Euromilhoes

segunda-feira, janeiro 08, 2007

fósforo entusiasmado

BRIAN ADAMS- Please Forgive me



Please Forgive Me
Bryan Adams


It still feels like our first night together
It feels like the first kiss and it's gettin' better baby
No one can better this
I'm still holdin' on, you're still the one
The first time our eyes met - it's the same feeling I get
Only feels much stronger - I wanna love you longer
You still turn the fire on…
So if you're feelin' lonely…don't
You're the only one I'd ever want
I only wanna make it good
So if I love ya a little more than I should

Please forgive me - I know not what I do
Please forgive me - I can't stop loving you
Don't deny me - this pain I'm going through
Please forgive me - if I need ya like I do
Please believe me - every word I say is true
Please forgive me - I can't stop loving you

Still feels like our best time are together
Feels like the first touch
We're still gettin' closer baby
Can't get close enough
I'm still holdin' on - you're still number one
I remember the smell of your skin
I remember everything
I remember all your moves - I remember you ya
I remember the night - ya know I still do
So if you're feelin' lonely…don't
You're the only one I'd ever want
I only wanna make it good
So if I love ya a little more than I should

Please forgive me - I know not what I do
Please forgive me - I can't stop loving you
Don't deny me - this pain I'm going through
Please forgive me - if I need ya like I do
Please believe me - every word I say is true
Please forgive me - I can't stop loving you

One thing I'm sure of - is the way we make love
The one thing I depend on
Is for us to stay strong
With every word and every breath I'm prayin'
That's why I'm sayin'…

Please forgive me - I know not what I do
Please forgive me - I can't stop loving you
Don't deny me - this pain I'm going through
Please forgive me - if I can´t stop loving you
Baby believe me - every word I say is true
Please forgive me - I can't stop loving you
Never leave me - I don´t know what I do
Please forgive me - I can´t stop loving you
Can´t stop loving you

PORTUGAL - Isabel Silvestre



Ai senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidao
E rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão

Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais

E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz

Ai senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passando o saber
Com os provérbios que ficam na gíria

De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleira
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira

Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E na quebrar a tradição
Que dos nossos avós ja vem

domingo, janeiro 07, 2007

Andrea Bocelli and Sarah Brightman - ..... ......... "CON TE PARTIRO'"


888: O Nokia do futuro?



É pouco provável que o encontre nas lojas nos próximos tempos, mas o Nokia 888 permite-nos ter uma ideia de como é que a empresa imagina o futuro dos telemóveis.

A PhoneMag acaba de disponibilizar as primeiras imagens do Nokia 888, um concept phone desenhado por Tamer Nakisci, designer turco, de 23 anos, premiado nos Nokia Benelux Design Awards.
Vale a pena espreitar este modelo pioneiro para ter uma ideia daquilo que a Nokia imagina que possa ser o telemóvel do futuro.
Com um conceito que assenta na portabilidade, este dispositivo é verdadeiramente camaleónico.
O 888 pode ser usado como uma bracelete, pode ser dobrado, encolhido, pode enrolar-se ou ser pendurado nas calças como se fosse um clip.
Este modelo tem ainda como principal característica o facto de poder mudar de forma, consoante o contexto em que está a ser usado.
Por exemplo, pode programá-lo para que, quando receber uma chamada, este adquira a forma de um velhinho telefone; ou para que se transforme sempre que receber uma nova mensagem.



As formas que o 888 assume podem ser personalizadas e gravadas para uso futuro, sendo também possível enviá-las para amigos que tenham este modelo.
Na prática, pode enviar uma mensagem com um 888 em forma de coração para a sua namorada e quando esta a recebe o seu telemóvel assume a forma de coração, revela o artigo da PhoneMag.
Explorar o lado lúdico das comunicações móveis é uma das ideias que este criador tentou explorar com o protótipo.
A par desta, existe ainda a convicção de que a forma perfeita não existe. «No nosso dia-a-dia passamos por imensos sítios e por diferentes situações, pelo que uma forma não seria suficiente», justifica o designer premiado.

Apesar de a grande mais-valia deste modelo do futuro ser o seu conceito e design, são ainda referidas as suas especificidades técnicas.
Leve, simples de usar e resistente, o 888 vem equipado com um sistema de reconhecimento de voz, um ecrã táctil e flexível e integra um «invólucro» sensível, que lhe permite reagir ao meio ambiente.
O modelo poderá integrar um alarme, GPS, receber e-mails, funcionar como PDA ou como um objecto de joalharia.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Reis Magos



Os Reis Magos são personagens que vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar o Deus Menino, em Belém (Mateus 2, 1-12).
Este é um episódio relatado no Evangelho de S. Mateus, de forma muito resumida e vaga. Com o passar do tempo, se foram acrescentando detalhes, para se sanarem as lacunas deixadas no Evangelho em relação a esta história.

