Euromilhoes

sábado, julho 07, 2007

O importante é competir e vencer.
Em um processo de emprego se não for o melhor, consequentemente não será o escolhido. Em um processo de licitação, se a sua empresa não for a melhor não conseguirá a facturação esperada.
A vida é uma eterna competição. Para ter nascido, apenas um espermatozóide em milhões venceu a corrida da fecundação. Portanto, quando entrar em qualquer “jogo”, entre para ser o vencedor. Se prepare ao máximo, desafie a si próprio, não subestime o adversário, sempre ache que pode fazer melhor. Dessa forma estará se preparando para ser um campeão. E somente os campeões são lembrados. Não se lembrará quem foi o vice-campeão da Fórmula 1 no ano de 2003? Quem foi o vice-campeão da taça do mundo de 1982 Provavelmente só se lembre do Shumacker e da Itália nos dois casos. Assim é a vida profissional. Somente os vencedores são lembrados.
Não importa a sua profissão. Seja ela qual for, procure ser o melhor. Se é gari, procure ser o melhor. Se é um vendedor, procure ser o melhor. Se é um executivo seja o maior. Se é uma dona de casa, seja a melhor. Os campeões de hoje, provavelmente foram os perdedores de ontem. O que fez ele se tornar o melhor foi a persistência, a garra e a vontade de não se dar por vencido. Ninguém nasce campeão. O vencedor é formado através de suas características comportamentais inseridas ao longo de sua formação. Pessoa ambiciosas no bom sentido, são perfis excelentes para a vitória ao longo da carreira; enquanto pessoas pacatas e sem o brilho nos olhos sempre entrarão no jogo para competir, e se valerá da frase do início desse artigo.
Mas cuidado, a ética e a honestidade são características primordiais nos vencedores. Campeões que utilizam de artimanhas para vencer, logo são desmascarados. A regra vale tanto para desportistas como para profissionais dos negócios. Atenção ! Tem pessoas que não gostam de perder nem numa partida de dominó.
Bom senso sempre...

De que é feito uma pessoa vencedora?
É possível se fabricar uma? Com que matérias-primas? Que factores de sucesso separam pessoas comuns das incomuns, ou as 'ordinárias' das 'extraordinárias', ou as reactivas das proactivas? Por que algumas pessoas chegam lá rápido enquanto outras passam a vida apenas tentando? Bem, se você quiser pertencer ao selecto clube dos bem-sucedidos vá pelos caminhos dos vencedores. São os seguintes:

1. VENCEDORES OUVEM SUA VOZ INTERIOR E FAZEM O QUE GOSTAM E GOSTAM DO QUE FAZEM:

Ora, essa é o primeiro degrau da escada do Sucesso. Se gosta do que faz, não se estressa e faz bem feito. Felicidade é você profissionalizar o seu hobby, é você descobrir sua verdadeira vocação. Mas para isso é preciso ser um especialista polivalente e não um generalista múltiplo como se ensinou no passado. Certa vez um repórter perguntou à famosa atriz do passado, Sara Bernard: - Você é feliz? Ela deu a maior definição de felicidade que já vi: 'Ora, o que eu mais gosto de fazer na vida é representar teatralmente nos palcos da vida e quando as pessoas me pagam para me ver fazer o que eu mais gosto de fazer, é claro que sou feliz!'
Se faz o de que gosta, você nunca trabalha, se diverte, não vê as horas passarem, você ouve sua voz interior e transforma seu potencial em performance e seu empenho vira desempenho. Mas, se você não gosta do que faz, então, lhe sobra a opção de acreditar no que faz. Porém, se você nem gosta e nem acredita... bem, a alternativa seguinte não é lá muito boa: você é um candidato ao tédio, à fadiga, à rotina massacrante e, por fim, às doenças oncológicas. Triste, não?

2. VENCEDORES NUNCA PERDEM O FOCO:

Vencer é focar com inteligência, estratégia e acção. Perder é desfocar, desconcentrar, dispersar. Os vencedores são setas, os perdedores são círculos. Focar é definir prioridades e escrever planos de ação para alcançá-los. Focar é ter uma ideia só na cabeça e ir até o fim com ela. Tomas Edson tinha uma idéia só e a transformou na pergunta focada de sua vida: - Como posso fazer o filamento se incendiar sem queimar a lâmpada? O problema do governo é uma pergunta só: - Como posso diminuir a inflação equilibrando demandas? Focar é você fazer a pergunta certa que gera a emoção competente. Em vez de perguntar: - Qual o trabalho que dá mais dinheiro hoje?, - pergunte: - Qual a minha verdadeira vocação? Quais meus pontos fortes? Vencer é focar. É se concentrar corretamente, isto é, sempre naquilo que se quer e jamais naquilo que não se quer.

3.VENCEDORES POSSUEM A IGNORÂNCIA SELETIVA DOS BESOUROS.

