imóveis, ter vários automóveis, ter fazenda, sítios, empresas, etc. Mas a verdadeira riqueza não é exterior e sim interior. Os bens, o dinheiro, o sucesso, a credibilidade é uma consequência de uma alma próspera. Desejo que vá bem em todas as coisas, que tenhas saúde, assim como vai bem a tua alma ( III João 2 ). Muitos cristãos oram e dizem: Senhor não quero ser rico, quero ter o suficiente. Essas orações são egocêntricas porque o suficiente que eles recebem é só para as necessidades deles. E o reino de Deus ? A obra de Deus ? Como fica ? O Senhor que é o Dono do ouro e da prata existente neste mundo deu ao homem o direito de conquistar riquezas e bens com um objectivo de fazerem deles investidores no reino de Deus. Quantas pessoas que possuem uma boa vida mas não usam essa riqueza para abençoar a obra de Deus. São pessoas que amam mais o dinheiro do que o Senhor e a sua obra. São avarentos e gananciosos. Preferem usar o dinheiro nos jogos, nos vícios, na prostituição, enfim vivem de uma forma que não agrada a Deus. A raiz de todos os males é o amor ao dinheiro, o apego a ele. Fazer do dinheiro o seu deus isso é a raiz de todos os malefícios em sua vida.
AS RIQUEZAS QUE DEUS NOS DÁ SÃO PARA USO EXCLUSIVO DA OBRA DE DEUS
A vontade de Deus é que seus filhos sejam prósperos, felizes e que eles sejam exclusivamente os grandes investidores do reino de Deus para que o evangelho seja pregado em todo o mundo. A riqueza que Deus coloca nossas mãos tem um propósito definido. Esse propósito é para abençoar a obra de Deus. Essas pessoas são usadas por Deus para suprir as necessidades do reino de Deus. A unção de liberalidade – a unção de DAR está dentro destas pessoas. E por esse ato essas pessoas são grandemente abençoadas por Deus por entenderem o propósito da riqueza. Quanto mais essas pessoas investirem suas riquezas no reino, Deus se manifestará em JESUS suprindo suas necessidades dando a elas mais prosperidade e riqueza para que elas continuem investindo no reino.
OS INVESTIDORES DO REINO DE DEUS
Barnabé era um investidor do reino de Deus. Ele queria ver a obra de Deus crescer pelos quatros cantos do mundo. Ele vendeu uma fazenda e trouxe o dinheiro aos pés dos apóstolos. Muito se fizeram com aquela oferta investida no reino de Deus, o evangelho pode ser pregado em Jerusalém, Samaria, Judeia e os confins da terra.
NASA regressa amanhã a Mercúrio

A sonda Messenger, da NASA, passará amanhã perto da superfície de Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol. Esta será a primeira de três tangentes, antes da sonda (aqui, numa imagem imaginada) assumir, em 2011, uma órbita estável.
Esta será a primeira missão a Mercúrio, em 33 anos. A última vez que uma sonda estudou este planeta foi em 1975, quando a Mariner 10, também da NASA, fez um voo próximo, tirando fotografias que são ainda as melhores existentes.
Na sua primeira passagem pelas proximidades da superfície de Mercúrio, a Messenger deverá tirar 1200 imagens de alta definição, mas estão a bordo outros instrumentos e os cientistas esperam que os dados permitam desafiar algumas das ideias hoje existentes sobre o sistema solar.
O planeta encerra grandes mistérios, aos quais a Mariner 10 não conseguiu responder: haverá gelo nos pólos? E de onde se forma a ténue atmosfera? A missão da Messenger começou em 2004, com o envio da sonda, mas só a partir de amanhã surgem os primeiros resultados. A sonda deverá concentrar-se no mapeamento da superfície (que a Mariner 10 só concluiu a 40% e apenas num dos hemisférios), mas também tentará responder a questões sobre a história geológica do planeta e esclarecer a origem do seu campo magnético, estrutura e dimensão do respectivo núcleo.
Logo na primeira passagem será observado o hemisfério que a Mariner 10 não conseguiu fotografar. Esta parte do planeta só é conhecida a partir da Terra. Pela primeira vez, haverá dados concretos sobre a composição mineralógica e química da superfície de Mercúrio. Será também estudada uma cratera de impacto, Caloris, com 1200 quilómetros de diâmetro e que a sonda anterior observou apenas parcialmente. Hoje, os cientistas têm uma ideia esquemática destes problemas.
A Messenger enviará dados durante apenas 90 minutos, para o Laboratório de Física Aplicada da Universidade de Johns Hopkins. O evento de amanhã não será ainda o fim da missão, que obrigou a sonda a uma complexa viagem em que foi utilizada a gravidade de Vénus e do Sol. Haverá uma segunda passagem em Outubro e uma terceira em 2009, antes da sonda estabilizar durante um ano na sua órbita elíptica final.
LUÍS NAVES
sábado, janeiro 12, 2008
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Aforismos
Não parece descabido, no início do ano, oferecer alguns aforismos, fruto de reflexão e da sabedoria quotidiana presente no ambiente cultural. Elencaremos uns quantos, compreensíveis por si mesmos.
Mais importante que saber é nunca perder a capacidade de aprender.
Se tudo no universo está em génese, então o paraíso ansiado não está no começo mas no fim.
Somos inteiros, mas não prontos. Começamos a nascer e vamos nascendo lentamente até acabar de nascer. É quando então morremos.
Só pode morrer o que é. O possível que ainda não é, permanece para se realizar no além morte.
Não vivemos para morrer. Morremos para ressuscitar.
Se você se sente gente comum, console-se. Deus deve ter amado muito a gente comum para criar um número tão grande, entre eles, eu e você.
Não vá por caminhos já andados. Caso contrário nunca deixará marcas suas no chão.
Se quiser ir longe, vá devagar. Nunca pare nem ande para trás.
Agradeça a Deus por ter tropeçado. Assim evitou uma queda.
