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terça-feira, março 22, 2011

Apple Lança iPad 2


Um novo design mais fino, leve e rápido e agora com FaceTime, Smart Covers e 10 horas de bateria
SAN FRANCISCO—2 de Março, 2011—A Apple® apresentou hoje o iPad™ 2, a nova geração do mágico dispositivo para navegar na Web, ler e enviar emails, ver fotos e vídeos, ouvir música, jogar e ler ebooks, entre muitas outras funções. O iPad 2 possui um design completamente novo que é 33 por cento mais fino e até 15 por cento mais leve que o iPad original, ao mesmo tempo que mantém o magnífico display LCD LED retroiluminado de 9,7 polegadas. O iPad 2 inclui o novo processador dual-core A5 da Apple que permite uma rápida performance e magníficos gráficos e agora inclui duas câmaras, uma câmara VGA frontal para FaceTime® e Photo Booth®, e uma de retaguarda para captura de vídeo em HD 720p, trazendo pela primeira vez a inovadora funcionalidade FaceTime para os utilizadores de iPad. Apesar de ser mais fino, leve e rápido e de ter magníficas novas funcionalidades, o iPad 2 continua a oferecer as mesmas 10 horas de autonomia de bateria* que os utilizadores esperam. O iPad 2 está agora disponível em branco e preto, possui modelos que funcionam com as redes 3G da AT&T e da Verizon, e apresenta as inovadoras iPad 2 Smart Cover numa variedade de cores vibrantes em poliuretano e cabedal.

“Com mais de 15 milhões de unidades vendidas, o iPad definiu uma categoria completamente nova na área dos dispositivos móveis”, disse Steve Jobs, CEO da Apple. “Enquanto outros estão empenhados em copiar o iPad da primeira geração, nós estamos a lançar o iPad 2, que eleva a fasquia à concorrência e provavelmente fará com que regressem à fase de desenho.”

Com as novas câmaras frontal e de retaguarda, os utilizadores do iPad 2 podem agora fazer chamadas FaceTime para milhões de utilizadores iPhone® 4, iPod touch® e Mac® para verem a família e os amigos em qualquer lugar em que exista Wi-Fi. O Photo Booth deixa aplicar efeitos visuais divertidos, incluindo oito efeitos especiais como Squeeze, Twirl e Kaleidoscope, a fotos tiradas com qualquer uma das câmaras.

O iPad 2 vem munido do iOS 4.3, a mais recente versão do sistema operativo móvel mais avançado do mundo, que inclui novas funcionalidades, incluindo uma performance de navegação mais rápida através do Safari®; iTunes® Home Sharing; melhorias no AirPlay®;** a opção para usar o switch lateral do iPad para bloquear a rotação do ecrã ou colocar o equipamento em modo de silêncio; e o Personal Hotspot para partilhar a ligação de dados do iPhone 4 através de Wi-Fi.*** Entre outras novas funcionalidades do iPad 2 está a integração do giroscópio para conseguir uma jogabilidade avançada; suporte HSUPA para melhorias nas velocidades de upload 3G no iPad 2 Wi-Fi + 3G, e HDMI Video Mirroring que permite aos utilizadores replicar o ecrã do iPad numa HDTV através de um adaptador opcional.

A inovadora nova Smart Cover do iPad2 protege o ecrã do iPad enquanto mantém o perfil fino e leve do dispositivo. Desenhada com um suporte magnético único, que se alinha sozinho e que faz com que a capa seja facilmente colocada e retirada, o novo iPad 2 Smart Cover acorda automaticamente o iPad 2 quando é aberta e coloca-o em sleep mode quando está fechada, e tem uma suave microfibra que ajuda a manter o ecrã limpo. A Smart Cover também pode ser dobrada num suporte para escrever ou para ver vídeos e está disponível em poliuretano por $39 ou em cabedal por $69 numa vasta gama de cores, que inclui (PRODUCT) RED que ajuda o Global Fund para combater a SIDA em África.

Apple também apresentou duas novas aplicações: iMovie® e GarageBand® para iPad, ambas disponíveis na App Store℠ por apenas $4.99 cada. Com o iMovie, os utilizadores do iPad 2 podem gravar e editar os seus vídeos directamente no iPad e depois fazer o post dos seus filmes no YouTube, Facebook, Vimeo e nas suas galerias MobileMe℠; vê-los nos seus iPod®, iPhone ou iPad; assim como visualizá-los nas suas HDTV usando AirPlay e Apple TV®. O GarageBand transforma o seu iPad numa colecção de instrumentos de toque e num estúdio de gravação de oito pistas, permitindo-lhe utilizar teclados, guitarras, bateria e baixos no ecrã usando gestos multi-touch – mesmo que não saiba tocar um instrumento musical.

O iPad 2 corre praticamente todas as mais de 350 mil aplicações disponíveis na App Store e existem mais de 65 mil aplicações nativas para o iPad disponíveis num incrível leque de 20 categorias, incluindo Jogos, Negócios, Notícias, Desporto, Saúde, Referência e Viagens. A iTunes Store permite que os utilizadores do iPad acedam à maior loja on-line de música, séries de TV e filmes do Mundo, com um catálogo de mais de 14 milhões de músicas, mais de 50 mil episódios de TV e mais de 10 mil filmes, incluindo 3500 em alta definição. A aplicação iBooks® para iPad inclui a iBookstore℠ da Apple, a melhor forma de procurar, comprar e ler livros num dispositivo móvel ****.

Preço e disponibilidade

O iPad 2 com Wi-Fi vai estar disponível a 11 de Março por um preço recomendado de venda ao público de $499 (US) para o modelo de 16GB, $599 (US) para o modelo de 32GB e $699 (US) para o modelo de 64GB. O iPad 2 Wi-Fi + 3G vai estar disponível a um preço recomendado de venda ao público de $629 (US) para o modelo de 16GB, $729 (US) para o modelo de 32GB e $829 (US) para o modelo de 64GB. O iPad 2 Wi-Fi + 3G compatível com a rede Verizon vai estar apenas disponível nos Estados Unidos a um preço recomendado de venda ao público de $629 (US) para o modelo de 16GB, $729 (US) para o modelo de 32GB e $829 (US) para o modelo de 64GB. O iPad 2 vai estar à venda nos Estados Unidos através da Apple Store® (www.apple.com), lojas de retalho da Apple e Apple Authorized Resellers. As aplicações iMovie e GarageBand para iPad vão estar disponíveis a 11 de Março por $4.99 cada através da App Store no iPad ou www.itunes.com/appstore.

O iPad 2 vai estar disponível na Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça e no Reino Unido a 25 de Março; e muitos outros países nos próximos meses. Mais informações sobre disponibilidade e preços vão ser anunciados mais tarde.

*Autonomia de bateria varia consoante a configuração e utilização do dispositivo, entre outros factores. Resultados variam. 


