Há muito, muito tempo, numa cidade lá para os lados do Oriente, vivia Ali Babá, que ganhava a vida comprando e vendendo coisas nas aldeias próximas à sua. Uma bela tarde, ao regressar a casa, viu uma longa caravana de quarenta homens carregados com grandes caixas, que as puseram no chão ao chegarem junto a uma rocha. Então, espantadíssimo, Ali Babá viu o chefe aproximar-se da parede rochosa e gritar: - Abre-te Sésamo! Como que por milagre abriu-se uma grande fenda na rocha e apareceu uma enorme gruta, no interior da qual os homens depositaram as caixas e saíram. - Fecha-te Sésamo!- gritou o chefe. A parede voltou a fechar-se e foram-se embora. Quando Ali Babá viu que os homens já iam longe, correu para a grande rocha e gritou: - Abre-te Sésamo! Entrou na gruta e viu, espantado, que ela albergava um precioso tesouro, proveniente dos roubos que os homens vinham praticando nas cidades da região. Então carregou o que pode num saco e voltou para casa. No dia seguinte, pedindo segredo, contou tudo ao seu irmão mais velho Kasim. Logo que a noite caiu Kasim, sem dizer nada a ninguém, colocou os arreios e alguns sacos nas mulas e dirigiu-se à gruta, sonhando durante todo o percurso que era muito, mas mesmo muito rico. Porém, quando tinha os sacos quase todos cheios, os ladrões regressaram para guardar mais coisas roubadas e, ao verem-no, pois não havia como esconder-se, condenaram-no a ficar fechado na gruta. Preocupado com o desaparecimento do irmão, e lembrando-se da conversa que tivera, Ali Babá decidiu ir procurá-lo à gruta. Logo que entrou viu-o atado de pés e mãos, jogado a um canto. Desamarrou-o e foram-se embora correndo, por entre juras de nunca mais ali voltarem. Porém, quando os ladrões regressaram à gruta e viram que o prisioneiro se tinha evadido, logo pensaram numa maneira de o apanharem e a quem o ajudou. - Far-me-ei passar por mercador e irei bater de porta em porta em todas as cidades em redor. Porei um de vós em cada vasilha e encherei uma com azeite. - decidiu o chefe dos ladrões. E lá foram de cidade em cidade, consoante o plano que tinha forjado, até que chegou a casa de Kasim e o reconheceu. De imediato lhe pediu alojamento, ao que este anuiu, sem desconfiar de nada. Mas durante o jantar a criada Frahazada, ao passar junto das vasilhas, ouviu os ladrões a cochicharem: - Estejam preparados, aproxima-se o momento de os agarrarmos! Frahazada correu a contar a Ali Babá a estranha coisa que tinha ouvido. Resolveram então ferver um alguidar de azeite e despejá-lo em cada pote aonde se escondiam os malvados ladrões. Estes fugiram aterrorizados, com excepção do chefe, que foi preso e entregue aos guardas do rei. Kasim, agradecido, comprometeu-se a dar metade da sua fortuna ao irmão. - Agradeço-te, mas apenas quero 1/4 para mim. O restante pertence a Frahazada, com quem me vou casar!
Aar ou Aare é o principal rio da Suíça, sendo afluente da margem esquerda do Rio Reno e tendo 295 Km de extensão. Passa pelos lagos Brienz, Thun e Biel. Navegável desde o Lago Thun, desagua no Reno perto de Wald-shyt. Aar nasce na região alpina do pé do Grimsel, a 1.879m de altitute, e corre num vale turístico (Interlaken, Thun) até Berna. A jusante, drenando a maior parte do Mitteland, o Aar atravessa o lago Bienne e bordeja o maciço do Jura, onde usinas hidrelétricas favorecem a indústria (em Bienne, Olten, Soleure, Aaura). O Aar recebe em seguida seus principais afluentes, o Reuss e o Limmat.
A cada dia são criados 120 mil "diários on-line", o que corresponde a três a cada dois segundos
Até ao final do mês de Março, tinham sido criados 72 milhões de blogs, sendo os japoneses os autores com maior número de textos publicados nos seus espaços on-line, segundo um estudo hoje apresentado.
Desde Março de 2005 até ao período homólogo de 2007, o número de blogs passou de oito milhões para os 72 milhões, segundo o relatório "State of the Live Web", compilado pela empresa americana Technorati, que se dedica a estudar o desenvolvimento e evolução da blogosfera.
Esta popular tecnologia de diários pessoais on-line, que explodiu há cerca de cinco anos, espalhou-se a todo o mundo, tendo como "clientes" mais activos os japoneses, seguidos dos autores em língua inglesa e da comunidade chinesa, indicou a Technorati.
Nos países com política repressora também se registou um aumento do número de "jornais pessoais", como por exemplo no Irão.
A cada dia, em 2007, são criados 120 mil novos blogs, o que corresponde a três blogs a cada dois segundos, enquanto em Março de 2005, eram criados 25 mil por dia.