Onde não há nenhum medo, não haverá também nenhuma coragem, necessária para viver.
Se quiser esquecer as muitas pedras que impedem o seu caminho, pense nos fundamentos da casa que pode construir com elas.
Na luta entre a pedra e a gota, ganhará sempre a gota não por sua força, mas por sua persistência.
Se mantiver firme a perspectiva do fim, não haverá obstáculo que lhe seja insuperável.
O novo somente surge à condição de que algo tenha sido deixado para trás.
Para quem busca, haverá sempre uma Estrela como a de Belém para iluminar o seu caminho.
Um navio está seguro no porto, mas não é para isso que foi construído.
De uma única vela podem se acender milhares de outras sem que sua luz diminua.
Se quiser subir uma longa escada não olhe para ela, apenas para cada degrau.
Para aqueles que querem cantar, haverá sempre uma melodia à disposição no ar.
Só entenderá bem o outro quem se colocar no lugar dele.
Até o relógio parado, duas vezes ao dia está certo.
Seja como a cigarra que para se renovar tem que perder toda sua aparência exterior.
Só se alegrarão com o nascer do sol aqueles que souberam esperar dentro da noite escura.
Ninguém entrará no céu se primeiro não começou a construí-lo aqui na terra.
Todo menino quer ser homem. Todo homem quer ser rei. Todo rei quer ser Deus. Só Deus quis ser menino.
Porque os cristãos anunciaram um Deus sem o mundo, surgiu em consequência um mundo sem Deus.
Humano assim como Jesus, só Deus mesmo.
No começo de tudo não está a solidão do Uno, mas a comunhão dos Três: da Origem sem origem, da suprema Palavra e da sagrada União de tudo com tudo. Eles estão tão entrelaçados no amor que se unificam, quer dizer, fica Um.
Leonardo Boff *
* Teólogo e professor emérito de ética da UERJ
Mais importante que saber é nunca perder a capacidade de aprender.
Se tudo no universo está em génese, então o paraíso ansiado não está no começo mas no fim.
Somos inteiros, mas não prontos. Começamos a nascer e vamos nascendo lentamente até acabar de nascer. É quando então morremos.
Só pode morrer o que é. O possível que ainda não é, permanece para se realizar no além morte.
Não vivemos para morrer. Morremos para ressuscitar.
Se você se sente gente comum, console-se. Deus deve ter amado muito a gente comum para criar um número tão grande, entre eles, eu e você.
Não vá por caminhos já andados. Caso contrário nunca deixará marcas suas no chão.
Se quiser ir longe, vá devagar. Nunca pare nem ande para trás.
Agradeça a Deus por ter tropeçado. Assim evitou uma queda.
Onde não há nenhum medo, não haverá também nenhuma coragem, necessária para viver.
Se quiser esquecer as muitas pedras que impedem o seu caminho, pense nos fundamentos da casa que pode construir com elas.
Na luta entre a pedra e a gota, ganhará sempre a gota não por sua força, mas por sua persistência.
Se mantiver firme a perspectiva do fim, não haverá obstáculo que lhe seja insuperável.
O novo somente surge à condição de que algo tenha sido deixado para trás.
Para quem busca, haverá sempre uma Estrela como a de Belém para iluminar o seu caminho.
Um navio está seguro no porto, mas não é para isso que foi construído.
De uma única vela podem se acender milhares de outras sem que sua luz diminua.
Se quiser subir uma longa escada não olhe para ela, apenas para cada degrau.
Para aqueles que querem cantar, haverá sempre uma melodia à disposição no ar.
Só entenderá bem o outro quem se colocar no lugar dele.
Até o relógio parado, duas vezes ao dia está certo.
Seja como a cigarra que para se renovar tem que perder toda sua aparência exterior.
Só se alegrarão com o nascer do sol aqueles que souberam esperar dentro da noite escura.
Ninguém entrará no céu se primeiro não começou a construí-lo aqui na terra.
Todo menino quer ser homem. Todo homem quer ser rei. Todo rei quer ser Deus. Só Deus quis ser menino.
Porque os cristãos anunciaram um Deus sem o mundo, surgiu em consequência um mundo sem Deus.
Humano assim como Jesus, só Deus mesmo.
No começo de tudo não está a solidão do Uno, mas a comunhão dos Três: da Origem sem origem, da suprema Palavra e da sagrada União de tudo com tudo. Eles estão tão entrelaçados no amor que se unificam, quer dizer, fica Um.
Leonardo Boff *
* Teólogo e professor emérito de ética da UERJ
domingo, janeiro 06, 2008
RESUMO DE ... Pai Rico, Pai Pobre

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Conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre.
O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre é seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras. Os dois acreditam na educação, mas com visões diferentes. Um dizia: "O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal" o outro "A falta de dinheiro é a raiz de todo o mal".
Um dos pais recomendava "Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa" o outro falava "Estude arduamente para comprar uma empresa".
Através dessas opiniões tão divergentes Robert teve a oportunidade de optar por qual dos pais iria dar ouvidos, sendo assim resolveu seguir os conselhos do pai rico.
Robert e seu amigo Mike estudaram em uma escola pública onde todas as crianças dessa escola eram filhos de pessoas ricas. Foi então que Robert começou a indagar seu pai, como ele poderia ficar rico, seu pai não soube lhe explicar. No dia seguinte Robert propôs a seu amigo Mike uma sociedade para ambos ficarem ricos. Infelizmente seu primeiro negócio foi um fracasso. O pai de Robert reconheceu o esforço doas meninos, foi em tão que ele aconselhou à eles que fossem pedir conselhos sobre como ficar rico com o pai de Mike "Pai rico".
Foi a partir desse momento que Robert e Mike começaram a trabalhar e estudar como o pai rico, que lhes ofereceu um emprego em uma de suas lojas.
O pai rico mostra a importância de termos objetivos e persistência, e que devemos fazer com que o dinheiro trabalhe para nós ao invés de trabalharmos para o dinheiro.