**Vídeo AirPlay requer uma Apple TV de segunda geração a correr o software mais recente.

***Personal Hotspot requer um plano de dados que suporte esta funcionalidade. Utilizadores devem verificar juntamente com os operadores para a disponibilidade.

****Conteúdos de vídeo variam consoante o país.

A Apple desenha os Mac, os melhores computadores pessoais do Mundo, juntamente com o OSX, o iLife, o iWork e outro software profissional. A Apple lidera a revolução de música digital com os seus iPods e loja on-line iTunes. A Apple reinventou o telefone móvel com o seu revolucionário iPhone e App Store, e apresentou recentemente o mágico iPad que está a definir o futuro dos dispositivos multimédia e computadores.
Contactos imprensa:Paco Lara Apple paco.lara@apple.com + 34 91 354 2965
Frederico Rocha EDC frocha@edc.pt 936 101 392

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O iPad 2 chegou mercado e desapareceu das prateleiras. O primeiro lugar da fila de compradores foi vendido a um informático, que não se importou de pagar 900 dólares pelo privilégio. Aparelho chega a Portugal no dia 25 de março.
O iPad 2 teve uma estreia tão auspiciosa como efémera: chegou ao mercado neste fim-de-semana e esgotou em dois dias, fruto da persistência dos fãs, que resistiram ao frio e à chuva numa fila, à entrada das lojas da marca californiana.
Mais de um milhão dos novos tablet da Apple foram vendidos no mercado norte-americano, num meganegócio que permitiu outros pequenos negócios, dos quais se destaca a venda do primeiro lugar na fila da loja da Apple, situada na Quinta Avenida.
Outras pessoas não resistiram à tentação de ceder o seu lugar por valores que superam o custo do próprio iPad 2. Uma verdadeira loucura americana em Nova Iorque. O aparelho esgotou em todas as lojas da Apple.
Este iPad – que custa entre 499 e 829 dólares – destaca-se pela beleza, mas também pelo hardware, que foi alvo de um avanço significativo, relativamente ao seu antecessor. Um novo CPU A5 dual-core 1Ghz permite maior rapidez, com uma autonomia de 10 horas.
O lançamento iria decorrer simultaneamente em 26 países. No entanto, o sismo no Japão estragou os planos da empresa de Steve Jobs. A chegada a Portugal está marcada para 25 de março.

Imprimir| Comentar (0) | EnviarA Apple revela o preço europeu do novo iPad.

É já na sexta-feira, dia 25, que chega às lojas o iPad 2.

A saber, o tablet com Wi-fi custará 479 euros no que toca a versão de 16GB. Já a de 32GB, essa está tabelada a 579 euros. Se preferirem a de 64GB então terão de desembolsar 679 euros.

Segundo a Apple, o iPad 2 com Wi-fi e 3G estará à venda por 599 euros (versão 16GB), por 799 euros (versão 32GB) e por 799 se for a versão de 64GB.



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sábado, março 12, 2011

APRENDA PASSO A PASSO A FAZER ESCULTURA EM FRUTAS E EM LEGUMES



http://www.youtube.com/watch?v=AnlxCMR5E8o&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=AnlxCMR5E8o&feature=related











domingo, fevereiro 27, 2011

Bilionário David Green: O segredo do meu sucesso

David Green é um bilionário nos EUA. Suas lojas não abrem aos domingos (contrário a maioria dos seus concorrentes) para que seus funcionários possam ir a igreja e passar tempo com a família. Ele é um dizimista fiel — e atribui seu sucesso à direção do Espírito Santo.

sábado, fevereiro 19, 2011

conquistando o impossivel


Nick Vujicic
Uma incrível história de motivação: Nick Vujicic é um jovem australiano de 27 anos que nasceu com uma rara condição genética, a focomelia, que o deixou sem braços e pernas. No entanto, não o impede de surfar, jogar golfe e dar palestras sobre motivação e superação em todo o mundo.

Vujicic, criou a fundação Life Without Limbs (Vida sem Membros, em tradução literal) e já visitou cerca de 20 países em palestras de motivação para empresários, estudantes, reclusos, crianças e deficientes físicos.

Desde cedo, os seus pais tentaram fazer com que ele tivesse uma vida próxima da normalidade. Por isso, insistiram que, mesmo sabendo que ele seria alvo inevitável de provocações e brincadeiras, estudasse numa escola comum.

Ele conta que teve uma infância difícil, ao perceber que, embora se sentisse normal, não era visto assim. Segundo Vujicic, ainda criança ele pensou em se suicidar, mas encontrou conforto na religião.

Além disso, aos poucos, conversando com outras crianças, ele afirma ter feito com que os colegas percebessem que, apesar da sua aparência, ele era igual a eles.

Aos 27 anos (feitos em 2009), com apenas um metro de altura, Nick Vujicic afirma levar uma vida independente. É capaz de se vestir, de se pentear, de aliviar as suas necessidades e até de se barbear sem o auxílio de terceiros.

Em casa, ele costuma pular para se locomover, e usa uma cadeira de rodas quando sai à rua.

O mais surpreendente talvez sejam os hobbies de Vujicic: nadar, surfar e jogar golfe. Para nadar, ele bóia e utiliza o único pé atrofiado para se projectar.
Nas ondas, ele utiliza um equipamento que o prende à prancha. Para jogar golfe, “segura” o taco, com a cabeça.



Ler mais: http://internetparatodos.blogs.sapo.pt/243828.html#ixzz1ERmP2uv2
Under Creative Commons License: Attribution