Mesmo assim o crescimento da blogosfera abrandou, deixando de crescer o dobro a cada seis meses, para crescer o dobro em cada ano, segundo David Sifry, fundador da Technorati.
A taxa de crescimento pode, no entanto, estar errada uma vez que, segundo Sifry, existem de plataformas em alguns países, como o Skyblog em França, que não estão incluídas nas pesquisas da Technorati.
Para Ethan Zuckerman e Rebecca MacKinnon, fundadores da Global Voices Online, que monitoriza os conteúdos de blogues, podem existir outras razões para este número não estar correcto.
Entre as razões são apontadas a diferentes ferramentas e técnicas existentes em todo o mundo para fazer uma contagem correcta do crescimento da blogosfera.
Ethan Zuckerman e Rebecca MacKinnon não desvalorizam o trabalho da Technorati, mas acreditam que a empresa não consegue monitorizar todos os blogs.
QUINTA - FEIRA SANTA A quinta - feira santa é o último dia da Quaresma e por sua vez, a partir da missa vespertina, a inauguração do Tríduo Pascal. Em latim seu nome clássico é "feria V in Coena Domini". É um dia íntimo para o povo cristão, certamente a quinta - feira mais importante do ano, principalmente desde que a da Ascensão e do Corpus Christi são celebrados no domingo. É o dia em que Cristo, em sua ceia de despedida antes da morte, instituiu a Eucaristia, deu a grande lição de humilde serviço lavando os pés dos seus apóstolos, e os constituiu sacerdotes mediadores de sua Palavra, de seus sacramentos e de sua salvação. A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo. E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idóneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos. Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava, mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcançável. São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristia. A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, "enquanto ceava com seus discípulos tomou pão..." (Mt 26, 26). Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19). Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão y bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26). Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e "Senhor da Morte", isto é, o Ressuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: "Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis" (Jo 16, 16). Como diz o prefácio deste dia: "Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração". Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Ceia do Senhor". Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos "directamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa. Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c). Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa "sublinhar" neste momento, é que "o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa. Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o "glória": é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós. Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega con amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria. Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss). Hoje inicia a festa da "crise pascoal", isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor
INCENSO O incenso vem de "incendere", "incender", é uma das resinas que produz um agradável aroma ao arder. Esta palavra latina dá também origem ao termo "incensário" (instrumento metálico para incensar), enquanto a raíz grega "tus", que também significa incenso, explica a palavra "turíbulo" (incensário) e "turiferário"(o que carrega o turíbulo). O incenso é encontrado principalmente no Oriente, e desde antigamente no Egito, antes de os israelitas chegarem era usado em cerimónias religiosas, por seu fácil simbolismo de perfume e festa, de sinal de honra e respeito ou de sacrifício aos deuses. Já antes em torno da Arca da Aliança, mas sobretudo no templo de Jerusalém era clássico o rito do incenso (Ex. 30). A rainha de Sabá trouxe entre outros presentes grande quantidade de aromas a Salomão (1Rs.10). Os cristãos no século IV introduziram o incenso na linguagem simbólica de suas celebrações, quando se considerou superado o perigo anterior de confusão com os ritos idolátricos do culto romano. Actualmente, o incenso é usado na missa, quando se quer ressaltar a festividade do dia, o altar, as imagens da Cruz ou da Virgem, o livro do evangelho, as oferendas sobre o altar, os ministros e o povo cristão no ofertório, o Santíssimo depois da consagração ou nas celebrações de culto eucarístico. Com isso quer significar às vezes um gesto de honra (ao Santíssimo, ao corpo do defunto nas exéquias), ou símbolo de oferenda sacrificial (no ofertório, tanto o pão e o vinho como as pessoas).
JEJUM Chamamos "jejum" (latim "ieunium") à privação voluntária de comida durante algum tempo por motivo religioso, como ato de culto perante Deus. Na Bíblia no jejum pode ser sinal de penitência, expiação dos pecados, oração intensa ou vontade firme de conseguir algo. Outras vezes, como nos quarenta dias de Moisés no monte ou de Elias no deserto ou de Jesus antes de começar sua missão, marca a preparação intensa para um acontecimento importante. O jejum Eucarístico tem uma tradição milenar; como preparação para este sacramento, o cristão se abstém antes de outros alimentos. É na Quaresma, desde o século IV, que sempre teve mais sentido aos cristãos o jejum como privação voluntária da que existem em outras culturas religiosas ou por motivos religiosos. O jejum junto com a oração e a caridade, tem sido desde muito tempo uma "prática quaresmal" como sinal de conversão interior aos valores fundamentais do evangelho de Cristo. Actualmente nos abstemos de carne todas as sextas-feiras de Quaresma que não coincidem com alguma solenidade; fazemos abstinência e além do jejum (uma só refeição ao dia) na quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa.