E não importa o quanto se ganha, mas sim o quanto se guarda. Para construir um grande império, um sonho devemos planejar e construir em bases sólidas. Sem construirmos sem planejarmos, assim com muitas pessoas o fazem, esse império não vai durar muito tempo.
Muitos se preocupam em ter, não em saber, para um dia ser uma pessoa rica. A diferença entre o Ativo e o Passivo é: * O Ativo coloca dinheiro no seu bolso, * O Passivo tira dinheiro do seu bolso.
O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que está na sua mente. Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível, apenas resulte em um aumento de despesas.
O que falta na educação não saber como ganhar dinheiro, mas como gasta-lo, o que fazer com ele depois de tê-lo ganho.
Os ricos compram ativos, os pobres só tem despesas e a classe média compra passivos, pensando que são ativos.
Para o autor os vários reais que devemos adquiri são agrupados em várias categorias:
Se tiver que trabalhar nos negócios, não é negócio;
* Ações;
* Títulos;
* Fundos Mútuos;
* Imóveis que geram renda;
* Promissória;
Compre ativos que goste, pois o que você gosta, você cuida. Nos estados unidos, os impostos que originalmente foram criados para que houvesse uma taxação sobre os mais ricos, com o passar do tempo começaram a incidir sobre a classe média e daí para baixo, penalizando assim quem os aprovou mediante votação.
Sendo assim faz-se necessário o conhecimento do sistema legal, juntamente com a contabilidade para que se possa adequar os investimentos à menor incidência de impostos. E nesse aspecto a sociedade anônima constitui uma excelente ferramenta. Pois além de proteger os ativos sob um manto de artifícios legais, faz com que os impostos incidam sobre o saldo do faturamento menos todos os gastos, enquanto que para uma pessoa física o desconto do imposto dá-se na fonte de sua renda.
Todos os indivíduos possuem uma gama de atributos para que possam tornar-se empreendedores bem sucedidos. E, por que isso não ocorre?
A principal causa á a falta de autoconfiança, pois no mundo fora dos centros de informação (escolas) são exigidas habilidades que lá não foram desenvolvidas, tais como garra, ousadia, coragem, audácia, esperteza e tenacidade, entre outras.
Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de avaliar e assumir riscos administrando-os em cada oportunidade que nos aparece, pois a tendência natural é a busca da segurança que geralmente não é a melhor escolha para sermos bem sucedidos em nossos empreendimentos.
Os empreendedores encontram oportunidades onde a grande maioria não as vê, assumem riscos baseando-se em conhecimentos financeiros contábeis e jurídicos capazes de tornarem estes riscos calculáveis e então entrar no "jogo" do mercado para sonhar, e se fracassarem sabem que isso faz parte da busca do sucesso e usam isso para tornarem-se mais atentos na próxima oportunidade e assim vão cumulando ativos ao longo da vida ao passo que as pessoas que não desenvolveram esta inteligência financeira passaram o tempo inteiro fazendo contas de como saldar suas dívidas, reclamando do patrão e do governo, quando na verdade o que poderia mudar sua situação financeira seria uma mudança de atitude frente às oportunidades, passando da acomodação à ação.
Robert diz que um profissional deve se preocupar em apreender, em ampliar seus conhecimentos, independente do Roma de negócios que venha escolher. Não devemos trabalhar pensando exclusivamente em um salário melhor ou em um emprego mais estável, mais duradouro, porque se nos especializarmos em uma única área ficaremos dependente deste mercado, e por tanto, vulnerável profissionalmente.
Devemos desenvolver habilidades e conhecimento gerais que nos servirão para administrar o nosso negócio. Algumas habilidades como vendas e entendimento de organização são básicas para que qualquer atividade possa ter sucesso.
Se você aprender a vender bem a sua idéia, independente de qual seja, terá sucesso. Se você aprender a administrar bem o seu negócio, na área financeira, pessoal, independente de qual seja, terá sucesso.
Quanto melhor você se comunicar, negociar a administrar mais sucesso terá. Devemos aprender que também devemos ser eternos alunos e eternos professores, que devemos dar para poder receber.
Mesmo as pessoas alfabetizadas financeiramente, podem ter problemas para sua independência financeira. Algumas razões são: Medo - Não existe nada de errado em perder dinheiro, o importante é ter a coragem de encarar o medo e o risco.
"Se você odeia risco e preocupação .... comece cedo"
Nunca encontraremos um vencedor que nunca passou por perdas e fracassos. Para os vencedores o fracasso é uma inspiração, para os perdedores uma derrota.
Se você for do tipo que não aceita perder, fique com a segurança. Se quiser enfrentar o fracasso, vá a luta, ache seu foco e encare as perdas como fonte de inspiração.
Superar o Ceticismo - Existem aquelas pessoas pessimistas que procuram a todo o momento razões para achar que algo não vai dar certo, influenciando negativamente a si e aos que o rodeiam.
Idéia com esta fazem pessimistas andarem para traz, pois escolhem ficar com a segurança, enquanto que os ricos que não dão ouvidos ao medo, encaram os desafios.
Preguiça - Preguiça não é o nome que se da para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar. Muitos profissionais ocupados demais, muitas vezes com a desculpa de excesso de trabalho estão é fugindo de algo mais, de encarar algo novo, do desfio. Isto também chamamos de preguiça. Podemos lutar contra essa forma de preguiça, desenvolvendo dentro de nós uma ambição, positiva é claro, que nos faz parar de dizer frases como "Isso eu não posso comprar" e nos faz com que digamos "O que tenho que fazer para comprar isto?"
Maus Hábitos - Nossa vida é um reflexo de nossos hábitos de nossa educação. O empresário dito como correto sempre paga primeiro suas obrigações e depois se sobrar paga a si próprio.