Os besouros não podem voar. Qualquer estudante sabe que o corpo do besouro contraria as leis mais elementares de aerodinâmica. Já contaram essa descoberta para todo mundo, para os engenheiros, para os cientistas etc, só esqueceram de contar para os besouros. Definição de besouro: é um ser que só voa porque não sabe que não pode. Essa é uma das características dos vencedores: eles realizam o impossível porque não sabem que é impossível, eles tem atrevimento criador e ousam dar passos além do medo. Quando você sobe uma montanha e sabe que não tem a opção de descer, você sobe melhor e com mais garra. Lembra daquela história da formiguinha que conseguiu atingir uma lata de mel aberta no alto do armário da cozinha? Milhares de formigas mais atletas que elas já tinham tentado sem resultados. Sabe por que ela conseguiu? Por que tinha impulso de ego? Superação pessoal? Energia inquieta para resultados? Disciplina e determinação férreas? Nada disso. Ela só conseguiu porque era surda. Ela não conseguia ouvir as outras formigas dizerem que a tarefa era impossível. Saber ouvir é uma grande regra para vencer: ouvir para compreender, não para responder, ouvir idéias, não palavras, ouvir ativamente. Ficar rouco de tanto ouvir é um segredo de ouro, - mas ser surdo empático pode, em alguns casos, fazer toda a diferença.

4. VENCEDORES SABEM QUE O REFERENCIAL DO ATO DE VENCER É SEMPRE ELAS MESMAS, NUNCA OS OUTROS.

Esta regra é poderosíssima. O que é vencer? É superar os recordes do campeão olímpico admirado? É ser o galã da vez da novela das oito? É ter a beleza do Paulo Zulu, o dinheiro do Silvio Santos, ou o talento do Jô Soares? Vencer não é você superar os outros, é você superar a si mesmo. Não adianta você querer bater os recordes dos outros, importante é você bater a cada dia os seus próprios recordes. Entenda: se você ganha mil reais por mês e, por causa de uma ação estratégica vencedora, passa a ganhar, no outro mês, dois mil reais, você ganhou 'mais' que o Silvio Santos porque, provavelmente, ele não dobrou o faturamento em 1 ano e você dobrou. Se você se concentra nos outros você se frustra, pois sempre haverá alguém que terá mais resultados que você. Vencer é você concorrer com você mesmo, não com o mundo. A Gilete soube disso e ganhou muitos pontos no mercado. Há muitos tempo que a Gilete 'destrói' alguns de seus produtos por causa de alguns outros melhores que são lançados. Ninguém duvida que, em breve, ela anunciará um barbeador com 4 lâminas. A filosofia da Gilete devia ser a de todos os candidatos a vencedores: Faça concorrência com você mesmo e faça isso antes de seu concorrente.

5. VENCEDORES TROCAM FANTASIAS POR ALVOS.

Perdedores tem fantasias ou sonhos, - vencedores tem objetivos. Perdedores dizem: - Estou ficando gordo, quero tirar a barriga...Perdedores dizem: - Quero diminuir a área da cintura que é de 112 cm para 91 cm até 15 de dezembro de... Vencedores tem indicadores de medidas e quantificam suas metas com datas-fatais-limites. Há muito que se fala que a diferença entre um sonho e um objetivo é uma data. E há muito que a idéia ficou óbvia e foi esquecida. Vencedores são tão gênios a ponto de perceberem a obviedade das coisas.

6. VENCEDORES NÃO VIOLENTAM SEU JEITO DE SER E ESTILO DE PERSONALIDADE:

É isso mesmo! Há sempre alguma coisa que cai melhor em você do que em qualquer outra pessoa, por isso, vencer é você descobrir que coisa é essa e torná-la sua característica diferencial, sua vantagem competitiva. Você tem boa voz? Então, narre mais do que mostre. Sua voz é a de um sapo resfriado? Então, mostre mais do que narre, exponha, use visuais, gráficos motivadores. Você tem senso de humor? Então, use-o para convencer e vencer. Você é sério demais? Use isso para inspirar credibilidade e passar convicção e seriedade. Vencer é você fortalecer ainda mais o que já está forte em você. Não tente imitar ninguém. Imagine o seguinte diálogo. Um repórter pergunta ao Ronaldinho: você gostaria de ser um segundo Pelé? E imagine ele respondendo: - Não, eu não quero ser um segundo Pelé, quero ser um primeiro Ronaldinho. Isso é vencer.

7. VENCEDORES ADMINSTRAM SEU TEMPO COM EXCELÊNCIA:

O tempo é a matéria-prima da vida. Ele é um bem inelástico, isto é, sempre há mais trabalho para se fazer, nunca mais tempo. Vencedores jamais dizem que o tempo passa. Eles sabem que o tempo nunca passa, ele sempre fica, pois quem passa somos nós. Nunca dizem que o tempo voa, pois ele tem velocidade inalterada, nós, sim, é que somos lentos, ou agitados, ou paranóicos. Nunca dizem que precisam planejar o tempo. Sabem que precisam é planejar a si mesmos, pois o tempo já foi planejado por Deus. Vencer é saber usar o tempo obtido. Vencedores ganham tempo lendo livros nas filas ou ouvindo CD’s sobre crescimento pessoal quando estão parados em engarrafamentos. Vencedores colocam tempo nas coisas e coisas no tempo, dividem as tarefas entre urgentes e importantes e colocam coração e energia nas prioridades certas. Eles sabem que o tempo é um dinheiro que você somente saca no Banco da Vida, nunca deposita. Vencer é ser excelente no tempo.