A designação "Mago" era dada, entre os Orientais, à classe dos sábios ou eruditos, contudo esta palavra também era usada para designar os astrólogo. Isto fez com que, inicialmente, se pensasse que estes magos eram sábios astrólogos, membros da classe sacerdotal de alguns povos orientais, como os caldeus, os persas e os medos.
Posteriormente, a Igreja atribuiu-lhes o apelido de "Reis", em virtude da aplicação liberal que se lhes fez do Salmo 71,10.

Quanto ao número e nomes dos Reis Magos são tudo suposições sem base histórica, aliás algumas pinturas dos primeiros séculos mostram 2, 4 e até mesmo 12 Reis Magos adorando Jesus. Foi uma tradição posterior aos Evangelhos que lhes deu o nome de Baltasar, Gaspar e Belchior (ou Melchior), tendo-se também atribuído a cada um características próprias.

Belchior (ou Melchior) seria o representante da raça branca (europeia) e descenderia de Jafé; Gaspar representaria a raça amarela (asiática) e seria descendente de Sem; por fim, Baltasar representaria todos os de raça negra (africana) e descenderia de Cam. (Jafé, Sem e Cam são os 3 filhos de Noé, que segundo o Antigo testamento representavam as 3 partes de mundo e as 3 raças que o povoavam naquele tempo). Estavam assim representadas todas as raças bíblicas (e as únicas conhecidas na altura: os semitas, os jafetitas e camitas. Pode então dizer-se que a adoração dos Reis Magos ao Menino Jesus simboliza a homenagem de todos os homens na Terra ao Rei dos reis, mesmo os representantes do tronos, senhores da Terra, curvam-se perante Cristo, reconhecendo assim a sua divina realeza.
Esta ideia só surgiu no século XVI, assim só a partir deste século é que se começou a considerar que Baltasar era negro, de forma a que se pudesse abranger todas as raças.

Para além desta simbologia, pela cultura a cristã, os Reis Magos simbolizam que os que os poderosos e abastados devem curvar-se perante os humildes, despojando-se dos seus bens e colocando-os aos pés dos demais seres humanos, ou seja, devem partilhar a sua fortuna com os mais pobres.

Também em relação às idades dos Reis Magos tudo são suposições sem nenhuma base histórica. Só no século XV, se fixou que Belchior teria 60 anos, Gaspar estaria com 40 anos e Baltasar 20 anos.

O dia de Reis celebrava-se a 6 de Janeiro, partindo-se do princípio que foi neste dia que os Reis Magos chegaram finalmente junto ao Menino Jesus. Em alguns países é no dia 6 de Janeiro que se entregam os presentes.

Ao chegarem ao seu destino, os Reis Magos deram como presentes ao Menino Jesus:
- Ouro (oferecido por Belchior): este representa a Sua nobreza;
- Incenso (oferecido por Gaspar): representa a divindade de Jesus;
- Mirra (oferecido por Baltasar): a mirra é uma erva amarga e simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade, também simbolizava Jesus enquanto homem.
Assim, os Reis Magos homenagearam Jesus como rei (ouro), como deus (incenso) e como homem (mirra).
Coloca-se a questão de saber como é que os Reis Magos associaram o aparecimento da Estrela com o nascimento de Jesus. A verdade é que existem várias teorias, mas não há como saber qual delas é a correcta. Uma dessas teorias considera que os Reis Magos descobriram a relação entre o novo astro e o nascimento de Cristo.

Carla Soares

Peugeot 207, 1.4 HDI



Peugeot 207, 1.4 HDI










Na gama do novo Peugeot 207, a versão 1.4 HDI é, sem dúvida, uma das mais apelativas para os portugueses, ao colocar-se na base da oferta Diesel deste modelo. É certo que existe uma opção a gasolina mais acessível, 1.4 16V, mas quem tiver um pouco mais de disponibilidade financeira não vai pensar duas vezes em aderir ao Diesel.
Associada ao nível de equipamento Premium e à carroçaria de cinco portas, esta versão coloca-se no patamar dos 20 mil euros, contra os 17 575 euros exigidos pela versão a gasolina correspondente. Mas, deixando os números de lado, podemos afirmar que este motor parece talhado para o novo 207, pois consegue imprimir-lhe uma maior vivacidade do que o bloco 1.4 a gasolina, sem pesar em demasia nas contas, e permitindo retirar mais partido de uma das grandes evoluções da nova geração deste utilitário: o agrado de condução.

BOM ROLAMENTO
Disponibilizando um binário máximo de 160 Nm logo às 1750 rpm, este bloco proporciona ao 207 uma boa desenvoltura em regimes baixos, o que se torna essencial para um modelo que passa grande parte da sua vida entre o trânsito citadino. Esta vivacidade do motor é acompanhada pela agilidade e facilidade de utilização que caracterizam a nova geração, resultando numa condução urbana muito agradável.