Se pagarmos a nós em primeiro lugar, teremos que trabalhar mais, pois nossas obrigações somos obrigados a pagar, com isso, teremos criado uma nova fonte de motivação. Arrogância é ego mais ignorância - O que sei, me faz ganhar dinheiro, o que não sei me faz perder. Muitas pessoas usam a arrogância para disfarçar sua ignorância sobre determinado assunto. Quando você for ignorante sobre determinado assunto não se acomode, não se envergonhe, busque algo ou alguém que lhe de este conhecimento.
Em cada um de nós reside um gênio financeiro, para algumas pessoas este gênio está adormecido, pois nossa cultura nos ensina que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nossa cultura nos ensina a trabalhar pelo dinheiro e não o dinheiro a trabalhar para nós, nos ensina a não nos preocupar com o futuro financeiro. Devemos definir os "não quero" e os "quero" na vida, ou seja, não quero perder dinheiro, não quero trabalhar a vida inteira, não quero ser empregado, os "não quero", eles criam os "quero", exemplo, quero ser livre para viajar por todo o mundo e viver o estilo de vida que gosto, quero controlar meu tempo e minha vida.
Acredite que você é capaz, vá atrás de seus sonhos, realize-os. Para tanto, segundo o autor existem 10 passos importantíssimos para se seguir: 1° - Encontrar razão maior que a realidade, tenha um objetivo, algo motivador, escolha o que você quer!
Pessoas arrogantes e críticas são muitas vezes, pessoas com baixa auto-estima, que têm medo de assumir riscos. 2° O poder da escolha, você escolhe as opções que colocam você mais próximo de seus objetivos.
3° Escolha seus amigos, não somente por sua situação financeira, mas sim, pelo que essa pessoa possa lhe transmitir de ensinamentos e conhecimentos, bons ou ruins, bons para que você possa fazer o mesmo e ruins para que você nunca faça.
4°Domine uma fórmula de fazer algo cada vez melhor e mais rápido, isto serve também para ganhar dinheiro.
5°Autodisciplina, ou seja, pague primeiro a si mesmo, mesmo sem dinheiro, pague a si mesmo primeiro, porque a partir daí você usará a cobrança de seus credores como motivação e determinação para conseguir o quer.
6°Pague bem as pessoas que trabalham para você, principalmente aquelas que lhe ajudam a ganhar dinheiro.
7°Sempre que emprestar, solicite de volta, sempre observe o retorno sobre o investimento: são os ativos que você obtém de graça depois que você recebe seu dinheiro de volta. Isso é inteligência financeira.
8°Ativos compram supérfluos, ou seja, concentre-se em como ganhar dinheiro fazendo o dinheiro trabalhar por você, coloque seu desejo de consumir para motivar seu gênio financeiro a investir.
9°A necessidade de heróis, temos a necessidade de nos espelhar em alguém positivo, pessoas bem sucedidas como exemplo, porque se eles conseguiram nós também conseguiremos.
10°Doe antes de receber, sempre que puder doe algo a alguém principalmente conhecimento. Isto é uma ação, e toda a ação tem uma reação.
Há muita gente que quer fazer, em lugar de pensar, e há gente que pensa mas não faz. As duas formas juntas são ótimas, devemos adorar idéias e adorar agir. Pare de fazer o que não funciona e procure algo novo para fazer. Não desista de uma idéia antes de tentar, compre livros, faça cursos, busque novas idéias, converse com alguém que já tenha feito o que você quer fazer, peça dicas.
Quando estiver comprando faça ofertas mínimas, sem a vergonha e o medo, e quando estiver vendendo sempre peça o máximo possível. Quando algo envolve dinheiro seja profissional, esperto, queira só ganhar.
Pessoas que pensam pequeno não conseguem grandes oportunidades, comece pensando grande e termine pensando maior ainda.
Você precisa agir antes de poder receber recompensas financeiras. Aja agora!
Pai Rico Pai Pobre
Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de "Pai Rico". Foi dele que Robert recebeu as primeiras noções sobre o valor do dinheiro. Conselhos bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de "Pai Pobre".
O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais.
Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará.
No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fortes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados.
Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido.
sábado, janeiro 05, 2008
Motorola apresenta media player e telemóvel compatível com DVB-H

A Motorola apresentou um novo dispositivo móvel que permite a visualização de televisão, vídeo on-demand e programação gravada em equipamentos digitais.
A demonstração pública do aparelho acontecerá em Las Vegas, no âmbito da Consumer Electronics Show (CES), na próxima semana, altura em que os responsáveis da Motorola apresentarão as capacidades do DHO1.
De acordo com a fabricante norte-americana, o dispositivo é compatível com DVB-H e "está bem posicionado para modificar o estilo de vida dos consumidores" melhorando "a experiência de cada um". No entender da Motorola, a solução apresentada hoje poderá ser encarada como uma forte oportunidade para a diferenciação de serviços quer para fornecedores quer para produtores.
Navin Mehta, vice-presidente da Motorola para a área de Serviços, Aplicações e Mobile TV, refere em comunicado que a televisão móvel "deverá crescer significativamente ao longo de 2008 e a Motorola está numa posição privilegiada" para levar os conteúdos de entretenimento móvel aos consumidores.
O Mobile TV DH01 é mais pequeno do que um livro e possui um ecrã de 4,3 polegadas onde a qualidade de imagem é suportada por gráficos com mais de 16 milhões de cores. Segundo a Motorola, o equipamento inclui um buffer de memória de cinco minutos, o que permite fazer uma pausa durante as visualizações de TV em directo, e suporta cartões de memória de 256 MB para o armazenamento de até 90 minutos de vídeo.