CÍRIO PASCAL A palavra "círio" vem do latim "cereus", de cera, o produto das abelhas. Ao falar das "candeias" , aludíamos ao uso humano e ao sentido simbólico da luz que os círios produzem. O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal como símbolo de Cristo - Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro adornado. O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília. Em meio à escuridão (toda a celebração é feita à noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada se acende o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras alfa e Ómega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, para indicar que a posição de Cristo, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos. O Círio estará aceso em todas as celebrações durante cinquenta dias até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o Tempo Pascal, convém que o Círio seja conservado dignamente no baptistério, e não no presbitério.
CEIA DO SENHOR O nome que, junto ao de "fração do pão", o dá por exemplo São Paulo em 1Cor 11,20 ao que logo se chamou "Eucaristia" ou "Missa": "Kyriakon deipnon", ceia senhoril, do Senhor Jesus. É também o nome que se dá a Missa actual: "Missa ou Ceia do Senhor" (IGMR 2 e 7) Na Quinta-feira Santa a Eucaristia com que se dá início ao Tríduo Pascal é a "Missa in Coena Domini", porque é a que mais intimamente recorda a instituição desde sacramento por Jesus em sua última ceia, adiantando assim sacra e mentalmente sua entrega na Cruz.
Arquitecto francês garante ter descoberto o enigma da pirâmide de Quéops
Os segredos da Grande Pirâmide egípcia foram desvendados. Quem o garante é o arquitecto francês Jean-Pierre Houdin, que diz ter descoberto a chave para o enigma que há séculos intriga a Humanidade: a construção da pirâmide de Quéops, explica, foi possível através de uma rampa em espiral, construída no interior do edifício.
Como levantar cinco milhões e meio de toneladas de pedra a 146 metros de altura, em 20 anos, com as técnicas rudimentares da Antiguidade?
Depois de oito anos a estudar o enigma que há séculos intriga a Humanidade, o arquitecto Jean-Pierre Houdin acredita ter desmontado o mistério e mostrou a sua teoria com uma simulação a três dimensões, feita em computador.
"Esta é melhor que as outras teorias, porque é a única que funciona", garante Houdin, que baseia a tese na convicção de que foi usada uma rampa externa para construir os primeiros 43 metros de pirâmide, e depois uma interna para carregar as pedras até ao topo do edifício, que acabaria por ter 146 metros de altura.
O arquitecto descreve a rampa em forma de espiral, com mais de 1600 metros de comprimento, com uma inclinação de sete por cento e dividida em segmentos rectilíneos ao longo das paredes. Através destes, explica, os blocos de pedra eram mais facilmente transportados.
Um método no qual seriam necessários, diz Houdin, quatro mil trabalhadores - e não cem mil, como fundamentam outras teorias.
Houdin partiu para a investigação apoiando-se numa intuição do pai, engenheiro de profissão. O arquitecto trabalhou com uma equipa de construção de modelos a três dimensões e com 14 engenheiros.
Para o ex-director do Instituto de Arqueologia do Cairo, a teoria "não é só interessante, mas coerente e revolucionária".
Uma equipa de egiptólgos e especialistas internacionais vai agora analisar a própria pirâmide com radares e câmara de detecção de calor, a fim de avaliar a tese do arquitecto.
Construída há 4500 anos para albergar o túmulo do Faraó Khufus - ou Quéops -, a pirâmide situada em Gizé, a oito quilómetros do Cairo, é a derradeira sobrevivente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.
Leiam com atenção esta história REAL, pois pode suceder convosco um dia!
Há pouco tempo, um jovem decidiu ir a uma discoteca. Estava a divertir-se bastante, bebeu umas cervejas e conheceu uma rapariga que parecia gostar dele e que o convidou para outra festa. Aceitou e decidiu ir com ela.
Foram a um apartamento onde continuaram a conviver e a beber cerveja. Aparentemente, deram-lhe alguma droga misturada nas bebidas ...
Depois disso, não se lembra de ter acordado nu, numa banheira cheia de pedras de gelo. Ainda sob os efeitos da droga e da cerveja, olhou em volta e estava completamente só. Encontrou um bilhete colado na parede perto, que dizia: "Ligue para o Pronto-socorro (estava lá o número) ou morrerá !!!"...
Viu um telefone por perto e ligou de imediato. Relatou o acontecido, explicando que não sabia onde estava, o que tinha bebido, e o motivo da sua ligação. A pessoa ao telefone orientou-o para sair da banheira e ver-se ao espelho. Aparentemente estava normal. Então mandou-o inspeccionar as costas. Aí percebeu que tinha dois cortes de 15 cm cada na parte baixa das costas. A pessoa que atendeu mandou-o entrar de novo na banheira e aguardar até chegar a equipa de emergência que seria enviada.
Tinham-lhe ROUBADO OS RINS!!!
Foi levado para o Hospital, onde permanece ainda ligado a um sistema que o mantém vivo, esperando encontrar um dador com um rim compatível.
Cada rim tem presentemente um valor de 3 a 5 mil contos no Mercado Negro.