Nascido sem braços e sem pernas, palestrante cristão afirma: “Preciso mais de Deus do que braços e pernas”
1.171Nick Vujicic – um homem que nasceu sem os braços e as pernas – falou sobre como ele ainda pode ser feliz em Cristo, apesar de seu estado físico, no evento da Colheita de Seattle, no último domingo, 7 de novembro de 2010, na cidade de Seattle, em Washington (EUA).
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Palestrante motivacional cristão, o deficiente físico disse que entregou sua vida a Jesus Cristo aos 15 anos de idade, quando leu a história do cego, curado por Jesus, no evangelho de João, capítulo 9. “Quando as pessoas perguntaram a Jesus ‘por que o homem nasceu cego?’, ele disse que é para as obras de Deus para serem reveladas através dele”, lembrou Nic.
“Ele curou o corpo físico do homem cego (João 9). Mas o que eu disse a Deus foi: “Eu não sei qual é o seu plano, mas eu confio em você. Eu preciso de você, não apenas para conseguir braços e pernas, [mas] eu preciso de paz. Eu preciso de perdão. Eu preciso de um propósito “, disse Vujicic, presidente da organização sem fins lucrativos “Vida Sem Membros” a Greg Laurie, no evento Harvest Seattle.
Nic compartilhou sua história inspiradora com uma multidão de 15.000 pessoas no Key Arena, em Seattle, no domingo. Mais de 93.000 pessoas assistiram ao evento on-line e 1.692 aceitaram o convite ao final da noite para entregarem suas vidas a Jesus.
Durante os três dias de Encontro de 2010, 39.000 pessoas compareceram presencialmente, 162.717 assistiram ao webcast, e 4.225 decidiram aceitar a Cristo.
O palestrante motivacional nascido na Austrália, que tem inspirado milhares de pessoas em todo o mundo, lembrou que, quando Deus não concede a uma pessoa o milagre pelo qual elas oraram – Vujicic ora por seus braços e pernas crescerem milagrosamente -, Ele pode realizar outro tipo de milagre.
“Deus ainda pode usar você para ser um milagre na vida de alguém e levar pessoas a conhecerem a verdade de Jesus Cristo”, disse ele.
No início da noite, Greg Laurie, pastor principal por trás das “Cruzadas Colheita” e pastor sênior da Harvest Christian Fellowship, em Riverside, Califórnia, abordou a questão de por que há sofrimento no mundo. Ele disse que os seres humanos – em sentido mais amplo – são responsáveis pelos problemas enfrentados no mundo de hoje. “As doenças, incapacidades e morte são resultado do pecado”, disse ele.
“A tendência geral é colocar toda a culpa por todos os problemas eo sofrimento da humanidade sobre os ombros de Deus”, lembrou Laurie, que passou a afirmar que todo mundo nasce pecador. “Deus nos deu a capacidade de escolher e nossos primeiros pais, Adão e Eva, fizeram a escolha errada no Jardim do Éden”, disse o pastor.
Vujicic, que aprendeu a superar a amargura sobre sua condição física, deixou a platéia com uma mensagem sobre como ser feliz. “Algumas pessoas dizem que não vão ser felizes até que casar, ter um emprego, juntar dinheiro, ou ter mais amigos”, disse o autor do novo livro Vida Sem Limites.
“Mas com essas coisas não vão necessariamente tornarem-se feliz”, ele disse.
“Não tem a ver com o exterior. Trata-se de estar completo no interior “, disse Vujicic. “Porque eu tenho visto tanta gente completa no exterior, mas que não sabem a verdade. É a verdade que liberta e Deus pela graça me perdoa. ”

O evento de Seattle foi a cruzada última colheita programados para este ano. O evento de colheita próxima será em Auckland, Nova Zelândia, em Junho de 2011.
Nick Vujicic
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nick Vujicic

Nascimento 4 de dezembro de 1982
Melbourne,
Austrália

Nacionalidade Australiana

Ocupação Palestrante motivacional
Nicholas James Vujicic (Melbourne, 4 de dezembro de 1982) é um pregador e palestrante motivacional e diretor da Life Without Limbs. Nascido sem pernas e braços devido a rara síndrome Tetra-amelia, Vujicic viveu uma vida de dificuldades e provações ao longo de sua infância. No entanto, ele conseguiu superar essas dificuldades e, aos dezessete anos, iniciou sua própria organização sem fins lucrativos chamada Life Without Limbs (em português: Vida sem Membros). Depois da escola, Vujicic frequentou a faculdade e se formou com uma bidiplomação. Deste ponto em diante, ele começou suas viagens como um palestrante motivacional e sua vida atraiu mais e mais a cobertura da mídia de massa. Atualmente, ele dá palestras regularmente sobre vários assuntos tais como a deficiência, a esperança e o sentido da vida.
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Biografia
Filho primogênito de uma família sérvia,[1] Nick Vujicic nasceu em Melbourne, Austrália, com a rara desordem Tetra-amelia: sem membros, faltando os dois braços na altura dos ombros, e sem pernas, mas com dois pés pequenos, um dos quais com dois dedos. Inicialmente, seus pais ficaram devastados, mas Vujicic era saudável.
Crescimento
Sua vida foi cheia de dificuldades e privações.[2] Ele foi proibido por lei estadual de Victoria de frequentar uma escola regular por causa de sua deficiência física, mesmo ele não sendo um deficiente mental. Durante a sua escolaridade, as leis foram mudadas, e Vujicic foi um dos primeiros estudantes deficientes físicos a ser integrado numa escola regular.[3] Ele aprendeu a escrever usando os dois dedos do pé esquerdo, e um dispositivo especial que deslizava sobre o dedão do pé que ele usa para agarrar. Ele também aprendeu a usar um computador, jogar bolas de tênis, pentear o cabelo, escovar os dentes, atender o telefone, fazer a barba e obter um copo de água.
Epifania
Como sofreu bullying em sua escola, Vujicic cresceu muito deprimido e, com 8 anos de idade, começou a contemplar o suicídio. Depois de implorar a Deus para crescer os braços e pernas, Nick finalmente começou a perceber que suas realizações foram inspiradoras para muitas pessoas e começou a agradecer por estar vivo.[4] A grande mudança em sua vida foi quando sua mãe lhe mostrou um artigo de jornal sobre um homem lidando com uma grave deficiência. Isso o levou a perceber que ele não era o único que lidava com grandes problemas.[5] Quando ele tinha dezessete anos, ele começou a dar palestras em seu grupo de oração,[6] e, finalmente, começou a sua organização sem fins lucrativos, a Life Without Limbs.
Carreira
Nick se formou na universidade com 21 anos de idade com uma bidiplomação em Contabilidade e Planejamento Financeiro. Ele começou suas viagens como um palestrante motivacional, enfocando os temas que os adolescentes de hoje enfrentam. Ele fala também no setor corporativo, embora seu objetivo seja se tornar um palestrante internacional de inspiração, com cristãos e não cristãos locais. Ele viaja regularmente para outros países para falar às congregações cristãs, escolas e reuniões empresariais. Ele já fez palestras para mais de três milhões de pessoas até agora, em mais de 24 países nos cinco continentes (África, Ásia, Austrália, América do Sul e América do Norte).[7]
Vujicic promove o seu trabalho através de programas de televisão como o The Oprah Winfrey Show, bem como por escrito. Seu primeiro livro é intitulado Life Without Limits: Inspiration for a Ridiculously Good Life (em português: Vida Sem Limites: Inspiração para uma vida Ridiculamente Boa) (Random House, 2010).[8]
Seu DVD motivacional, um grande objetivo de vida, está disponível no site Life Without Limbs.[9] A maior parte do DVD foi filmado em 2005, com um breve documentário sobre sua vida em casa e como ele faz as coisas sem seus membros. A segunda parte do DVD foi filmada em sua igreja local, em Brisbane, Austrália, e foi um dos seus primeiros discursos motivacionais profissionais. Um DVD para os jovens é intitulado: No Arms, No Legs, No Worries: Youth Version.[10] Seus discursos motivacionais podem ser vistos no Premiere Speakers Bureau Website. Vujicic atualmente vive na Califórnia, Estados Unidos.
Vujicic deu sua primeira entrevista de televisão para todo o mundo, apresentada na ABC, com Bob Cummings, em 28 de março de 2008. Ele apareceu no curta metragem "Butterfly Circus".[11]

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Quadro de Picasso bate recorde mundial com 81 milhões de euros