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Rumo ao Universo Paralelo, artigo de Michio Kaku

O Universo está fadado a acabar. Mas, antes que isso aconteça, poderia uma civilização avançada escapar para um uUniverso Paralelo através de um ‘buraco de minhoca’? A idéia soa como ficção científica, mas é compatível com as leis da Física e da Biologia
Michio Kaku é professor de física teórica na Universidade da Cidade de Nova York. Este artigo, adaptado de seu livro ‘Parallel Worlds’ e publicado na ‘Prospect’, foi traduzido e divulgado no caderno ‘Mais!’ da ‘Folha de SP’:
O Universo está fora de controle, em processo de aceleração desenfreada. Com o tempo, toda a vida inteligente se verá diante da perspectiva do fim: o grande congelamento. Uma civilização avançada precisa partir em sua última viagem, fugindo para um Universo paralelo.
Na mitologia nórdica, Ragnarok -a morte dos deuses- começa quando a terra é presa nas garras intransigentes de um frio de gelar os ossos. O próprio céu congela, enquanto os deuses caem mortos em grandes batalhas contra serpentes malignas e lobos assassinos.
O Sol e a Lua são devorados, e as trevas eternas descendem sobre a terra árida e congelada. Finalmente Odin, pai de todos os deuses, cai morto também, e o próprio tempo chega ao fim.
É possível que essa lenda antiga tenha previsto o futuro que nos espera? Desde o trabalho de Edwin Hubble, na década de 1920, os cientistas sabem que o Universo está se expandindo, mas a maioria deles acreditava que, à medida que o Universo envelhece, essa expansão desacelera.
Em 1998, astrônomos do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e da Universidade Nacional Australiana calcularam o grau de expansão, estudando dezenas de explosões poderosas de supernovas em galáxias distantes, capazes de iluminar o Universo inteiro.
Eles não conseguiram acreditar nos dados que colheram. Alguma força desconhecida estava distanciando as galáxias, o que provoca a aceleração do processo de expansão do Universo.
Brian Schmidt, um dos líderes do grupo de cientistas, comentou: ‘Eu ainda estava relutando em acreditar, mas tínhamos checado tudo. Eu relutava muito em dizer às pessoas o que tínhamos verificado, porque achei realmente que seríamos massacrados’.
Os físicos voltaram correndo às suas pranchetas e se deram conta de que alguma ‘energia escura’ de origem desconhecida, algo semelhante à ‘constante cosmológica’ de Einstein, estava agindo como força antigravitacional.
Aparentemente, o próprio espaço vazio contém energia escura repulsiva suficiente para fazer o Universo expandir até explodir. Quanto mais o Universo se expande, mais energia escura existe, o que o leva a expandir ainda mais rapidamente, num processo que se intensifica sem parar.
Em 2003, esse resultado espantoso foi confirmado pelo satélite WMAP (Sonda de Anisotropia de Microondas de Wilkinson, na sigla em inglês).
Orbitando a 1,6 milhão de quilômetros da Terra, esse satélite detecta a fraca radiação de microondas que banha o Universo. Ele é tão sensível que é capaz de fotografar, com detalhes minuciosos, o brilho provocado pela radiação de microondas que sobrou do Big Bang.
O satélite WMAP resolveu a polêmica de longa data em torno da idade do Universo, que foi oficialmente determinada em 13,7 bilhões de anos.
O mais notável, porém, é que os dados indicam que a energia escura não é mera anomalia: ela compõe 73% da matéria e da energia do Universo inteiro.
Para aprofundar o mistério, os dados mostraram que 23% do Universo consiste de ‘matéria escura’, uma forma bizarra de matéria que é invisível, mas tem massa. O hidrogênio e o hélio compõem 4% dela, e os demais elementos, meros 0,03%.
A energia escura e a maior parte da matéria escura não são feitas de átomos, o que significa que, contrariamente ao que acreditavam os gregos e ao que é ensinado nos cursos de química, a maior parte do Universo não é composta de átomos.
À medida que o Universo se expande, seu teor de energia é diluído, e as temperaturas terminam por cair para quase o zero absoluto, na qual até mesmo os átomos param de se mover.
Uma das leis imutáveis da física é a segunda lei da termodinâmica, que afirma que tudo acaba por se esgotar, que a entropia (desordem ou caos) total do Universo sempre aumenta.
Isso quer dizer que o ferro oxida, nossos corpos envelhecem e decaem, os impérios desabam, as estrelas esgotam seu combustível nuclear e o próprio Universo vai se esgotar, na medida em que as temperaturas caírem, de maneira uniforme, para quase o zero.
A morte do Universo inteiro parece inescapável. Assim, em algum dia do futuro distante, a última estrela vai deixar de brilhar e o Universo inteiro será recoberto de destroços nucleares, estrelas de nêutrons mortas e buracos negros.
Como pessoas sem-teto, em farrapos, tentando se aquecer em volta de fogueiras minguantes, as civilizações inteligentes vão se reunir em volta das derradeiras brasas bruxuleantes.
Salvação nas cordas?
Embora a termodinâmica e a cosmologia apontem para a morte de todas as formas de vida no Universo, ainda existe uma saída possível.
É uma das leis da evolução que, quando o meio ambiente muda de maneira radical, a vida deverá se adaptar, fugir ou morrer. A primeira alternativa parece impossível. A última é indesejável. Isso nos deixa com uma escolha: deixar o Universo.
Embora o conceito de deixar nosso Universo moribundo para entrar em outro soe como maluquice total, não existe lei da física que nos proíba de entrar num Universo paralelo.
A teoria da relatividade geral de Einstein prevê a existência de ‘buracos de minhoca’, ou portais que interligam Universos paralelos, às vezes descritos como ‘pontes de Einstein-Rosen’. Mas ainda não se sabe se correções à teoria quântica possibilitam ou não uma viagem desse tipo.
Visto no passado como idéia despropositada, o conceito do ‘multiverso’ vem gerando muito interesse entre físicos de tendências diversas.
Em primeiro lugar, a teoria mais amplamente aceita que condiz com os dados obtidos pelo WMAP é a teoria dita inflacionária proposta por Alan Guth, do MIT, em 1979.
Ela postula uma expansão turbocarregada do Universo no início do tempo. A idéia do Universo inflacionário fornece uma explicação plausível para vários enigmas cosmológicos, incluindo a uniformidade e o formato plano do Universo.