Quando se aproxima da fasquia das 4000 rpm, a resposta do motor às solicitações do condutor vai perdendo fulgor, mas, mesmo assim, consegue poupar uma utilização abusiva da caixa de cinco velocidades. Apenas podemos lamentar que as recuperações não sejam mais expeditas, impedindo-nos de explorar ao máximo todo o potencial dinâmico oferecido pelo 207. Os consumos mantém-se sempre em patamares bastante simpáticos, sendo anunciados 4,5 l/100 km em percurso combinado.

Outras vantagens de que condutor e passageiros continuam a beneficiar no 207 são o habitáculo mais espaçoso e o design interior mais sofisticado, aliados à significativa evolução dos padrões de qualidade de construção e de materiais utilizados. Com o nível Premium, os ocupantes beneficiam ainda da dotação de equipamento mais completa para esta versão Diesel, destacando-se a presença de itens como ar condicionado manual, faróis de nevoeiro, banco do condutor regulável em altura, volante e punho da alavanca em couro, perfumador de ambiente, vidros e retrovisores eléctricos, pára-brisas atérmico, rede e anéis de fixação na bagageira, fecho central das portas com comando à distância, volante regulável em altura e profundidade, computador de bordo e ecrã multifunções, rádio com leitor de CD e mp3 com comandos no volante e jantes em liga leve de 16 polegadas.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Como enfrentar as dificuldades da vida.



Tenha a convicção de que Deus está no controle de tudo.


Não tenha medo de situações novas.


Tire proveito das dificuldades.


Não escute as palavras de desânimo e dúvida.


Lembre-se de que é própria é solução.


Esteja se fortalecendo interiormente cada manhã.


Agradeça a Deus pelas oportunidades de lutar e vencer.


A nossa visão da vida determinará o nosso sucesso ou fracasso

Seja então dos que acreditam, se esforçam e vencem.


Deus gosta dos que não recuam.




terça-feira, janeiro 02, 2007

Regressão de Idade


A Regressão de Idade é reviver o passado como se fosse presente. Não importa se esse passado tenha ocorrido a uma semana ou à 30 anos atrás. Estando regredido, o indivíduo se comportará da mesma forma como naquela idade. Sua voz, sua forma de pensar, falar e agir, assim, como sua postura corporal e outras características, poderão se modificar, tornando-se peculiares à idade em questão.

A regressão de idade acaba sendo muito confundida com a hipermnésia, que são lembranças nítidas do passado, sabendo-se que é passado. Se durante a hipnose o indivíduo relatar factos de quando tinha 6 meses de idade, ou mesmo quando ainda estava no útero materno, esta seria uma hipermnésia, e não uma regressão de idade, o que pode ser explicado pelo fato de que naquela época o sujeito ainda não sabia falar. Se fosse uma regressão de idade, o que poderíamos ter, seriam apenas expressões corporais, alguns sons característicos ou mesmo choro.

Existe diferença também entre a regressão de idade e regressão à vidas passadas. Se estas realmente existem, o que normalmente ocorre, é o que poderíamos chamar de hipermnésia à vidas passadas, onde o paciente relata ter sido diferentes "personagens" em diferentes tempos e lugares. Para que haja uma regressão realmente, o paciente deve se comportar da mesma forma do "personagem", falar a mesma língua, pensar e sentir de acordo com o que se pensava naquela época específica.

A regressão de idade, quando realmente acontece, é uma óptima forma de ressignificar o passado. É uma forma de voltar onde algum trauma ou experiência desagradável ocorreu, e poder com a ajuda do hipnoterapeuta, ver com olhos diferentes, podendo se pensar de modo a "modificar" este passado. Durante a regressão, o hipnoterapeuta pode utilizar ferramentas e fazer novas perguntas, que naquele momento o indivíduo não tinha à sua disposição, proporcionando assim, a possibilidade da mudança e da transformação pessoal.

Odair J. Comin
Psicólogo e
Hipnoterapeuta

NEW YORK (Franck Sinatra)

segunda-feira, janeiro 01, 2007

Paradigmas instigantes do processo da mudança

As pessoas só conseguem mudar a si mesmas...
mas precisam do outro para mudar

As pessoas pensam e sentem, simultaneamente
As pessoas têm consciente e inconsciente

O que muda são os valores
Os valores são a bússola e...

determinam a amplitude dos papéis
O desencadeador da mudança é o medo da perda

Mas o que mantém a mudança é a paixão
Processos de mudança são assessorados, e não dirigidos.

O que se espera de alguém que se proponha a trabalhar a mudança?
Que seja um espelho plano, capaz de combater o erro, e não quem erra.

Uma frase religiosa diz que o santo odeia o pecado, mas ama o pecador. Quando o santo começa a odiar o pecador, o problema é do santo.

Voltemos a pensar no mecanismo de identificação projetiva. Quem tem um impulso reprimido dentro de si, ao ser colocado diante de alguém que vive esse impulso, sente uma carga agressiva contra o outro.

Portanto, o autoconhecimento é uma condição fundamental para se começar a trabalhar com a mudança e exige um esforço constante para iluminar a sombra, à medida que cada impulso que aí fique escondido irá dificultar ou inviabilizar um contato saudável com os outros.