8. VENCEDORES SÃO INTELIGENTES EMOCIONAIS PERSISTENTES.

Emoção de persistência para ação de resultados, - essa é o lema dos vencedores. Michael Jordan errava 50% das cestas que tentava, mas sua emoção de persistência o fez vencer. Paul Newman viajou mais de 18 anos como um ator desconhecido mas sua emoção de persistência o consagrou. O cantor Daniel e seu companheiro João Paulo ficaram anos e anos fazendo shows pelo Brasil como uma dupla comum e barata, mas a persistência os levou ao estrelato. O jogador Rivelino disse uma vez que quase desistiu de jogar futebol de tanto ver portas se fecharem, mas sua persistência o transformou num tri-campeão. Muitas cenas geniais de filmes premiados foram refilmadas mais de 20 vezes. A persistência é a mãe da Qualidade Total. Persistência sem Talento leva à frustração, mas Talento sem persistência leva ao fracasso.

9. VENCEDORES TEM UM 'QUOCIENTE' DE VERSATILIDADE MAIOR QUE QUOCIENTE DE INTELIGÊNCIA:

Quem vence mais rápido? Uma pessoa muito versátil ou uma outra apenas muito inteligente? As pesquisas tem mostrado que os inteligentes versáteis chegam lá mais cedo. Mas, se tivermos que escolher entre os dois, as experiências revelam que versatilidade é melhor que inteligência. Lawrence Olivier já dizia: - ´Nenhum talento vale nada, se você não tiver talento para mostrar o seu talento'. Acredite: vencer é 70% versatilidade e 30% inteligência convencional. Mas se formos acrescentar emoções à inteligência, então, tudo muda. Vencer é 20% competência técnica e 80% competência emocional.

10. VENCEDORES SABEM GERENCIAR O INESPERADO DAS MUDANÇAS.

Pessoas vencedoras se concentram nas oportunidades, não nos problemas, por isso, elas gerenciam o inesperado e são proativas, isto é, passam a maior parte do tempo explorando o futuro e não reagindo ao passado como fazem as pessoas reativas. Vencedores percebem os ecos do futuro, perdedores apenas ouvem os problemas do passado e as ameaças do presente. O passado não garante mais o sucesso no presente. A vitória vem do futuro. Por isso é importante aceitar que ninguém consegue prever o futuro, é preciso reinventá-lo. É preciso perguntar: - Como será o futuro nos próximos 3 anos? Como serão os clientes, fornecedores e concorrentes nos próximos 3 anos? Como serão as necessidades e desejos dos consumidores nos próximos 3 anos? E depois de definido o cenário, é preciso definir os personagens, isto é, você deve perguntar: - Será que eu estou tendo hoje as características dos que vão receber este futuro que começou ontem? Os atributos que me fazem vencer hoje me farão vencer amanhã? Quais serão as exigências de empregabilidade daqui a 3 anos? Perguntar para mudar. E mudar para permanecer vivo na competição: isso é vencer.

Bem, se se orientar por esses 10 guias de ouro, você chegará lá mais cedo. Use-os e abuse...


Um pouco mais além
Uma das qualidades dos vencedores é que vão sempre um pouco mais além, seja das suas forças, das suas capacidades, das suas práticas, num desafio sempre renovado de superação de si mesmos. Todos nós temos limites e normalmente movimentamo-nos dentro desses mesmos limites. Temos os nossos limites de tempo, de voluntariado, de tolerância, de contribuição, de generosidade, entre outros. Podemos permanecer nesses limites ou simplesmente forçá-los, uma e outra vez, procurando ampliá-los.
Pensemos nos atletas. Como chegaram onde chegaram? Forçando os seus limites de tolerância à dor e ao desconforto, assim como os seus limites de concentração e automotivação.
Só podemos avançar se estivermos dispostos a sair da zona de conforto e romper com os nossos limites. Ir sempre um pouco mais além. Se somos habitualmente pessoas simpáticas e atenciosas, vamos forçar os limites e encontrar novas formas e destinatários para a expressão da nossa simpatia. Se contribuimos com os nossos donativos para a igreja ou para apoiar alguma obra social, vamos romper os nossos limites e dar mais do que estamos já a dar.
Afinal a vitória não é tanto um lugar onde chegamos, como o sentimento de termos conseguido, de realização, de satisfação por alcançarmos os nossos objectivos e os nossos sonhos.
Testemunhos
Todos somos vencedores e temos histórias de sucesso e vitória para partilhar. Também conhecemos pessoas, amigos, familiares, que venceram em situações difíceis, realizaram os seus sonhos e superaram deficiências.
Quero lançar daqui um desafio aos que lêem ou vierem a ler este blog, a escrever partilhando histórias, pessoais ou de pessoas que conhecem, para serem aqui divulgadas. Podem ser anónimas ou não - cada um dirá como quer que seja contada a sua história. O importante é partilhar histórias verídicas, acontecidas com gente como tu e eu, que podem inspirar outras pessoas.
Vencer o dia mau
Não é fácil suportar a adversidade, o dia mau. Gostaríamos de não ter que passar por dias e períodos assim. Alguns escolhem o escape do álcool, das drogas e de outras adicções, para não terem que confrontar-se com os dias difíceis. Dias assim acontecem a todos. Entramos neste mundo a chorar e pela dor, e a dor e o choro farão parte da nossa jornada terrena. Isso não quer dizer que esta vida seja um vale de lágrimas; é simplesmente constatar que a dor, o choro, o desencanto, a aflição, a adversidade, também fazem parte desta vida.
Todos podemos fazer uma escolha. Podemos escolher acreditar que vamos superar o dia mau e que alcançaremos os nossos sonhos, que a Terra da Promessa está mais à frente, ainda que agora importa atravessar o deserto escaldante, árido e esgotante. Cada dia temos que reavivar o poder inspirador e motivador dos nossos sonhos. São eles que nos indicam para onde estamos a ir e nos dão força e inspiração para suportar os dias difíceis.