Entretanto, como os físicos ainda não sabem o que moveu esse processo inflacionário rápido, ainda existe a chance de que ele poderia se dar novamente, num ciclo interminável.
Essa é a idéia inflacionária caótica de Andrei Linde, da Universidade Stanford, na qual ‘universos-pais’ geram ‘universos-bebês’, num ciclo contínuo e interminável, como bolhas de sabão que se dividem em duas bolhas menores.
Mas o que provocou o Big Bang e deu início a essa inflação? A pergunta permanece sem resposta. Como o Big Bang foi tão intenso, temos que abandonar a teoria da relatividade geral de Einstein, que forma a estrutura subjacente a toda a cosmologia.
A teoria de Einstein se desfaz no instante do Big Bang, e, portanto, não consegue responder às perguntas filosóficas e teológicas profundas suscitadas por esse evento. Nessas temperaturas incríveis, precisamos incorporar a teoria quântica, que governa a física do átomo.
A teoria quântica e a teoria da relatividade de Einstein são opostas. A primeira rege o mundo do muito pequeno, o reino subatômico peculiar dos elétrons e quarks. A teoria da relatividade rege o mundo do muito grande -dos buracos negros e dos universos em expansão.
Portanto, a relatividade não se presta a explicar o instante do Big Bang, quando o Universo era menor do que uma partícula subatômica.
Nesse momento, poderíamos prever que efeitos de radiação predominassem sobre a gravidade, e, portanto, precisamos de uma descrição quântica da gravidade. Um dos maiores desafios que confronta a física é o de unificar essas teorias numa única e coerente teoria de todas as forças.
Os físicos de hoje ainda tateiam à procura dessa ‘teoria de tudo’. Muitas propostas já foram feitas ao longo do último meio século, mas todas se mostraram inconsistentes ou incompletas. Até agora, a teoria mais largamente aceita – na realidade, a única – é a teoria das cordas.
A versão mais recente da teoria das cordas, a teoria-M, pode responder a uma pergunta que há um século atormenta aqueles que defendem a idéia da existência de várias dimensões: onde elas estão?
A fumaça pode se expandir e encher um cômodo inteiro sem desaparecer no hiperespaço; logo, as dimensões superiores, se é que existem, devem ser menores do que um átomo.
Se o espaço das dimensões superiores fosse maior do que um átomo, veríamos átomos vagando por aí e desaparecendo misteriosamente numa dimensão superior, coisa que não vemos acontecer em laboratório.
De acordo com a teoria das cordas mais antiga, era preciso ‘dobrar’ ou embrulhar seis das dez dimensões originais, de modo que sobrasse o Universo tetradimensional de hoje. Essas dimensões indesejadas eram apertadas dentro de uma bola minúscula, pequena demais para ser visível.
Mas a teoria-M acrescenta a essa idéia uma variante nova: algumas das dimensões superiores podem ser de tamanho maior, ou mesmo infinito. Imagine duas folhas de papel paralelas.
Se uma formiga vivesse sobre cada uma, cada formiga pensaria que sua folha era o Universo inteiro e desconheceria a existência de outro Universo bem próximo. Na realidade, o outro Universo seria invisível.
Cada formiga viveria sua vida, desconhecendo a existência de outro Universo a poucos centímetros de distância. Do mesmo modo, nosso Universo pode ser uma membrana que flutua num hiperespaço de 11 dimensões, enquanto nós desconhecemos os Universos paralelos que estão próximos de nós.
Uma versão interessante da cosmologia baseada na teoria-M é o Universo dito ‘ecpirótico’ (o termo deriva da palavra grega que significa ‘conflagração’). Ele parte da premissa de que nosso Universo é uma membrana plana e infinita que flutua num espaço de dimensão superior.
De vez em quando, porém, a gravidade atrai uma membrana vizinha. Esses dois Universos paralelos correm em direção um do outro até colidirem, liberando uma quantidade colossal de energia (o ‘Big Splat’, algo como o grande estalido).
Essa explosão gera nosso Universo conhecido e manda os dois Universos paralelos voando em direções opostas no hiperespaço.
Buscando dimensões extra
O intenso interesse pelas dimensões superiores gerado pela teoria das cordas foi chegando aos poucos até o mundo da física experimental. Algo que não passava de tema de conversas casuais em torno de uma mesa de jantar vem sendo traduzido em experimentos de física que custam muitos milhões de dólares.
Foi conduzido na Universidade do Colorado, em Denver, o primeiro experimento para procurar a presença de um Universo paralelo. Os físicos procuraram minúsculos desvios da lei da gravidade de Newton.
A luz de uma vela se dilui à medida que se espalha, reduzindo-se no inverso do quadrado da distância da separação.
Do mesmo modo, de acordo com a lei de Newton, a gravidade também se espalha e se reduz no espaço. Num Universo tetradimensional, porém, existe mais espaço para a luz e a gravidade se espalharem, de modo que elas decrescem ao inverso do cubo da distância.
Portanto, procurando desvios minúsculos da lei do inverso do quadrado, podemos captar a quarta dimensão. Até agora, esses experimentos só tiveram resultados nulos.
Outras possibilidades também vêm sendo exploradas. Em 2007 será ligado, perto de Genebra, o LHC (Grande Colisor de Hádrons), capaz de aplicar sobre partículas subatômicas a energia colossal de 14 trilhões de elétron-volts (10 trilhões de vezes a energia encontrada numa reação química típica).
Essa máquina, o maior colisor de átomos do mundo, que tem 27 quilômetros de circunferência e se ergue entre França e Suíça, vai vasculhar lugares 10 mil vezes menores do que um próton.
Os físicos prevêem encontrar todo um ‘zoológico’ de novas partículas subatômicas que não eram vistas desde o Big Bang.