O reconhecimento, especialmente o público, satisfaz a necessidade afetiva, que é, sem dúvida, o impulso fundamental do ser humano.

Isso significa que o grupo, pelo seu objetivo comum, premia quem consegue efectuar essa mudança, satisfazendo a pessoa no que ela tem de mais básico:
A necessidade de ser amada e feliz.
Paulo Gaudêncio

Madeira: Espectáculo de fogo de artifício é o maior do mundo


O livro de recordes «Guinness World Records» atribuiu à passagem de ano na Madeira o título de «Maior Espectáculo Pirotécnico do Mundo», disse esta segunda-feira à Agência Lusa o secretário regional do Turismo e Cultura, João Carlos Abreu.
«É de uma relevância extraordinária esta distinção, pela promoção que faz ao destino Madeira», destacou.

Um inspector do Guinness Book esteve na Madeira a verificar, no terreno, as condições da realização do maior cartaz turístico da Região e, após o espectáculo de fogo de artifício que assinalou a passagem de ano, entregou ao secretário regional do Turismo e Cultura o certificado de «Maior Espectáculo Pirotécnico do Mundo».

O «Guinness World Records», criado em 1955, é o terceiro livro mais lido no mundo a seguir à Bíblia e ao Alcorão, sendo publicado em 37 idiomas.

Este livro, que nos últimos 52 anos já vendeu mais de 100 milhões de exemplares, regista cinco mil recordes.

Uma elipse de fogo-de-artifício de seis quilómetros de extensão e 2,7 quilómetros de largura em torno da cidade do Funchal assinalou, à meia-noite, a entrada de 2007 na Região Autónoma da Madeira. O espectáculo teve a duração de oito minutos e subordinou-se ao tema a «Dança das Quatro Estações», baseada na obra homónima do compositor veneziano António Vivaldi.

O fogo foi lançado de 37 postos estrategicamente colocados ao longo da baía da cidade do Funchal, sendo 31 em terra e seis em plataformas marítimas.

Esta representação pirotécnica, a cargo da empresa nortenha «Macedos Pirotecnia», envolveu 17 toneladas de fogo-de-artifício, 660.300 disparos, numa cadência de mais de 8 mil disparos por minuto e teve um custo de 1,2 milhões de euros (com IVA).

Dezenas de milhares de pessoas, entre locais, turistas (a ocupação hoteleira era de 94% num parque de 29 mil camas), passageiros e tripulantes em trânsito nos oito paquetes que escalaram o porto do Funchal (cerca de 10 mil) assistiram a este espectáculo, numa noite de luar e temperatura amena.

Um dispositivo montado pelo Serviço Regional de Protecção Civil e que envolveu a PSP, a Cruz Vermelha, os Bombeiros Municipais e Voluntários Madeirenses e o SANAS - Associação Madeirense de Socorro a Naúfragos assegurou a segurança do espectáculo.

O Governo Regional investiu, este ano, no programa Festa de Natal e Fim-de-Ano 6,6 milhões de euros.

Diário Digital / Lusa

Happy New Year (ABBA)



No more champagne
And the fireworks are through
Here we are, me and you
Feeling lost and feeling blue
It's the end of the party
And the morning seems so grey
So unlike yesterday
Now's the time for us to say...

Happy new year
Happy new year
May we all have a vision now and then
Of a world where every neighbour is a friend
Happy new year
Happy new year
May we all have our hopes, our will to try
If we don't we might as well lay down and die
You and I

Sometimes I see
How the brave new world arrives
And I see how it thrives
In the ashes of our lives
Oh yes, man is a fool
And he thinks he'll be okay
Dragging on, feet of clay
Never knowing he's astray
Keeps on going anyway...

Happy new year
Happy new year
May we all have a vision now and then
Of a world where every neighbour is a friend
Happy new year
Happy new year
May we all have our hopes, our will to try
If we don't we might as well lay down and die
You and I

Seems to me now
That the dreams we had before
Are all dead, nothing more
Than confetti on the floor
It's the end of a decade
In another ten years time
Who can say what we'll find
What lies waiting down the line
In the end of eighty-nine...

Happy new year
Happy new year
May we all have a vision now and then
Of a world where every neighbour is a friend
Happy new year
Happy new year
May we all have our hopes, our will to try
If we don't we might as well lay down and die
You and I

TAJ MAHAL na India...feito com amor...


O Taj Mahal (em hindi ताज महल, persa تاج محل) é um mausoléu situado em Agra, pequena cidade da Índia.

A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.

Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semi preciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.

Supõe-se que o imperador pretendia fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.

Apesar de sua opulência, o Taj Mahal é na verdade um gigantesco mausoléu não é um palácio, como muitos pensam.

Castelo de Neuschwanstein (Alemanha)

castelos fascinam-me...