Podem fazer-se algumas deduções:
A segunda festa seria uma farsa, as pessoas envolvidas teriam conhecimentos médicos e as drogas que lhe deram destinavam-se a adormecê-lo e a prepará-lo para a cirurgia.
Existe uma nova máfia de crime organizado que tem como alvo pessoas que viajam em trabalho ou estudo. Esta máfia está bem organizada e financiada e conta com pessoal altamente especializado.
Age em muitas grandes cidades. Recentemente, tem estado muito activa em Buenos Aires, Paris, Milão e Lisboa.
O crime começa quando a pessoa vai a um bar ou discoteca ... Uma pessoa aproxima-se e ao vê-o sentado (de preferência sozinho) ou com um grupo de amigos, começa a "meter conversa".
De seguida, a pessoa acorda num quarto de hotel ou num apartamento submergido em gelo na banheira, e consegue lembrar-se da última bebida que tomou. Há um bilhete colado na parede para ligar para o Pronto-socorro. Ao ligar, as pessoas que atendem que já conhecem este crime, orientam-no para ver cuidadosamente se tem um tubo que sai da parte baixa das costas. Caso a pessoa encontre o tubo e responda positivamente, a pessoa que atende pede para não se mexer, e acciona os paramédicos para auxiliar.
Ambos os rins foram retirados. Isto não é uma farsa ou um conto de ficção científica, é real, tem sido documentado e confirmado.
Se sai o ou se conhece alguém que o faz, preste muita atenção.
António Significa o que está na vanguarda e indica uma pessoa de força interior e fé inabalável nos seus próprios ideais. Isto permite-lhe estar sempre à frente, abrindo caminhos que geralmente levam a resultados positivos para todos.
Na nossa interpretação, partimos do princípio de a revelação bíblica ser «a única revelação de Deus destinada a todos os povos [e] ter ficado concluída com Cristo e o testemunho que d'Ele nos dão os livros do Novo Testamento» (Bento XVI, quando ainda era Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé). O texto da Terceira Parte do Segredo de Fátima foi escrito pela Irmã Lúcia, a 3 de Janeiro de 1944, quase 27 anos depois da data da referida visão, não tendo nós mais do que uma única testemunha da mesma. Não está muito bem estruturado a nível de conteúdo e contém várias incorrecções, a nível das convenções da escrita portuguesa, perfeitamente desculpáveis, aliás! Divide-se em quatro partes: um título-exposição; uma dedicatória-oração; e o corpo do texto, narrando duas visões, aparentemente sem nexo entre elas. Termina abruptamente, sem conclusão. O relato da primeira visão parece uma passagem do livro do Apocalipse. Há, no entanto, duas diferenças significativas: neste texto, há, primeiramente, uma tentativa de destruir o mundo e depois é que vem o apelo à penitência, como se fosse uma frustração do Anjo por não ter conseguido o que pretendia; e não o consegue porque Nossa Senhora não deixa. Como a ordem lógica está trocada, aqui não é a penitência que evita a destruição, mas a intervenção medianeira de Maria. Consequentemente, nem é feita penitência, nem são castigados os que não a fazem e, logo a seguir, quem vem a sofrer são os justos. Na segunda visão, em corte aparente com a anterior, o primeiro personagem deste mundo a sofrer é identificado como sendo o «Santo Padre», embora tal identificação seja mero pressentimento. Ele vai à frente dos restantes membros da Igreja, subindo uma montanha rematada por uma cruz tosca, que é, evidentemente, o calvário da imaginação tradicional. (Note-se que o Calvário histórico não era nenhuma montanha e que com Jesus havia mais 2 crucificados!) Do mero pressentimento, passa-se à afirmação inequívoca de que o «Bispo vestido de Branco» é o Santo Padre. Antes de subir à montanha, ele passa por uma «grande cidade» semi-destruída. Ficamos, assim, a saber que houve uma grande destruição, da qual resultaram vários mortos, mas não sabemos porque aconteceu nem como aconteceu. Esta destruição parece ter sido tão grande que não parece haver mais ninguém nas ruas, para sepultar os cadáveres, nem para orar pelas almas deles. Apenas o «Santo Padre» ora por eles, antes de subir a «escabrosa montanha», o calvário para o qual a Igreja sobe. Tão-pouco sabemos por que motivo ele e os restantes membros da Igreja têm de a subir. No cimo deste calvário, o «Santo Padre», ajoelhado diante de uma única cruz tosca, é morto e, seguidamente, todos os restantes membros da Igreja, por ordem hierárquica decrescente, também o são. Não se fala de nenhuma sucessão do Clero, embora se permita entender que alguns leigos escapam, ao afirmar que só «várias pessoas seculares» são mortas. O grupo de soldados carrascos representa, aqui, claramente, as forças do mal, as portas da morada dos mortos, o Inferno, que prevalecem, neste mundo, sobre a Igreja, conseguindo eliminá-la daqui! O texto termina de uma forma abrupta e confusa, deixando-nos a saber o mesmo que sabíamos antes de o ler. Os Mártires e as «almas que se aproximavam de Deus» são os mesmos? Se assim for, por que motivo têm de ser regados com o seu próprio sangue? Não é dito tratar-se de baptismo de sangue!... Depois de mortos todos estes elementos da Igreja, esta acaba neste mundo, vencida pelas forças do mal? Qual o destino reservado a estas últimas, já que o texto não diz que venham a ser punidas nem a arrepender-se? Terá lugar a segunda vinda de Cristo, logo a seguir? Supunham alguns que esta terceira parte do Segredo trataria dos seguintes assuntos:
1.O afastamento e a morte de João Paulo II; 2.A grande tribulação (Apocalipse); 3.A grande purificação da humanidade e de toda a criação; 4.A nova evangelização em todo o mundo em testemunho a todos os povos; 5.A nova criação; 6.A vinda gloriosa de Jesus; 7.A civilização do amor e da paz no terceiro milénio.