Ademais, por volta de 2012 será posto em órbita o detetor Lisa (Antena Espacial de Interferômetros a Laser, na sigla inglesa) de ondas gravitacionais, baseado no espaço.
O Lisa será capaz de detectar as ondas de choque gravitacional emitidas menos de um trilionésimo de segundo após o Big Bang.
O Lisa é tão sensível -ele é capaz de medir distorções com diâmetro equivalente a um décimo de um átomo- que é possível que seja capaz de testar muitos dos cenários que estão sendo propostos para o Universo anterior ao Big Bang, incluindo a teoria das cordas.
Saída pelo buraco
Infelizmente, a energia necessária para manipular essas dimensões superiores está muito além de qualquer coisa que teremos à nossa disposição no futuro previsível: 1019 bilhões de elétron-volts, ou um quatrilhão de vezes a energia do Grande Colisor de Hádrons.
Para operar nesse nível será exigida a tecnologia de uma civilização superavançada.
Para organizar uma discussão das civilizações extraterrestres avançadas, os astrofísicos freqüentemente utilizam a classificação de civilizações em tipos 1, 2 e 3 introduzida nos anos 1960 pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev, de acordo com seu consumo energético.
Seria possível prever que uma civilização do tipo 3, usando a plena potência de seus recursos galácticos, seria capaz de fugir do grande congelamento.
Os corpos de seus cidadãos, por exemplo, poderiam ser geneticamente modificados, e seus órgãos, substituídos por implantes computadorizados, representando uma fusão sofisticada de silício e carbono.
Mas mesmo esses corpos sobre-humanos não sobreviveriam ao grande congelamento.
Isso acontece porque definimos a inteligência como a capacidade de processar informações. O processamento de informações – logo, a inteligência – requer energia fornecida por máquinas e motores, o que se tornará impossível quando as diferenças de temperatura caírem para o zero.
De acordo com as leis da física, a inteligência não poderá sobreviver num mundo uniformemente frio.
Entretanto, como o grande congelamento provavelmente ainda está bilhões ou mesmo trilhões de anos no futuro, haverá tempo para uma civilização do tipo 3 planejar a única estratégia consistente com as leis da física: deixar este Universo.
Para isso, uma civilização avançada terá primeiro que descobrir as leis da gravidade quântica, que pode ou não ser a teoria das cordas.
Essas leis serão cruciais para calcular diversos fatores desconhecidos, tais como a estabilidade dos ‘buracos de minhoca’ que nos conectam a um Universo paralelo, e como vamos saber qual será a aparência desses universos paralelos.
Antes de dar um salto para o desconhecido, teremos que saber o que existe do outro lado. Mas como darmos esse salto? Seguem algumas formas possíveis.
Encontrar um portal
Uma civilização avançada que tenha colonizado a galáxia poderá, durante suas explorações, ter topado com resquícios primordiais e exóticos do Big Bang.
A expansão original foi tão rápida e tão explosiva que mesmo buracos de minhoca minúsculos podem ter sido esticados até um tamanho macroscópico.
Mas, se não forem encontrados tais portais naturais, a civilização terá que tomar algumas medidas mais complexas e difíceis.
Sonda num buraco negro
Hoje sabemos que existe fartura de buracos negros; há um escondido no centro de nossa própria galáxia da Via Láctea. Sondas enviadas por um buraco negro poderiam proporcionar respostas a algumas perguntas.
Em 1963, o matemático Roy Kerr mostrou que um buraco negro que gire rapidamente não irá cair num ponto, mas num anel, impedido de desabar pela força centrífuga.
Todos os buracos negros são cercados por um horizonte de eventos ou ponto além do qual não existe retorno possível. É possível conceber que, para que se pudesse fazer a viagem de volta, seriam necessários dois buracos negros desse tipo.
Mas, para uma civilização avançada que estivesse fugindo do grande congelamento, é possível que uma viagem apenas de ida seja o suficiente.
O que aconteceria se caíssemos pelo anel de Kerr é uma questão em aberto. Essa polêmica pegou fogo no ano passado, quando Stephen Hawking admitiu ter cometido um erro, 30 anos atrás, ao apostar na idéia de que os buracos negros engolem tudo, inclusive a informação.
Talvez a informação seja esmagada para sempre pelo buraco negro, ou talvez ela passe para o Universo paralelo do outro lado do anel de Kerr.
A idéia mais recente de Hawking é que a informação não se perde totalmente. Mas ninguém acredita que a última palavra sobre essa questão já tenha sido proferida.
Criar energia negativa
Em 1988, Kip Thorne e seus colegas no Instituto de Tecnologia da Califórnia mostraram que, se alguém possuísse matéria exótica ou energia negativa suficiente, poderia usá-la para criar um buraco de verme passível de ser atravessado – ou seja, pelo qual poderia ir e vir livremente entre seu laboratório e um ponto distante no espaço (ou no tempo).
A matéria/energia negativa seria suficiente para manter aberta a garganta do buraco de minhoca, possibilitando as viagens.
Infelizmente, ninguém nunca viu matéria exótica. Em princípio, ela deve pesar menos do que nada e cair para cima, em lugar de para baixo. Se ela existiu quando a Terra foi criada, terá sido repelida pela gravidade da Terra e se afastado no espaço.
Mas a energia negativa já foi vista em laboratório, sob a forma do efeito Casimir. Normalmente a força entre duas placas paralelas não-carregadas deve ser zero.
Mas, se flutuações quânticas fora das placas forem maiores do que as flutuações entre elas, será criada uma força de compressão líquida.
As flutuações que empurram as placas são maiores do que as que as empurram de dentro para fora, de modo que essas placas são atraídas entre si.
Isso foi previsto pela primeira vez em 1948 e medido em 1958. Mas a energia de Casimir é muito pequena -é proporcional ao inverso da quarta potência da separação das placas.
Outra fonte de energia negativa são os raios laser. Os pulsos de laser contêm ‘estados comprimidos’, que, por sua vez, contêm energia positiva e também negativa.