O Castelo de Neuschwanstein (em alemão: Schloss Neuschwanstein, "novo cisne de pedra") é um castelo alemão construído na segunda metade do século XIX, perto das cidades de Hohenschwangau e Füssen, no sudoeste da Baviera, a escassas dezenas de quilómetros da fronteira com a Áustria. Diz-se que é o edifício mais fotografado da Alemanha, e um dos destinos turísticos mais atractivos do país.

A sua construção foi iniciada pelo rei Luís II da Baviera, o Louco. Deve o seu nome a uma das óperas de Wagner, Lohengrin, onde aparece o Cisne da Noite. A traça do castelo deve-se a Christian Jank. Situa-se próximo de Hohenschwangau, um outro castelo, restaurado pelo pai de Luís, Maximiliano II da Baviera. Devido às suas excentricidades, diz-se (aparentemente sem razão) que Luís usou parte do erário público bávaro para financiar a construção do castelo (na verdade, parece que usou apenas as suas próprias riquezas). De qualquer forma, Luís suicidou-se em 1886, antes de ver a sua obra-prima completa; pouco depois, o castelo com o seu esplêndido recheio foi aberto ao público. Inúmeras tapeçarias e pinturas ilustram cenas das ópera de Wagner, reflectindo o amor de Luís pelos trabalhos do seu compositor. Contudo, muitos dos quartos não foram decorados; apenas 14 estavam completados aquando do suicídio de Luís.
Diz-se que este verdadeiro castelo de contos de fadas da Baviera terá inspirado o moderno castelo da Cinderella na Disneylândia, símbolo da própria companhia Walt Disney.

domingo, dezembro 31, 2006

Mudar de Vida


Quando se entra num novo ano, em muitas pessoas, consciente ou inconscientemente, está presente este desejo: “Quem me dera poder este ano mudar a minha vida!”. Fala-se muito em “Ano Novo, Vida Nova”, o que corresponde a um anseio muito profundo do ser humano, mas a verdade é que a maior parte de nós iniciamos o ano com esse secreto desejo e acabamo-lo com o sentimento de que, no fundamental, não mudámos nada para melhor.

Podemos parecer pessoas muito satisfeitas com o que somos, com o modo como vivemos, mas nos momentos de mais fria análise percebemos que a nossa vida está a ser um fracasso, que não nos sentimos bem, que, se um júri objectivo nos submetesse a “exame na disciplina Vida”, dar-nos-ia nota negativa.

Também as sociedades precisam de mudar. Hoje fala-se muito da premente necessidade de criar uma nova e melhor ordem mundial, com uma nova economia, uma nova justiça, um novo relacionamento entre os povos. Mas é uma ilusão esperar-se mudanças a nível colectivo, mantendo-se um estilo de vida individualista. Como Igrejas também aspiramos a mudar, a sermos este ano mais obedientes à ordem de ir e fazer discípulos, sermos uma Igreja mais fiel a Cristo – mas como o poderemos ser se na maioria nos mantivermos prisioneiros da nossa visão mesquinha, interesseira, arrogante?
Uma reflexão rigorosa sobre as eventuais causas do fracasso pode levar-nos às conclusões que se seguem.

O erro principal
A tendência humana é cada um de nós pensar demasiado em si próprio. A isso, sem uma conotação moralista, poderemos chamar egocentrismo: o homem centrado em si mesmo. É uma tendência natural quando se é criança: é correcto que o centro da vida seja o próprio, pois a criança, sendo um ser totalmente incapaz de sobreviver por si só, está, por assim dizer, programada para requerer a atenção dos adultos; da sua mãe em primeiro lugar, mas também do pai e de outros adultos. Não é erro, portanto, a criança querer toda a atenção sobre si – mas essa atenção tem de ser gradualmente dispensada, à medida que a pessoa cresce – significando total maturidade a total capacidade de autonomia. Mas “total maturidade”, digamo-lo já, é um alvo que se deve ter em vista, não sendo, por certo, muitos os que a atingem, mesmo na velhice mais avançada. Educar é fazer com que a pessoa vá paulatinamente ganhando essa autonomia. Não se espera, nem é desejável, que a pessoa chegue a sentir-se totalmente auto-suficiente, mesmo no plano sentimental, mas é saudável que possamos chegar a dispensar amizades sem solidez e cheguemos a aceitar sem perturbação a solidão. Temos conhecido pessoas que se resignam com convivências extremamente desagradáveis por não suportarem a ideia de ficar sós. Mas essas pessoas seriam mais felizes se estivessem preparadas para viver apenas consigo próprias, se tal fosse necessário.