Sr interpretarmos de uma certa forma, talvez não se enganassem muito! Todavia, tudo aqui nos parece como se estivéssemos perante uma narração de um sonho... um pesadelo. Os próprios regadores de cristal nas mãos dos Anjos evocam a imaginação popular infantil e o mundo do sonho! É evidente que este Segredo, conforme está aqui escrito, ainda não se concretizou, até este momento! Caso contrário, seria a negação do que Cristo afirmou ou seria, implicitamente, o fim do mundo seguido da Sua segunda vinda! Estariam, assim, certas as especulações daqueles que supunham que o Terceiro Segredo seria a previsão do fim do mundo?...
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• Size/weight:111.8mm W x 58.4mm H x 21.3mm D Weight 157 grams • Communications: Bluetooth 1.2 wireless technology, Infrared (IR) • Display: 320 x 320 color touchscreen with support for 65,536 colors • Keyboard: Built-in backlit QWERTY keyboard, plus 5-way navigator • Desktop system requirements: Windows 2000 or XP Service Pack 2 with USB port Mac OS 10.2.4–10.4 with USB port
1 - Mudar uma lâmpada - substituir uma lâmpada normal por uma lâmpada florescente poupa 68 Kg de carbono por ano;
2 - Conduzir menos - caminhar, andar de bicicleta, partilhar o carro ou usar os transportes públicos com mais frequência. Poupará 0,5 Kg de dióxido de carbono por cada 1,5 Km que não conduzir!
3 - Reciclar mais - pode poupar 1.000 Kg de dióxido de carbono por ano reciclando apenas metade do seu desperdício caseiro;
4 - Verificar os pneus - manter os pneus do carro devidamente calibrados pode melhorar o consumo de combustível em mais de 3 %. Cada 4 litros de combustível poupado retira 9 Kg de dióxido de carbono da atmosfera!
5 - Usar menos água quente - aquecer a água consome imensa energia. Usar menos água quente instalando um chuveiro de baixa pressão poupará 160 Kg de CO2 por ano e lavar a roupa em água fria ou morna poupa 230 Kg por ano;
6 - Evitar produtos com muita embalagem - pode poupar 545 Kg de dióxido de carbono se reduzir o lixo em 10 %;
7 - Ajustar o termostato - acertar o termostato apenas dois graus para baixo no Inverno e dois graus para cima no Verão pode poupar cerca de 900 Kg de dióxido de carbono por ano;
8 - Plantar uma árvore - uma única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono durante a sua vida;
9 - Seja parte da solução - aprenda mais e torne-se activo em www.climatecrisis.net
10 - Espalhe a mensagem! - incentive os amigos a ver "Uma Verdade Inconveniente"
Este sábado, 24 de Março, é dia de desligar o computador. Denys Bystrov e Michael Taylor, dois canadianos de Montreal, mentores do Shutdown Day, convidam-nos a passar o dia offline e sem computador. - Será que consegue passar um dia inteirinho sem computador? O desafio está lançado e pode ser aceite já no próximo sábado, dia 24.
"O Shutdownday.org não é contra o uso de computadores", garante Michael Taylor no manifesto da iniciativa, "mas era bom tirar algum tempo durante o dia, para reflectir e recordar as outras coisas na vida que, por vezes, esquecemos porque nos habituámos a uma vida dominada pelo computador".
Esta dupla de canadianos faz questão de esclarecer que não quer obrigar ninguém a desligar o computador mas lá vai dizendo que se houver muitas pessoas a aderir a esta iniciativa será mais fácil. "Estamos só a sugerir que as pessoas poderão gostar de participar nesta experiência", revelam.
A ideia é que graças a esta "experiência global" - que eles esperam que se torne na maior alguma vez realizada na Internet - possamos medir o nosso grau de dependência em relação a estes nossos "amigos", recuperar prazeres mais prosaicos que estejam esquecidos, e até fortalecer laços afectivos.
Se for bem sucedida, a medida terá ainda como efeito secundário permitir uma significativa poupança energética.