O custo de desistir
Li há pouco uma frase atribuida a Lance Armstrong, vencedor por sete vezes do Tour de França: "A dor é temporária. Desistir dura para sempre".
Uma das caracteristicas dos vencedores é a capacidade de suportar a dor, por vezes no limite do suportável. Mas suportam-na porque intuitivamente sabem que a dor é sempre temporária, mas a recompensa de vencer e superar, permanece.
Precisamos de não ter medo da dor, não apenas a dor fisica, mas a dor psíquica, que resulta da pressão da adversidade, da oposição, das dificuldades. Os vencedores não fogem à dor. Os campeões forjam-se no calor da luta e das pressões.
O preço de desistir dos nossos sonhos e da realização dos nossos objectivos é muito mais alto que a dor de ter que lutar para os alcançar.
A conquista de si mesmo
Creio que o maior desafio é conquistarmo-nos a nós mesmos. Podemos conquistar muita coisa, sucesso financeiro, fama, respeito, posição social, o que seja, mas se não nos conquistarmos a nós mesmos, todas essas conquistas serão efémeras e sem valor.
Temos todo um território para conquistar, que são as nossas emoções, os nossos pensamentos, a nossa vontade. Conquista, aqui, significa alcançar emoções e pensamentos saudáveis e equilibrados, que conduzam à vida feliz, que a vontade seja livre de constrangimentos negativos e limitadores, para ser o poder que nos conduz à realização pessoal e a realizar a nossa missão no mundo.
Este é o tema que ultimamente tem sido objecto da minha reflexão.
Cultivar o pensamento da possibilidade
Quando falo com outros sobre aceitar desafios, lançar-se em determinados projectos, ir atrás dos seus sonhos, é frequente ouvir dizer: "ah, mas isso não dá!... as coisas estão difíceis... não tenho dinheiro... não posso deixar o meu emprego, ainda que esteja a ganhar pouco... o mercado está em recessão, toda a gente diz isso..."
Somos especialistas em levantar dificuldades e detectar obstáculos muito antes de termos sequer tentado fazer o que quer que seja. Precisamos de cultivar um estilo de pensamento que pense as possibilidades, em lugar das impossibilidades. Quando consideramos a eventualidade de meter-nos num projecto ou de fazer algo para realizar o nosso sonho, temos que começar primeiramente por ver e pensar as possibilidades. Isso nos dará ânimo e inspiração para dar o passo decisivo.
Isto não significa ser imponderado, precipitado, arriscar sem equacionar os diferentes cenários. Pelo contrário. Os pensadores da possibilidade são as pessoas mais prudentes e calculistas. O que acontece é que têm um estilo de pensamento optimista, que vê as possibilidades e as oportunidades. Por isso, trabalham diligente e perseverantemente para transformar essas possibilidades em realidades.
A Bíblia regista esta palavras de Jesus: "tudo é possível ao que crê". O ser humano tem recursos e capacidades extraordinários para realizar sonhos e tornar possível o impossível.