Subdesenvolvimento psicológico
Sinal, portanto, de “subdesenvolvimento psicológico” é o continuarmos pela vida fora com um elevado grau de necessidade de estar no centro das atenções, de ser elogiado, de ser aplaudido, de receber dos outros (amor, prazer, benefícios). Se chamarmos “felicidade” ao sentimento de a pessoa se sentir bem, de se sentir “realizada”, perceberemos que não pode haver felicidade enquanto estivermos nesse “subdesenvolvimento psicológico”.
Necessariamente, a pessoa egocêntrica sentir-se-á sempre insatisfeita – e mais insatisfeita ainda vivendo rodeada por uma maioria de outros “subdesenvolvidos psicológicos” que também requerem estar no centro, querem brilhar e receber, receber benefícios. Imagine-se uma família – pai, mãe e dois filhos – todos em fase de egocentrismo, mesmo que uns mais do que outros, logo todos exigindo ser amados, servidos, beneficiados, aplaudidos. Na sua juventude, do autor destas linhas houve um autor mais ou menos das margens da sociedade lisboeta, chamado Mesquita Brehem, que pareceu querer dar origem a uma nova filosofia que designava por “Egocentrismo” – e via nela a salvação do ser humano. Deduzia que o nosso mal vem de dependermos dos outros e que é cultivando o egocentrismo que nos libertamos. Mas essa ideia é errada: o egocentrismo não nos liberta, porque ele é prisão.
Quanto mais nos centrarmos em nós mais ficamos dependentes dos outros, mais requeremos a atenção alheia, mais os nossos diabos interiores nos inquietam. Não sei o que foi feito desse autor, mas pareceu-me nos seus escritos que havia uma evolução perigosa para a excentricidade e para a paranoia, podendo ter acabado na loucura, que é também uma forma de prisão.
Foi nesta situação de “o homem centrado sobre si mesmo” que o teólogo Martinho Lutero viu a ilustração do pecado. Para ele, falar do pecado não é falar em termos moralistas deste ou daquele acto, mas é falar da situação do homem dobrado sobre si mesmo, egocêntrico, e portanto, vivendo necessariamente em conflito com os outros. É esta também a atitude da Bíblia. A alegoria da Queda de Adão e Eva transmite esse mesmo ensino e toda a Bíblia mostra que a causa do sofrimento humano é justamente o pecado. Quando os teólogos falam do Pecado Original falam desse pecado do egocentrismo, que dá origem a todo o mal. O livro de Génesis não foi escrito para responder à nossa curiosidade sobre as origens da terra e dos seres que nela habitam, mas para responder a esta questão fundamental: Génesis não compete com a ciência e as suas hipóteses, mas tem de ver com esta questão: “Porque sofremos?”. E a resposta da Bíblia é: “sofremos porque somos pecadores”. O ímpio, isto é, o homem natural, tem muitas dores, diz o Salmo 32:10.

A tarefa impossível
Descoberta ou pressentida que a causa do fracasso da nossa vida é o egocentrismo, pensamos: “Tenho de abandonar esta tendência de tudo referir a mim e preocupar-me com os outros”. Tudo e todos, de resto, nos fazem ver essa necessidade. Até muitas Igrejas tem um discurso nesse sentido: “Melhora o teu comportamento!”. Fala-se da reforma da vida, não no sentido de a pessoa se aposentar, claro, mas de melhorar o seu comportamento. As pessoas tentam - mas a verdade é que, bem vistas as coisas, não só não melhoram nada – como até podem piorar muito – porque se tornam hipócritas, fingem ter-se tornado melhores, mas nada mudou. Pelo menos nada mudou no mais profundo da pessoa. Pôs um verniz por cima do seu carácter, mas num momento de crise, o verniz salta e o carácter mostra-se tão rude como era, acrescentado com o sentimento de culpa.
A Bíblia pergunta: Pode o leopardo mudar as suas manchas? Nesse caso, também vós não podeis fazer o bem, acostumados que estais a fazer o mal Jeremias 13:23. É verdade que o verbo hebraico aqui traduzido por “acostumar”, limmud, também tem o sentido de “aprender” e “ensinar”, razão porque algumas versões dizem “sendo ensinados a fazer o mal”, e portanto poderia argumentar-se que o mal não é inato no ser humano, mas produto do que a sociedade ensina com os seus maus exemplos. É assim que em geral se pensa e foi assim que o filósofo Jean-Jacques Rousseau ensinou: o ser humano não é naturalmente mau, diz Rousseau, mas é a sociedade que o faz mau. Ora bem, a Bíblia diz que não: que não é a sociedade que nos faz maus. Quem tem razão? Nós diremos: tem a Bíblia porque ela reflecte a experiência dos povos. Neste caso a voz do povo é voz de Deus. Não podemos ler a Bíblia com olhos de ideologia, mas leiamo-la comparando-a com a nossa própria experiência e a experiência da História. Não teremos dúvida que poderíamos reconhecer que, sem que o possamos explicar, o pecado está em nós desde que nos conhecemos.

O versículo acima – “pode o leopardo mudar as suas manchas? Nesse caso, também vós não podeis fazer o bem, acostumados que estais a fazer o mal” – pelo contexto é claro que indica o mal no ser humano não como algo adquirido, pela (má) educação ou por influência alheia, mas nascido com a pessoa, exactamente como o leopardo nasce com as suas manchas. A Bíblia não especula, não faz uma afirmação filosófica sobre a natureza humana, mas limita-se a registar um facto real. Quem quiser pode não aceitar essa concepção do ser humano, mau por natureza, mas é a que a experiência individual e colectiva ensina. “Tal como o leopardo não pode mudar as manchas da sua pele, também vós, sendo maus por natureza, não podeis fazer o bem”.