A ideia surgiu depois de os dois canadianos terem chegado à conclusão que estavam a passar demasiado tempo colados aos ecrãs dos seus PCs. Bystrov e Taylor descobriram que passavam "horas a conversar no MSN em vez de socializar cara a cara, a ver as últimas notícias do Digg ou o último vídeo do YouTube, em vez de cozinhar um jantar como deve ser".
À data de fecho desta notícia já mais de 50 mil pessoas se tinham comprometido no site da iniciativa a carregar no botão "off" do computador, enquanto que quase 8000 confessavam não ser capazes de o fazer.
A pensar naquelas pessoas que até seriam capazes de aderir mas não conseguem imaginar o que fazer nesse dia, sem ligar o PC, os mentores publicaram algumas sugestões para usar o laptop sem o ligar. No YouTube é possível vê-los a usar o computador como trenó, raquete de ténis ou pedra de curling . Mesmo que aceite o repto, no dia seguinte vai querer usar o seu computador, pelo que o melhor é não experimentar isto em casa.
A Nasa desenvolveu um aparelho capaz de ler a superfície de papiros (em especial os encontrados no Egipto em 1897) apagadas pela acção do tempo. Ele consegue fotografar diferentes faixas de espectros de luz. Os três papiros mais importantes foram: o Livro das Revelações, Epígono (tragédia de Sófocles) e Elegias (poeta Arquíloco – Guerra de Tróia). Até mesmo os papiros romanos queimados pelo Vesúvio no século I, estão sendo recuperados (Super Interessante por Mauro Tracco – 6/2005). O destaque está na versão datada do século III sobre o número da besta, que não seria 666 mas, 616. A informação sobre o número 666 está no Apocalipse de São João, capítulo 13, versículo 18: “Quem tiver discernimento, calcule o número da besta, pois é o número do homem e seu número é 666”. Muitos historiadores acreditam que este número referia-se ao marco da implantação de uma nova religião ou Era. O número 666, cuja soma resulta no numeral 18 e desdobrado obtém-se 9 (número do lâmina do Tarot – O Ermitão - sabedoria) não condiz com a fama negativa do seu significado. Já a soma do número 616 que resulta no numeral 13 (lâmina do Tarot 13, a Morte – fim necessário, transformação) tem muito mais simbologia, pois há muito tempo a besta já era representada como “a morte dos corpos”. A criação do diabo foi necessária, assim como o bem e o mal, Jesus e o anticristo, a criação de um número específico para denominar a besta etc. Todas as coisas devem ter o seu oposto e toda acção acaba por provocar uma reação para se opor. A aparência da besta seria de um homem comum, gerado em corpo de mulher, dotado de maldade e capacidade para executá-la (Nero, Hitler, Napoleão etc.).
Na Idade Média, a besta era chamada “macaco de Deus” ou “dor de Deus”, pois teria a capacidade de imitá-lo tanto em milagres como em prodígios para confundir os homens. De tempos em tempos, a besta usaria (no período de 3 a cinquenta anos) o corpo de um homem para utilizá-lo como veículo do mal. Como o diabo imita seu criador, também existem características da sua trindade: a rebeldia (o desejo de suplantar o Pai), a tentação (induz o homem a imitar Deus) e a colaboração (atormentar os seres humanos). Para os cristãos, o diabo desejava ser o Cristo, o elo entre Deus e os homens, o veículo para a Encarnação do Verbo. Ele foi uma criação de Deus (Lúcifer, Satã, Asmodeu, Belzebu, Azazel, Belial, Iblis etc.) a mais bela de todas as criaturas, dotada de livre-arbítrio. Deus amou tanto sua criação que sofreu pela queda provocada por seu orgulho. Assim, o diabo foi condenado ao pior de todos os castigos: a falta de amor. Deus não odeia ou condena o diabo e este, por não ter compaixão, despreza seu criador porque não sabe amar.