Não há idade para ser-se um vencedor
Não importa a idade. O desafio de vencer está sempre presente na vida de cada um. Todos os dias cada indivíduo tem que assumir a responsabilidade por afirmar a sua vocação de vencedor. Tem que saber dizer não às tentações, resistir ao mal, vencer as negativiades da existência e não deixar-se vencer pela adversidade.
Temos que ser determinados e sábios em fazer escolhas e tomar decisões que nos coloquem na rota da vitória e do sucesso pessoal. Aqui não há desculpas com a pressão do grupo, das circunstâncias ou dos problemas. Seja na escola, no trabalho, no círculo de amoigos ou na família, o desafio é sempre o mesmo: viver como vencedores, custe o que custar!
Os hábitos dos vencedores começam a cultivar-se desde cedo.
Compromisso com os objectivos
Compromisso com os objectivos traçados é uma das marcas dos vencedores. Não podemos estabelecer objectivos à toa, nem levianamente. Há que ouvir a equipa de colaboradores, ponderar, conhecermos a nossa própria força interior. Precisamos de ter uma visão clara de aonde queremos chegar e quando. Depois, estabelecidos os objectivos, há que comprometermo-nos com eles. Isso significa dar o melhor de nós mesmos, automotivarmo-nos a cada momento no sentido de trabalhar para os alcançar.
Jesus, o líder por excelência, ensina-nos o poder do compromisso com os objectivos definidos. O seu objectivo era redimir a humanidade, trazer a revelação de Deus como Pai de amor e conduzir a humanidade a entrar numa relação de amor com Deus. Este era o seu objectivo. A cruz era estratégia para alcançar a sua realização. Todo o seu ser estava plenamente comprometido com esta missão.
Compromisso com os nossos objectivos e / ou com os objectivos da organização para a qual trabalhamos, conduzirá a um melhor aproveitamento dos nossos recursos, a uma melhor gestão da nossas energias e talentos, e a sermos mais eficazes.
Objectivos eficazes
Sou daqueles que acredita no poder de objectivos bem estabelecidos para mover-nos à acção e a alcançar resultados. Todo o vencedor é move-se por objectivos. Um bom objectivo deve ter as seguintes qualidades:
- Ser preciso e específico
- Ter um horizonte claro e razoável de realização
- Responder a um sonho, a uma aspiração
- Ter um plano para a sua realização.
Creio que estas são as qualidades básicas de um objectivo eficaz. O hábito de estabelecer objectivos pode ser aplicado em todas as áreas da nossa vida, pessoal, familiar e profissional.
Quanto mais cedo começarmos a praticar este hábito, melhor. Se formos persistentes, logo acabaremos por colher os bons frutos desta prática, em resultados extraordinários.
Objectivos
Alguém escreveu que objectivos são sonhos com prazo. Sonhos que não se traduzam em objectivos não passam de devaneios da alma. Se queremos ver os nossos sonhos concretizarem-se temos que pôr-lhes uma data. Um vencedor é alguém que tem sonhos, que acredita nesses sonhos, respira-os, mas que estabelece metas e objectivos para vê-los concretizados.
Uma das coisas que tenho aprendido e procurado pôr em prática é a trabalhar por objectivos. É surpreendente como a simples prática de estabelecer objectivos e trabalhar estrategicamente para alcançá-los, dá um novo sentido ao nosso tempo. Afinal, a chave da gestão do tempo está em trabalhar por objectivos. Sem eles, apenas faremos distribuição de tempo; com eles, gerimos o nosso tempo estrategicamente.
Ter objectivos desafiadores, estimulantes, tangíveis e temporais, é um dos hábitos saudáveis dos vencedores.
Os amigos
Os vencedores não são heróis solitários. Não há vitória sozinhos. Todos os vencedores têm por detrás deles, com eles e ao seu lado, pessoas amigas que contribuem para alcançarem a vitória. A todos os meus amigos que me escreveram a felicitar por este blog e encorajar-me a continuar com ele, o meu muito obrigado. Todos vocês são importantes e únicos.
Sempre ouvi dizer que nenhum homem é uma ilha. Fomos criados como seres comunicantes. Necessitamos de comunicar para experimentarmos a alegria de viver. Aquele que nos criou à sua imagem e semelhança - Deus! - é um ser comunicante. A sua natureza é descrita como amor e o amor não é solipsismo, mas comunhão. Pessoas, como nós, criadas à sua imagem só podem ser felizes e realizar-se comunicando-se. E isso é amizade.

Escrito por at 22:37 | Link permanente | Comentário (0)
19 de Agosto de 2006
Diário de um vencedor
Sou um vencedor? Certamente! Todo o indivíduo é um vencedor nato. Só não o é, quem desiste de o ser. Todos os dias, nas pequenas e grandes coisas, afirmamos e reforçamos a nossa identidade de vencedores. Deus criou-nos com a matriz de vencedores. Daí este blog chamar-se assim. Não é petulância nem tão pouco necedade, mas sim verdade inspirada e fundamentada na consciência mais profunda que todo o ser humano tem que nasceu para vencer. É o que diz a Bíblia, no livro de Romanos, capítulo 8, "mas em todas estas coisas somos mais que vencedores".
Vencedores natos
Comprei recentemente e comecei a ler o livro "Vencedores Natos", de Robin Sieger, publicado pela Editora Actual. É um livro interessantissimo e que vale a pena ler. Destaco uma frase do autor, logo na introdução, "nascemos com as capacidades inatas para ultrapassar os nossos desafios". Também creio. Fomos desenhados e criados para vencer. E vencer significa ultrapassar desafios, superar adversidades e atingir os objectivos propostos.
Precisamos de expormo-nos a um ambiente, espiritual e cultural, que estimule em nós essa vontade determinada de vencer. Tudo em nós tende para buscar a vitória e alcançar a realização pessoal. Por isso, cada pessoa pode dizer de si mesma: SOU UM VENCEDOR NATO! NASCI PARA VENCER!
ABRAÇOS DE BORLA
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade...Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes...Uns se casam para serem felizes e outros se divorciampara serem felizes...Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham alémdo normal para serem felizes ...
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro,nunca o vinho está no ponto.Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver !A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa buscada felicidade chegou ao fim.É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira. naquela pessoa.E jamais está à venda .
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos,é inútil procurar em outra parte.Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria,estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio,ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba : a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros :sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.
Na incerteza do amanhã... aproveite o hoje para ser feliz !