Portanto, deduzindo-se, correctamente, que é a nossa inclinação para o egocentrismo que nos traz a infelicidade, pode concluir-se que nos devemos auto-corrigir. Mas é errado pensar assim, pois tal é o mesmo que uma pessoa nascida com olhos azuis querer, por esforço pessoal, passar a ter olhos castanhos. É uma tarefa impossível mudarmos por nós próprios a cor dos nossos olhos ou mudar a nossa maneira egocêntrica de viver.

Com a Revolução Francesa, muitos homens bem intencionados sonharam o nascimento de um mundo de justiça, de liberdade e de igualdade. Mas duzentos anos depois já todos sabemos que onde houve a oportunidade de realizar esses sonhos manifestaram-se fracassos colossais. E isso porque os homens bem intencionados que quiseram concretizar esses sonhos foram gradualmente fazendo o contrário do que eles próprios queriam fazer, por serem maus – tão maus como os outros que não fizeram nada de grave, porque não estiveram em condições de o fazer.
Continua a ser legítima a discussão dos sistemas sociais e da indispensável acção disciplinadora da política e dos Estados, a fim de se evitarem situações limite de degradação e de insegurança, mas sem ilusões, sabendo que o ser humano continua a ser inclinado ao pecado, isto é, inclinado ao egocentrismo que o leva a querer dominar e a querer ser servido.

Não há quem faça o bem
Pessoas sensíveis suspiram: “Não se pode confiar em ninguém!”. Podem ser pessoas sem grandes estudos e sem grandes leituras, mas provavelmente chegaram a essa afirmação por terem sido mal tratadas pela vida, tendo aprendido a dura lição.
Quem, pelo contrário, cresceu num ambiente protector e sem grandes perturbações, recebendo uma educação que sublinhou a bondade e a polidez, fica impressionado com essa desconfiança e considera-a exagerada ou mesmo maliciosa, mas vale a pena dar um novo olhar e ver se quem diz que não se pode confiar em ninguém não terá razão.
Os mais velhos, que têm uma experiência alargada e não estiveram distraídos no relacionamento nas escolas, nos empregos, nos partidos políticos mesmo com ideários muito generosos, e até a experiência dentro de Igrejas, sabem que não há exagero: em todo o lado a perversidade está presente, introduz-se a mentira, manifesta-se a traição.

Quando, no princípio de 2003, os meios de comunicação social portugueses deixaram atónito o público com a citação de nomes famosos alegadamente envolvidos em casos de abuso sexual de crianças, pessoas humildes juntaram-se em magotes para apoiarem os seus ídolos e manifestarem rejeição liminar das acusações. “Eu tenho a certeza que Fulano está inocente! É uma calúnia!”. Tais atitudes, porém, revelam o fundo católico da consciência dessas pessoas, pois o Catolicismo adoptou desde o século V uma antropologia dita semi-pelagiana muito optimista – e além disso é no seio do Catolicismo que são apontados os “santos”, cristãos e cristãs supostamente muito acima das pessoas comuns e que se notabilizaram, diz-se, por fazerem o bem. Para essa visão optimista do ser humano, há pessoas acima de toda a suspeita, de cuja bondade e correcção é mesmo ofensivo, senão blasfemo, pensar. O Protestantismo, principalmente o de linha calvinista, pelo contrário, fala da corrupção geral da humanidade e crê que não nos podemos iludir nem com o rosto angélico nem com a belas palavras dos homens.

Desconfiar, porém, não significa odiar nem desprezar os seres humanos. Significa apenas reconhecer com realismo a “nossa” condição de pecadores.
Sublinhamos “nossa” para deixar claro que quem fala da corrupção do género humano não é dos outros apenas que fala, mas também de si. Repetimos, no entanto, que falar da condição pecaminosa do ser humano não implica desprezá-lo.
Uma menina de três anos, vendo a mãe a limpar o pó da sala, toma um pano e, pressurosa, dirige-se a um jarrão da China, com cem anos na família, com a intenção de ajudar. Mas a mãe, rapidamente, proíbe-a de tocar no jarrão!
Desconfiada esta mãe? Sim, mas amando a sua menina, pela sua boa intenção, embora com três anos o mais certo seria transformar o jarrão em mil pedaços.
Pela mesma razão, ter esta visão pessimista do ser humano não obriga quem a tem a ser um misantropo, a viver com uma expressão de zangado ou a ser sistematicamente pessimista. Não podemos ter a visão ingénua da personagem do Cândido de Voltaire que achava que tudo ia bem no melhor dos mundos – mas podemos ser homens e mulheres tranquilos que não se iludem a esperar grandes coisas de si e dos outros, mas ser optimistas globalmente por acreditarem que há um desígnio no Universo e no fim o projecto de Deus sairá vencedor.