Maio 2010


Obra de Pablo Picasso foi vendida em Nova Iorque pela Christie's
Desde Fevereiro que a escultura Walking Man I, de Alberto Giacometti, ostentava o recorde da obra de arte mais cara vendida num leilão de arte, já que nesse mês foi vendida pela Sotheby's por 104,3 milhões de dólares (cerca de 74,3 milhões de euros). Mas na noite de terça-feira, em Nova Iorque, o quadro Desnudo, hojas verdes y busto, de Picasso, acabaria por destronar a escultura de Giacometti, tendo sido vendido no leilão da Christie's por 106,4 milhões de dólares (81 milhões de euros).
Esta não é a primeira vez que um quadro de Pablo Picasso consegue este recorde. Basta recuar até ao ano 2004, quando a Sotheby's vendeu em Nova Iorque a obra Muchacho con pipa por 104,1 milhões de dólares (74,1 milhões de euros).
Desnudo, hojas verdes y busto é um retrato de Marie-Thérèse Walter, uma rapariga que Picasso conheceu quando esta tinha apenas 17 anos. Na altura, o pintor espanhol era casado com a bailarina Olga Khoklhova, mas pouco depois de conhecer Marie-Thérèse Walter esta acabaria por se tornar sua amante.
O quadro, datado de 1932, foi pintado cinco anos depois do pintor ter conhecido a jovem amante. O El País refere que esse período foi "um dos mais prolíficos da sua vida". O jornal espanhol informa ainda que vários especialistas em arte consideram Desnudo, hojas verdes y busto uma das obras mais bem conseguidas de Pablo Picasso.
Desde que em 1951 o quadro foi comprado por Sydney F. Brody, um admirador de arte moderna, que nunca mais tinha sido mostrado em público. A colecção de arte deste milionário foi a principal protagonista do leilão que a Christie's realizou na noite de terça-feira.
Foram levadas à praça 69 peças. Mas apesar dos muitos zeros que o quadro de Pablo Picasso conseguiu amealhar, 13 das 69 peças que foram postas em leilão não chegaram a ser vendidas. No entanto, o chefe executivo de casa leiloeira, Edward Dolman, disse ao New York Times: "O mercado está muito mais forte do que esperávamos, especialmente devido às compras da Rússia, China e dos países do Médio Oriente."
O quadro de Picasso que agora ostenta o recorde de obra de arte mais cara vendida num leilão não foi o único a ser leiloada esta terça-feira pela Christie's. Seated Woman With a Cat, um retrato de Jacquelie Roque, mulher do pintor, foi vendido por 16 milhões de dólares (12,4 milhões de euros).
Além de Desnudo, hojas verdes y busto, uma das obras mais importantes que foram vendidas em Nova Iorque na terça-feira foi a escultura Grande tête mince, da autoria de Alberto Giacometti, por 53,2 milhões de dólares (41,3 milhões de euros). Do mesmo artista foi ainda vendida uma outra escultura, intitulada El Gato, por 20,8 milhões de dólares (16,1 milhões de euros).
Apesar deste recorde, Numero 5, 1948, uma obra de Jackson Pollock, ostenta actualmente o recorde do quadro mais caro de sempre vendido de forma privada. Em 2006 o quadro foi vendido a um comprador anónimo por 140 milhões de dólares (108 milhões de euros).
Ainda se desconhece também a identidade do comprador do quadro de Picasso.

JOÃO MOÇO

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Por que os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres?

Alguma vez já parou para pensar em "porque os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres"? Já parou para pensar em porque o pobre sofre tanto para ter uma vida estável?
A verdade é que isso acontece porque os ricos pensam de maneira contrária dos pobres.
As pessoas pobres já se acostumaram a ter um salário fixo e receber pelas horas que trabalham, ao contrário das pessoas ricas, que recebem por seus resultados e não pelas horas de trabalho e optam sempre por uma renda residual e não uma renda fixa.

Vou dar-lhes um exemplo: quando nascemos aprendemos a fazer as mesmas coisas que as pessoas que estão à nossa volta. Logo você aprenderá que temos que estudar durante nove anos e nos preparar para a faculdade. Depois da faculdade feita, poderemos ter um bom salário de acordo com a profissão que escolhemos.
Essa é a visão da grande maioria das pessoas, que hoje sentem-se mais seguros quando têm uma Renda Fixa e acabam trocando suas horas por dinheiro, pelo dinheiro.

Já os ricos aprendem desde cedo a criar e desenvolver seus próprios negócios, e fazem com que o dinheiro trabalhe para eles, ao invés de trabalharem pelo dinheiro, e para isso usam a Renda Residual.

Se eu pudesse definir em poucas palavras os significado de Renda Residual, eu definiria da seguinte forma: Renda residual é o tipo de renda que você constrói sem trocar seu tempo por dinheiro. É um dinheiro que você recebe mensalmente mesmo que não esteja em um local de trabalho. Mesmo que você saia de férias com sua família por um ano você ainda vai ganhar dinheiro e, quando você voltar seus ganhos serão os mesmos, se não maiores do que quando você foi viajar. É o mesmo tipo de renda de pessoas que compram casas, apartamentos e escritórios. Por exemplo: se você gostaria de ter um rendimento de 2 mil reais, então você precisa comprar uma casa de pelo menos 500 mil e alugá-la por 2 mil; aí estaria ganhando uma renda residual de 2 mil mensais sem trabalhar.

Antigamente não era tão fácil ter uma renda residual, afinal, não é todo mundo que tem 500 mil para sair por aí comprando casas e apartamentos. Mas hoje já não existem barreiras que impeçam, nem mesmo ao mais pobre dos seres de ter sua própria renda residual.

O que deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres?