(A.D)

Corremos de um lado para o outro
esperando descobrir a chave da felicidade...
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.
Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.

E, assim, uns fogem de casa para serem felizes
e outros fogem para casa para serem felizes...
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam
para serem felizes...
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além
do normal para serem felizes ...

Uma busca infinda. Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro,
nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.

Mas, há uma forma melhor de viver !
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca
da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material,
na casa nova, no carro novo, naquela carreira. naquela pessoa.
E jamais está à venda .

Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos,
é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria,
estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio,
ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.

Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,
alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba : a única fonte de felicidade está dentro de você,
e deve ser repartida.
Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros :
sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.
Na incerteza do amanhã... aproveite o hoje para ser feliz !
(A.D)

O Segredo da Felicidade
Autor desconhecido

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um rico mercador, que buscava obstinadamente o segredo da felicidade. Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão.

Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha.

Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer. Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa. Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves. De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam.

O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido.

O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade. Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas. "Entretanto, quero pedir-lhe um favor." - completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo. "Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar."

O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher. Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio.

"E então?" - perguntou o sábio - "você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar? Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado? Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?"

O rapaz, envergonhado, confessou não ter visto nada. Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.

"Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa." - disse-lhe o sábio.

Já mais tranqüilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, dessa vez reparando em todas as obras de arte. Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis. De volta à presença do sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que vira.

"E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei?" - perguntou o sábio.

Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado.

"Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar:", disse o sábio, "o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer das duas gotas de óleo na colher."

Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade...Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes...Uns se casam para serem felizes e outros se divorciampara serem felizes...Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham alémdo normal para serem felizes ...
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro,nunca o vinho está no ponto.Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver !A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa buscada felicidade chegou ao fim.É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira. naquela pessoa.E jamais está à venda .
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos,é inútil procurar em outra parte.Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria,estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio,ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba : a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros :sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.
Na incerteza do amanhã... aproveite o hoje para ser feliz !
(A.D)


A importância de ser você mesmo !

Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen. Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o samurai sentiu-se repentinamente inferior.Ele então disse ao Mestre:- "Pôr que estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Pôr que estou me sentindo assustado agora?" O Mestre falou:- "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei." Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o samurai perguntou novamente:- "Agora você pode me responder pôr que me sinto inferior?" O Mestre o levou para fora. Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse:- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca. houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: " Pôr que me sinto inferior diante de você? " Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso." O samurai então argumentou:- "Isto se dá porque elas não podem se comparar." E o Mestre replicou: Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo. Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer. Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta. Na Natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida!
Autor Desconhecido

quarta-feira, julho 04, 2007

MÉTODO DE ESTUDO


Muitos dos problemas de aprendizagem existentes entre os estudantes são hoje explicados pela ausência ou uso inadequado de métodos de estudo e pela inexistência de hábitos de trabalho que favoreçam a aprendizagem. Além disso, muitos jovens manifestam atitudes negativas face ao estudo, uma enorme desmotivação para as actividades escolares, dedicando-lhes muito pouco tempo.

Por isso pensámos desenvolver, na nossa escola, um conjunto de iniciativas, dirigidas a alunos, professores e encarregados de educação, no sentido de ajudar os jovens a desenvolver um conjunto de competências fundamentais para uma melhor aprendizagem.

Uma dessas iniciativas foi a criação, no ano lectivo de 2001/2002, da Sala de Estudo "Aprendizagem com Autonomia", que tem como objectivo principal ajudar os alunos que a frequentam a adquirir hábitos e métodos de estudo adequados.

O texto seguinte pretende, de uma forma simples, dar aos alunos e encarregados de educação algumas pistas que os possam ajudar a organizar as actividades escolares.


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Motivação
O segredo do sucesso está na motivação. Esta deverá ser forte, mas não excessiva (o que pode conduzir à ansiedade e ao medo do fracasso, que prejudicam o rendimento).

Sem motivação aprende-se pouco e esquece-se depressa. Um estudante motivado concentra-se no trabalho, não se dispersa nem interrompe o estudo. Além disso, tudo o que é significativo e interessante para o sujeito permanece mais tempo na memória e pode ser recordado com facilidade.

Os reforços do interesse
Se a motivação é fraca os jovens precisam de reforços, que podem surgir da iniciativa de pais e professores, ou do próprio estudante.