Mesmo entre um casal que se ama é errado um deles, ou ambos, crer que “pode pôr as mãos no lume pelo outro”. Todo o ser humano está sujeito a tentações e pode falhar. Os pais que educam os seus filhos ou filhas numa atitude de contínua confiança nos outros – “Não sejas desconfiado! Não penses mal de ninguém!” – não estão a preparar os filhos para a vida real e podem estar a criar neles condições psicológicas para grandes frustrações.

Foi no livro de Salmos ainda que São Paulo encontrou uma frase para explicitar a visão bíblica do homem, quando escreveu; Não há quem faça o bem, nem um sequer Romanos 3:12; Salmo 14:1/3; Salmo 52:1/3.

Não se duvida que haja pessoas bem intencionadas, que procuram fazer o bem. Mas nuns de um modo mais sofisticado noutros de forma mais brutal, não é difícil perceber que é verdadeiro o provérbio que diz que “de boas intenções está o inferno cheio”, pois ou os projectos não passam à prática ou a prática tem resultados opostos às boas intenções.

Os 21 candidatos às Novas Sete Maravilhas do Mundo

A Grande Muralha da China
1 - Acrópole de Atenas, na Grécia
2 - Alhambra, em Espanha
3 - Ruínas de Angkor, no Camboja
4 - Basílica de Santa Sofia, na Turquia
5 - Castelo de Neuschwanstein, na Alemanha
6 - Pirâmide de Chichén Itzá, no México
7 - Coliseu de Roma, em Itália
8 - Cristo Redentor, no Brasil
9 - Estátua da Liberdade, nos Estados Unidos da América
10 - Estátuas da Ilha de Páscoa, no Chile
11 - Grande Muralha da China, na China
12 - Kremlin e a Praça Vermelha, na Rússia
13 - Machu Picchu, no Peru
14 - Ópera de Sidney, na Austrália
15 - Petra, na Jordânia
16 - Pirâmides de Gizé, no Egipto
17 - Stonehenge, no Reino Unido
18 - Taj Mahal, na Índia
19 - Templo de Kiyomizu, no Japão
20 - Tombouctou, no Mali
21 - Torre Eiffel, em França

sábado, dezembro 30, 2006

APROXIMA-SE O DIA...




A decisão é sua

Existia, próximo a uma pequena cidade, uma casinha bem simples, no alto da serra, onde morava um velho, sábio, contador de histórias, uma pessoa querida e respeitada por todos que viviam naquela região.
Certo dia, um grupo de jovens travessos, sonhadores e com energia transbordando, tiveram uma brilhante idéia:
- Hoje, nós vamos desbancar aquele velho! Vamos mostrar para ele que ele é capaz de errar... A gente pega uma borboleta, coloca entre as mãos, vai até ele e pergunta o que é que a gente tem nas mãos. Como ele é sábio, facilmente vai responder. Vamos perguntar, depois que ele acertar que é uma borboleta, se ela está viva ou morta. Se ele responder que está viva, a gente aperta a mão com força e mata a borboleta, em seguida, mostrando para ele que está morta; se responder que está morta, a gente abre a mão e ela sai voando. Dessa vez o sábio não vai saber a resposta!
E assim fizeram. Pegaram uma borboleta no campo florido e dirigiram-se, eufóricos, até a casa do velho. Aproximaram-se, todos contentes, e foram perguntando, já subestimando a capacidade do velho homem.
- O que é que a gente tem aqui entre as mãos?
Ele olhou... olhou..., observou bastante e respondeu:
- Uma borboleta.
- Muito bem! Acertou. Agora, diga pra nós se esta borboleta está viva ou morta?
Olhando bem nos olhos de cada um dos adolescentes, calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de vocês... A vida ou a morte dessa borboleta está nas suas mãos.

MADEIRA a Pérola do Atlântico

MADEIRA LIVRE
Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece.


RELÓGIO e CALENDARIO



HORAS NO MUNDO

Praias Brancas e Águas transparentes

Praias Brancas e Águas transparentes
Paraiso

Arquivo do blogue

PAULOFARIA & C.ª®

Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes.
BADEN-POWELL

PAULO FARIA

PAULO FARIA

PAZ E TRANQUILIDADE

PAZ E TRANQUILIDADE

PAULO FARIA BLOG

PAULO FARIA BLOG
MADEIRA

OBRIGADO PELA SUA VISITA AO MEU BLOG

Tire todas as suas dúvidas sobre blogs.

COMENTE O MEU BLOG E DÊ SUGESTÕES

Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!


Acerca de mim

A minha foto
Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

PAULO FARIA BLOG

PAULO FARIA BLOG
FANTASTICBLOG

QUE FAZER NESTE PAÍS EM QUE OS RICOS FICAM MAIS RICOS E OS POBRES CADA VEZ MAIS POBRES?

Etiquetas

Porque gosta dar uma olhada no meu Blog?