Diz Karl Marx: “Uma acumulação de riqueza em um pólo da sociedade indica a acumulação de miséria e trabalho no outro.”[1] Nessa afirmação, Marx evita a falácia, tão comum quanto maliciosa, que confunde causas, conseqüências e sintomas. Ele sugere que aquilo que se encontra em um pólo da sociedade indica ou é sintoma do que pode ser encontrado no outro pólo. Entretanto, no desenvolvimento de suas críticas à economia política e à organização existente na sociedade, Marx se comporta como se existisse uma relação de causa e efeito na afirmação citada, e seus seguidores e divulgadores tomaram como um postulado indiscutível que a riqueza de alguns é a causa da pobreza de outros. A precedência ou originalidade de Marx, Rodbertus e outros é, na melhor das hipóteses, apenas uma questão de vaidade entre eles e seus discípulos,[2] mas é de grande interesse e importância percebermos que a doutrina que sugere que um pólo causa a miséria de outro é a forma lógica da idéia de que o progresso e a pobreza estão correlacionados. Essa doutrina se baseia em outra, ainda mais básica, que raramente é formulada, mas que pode ser detectada na maioria das discussões socialistas atuais: a saber, de que todo o capital que existe hoje existiria de qualquer forma, sob quaisquer leis ou instituições sobre a propriedade, como se existisse por uma razão independente; e que alguns se adiantaram em relação aos outros e tomaram boa parte desse capital, de modo que aqueles que ficaram para trás não tiveram condições de obter nenhuma parcela do capital. Se essa noção sobre a origem do capital não for verdadeira, então a riqueza de um pólo não poderá causar a pobreza de outro. Se ela for verdadeira, podemos criar quaisquer regulamentações que quisermos sobre a distribuição de riquezas, sem temer que as medidas adotadas possam evitar que alguma riqueza seja produzida.
Em Roma, durante o império, a riqueza em um pólo da sociedade era um sintoma de miséria em outro, porque Roma não era um Estado industrial. Sua renda vinha da pilhagem. A riqueza tinha uma fonte independente da produção da sociedade de Roma. A parte dos despojos dispensada a alguns não poderia ser possuída por outros. O mesmo não é verdadeiro em uma sociedade industrial. A riqueza das cidades comerciais da Itália e do sul da Alemanha, na Idade Média, estava amplamente nas mãos dos príncipes-mercadores. Se fosse dito a alguém que alguns desses mercadores eram muito ricos, não haveria fundamento algum alguém supor que as outras pessoas nessas cidades teriam que ser pobres. Os ricos eram aqueles que desenvolveram as oportunidades de comércio que estavam, em um primeiro momento, abertas a todos. O que eles ganharam veio a partir do nada, que ninguém nunca tinha ou teria tido. O fato de existirem homens ricos na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos atualmente não prova que haverá homens pobres aqui. As riquezas dos ricos estão em perfeita consonância com um alto padrão de riqueza para todos, até o mais pobre. Na verdade, o acúmulo de riqueza, seja durante a sua produção ou depois de sua composição, desenvolve e sustenta a prosperidade para todos. A melhora de uma parcela satisfatória da população, com abundância de terras e alto grau de domínio das forças da natureza por meio de maquinário, deve produzir uma sociedade na qual, descontados a má-sorte e os vícios, o conforto mínimo e médio são altos, e certas fortunas podem ser enormes.
Qualquer nexo que exista entre a riqueza de um pólo e a pobreza em outro poderá ser encontrado apenas ao revertemos a afirmação a seu oposto – a miséria de um pólo faz a riqueza de outro. Se, por conta de alguma forma de vício industrial, a massa de um pólo acabar caindo na miséria, ela oferecerá para os poucos que se safaram uma oportunidade de se tornar ricos ao se aproveitar deles. Eles ofereceriam uma grande quantidade de mão de obra a preços baixos, uma alta demanda por capital a altas taxas de juros e uma brutal necessidade de obter terras por altos aluguéis.
Afirma-se freqüentemente, e com propriedade, que a competição tende a dispersar a sociedade em uma grande variedade de condições desiguais. A competição desenvolve todos os poderes que existem de acordo com sua medida e grau. Quando maior a competição, mais completamente todas as forças se desenvolverão. Se, então, vigora a liberdade, os resultados não podem ser iguais; eles devem corresponder às forças. Assim, a liberdade de desenvolvimento e a igualdade de resultados são diametralmente opostas. Se um grupo de homens inicia em condições iguais e compete em um empreendimento comum, os resultados obtidos diferirão de acordo com suas capacidades inatas, capacitações e treinamentos anteriores, coragem pessoal, energia, iniciativa, perseverança, bom senso etc. Como essas coisas diferem muito, e como suas combinações podem variar muito, é possível que os resultados possam variar em diversos níveis. Além disso, quanto mais intensa a competição, maiores são os prêmios para o sucesso e mais pesadas as penas para os fracassos. Isso é ilustrado pela competição de uma grande cidade em comparação com a de uma cidade menor. Podemos evitar a competição tanto quanto podemos evitar a força da gravidade. Sua incidência pode ser modificada. Podemos adotar como política social o “Ai de quem for bem sucedido!” Podemos retirar as recompensas dos bem sucedidos e dá-las aos que fracassam. Parece evidente que logo não haveria mais prêmio nenhum, mas essa dedução não é aceita por todos. Em todo caso, nos parece claro que não nos livramos da competição – por exemplo, da luta pela existência e da competição da vida. Apenas decidimos que, já que não poderemos ser iguais, viveremos então sem ter nada.
A competição não garante resultados correspondentes aos méritos, porque as condições inatas e a má ou boa sorte estão sempre misturadas ao mérito, mas a competição assegura ao mérito todas as circunstâncias que ele pode apreciar sob circunstâncias pelas quais nenhum de seus companheiros pode ser culpado.
Hoje aparentemente acredita-se que embora a competição produza amplos níveis de desigualdade, a caridade, ou a distribuição de riqueza através da força, não os produziria. Assim chegamos a maior e mais maligna falácia da filosofia social em voga no momento. Embora existam grandes extremos de ricos e pobres em uma sociedade, isso é uma questão de pouca importância; não há razão para a relevância dada a esse fato nas discussões atuais. Afirma-se constantemente, de uma forma ou de outra, que embora um homem tenha, durante metade de sua vida, melhorado suas próprias condições e possa deixar seus filhos em uma condição bem melhor do que aquela em que começou, ele não recebeu a sua justa fatia dos ganhos da civilização, porque seu vizinho, que iniciou no mesmo patamar que ele, se tornou um milionário. John, que está comendo um bife sobre uma pedra, descobre que seu bife perdeu o sabor por saber que James está comendo faisão sobre uma barra de ouro. William, que de qualquer forma teria que andar, descobre que seus pés doem muito mais porque soube que Peter tem um cavalo. Henry, cujo iate tem 20 pés, tem certeza que há algo de errado na sociedade, porque Jacob tem um iate de 100 pés. Essas são as fraquezas da natureza humana que sempre foram objeto de trabalho dos satiristas, mas que em nossos dias são a base de uma nova filosofia e de uma redistribuição dos direitos e da propriedade. Se as leis e instituições da sociedade impedem as pessoas de encarar a batalha pela vida em seu próprio nome, com toda a sua capacidade, especialmente se criam um impedimento para uma pessoa a fim de dar vantagem a outra, então já sabemos qual área precisa de reformas inteligentes e férteis; porém, se uma análise não mostrar a operação dessas leis e instituições, então a desigualdade de resultados não é indicação de nenhum problema social, mas do contrário.