Orígines escreveu que o diabo nunca desaparecerá pois este é um ser (substância) criada por Deus. O que poderá desaparecer é a sua perversidade. O papel do diabo na sociedade é importante, pois ele seria o responsável pelas doenças, assassinatos, medo e dor, já que Deus é dotado essencialmente de amor e bondade. Personificador da maldade, acaba por livrar o homem da responsabilidade de alguns actos, facilitando para que “o outro” seja o julgado e culpado. Monica Buonfiglio
As coisas mais importantes não se aprendem verdadeiramente nos livros, nem nas aulas, nem em conferências, nem em sermões. Passam de pessoa para pessoa através de gestos, de comportamentos concretos. Através de exemplos de vida. A única forma de um pai ensinar um filho a ser honesto consiste em ele mesmo ser honesto, custe o que custar, em todas as circunstâncias, desprezando todas essas maneiras fáceis - e falsas - de subir na vida ou de resolver problemas delicados. Se assim não for, bem pode esforçar-se em dar ao filho enormes sermões sobre essa virtude... Mas se o pai for honesto, não precisará sequer de usar as palavras. Estamos todos fartos de palavras. As palavras são um revestimento estéril, se não corresponderem a um fundo verdadeiro. E têm sido usadas frequentemente por muitas pessoas para enganar, para fingir, para alcançar ilicitamente resultados. Entre essas coisas importantíssimas que não se aprendem por meio de palavras, encontram-se as virtudes e os valores. E entre eles está esse tão raro da hospitalidade. Eu aprendi a hospitalidade em Chãos, ali pertinho de Alcobertas, numa noite de Inverno de há muitos anos. Tinha saído de Lisboa com um grupo de talvez vinte alunos meus de 12/13 anos. Devíamos atravessar a Serra dos Candeeiros e chegar a Alcanede (parece-me que era Alcanede), onde tínhamos uma casa à nossa espera. Mas apanhámos um anoitecer daqueles em que um homem não devia sair de casa. Chuva, vento, nevoeiro. A verdade é que nos perdemos e vagueámos desastradamente pela serra. Já era muito tarde quando avistámos umas luzes lá em baixo e, depois de descermos aos tropeções, chegámos a um lugar que não fazia parte do percurso previsto: era Chãos. Algumas casas perdidas na imensidão da serra. Uma olhadela rápida para o mapa fez-nos compreender que estávamos ainda muito longe do nosso destino. Era impossível, no estado em que nos encontrávamos, chegar a Alcanede antes de ser muito de madrugada. E isto no caso de que conseguíssemos chegar. Houve então uma pessoa que nos ajudou, metendo-nos numa camioneta e levando até à desejada casa - até ao calor de uma lareira e ao conforto de poder estender o corpo - aquele grupo dorido e encharcado. Era uma pessoa igual a todas as outras, com um nome vulgar, semelhante a muitos outros, habitante de um daqueles lugares que não vem nos grandes mapas. Mas vivia a hospitalidade e, por isso, ensinava-a. Eu aprendi a hospitalidade em Chãos. E os jovens que iam comigo também a aprenderam. Ficaram felizes. Fizeram a viagem a cantar, sentados na caixa aberta da camioneta, esquecidos da chuva, do frio e das bolhas nos pés. O mundo tinha-se tornado mais belo. Já não havia nuvens nenhumas... Aqueles jovens são agora médicos, engenheiros, advogados... E aprenderam a hospitalidade em Chãos. Tenho a certeza de que procuram pô-la um pouco em prática, de que não se esqueceram da lição daquela noite, embora talvez já não se lembrem de onde nem de quando nem de quem a aprenderam. A hospitalidade de uma pessoa multiplicou-se, portanto, por vinte. E, por isso, o mundo ficou um pouco melhor: vinte vezes melhor. Felizmente, o bem é algo que se espalha com grande facilidade: com maior facilidade que o mal, o que é um bom motivo para continuarmos optimistas. Quarenta televisões competindo por audiências sem olhar a meios, oitocentas revistas pornográficas, duzentos jornais tendenciosos, mil homens mal intencionados, centenas de políticos corruptos não podem, nem todos juntos, realizar mal em quantidade suficiente para contrariar o bem feito por um único homem bom. Depois dessa noite, voltei ainda muitas vezes a Chãos e aprendi outras lições semelhantes a esta. Poderia contá-las todas, uma a uma, mas não o vou fazer. O meu amigo Manuel Pedro há-de corar se por acaso chegar a ler este texto, e essa é uma boa razão para que não continue a escrever . Ele e o Ramiro e outros bons mestres que há por aí. Ensinam com naturalidade porque vivem aquilo que ensinam: não pensam que estão a fazer algo de extraordinário. Não acreditariam - haviam de rir-se - se lhes dissessem que estão a tornar o mundo melhor e mais belo, mas é isso que acontece.
O OQO ultra personal computer (uPC) é um WIndows PC funcional pequeno o suficiente para caber no seu bolso, no entanto é potente o suficiente para substituir o seu laptop.
O OQO Model 01+ dispõe de todas as funcionalidades de um notebook ultra-portátil com um processador a 1Ghz, hard drive de 30GB, 512MB de RAM, écran a cores transflectivo (para uma visão facilitada em interiores e exteriores), 802.11b wireless, uma bateria de polímero de lítio removível, e portas FireWire e USB 2.0. Para introdução e navegação inclui um teclado minimizado com TrackStik™ e botões de rato, assim como uma pen digital e uma thumbwheel. O OQO Model 01+ é o computador mais versátil até à data. Sozinho, é tão portátil como um PDA. COm o cabo de dados, não é diferente de um laptop não sua capacidade de conexão a projectores e a redes Ethernet. No stand de secretária com o cabo de dados, é um computador de secretária. Como um PC com Windows, o OQO move-se sem problemas de um modo para o outro sem sincronizar. Com um computador OQO Model 01+ pode mover-se ao longo do seu dia e apreciar o constante acesso a toda a sua informação e aplicações de WIndows. Pode usar o mesmo computador para aplicações exigentes no trabalho, enviar emails em casa, ouvir música no autocarro, ou ver um filme quando vai de viagem de avião.