O problema consiste em separar a energia negativa da positiva dentro do raio. Embora isso seja teoricamente possível, é extremamente difícil. Se uma civilização sofisticada soubesse fazê-lo, então lasers poderosos poderiam gerar energia negativa suficiente.
Mesmo os buracos negros têm energia negativa que os cerca, perto de seus horizontes de eventos. Em princípio, isso poderia ser a garantia de quantidades imensas de energia negativa.
Mas os problemas técnicos relacionados à extração de energia negativa tão perto de um buraco negro são extremamente complexos.
Criar um universo-bebê
Segundo a teoria da inflação, talvez bastassem alguns gramas de matéria para criar um universo-bebê. Isso acontece porque a energia positiva da matéria zera a energia negativa da gravidade.
Se o Universo é fechado, as duas se cancelam com precisão. O Universo pode, sim, ser uma boca-livre em certo sentido, como já disse Guth.
Os universos-bebês são, em princípio, criados naturalmente, quando uma certa região do espaço-tempo se torna instável e entra num estado denominado ‘falso vácuo’, que desestabiliza o tecido do espaço-tempo. Uma civilização avançada poderia fazer isso propositalmente, concentrando energia numa região só. Para isso seria preciso ou comprimir a matéria até uma densidade de 1080 g/cm3, ou então aquecê-la até a temperatura de 1029 Kelvin.
Para criar as condições fantásticas necessárias para abrir um buraco de minhoca com energia negativa ou criar um falso vácuo com energia positiva, talvez fosse preciso dispor de um ‘quebrador cósmico de átomos’.
Os físicos estão tentando construir aceleradores ‘de mesa’ capazes, em princípio, de atingir bilhões de elétron-volts. Eles utilizaram raios laser poderosos para alcançar uma aceleração energética de 200 bilhões de elétron-volts por metro, um novo recorde.
Os avanços são rápidos, e a energia está aumentando num fator de dez a cada cinco anos. Embora problemas técnicos ainda não tenham permitido a criação de um verdadeiro acelerador de mesa, uma civilização avançada terá bilhões de anos para aperfeiçoar esse e outros artefatos.
Implosão a laser
Em princípio, pode ser possível criar raios laser de potência ilimitada; as únicas restrições são a estabilidade do material de laser e a energia da fonte.
Já são comuns em laboratório os laseres de terawatts (trilhões de watts), e laseres de petawatts (quatrilhões de watts) estão pouco a pouco se tornando possíveis (a título de comparação, uma usina nuclear comercial gera apenas 1 bilhão de watts de energia contínua).
Podemos até mesmo visualizar um laser de raios X movido pela energia de uma bomba de hidrogênio, que carregaria energia inimaginável.
No Laboratório Nacional Lawrence Livermore, uma bateria de laseres é disparada radialmente sobre uma pequena bolota de deutereto de lítio, o ingrediente ativo de uma bomba de hidrogênio, para ‘domesticar’ a potência da fusão termonuclear.
Nanobô recria a civilização
Se os buracos de minhoca criados nos procedimentos anteriores forem pequenos ou instáveis demais ou se os efeitos da radiação forem demasiado intensos, então talvez pudéssemos enviar apenas partículas do tamanho de átomos através de um buraco de minhoca.
Nesse caso, essa civilização poderia partir para a última solução possível: fazer passar pelo buraco uma ‘semente’ de tamanho atômico, capaz de fazer a civilização renascer do outro lado.
Esse processo é encontrado comumente na natureza. A semente do carvalho, por exemplo, é compacta, resistente e própria para sobreviver a uma viagem longa e a viver da terra. Ela contém toda a informação genética necessária para regenerar a árvore.
Uma civilização avançada pode querer enviar pelo buraco de minhoca informações suficientes para criar um ‘nanobô’, ou máquina auto-reprodutora de tamanho atômico, construída com a ajuda da nanotecnologia.
Ela seria capaz de viajar a uma velocidade próxima à da luz, porque teria apenas o tamanho de uma molécula. Ela aterrissaria sobre uma lua árida e utilizaria as matérias-primas para criar uma fábrica química que geraria milhões de cópias dela mesma.
Uma multidão desse robôs então viajaria a outras luas, em outros sistemas solares, e criaria novas fábricas químicas.
Esse processo todo seria repetido inúmeras vezes, gerando milhões e mais milhões de cópias do robô original. Começando com um único robô, haveria uma esfera de trilhões desses robôs se expandindo, colonizando a galáxia inteira.
(Essa idéia foi a base do filme ‘2001’, provavelmente o retrato fictício de maior precisão científica feito até agora de um encontro com uma forma de vida extraterrestre.
Em lugar de topar com seres alienígenas num disco voador ou na nave Enterprise, a possibilidade mais realista é que façamos contato com uma sonda robótica deixada numa lua por uma civilização do tipo 3 de passagem pelo local.
Essa possibilidade foi apresentada por cientistas nos minutos iniciais do filme, mas Stanley Kubrick cortou as entrevistas com eles da edição final do filme.)
Em seguida, essas sondas robóticas criariam enormes laboratórios de biotecnologia. As seqüências de DNA dos criadores das sondas teriam sido registradas cuidadosamente, e os robôs teriam sido desenhados para injetar essa informação em incubadoras que, então, clonariam a espécie inteira.
Uma civilização avançada poderia, também, codificar as personalidades e as memórias de seus habitantes e injetá-las nos clones, permitindo que a raça inteira fosse reencarnada.
Embora esse cenário seja aparentemente fantástico, ele condiz com as regras conhecidas da física e da biologia e estaria dentro das capacidades de uma civilização de tipo 3.
Não existe nas leis da ciência nada que impeça a regeneração de uma civilização a partir do nível molecular. Para uma civilização moribunda presa num Universo em processo de congelamento, essa talvez representasse sua última esperança. (Tradução de Clara Allain)
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Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
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Acerca de mim
- PAULO FARIA
- Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.
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