A indicação de bem ou mal estar social deve ser procurada em outro fato bem diferente. A questão de se a sociedade é formada por apenas duas classes, os ricos e os pobres, os fortes e os fracos, ou se todos os níveis intermediários são representados em uma proporção saudável e completa, é uma questão que tem importância porque fornece indicações do estado e das perspectivas da sociedade. Nenhuma sociedade que consiste em apenas duas classes extremas está saudável.
Se considerarmos a sociedade de um país novo, com pouca regulação governamental, instituições livres, impostos baixos e ínfimas responsabilidades militares, como o melhor exemplo do desenvolvimento normal da sociedade humana civilizada, então devemos concluir que essa sociedade não consistiria em duas classes bem definidas, completamente separadas uma da outra, mas que não existiria nenhuma classe definida, embora seus membros possam, em seus extremos, estar bem distantes em riqueza, educação, talento e virtude. Essa sociedade poderá, com o passar do tempo, com a sua população se tornando mais densa, se desenvolver, sob alta competição, grandes extremos de poder econômico e condições sociais, mas não há razão para supormos que todo o espaço intermediário não seria preenchido por uma grande massa populacional.
Agora já abri caminho para a proposição que pretendo colocar nesse artigo:
A tendência de todos os fardos sociais é extinguir a classe média e forçar a sociedade a se organizar em apenas duas classes, uma em cada extremo social.
Naturalmente, o ajuste dos fardos sociais de modo proporcional à capacidade dos indivíduos de suportá-los é impraticável. Se isso pudesse ser feito, é possível que os fardos crescessem, até mesmo se tornassem excessivos, sem produzir o efeito que descrevi. Entretanto, visto que é impossível ajustá-los e que eles devem ser servidos “igualmente” em relação à unidade de serviço e não em relação à alguma capacidade de suportá-los, segue-se que o efeito deve ser aquele descrito. Então, logo o fardo se torna tão grande que ultrapassa a capacidade de uma só parcela da sociedade e a divisão acontece entre aqueles que podem e aqueles que não podem suportá-lo. Inicialmente, aqueles que estão próximos a essa linha, porém um pouco acima, não estão muito distantes daqueles que também estão próximos da linha, mas abaixo dela; porém, com o passar do tempo e a continuação da pressão, eles são continuamente separados por um intervalo cada vez maior.
Vamos observar alguns fatos históricos que demonstram essa lei. Se observarmos a história antiga romana, como Mommsen a relaciona conosco, observaremos a repetição constante da dificuldade que surge da tendência da sociedade em direção à duas classes extremas. Foi apenas a pressão dos deveres militares e dos impostos que desenvolvia constantemente duas classes: devedores e os credores. As demandas do Estado caíram sobre homens diferentes, em intensidades diferentes, de acordo com as circunstâncias.[3] Um estava tão bem estabelecidos que poderia suportar o fardo sem ser esmagado. Outro tinha sido debilitado pelo tempo gasto, ou pela lesão sofrida, ou pela perda resultante de uma invasão, ou por ter participado de uma expedição mal sucedida, transformando-se em devedor. O primeiro, possuindo uma posição segura e ganhando um pouco mais, comprou um escravo e se estabeleceu com uma grande margem de segurança. A escravidão, claro, contribuiu sensivelmente para a tendência. Vinte anos depois, o segundo homem era devedor falido e escravo do primeiro.
Entretanto, toda insegurança em relação à propriedade tem o mesmo efeito, sobretudo quando a insegurança vem do abuso do poder estatal. Na história mais recente de Roma, o poder romano, tendo conquistado o mundo e arrastado milhares de pessoas nascidas em outros lugares para a Itália, como escravos, começou a saquear os locais conquistados. O espólio tomado por imperadores, governadores, homens livres e pela cidade era dividido por meio de donativos com o proletariado da cidade. Juntos, esses donativos e a escravidão dividiram os romanos em duas classes. A pilhagem das províncias aumentou a riqueza dos ricos. Os donativos empobreceram e transformaram em proletários a população da grande cidade.[4] Tiraram os cidadãos das áreas rurais e do trabalho honesto para a multidão da cidade. Se uma gangue de ladrões se dividisse entre aristocratas e plebeus e repartisse o produto de seus saques de forma desigual parece claro que, a medida que o tempo passasse, eles acabariam separados em duas grandes facções, uma absolutamente rica e outra miseravelmente pobre.[5] Para as vítimas, ainda que em um primeiro momento a severidade e a segurança da lei e da ordem romana valessem o alto preço que custavam, o efeito inevitável do roubo veio à tona, e todo o mundo romano empobreceu.[6] Apenas aqueles cidadãos que conseguiam favores ou ficavam ao lado dos governantes conseguiam obter ou acumular riquezas. Nenhuma explicação satisfatória da economia política da comunidade romana foi escrita ainda. O efeito do sistema romano sobre a população, sobre o desenvolvimento do capital nas províncias, sobre as artes e as ciências, sobre a distribuição de metais preciosos, sobre a população das cidades de Roma e Constantinopla, sobre o desenvolvimento de talentos e gênios, nos oferece lições de profunda importância, tocando em vários pontos das questões importantes com as quais agora nos ocupamos. O Império Romano foi um experimento gigante enquanto Estado que tirava de uns para dar a outros. “No começo do terceiro século, os sinais de uma perda fatal de vitalidade já se manifestavam com uma clareza assustadora e se espalhavam com tamanha rapidez que nenhum observador inteligente deixaria de perceber o início da dissolução desse corpo gigante.”[7]
Toda violência tem o mesmo eleito. Nos séculos V e VI de nossa era, a desordem geral e a violência gradualmente causaram a divisão da sociedade em torno de uma linha que, obviamente, oscilou por um longo período. Um homem que fosse forte o suficiente para se manter em períodos como aqueles, tornava-se um lorde; outro, que não conseguisse se manter, buscava segurança, tornando-se empregado do lorde. À medida que o tempo passava, cada servo que o primeiro obtinha fazia com que sua posição de lorde parecesse mais justificada; e, à medida que o tempo passava, todo homem que fosse fraco mas independente via que sua posição ficava mais e mais difícil de sustentar.[8]
A História de Taine mostra claramente que a classe média foi a que mais sofreu com a Revolução Francesa. A atenção sempre se volta para os nobres, que foram roubados e guilhotinados. Entretanto, quando nos debruçamos sobre a vida naquele período, vemos que, considerando a nação durante os anos de desordem revolucionária, as vítimas foram aqueles que tinham qualquer propriedade, do agricultor ou pequeno comerciante ao indivíduo rico.[9] Os ricos compraram sua liberdade e os nobres foram substituídos por uma nova gangue de parasitas sociais enriquecidos pelo saque e a extorsão. Esses últimos chegam mais perto do tipo de “comitê” que se espera ter em uma sociedade socialista do que qualquer outra coisa na história.[10]
Toda caridade tem o mesmo efeito, especialmente se ela é forçada pela autoridade estatal. A igreja cristã dos séculos IV e V, por sua indiscriminada caridade em larga escala, contribuiu com a degeneração do Estado romano.[11] As leis de ajuda aos pobres são outro caso. Ao tornar-se mais pesados, os impostos para a ajuda aos mais pobres finalmente levam aos abrigos públicos os mais pobres entre aqueles que até determinado momento conseguiram manter sua independência e pagar seus impostos. Com esse novo fardo, a chance do estrato imediamatamente superior se manter diminui, e assim por diante, indefinidamente.