Castigos e prémios dos educadores
É mais importante estar atento aos esforços do aluno do que às suas classificações. Alguns pais dão aos filhos um prémio em dinheiro, proporcional às classificações alcançadas. Mas este processo pode transformar o estudo num negócio.

Por outro lado, é por vezes necessário aplicar castigos, mas é preferível sublinhar o encorajamento sempre que o aluno obtém um resultado positivo, já que são os prémios, e não os castigos, que podem criar o gosto pela aprendizagem.

Estímulos criados pelo estudante
O ideal é que o estudante seja capaz de oferecer a si mesmo reforços positivos. Quando obtém uma boa classificação ou termina uma tarefa difícil, pode oferecer a si mesmo algo que lhe agrade (e seja proporcional ao esforço realizado), como uma ida ao cinema ou saída com os amigos.

Mas os prémios não precisam de ser materiais. O aluno pode considerar estímulo suficiente a satisfação pessoal por aprender coisas novas, ou agradar aos pais, por exemplo.

Pensar no futuro
É bom que os jovens adquiram o hábito de pensar no futuro, encarando assim o estudo como forma de realização pessoal e profissional. Assim, o jovem não estudará apenas em função dos prémios ou castigos imediatos, mas terá consciência de estar a construir o seu próprio futuro.

Autoconfiança
A autoconfiança é uma atitude psicológica saudável (não deve confundir-se com arrogância ou excesso de confiança) que aumenta o interesse pelo estudo e diminui as angústias próprias dos momentos difíceis. A autoconfiança permite ao jovem uma reacção positiva perante uma dificuldade ou pequeno fracasso.

Os estudantes sem autoconfiança valorizam excessivamente as suas limitações e duvidam de si mesmos; por isso desistem ou deixam correr as coisas, à espera que outros lhes resolvam os problemas.

O medo do fracasso tem origem, muitas vezes, na falta de estímulos positivos e no abuso de castigos por parte dos educadores. Repreensões permanentes criam ansiedade e matam a autoconfiança.

A construção da confiança
A autoconfiança pode construir-se, passo a passo, com pequenos êxitos, baseados no esforço diário. Para esta construção são essenciais o saber e a consciência do dever cumprido. Dois exercícios mentais são importantes para a construção da autoconfiança: lembrar resultados positivos e acreditar no sucesso (quem já venceu, pode voltar a vencer).

Seguir o curso adequado
É muito importante que o jovem escolha o curso certo, de acordo com as suas aptidões, capacidades e interesses. Para uma escolha adequada é importante o conselho de um técnico (orientador vocacional ou psicólogo).

Acrescente-se que nem todos podem alcançar licenciaturas. Por vezes, existem alternativas, aparentemente menos atractivas, que podem permitir a plena realização pessoal e profissional.

Persistência
O essencial para alcançar o sucesso é o empenho do jovem, e não apenas a ajuda dos pais ou professores.

Se o curso foi bem escolhido e os métodos de trabalho são correctos, é necessário persistir, não cedendo às primeiras dificuldades.


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A Gestão do tempo de estudo
O estudante deve conciliar as suas actividades desportivas, de convívio, etc, com o tempo dedicado aos estudos. É necessário que estabeleça uma escala de prioridades, fazendo uma gestão racional do tempo, dedicando a cada tarefa o tempo necessário.

No entanto, um jovem com metas ambiciosas terá sempre que dedicar mais tempo ao estudo do que a outras ocupações.

É desejável que se dedique ao estudo individual, em média, um mínimo de 10 horas semanais.

Horas mais rentáveis
Para a maior parte das pessoas, o rendimento intelectual da manhã é superior ao da tarde e noite. Ao princípio da tarde há sempre uma quebra de vivacidade mental, mas o fim da tarde parece igualmente eficaz.

As horas mais rentáveis deverão ser dedicadas ao trabalho mais difícil. Antes de dormir deverão realizar-se apenas trabalhos de casa e revisões ligeiras.

Pausas no trabalho
Quando o estudante começa a sentir cansaço, é conveniente fazer uma pausa ou mudar de assunto.

Quanto à duração do trabalho, o ideal poderá ser realizar “pequenas etapas” pequenos períodos de esforço intenso e concentrado. Por exemplo, 3 horas com 2 intervalos renderão mais do que 3 horas seguidas. A regra poderá ser: 10 minutos de intervalo por cada hora de estudo. Nos intervalos, deverão ser evitadas actividades que distraiam excessivamente (ver televisão, por exemplo).

Para evitar a saturação, o estudante poderá também mudar de assunto, mas não é conveniente mudar para uma disciplina semelhante (Inglês e Francês, por exemplo), já que isto poderá provocar confusões.

A eficácia de um horário
É importante elaborar um horário semanal para o estudo. Este deverá ser realista e ajustar-se às necessidades individuais. Deverá também ser flexível e ter em conta os compromissos relativos às várias disciplinas (testes e trabalhos, por exemplo, que poderão ser registados numa agenda).