Aí está o lançamento do novo Apple iphone, e como seria de esperar SteveJobs esta em grande, pois trouxe uma novidade.
O iphone tem um software fantástico pelo que se pode ver na sua apresentação e mais uma vez apenas com uma tecla faz-se a gestão de MP3/Vídeo, Telefone, Internet e Maquina Fotográfica
O dedo passa a ser um dos mais utilizados instrumentos na Iphone, pois permite percorrer listas e fazer Sroll as listas de telefones, musicas, vídeos e demais funcionalidades.
A qualidade de imagem pelo que se pode ver é do estilo Apple ou seja muito boa e única, seguindo a velha máxima de que a Apple e o seu Macworld em termos gráficos são um espanto
Dentro de uns meses o iPhone será comercializado e os rumores falam entre 500 a 700 Euros para o novo MP3/Vídeo, Telefone, Internet e Maquina Fotográfica, ficando claro que a novidade mais uma vez, não é o equipamento mas o software e um design arrojado em cima do software, logo o iPhone
Numa paragem cardíaca fora de uma estrutura médica, a massagem cardíaca externa, sem respiração boca-a-boca associada, pode ser a melhor técnica a empregar, segundo um estudo publicado hoje na revista médica britânica The Lancet. Após terem analisado as taxas de sobrevivência de mais de quatro mil adultos vítimas de paragem cardíaca em presença de testemunhas sem formação médica na região de Kanto, no Japão, os investigadores consideram ser «preferível» apenas ser feita a massagem cardíaca externa (ou compressão toráxica). Os resultados do estudo «SOS-Kanto», não mostraram «qualquer benefício ligado ao acrescento da ventilação por boca-a-boca» em caso de paragens cardíacas fora de um quadro hospitalar, concluem Ken Nagao, do Hospital Universitário de Nihon, no Japão, e os seus colegas. No entanto, é preciso ter atenção num aspecto: estes resultados não dizem respeito a paragens respiratórias após afogamento ou após ter havido um consumo abusivo de uma droga ou de um medicamento, avisa um especialista. Os investigadores japoneses partiram da constatação que a prática do boca-a-boca pode suscitar hesitações nas testemunhas, por medo de transmissão de uma infecção. O estudo reportou sobre 4.068 pacientes que tiveram uma paragem cardíaca em presença de testemunhas sem formação médica ou paramédica, e em 72% dos casos não houve uma reanimação efectuada pelas testemunhas. Dos 1.151 pacientes que beneficiaram de uma tentativa de reanimação, 439 apenas receberam uma massagem cardíaca e 712 receberam uma massagem acompanhada de respiração boca-a-boca, prática até agora aconselhada. A massagem cardíaca por si só deu melhores resultados no plano da recuperação neurológica (duas vezes mais de sobrevivência com uma boa recuperação) do que a práticas até agora recomendada, revelam os investigadores. «Este resultado deve conduzir a uma mudança das directivas», sublinha Gordon Ewy, da Universidade do Arizona, num comentário publicado na The Lancet, revelando que o «boca-a-boca» pode salvar alguém que esteja em paragem respiratória. No que respeita a paragem cardíaca, «sabemos agora que a respiração artificial pode não só ser inútil como pode também ser prejudicial», refere o médico em comunicado. Quando uma só pessoa alterna boca-a-boca e massagem cardíaca, como era aconselhado até hoje, existem «longas «interrupções» na massagem cardíaca externa. É de notar que a taxa de sobrevivência é mais elevada quando «o sangue tem um fraco teor de oxigénio mas continua a circular no corpo graças às compressões torácicas contínuas, do que quando o sangue tem um teor elevado de oxigénio mas não circula bem devido às interrupções das compressões torácicas», afirma o médico. Diário Digital / Lusa **********************************************
Aprenda a fazer massagem cardíaca
Bianca Piragibe
1) Coloque a vitima deitada de costas sobre uma superfície dura.
2) Sem interromper a respiração boca-a-boca, comece a massagem.
3) Para determinar o local em que a massagem deve ser feita, encontre, no meio do tórax, o osso esterno. Ele começa acima do estômago. Sua mão deve ser posicionada na metade inferior (isto é, entre a metade e a base) do osso.
4) Abra suas mãos e coloque uma sobre a outra. Você vai usar só a palma, mantendo os dedos esticados para cima. Em crianças pequenas, ao contrário, use os dedos, apenas. Meça a força de acordo com o tamanho da vítima.
5) Aperte o tórax da vítima, pressionando seu coração, e solte em seguida. Mantenha o ritmo de uma compressão por segundo.
6) Para ajudar a colocar pressão na massagem, deixe seu braços esticados.
7) A cada parada para fazer a respiração boca-a-boca, verifique se o pulso voltou. Para sentir a pulsação, coloque as pontas dos dedos indicador e médio na virilha ou no pescoço da vítima, ao lado da traqueia.
Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes. BADEN-POWELL
PAULO FARIA
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Credo dos Optimistas O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson. Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim. Assim seja!
Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.