Toda cobrança de impostos tem o mesmo efeito. Ela coloca mais pressão sobre aqueles que estão tentando economizar capital e melhorar suas circunstâncias a partir de suas condições de vida e do que lhes é demandado. Quanto mais pesada ela se torna, mais rapidamente extingue essa classe de pessoas – a grande classe média – e maior é a barreira que ela impõe contra quaisquer esforços de pessoas daquela classe de iniciar uma acumulação. Se os impostos têm, como objetivo, retirar algo de uns e dar a outros, como é o caso de todos os impostos sociais, temos apenas uma ação mais intensa e óbvia na mesma direção, cujos efeitos devem ser bem maiores e compreendidos mais rapidamente. O efeito do imposto para a proteção dos pobres nesse país têm sido freqüentemente assinalado: livra da pobreza algumas poucas pessoas e destina linhas especiais da indústria às mãos de alguns grandes capitalistas. Esse é apenas um exemplo da lei que estou explicando.
Minha generalização pode ser ainda mais ampliada. A tendência de todas as dificuldades da vida é destruir a classe média. O capital, ao crescer, traz consigo novos incrementos com uma tranqüilidade cada vez maior. Ele adquire algo como um impulso. Assim, o homem rico pode enfrentar os choques da calamidade material e das fatalidades com menos sofrimento – por ser rico. Uma estação desfavorável pode atolar o pequeno agricultor em dívidas das quais ele nunca irá se recuperar, mas não pode causar a um grande agricultor mais do que a redução de seu faturamento anual. Alguns anos de dificuldade podem levar à falência um grande número de homens com pequenos capitais, enquanto um homem de grandes reservas pode sobreviver a essa crise e colocar-se em posição de obter grandes ganhos quando a prosperidade chegar novamente.
As crises e as calamidades estritamente sociais vêm da desordem, da violência, da insegurança, da cobiça, da inveja etc. O Estado tem como função reprimir todos esses elementos. Subentende-se, a partir do que eu disse, que é difícil mantermos uma classe média vivendo um alto grau de civilização. Se o Estado não executa seu trabalho com competência, essas classes, que representem a ampla distribuição de conforto e bem estar, morrerão. Se o Estado em si concede licenças para o roubo e a espoliação, ou se dedica à caridade, trabalha para destruir toda a classe média e dividir a sociedade em duas grandes classes, os ricos que ficam cada vez mais ricos – não através da indústria, mas da espoliação – e os pobres que ficam cada vez mais pobres, não pela fraqueza da indústria, mas pela opressão.
Agora, um Estado que é socialista em qualquer nível segue aquela linha política cujos efeitos desastrosos já foram descritos. O Estado, nunca é demais repetir, nada possui e nada pode dar, a não ser que confisque de outras pessoas. Suas vítimas deverão ser aquelas que acumularam e economizaram capital e que são parte da classe média, da qual quaisquer contribuições importantes podem ser retiradas. Ela deve ser empobrecida. Seus animais de estimação, quaisquer que sejam, deverão ser empobrecidos e proletarizados. Seus agentes – ou seja, aqueles que em nome do Estado desempenham a ação de tirar de uns e dar a outros – podem enriquecer e, caso um Estado como esse seja organizado, eles podem imaginar riquezas para além dos sonhos do governador romano.
Para as pessoas sem prática nos estudos das forças sociais, poderá parecer a coisa mais óbvia do mundo que, se confiscarmos a propriedade daqueles que possuem mais que uma determinada quantidade e dividirmos as rendas entre aqueles que possuem menos que uma determinada quantia, fortaleceremos a classe média e eliminaremos os dois extremos. Porém, o efeito seria exatamente o oposto. Nós diminuiríamos a classe média e fortaleceríamos os extremos. Quando mais nós ajudarmos os que estão no fundo, mais teremos que ajudá-los, não apenas por conta do aumento da população e do influxo de membros famintos, mas também por conta da desmoralização das camadas mais baixas da classe média, que foram excluídas. Quanto mais confiscarmos os bens das classes mais altas, maiores trapaças e fraudes apareceriam visando escapar do confisco e maior teria de ser o escopo da taxação sobre a classe média alta, visando a obtenção dos meios necessários.
A classe média moderna foi desenvolvida com uma civilização industrial e dentro dessa civilização. Em troca, ela tomou o controle dessa civilização e desenvolveu instituições sociais e civis para harmonizá-la. A organização que lhe deram é chamada, segundo o jargão de certa escola, de “capitalismo”, de “sistema capitalista”. Ela é a primeira organização da sociedade humana que já existiu baseada em direitos. Pela virtude de suas próprias instituições, ela hoje se coloca em julgamento e se abre à revisão e correção quando uma revisão se mostra necessária, sobre bases sóbrias e racionais, para a garantia dos direitos de qualquer pessoa. Ela é a primeira instituição da sociedade humana que tolerou a discordância e a crítica. Nobres e agricultores nunca produziram nada além da Polônia e da Rússia. O proletariado nunca fez nada além de revolução. O Estado socialista não oferece nenhuma promessa de que tolerará discordâncias. Nunca considerará a questão das reformas. Ele possui os mesmos fundamentos dos Estados antigos. Ele sabe que está certo e completamente certo. Então, claro, não há necessidade de reformas. Entretanto, no que toca às extremas reconstruções da sociedade, não precisamos nos incomodar; o que precisamos perceber é que todas as medidas socialistas, de qualquer grau, possuem a mesma tendência e efeito. São elas que sempre tendem, a deixar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres, e a extinguir as classes intermediárias.
Artigo publicado em Popular Science Monthly, Vol. XXX, 1887, pp. 289–296.
[1]“Das Kapital,” I, 671.
[2]Sobre essa questão, ver Anton Menger, “Das Recht auf den vollen Arbeitsertrag”, Stuttgart 1886. Esse autor faz um levantamento de um século de noções fundamentais do socialismo. Ele busca desenvolver os aspectos jurídicos do socialismo independentemente de seus aspectos econômicos.
[3]Sobre os fardos pesados dos cidadãos romanos, ver Merivale, VIII, 284.
[4]Ver Mommsen, livro III, capítulos XI, XII; livro V, capítulo XI; Poühlmann, “Die Ueberuülkerung der antiken Gross-Städte,” Leipzig, 1884.
[5]Ver especialmente Friedländer, “Sittengeschichte”, I, 22: “No gozo da abundância de vantagens, excitações e espetáculos, oferecidos pelas metrópoles, as classes mais altas e as classes mais baixas possuem condições mais favoráveis. A grande maioria dos homens livres eram alimentados, em parte ou completamente, por recursos públicos. Os mais ricos encontravam ali meios e oportunidades para uma existência majestosa, sem igual no mundo. As classes médias eram as mais expostas às desvantagens da vida em Roma.”
[6] Ver Merivale, VIII, 351; Gibbon, no fim do capítulo XXXVI.
[7]Friedlaänder, I, prefácio. Enquanto lia as provas desse artigo, li o “Manuale di Storia del Comercio, delle Industrie e dell’Economia Politics” (Torino-Napoli, 1886) do Professor Boccardo, onde, nas páginas 74 e 75, ele expressa a mesma visão citada acima, a colocando da forma mais clara que jamais vi.
[8] Ver Gibbon, capítulo XXXVIII; Duruy, “Histoire du Moyen Age,” pp. 233, 234; Hallam's “Middle Ages,” capítulo I, parte II; Seebohm, “The English Village Community,” capítulo VIII.
[9] Ver Taine, vol. III, livro V, capítulo I.
[10] Ver Taine, vol. III, livro III, capítulo III.
[11]Pühlmann, p. 62.
por William Graham Sumner

Roubar aos pobres para dar aos ricos!

Para quê continuar a fazer descontos se cada vez tenho menos direitos?


Guida Vieira

Eles já não sabem o que fazem para controlar o chamado défice e agora vale tudo para não só tirar direitos às pessoas como até para pô-las a pagar o que têm e o que não têm. As medidas que foram propostas pela OCDE com o total apoio do Governo Português vão nesse sentido. É mesmo uma vergonha que ainda não estejam satisfeitos com o aumento no preço dos medicamentos e com a retirada de direitos aos desempregados, para não desfiar o rosário de todas as contas do desgoverno que impera neste País, e nesta Região, que fala muito em Autonomia, mas quando é para defender as pessoas o seu silêncio é ensurdecedor e preparam-se logo para aplicar na Madeira todas as medidas decididas pela República. Veja-se o que se passa com a Segurança Social.
Existem pessoas que ficam muito escandalizadas quando dizemos que devem ser os ricos a pagar a crise. Quando aparecem denúncias sobre negócios escuros no Off Shore da Madeira, onde a maioria das empresas que lá existem são fictícias, servem para negócios cujos contornos só investigações policiais é que revelam e para fugir aos impostos, leio tanto comentário de gente escandalizada alegando que é preciso defender os postos de trabalho lá criados. Sabe-se no entanto que a empresa com maior volume de dinheiro lá registada, só tem 4 trabalhadores. É caso dizer: e os burros somos nós?
Há mesmo quem considere tudo legal e legítimo. Mas o que me choca é que, quando é para apertar o cinto e o Governo anuncia que vai poupar 250 milhões na saúde e mais não sei quantos milhões nas prestações sociais, à custa dos pobres e dos desempregados, essas mesmas pessoas não demonstrem qualquer preocupação e assobiam para o lado como se não fosse nada com elas.
É chocante a insensibilidade social que alastra neste Portugal Republicano que comemora agora 100 anos. Com todos os erros cometidos os lutadores Republicanos mereciam mais e melhor nesta comemoração. Mas não, pelo contrário esta democracia dos ricos até permite que uma figurinha qualquer se sinta à vontade para propor que na Madeira fosse criado "o museu do assassino". Se não fosse tão ridícula esta questão merecia uma análise aprofundada.
E preparemo-nos que mais medidas vão surgir. Eles ainda nos vão continuar a esfolar congelando salários e pensões. O que eu não entendo é o que vai acontecer com a economia. Se as pessoas não têm dinheiro para gastar a economia não vai girar, vai ficar parada e aí a crise não vai ser maior? Confesso que me irrita bastante ver agora tanta gente que fez parte de vários governos ao longo destes anos se armarem em salvadores da Pátria, todos com ares de grandes inteligências. Mas quando abrem a boca só sabem falar em cortes sociais. Até parece que são os que trabalham e descontam que são os carrascos deste País.
É por isso que há cada vez mais pessoas a se questionar: para quê continuar a fazer descontos se cada vez tenho menos direitos e se aqueles que precisam da minha solidariedade recebem menos do Estado? Este é um problema sério que começa a colocar em causa a arquitectura do Estado solidário tão temido pela direita mas tão necessário para manter vivo o espírito do 25 de Abril.
Continuo a considerar que existe outro caminho. É preciso ter coragem política para atacar os interesses dos poderosos deste país e desta Região. É preciso acabar com o Off-Shore e com a fuga aos impostos. É preciso que os bancos paguem impostos como as empresas. É preciso criar um imposto sobre os ricos para ajudar a levar este País e esta Região para a frente. É preciso proibir o duplo emprego enquanto houver desemprego. É preciso cortar pensões a quem está empregado, ou recebe a pensão ou o salário. É preciso deixar respirar quem trabalha e quem cria emprego. Esses é que devem ser ajudados porque só o emprego é que pode gerar riqueza. É preciso acabar com tudo o que só complica e dá despesa como alguns Institutos Públicos e outros organismos inúteis. O que é preciso é outra política!

Descoberta de obras desconhecidas de Picasso levanta suspeitas


Herdeiro de Pablo Picasso, Claude Picasso, em frente a obra chamada "Trois personnages", no Paul Klee Center em Bern




PARIS — Pelo menos de 271 obras de Pablo Picasso, produzidas de 1900 a 1932, cuja existência ninguém conhecia, foram encontradas há poucos meses e levaram os herdeiros do pintor a denunciar os responsáveis pela descoberta, informa o jornal francês Liberation.

Os quadros, cadernos e desenhos, com valor estimado em 60 milhões de euros (78,6 milhões de dólares), foram apresentados por um casal de septuagenários da Côte D'Azur, que desejava obter certificados de autenticidade, em particular do filho do pintor, Claude Picasso, administrador do espólio.

Entre as obras descobertas se destacam nove colagens cubistas avaliadas em 40 milhões de euros (US$ 52,4 milhões), uma aquarela do período azul, guaches, litografias e retratos de sua primeira esposa, Olga.

Pierre Le Guennec, 71 anos, que enviou diversas cartas a Claude Picasso desde janeiro, antes de encontrar pessoalmente com o filho do artista em Paris no mês de setembro, trabalhou como eletricista para Pablo Picasso durante os últimos três anos de vida do pintor, que faleceu em 1973.

Le Guennec instalou sistemas de alarme em várias residências do artista, em particular na vila Californie, em Cannes, onde estavam armazenadas muitas pastas com desenhos.

Os herdeiros e especialistas convocados decidiram apresentar uma denúncia contra quem for considerado responsável por receptação de roubo no dia 23 de setembro. As obras foram apreendidas em 5 de outubro pelo serviço de luta contra o tráfico de bens culturais (OCBC) na residência do casal, no sul da França.

A apreensão das obras pelo OCBC foi confirmada pela polícia.

O eletricista aposentado foi colocado em prisão provisória, segundo o jornal, que não soube informar o que aconteceu depois.

O aposentado alegou inocência e disse que as obras foram um presente do artista ou da esposa de Picasso.

Contactado pelo Liberation em Nova York, Claude Picasso descartou a possibilidade do pai ter presenteado alguém em tal quantidade.

"É algo nunca visto, não tem pé nem cabeça. Era uma parte de sua vida", disse.

Ele afirmou que cabe à justiça esclarecer o assunto e que ninguém pode se aproveitar uma ação ruim, se for o caso.

"Não convém que este patrimônio termine disperso", declarou.

(AFP)

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O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
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Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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