O horário deverá funcionar como um guia que poderá levar o aluno a trabalhar com regularidade.

Exercício de autodisciplina
O cumprimento de um horário favorece a aquisição de autodisciplina, sendo que esta é um trunfo fundamental para o sucesso nos estudos e na vida.

O trabalho regular e planificado implica alguma dose de sacrifício, mas traz enormes recompensas: previne a fadiga, as confusões e a ansiedade de quem guarda o estudo para a última hora.

Ocupações extra-escolares
Um bom estudante deve dar prioridade ao trabalho escolar. Mas isso não significa que se torne um “escravo do dever”.

Na escolha das suas actividades extra-escolares, deverá ter em conta os seguintes critérios:

A saúde física e psicológica (leitura, desporto);

O convívio;

O contacto com o mundo do trabalho (que abre novos horizontes e pode ajudar na escolha de uma vocação profissional.


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O local de estudo

Um dos factores que afectam a falta de atenção e concentração no estudo é o ambiente de trabalho.

O ideal é que exista um local destinado apenas ao estudo. Mas em muitos casos, isso não é possível. Deve então partir-se das condições existentes, identificando, em conjunto com o jovem quais os estímulos do meio ambiente que podem contribuir para perturbar a sua atenção e, em seguida, a imaginar estratégias para os eliminar ou evitar.

O jovem deverá ser incentivado a organizar o seu local de estudo tendo em conta os seguintes aspectos:

Se possível, ter um local exclusivamente dedicado ao estudo.

Estudar num local confortável e com boa iluminação.

Ter todo o material necessário nesse local (para evitar interrupções).

Pôr fora do local de trabalho (ou desligar) tudo aquilo que puder servir de distracção (TV, rádio, jogos de computador, etc.).

Evitar ser interrompido por outras pessoas (colocando, por exemplo, um aviso na porta).



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A Leitura Activa
Apesar de vivermos na época do audiovisual e dos computadores, o livro continua a ser o principal instrumento de estudo.

No entanto, muitos alunos confundem o saber estudar com um tipo de leitura superficial que não conduz à compreensão das ideias principais e à respectiva assimilação.

Uma leitura orientada para o estudo deverá fazer-se de acordo com as regras seguintes.

Etapas da leitura activa
As duas etapas da leitura são:

Ler “por alto”:
Nesta fase, é aconselhável dar uma rápida vista de olhos pelo conteúdo, para obter uma “visão panorâmica” do assunto a explorar. Poderá passar pela leitura de um ou outro parágrafo do início, do meio ou do fim; pelo exame de títulos e subtítulos, esquemas, ilustrações e frases destacadas.

O que importa é que, nesta fase, o estudante descubra a ideia principal do capítulo ou texto, orientando o trabalho para os aspectos mais importantes.

Ler “em profundidade”:
Nesta fase, o estudante deverá explorar e captar o essencial. Deverá passar pela leitura integral do texto, de forma aprofundada, tantas vezes quantas forem necessárias, até conseguir respostas para questões como estas:

Que diz o autor? Que ideias pretende transmitir?

Os factos e argumentos apresentados são fundamentados?

Concordo com as opiniões do autor?

Que novidades há no texto?

Há no texto informações úteis? Posso aplicá-las na prática?

Que relação tem o assunto com aquilo que já sei?

O bom leitor manifesta espírito crítico perante aquilo que lê. A leitura “em profundidade” é feita com a inteligência e não só com os olhos.

Processos de Leitura Activa
Consultar o Dicionário
Só podemos captar as ideias de um texto se compreendermos as palavras usadas pelo autor. Por isso é muito importante a utilização de um dicionário sempre que encontramos palavras ou expressões desconhecidas ou de sentido duvidoso. O dicionário é uma fonte rápida e segura para tirar dúvidas e devemos tê-lo sempre à mão (um dicionário geral e, se necessário um dicionário especializado). Se não tivermos um dicionário, deveremos anotar as palavras cujo significado desconhecemos, para esclarecimento posterior. Através da consulta do dicionário, adquire-se também maior competência na comunicação oral e escrita.

Sublinhar
É uma forma de prestar mais atenção e captar melhor o que se lê. Quem sublinha lê duas vezes. Um bom sublinhado permite também tirar bons apontamentos e fazer revisões rápidas.

Para sublinhar bem é preciso saber descobrir o essencial que, normalmente, é assinalado nos títulos e subtítulos ou através da insistência em determinadas ideias.

As 3 regras fundamentais para sublinhar bem são:

Dar prioridade a definições, fórmulas, esquemas, termos técnicos e outros elementos que sejam a chave da ideia principal.

Não abusar dos traços e cores. Normalmente, basta destacar, por parágrafo, uma ou duas frases. Sublinhar tudo é o mesmo que não sublinhar nada.

Fazer anotações
As anotações à margem provam o espírito crítico do leitor. São reacções ou comentários pessoais ao que se lê e podem expressar-se de várias formas: Pontos de exclamação (surpresa ou entusiasmo), pontos de interrogação (dúvida ou discordância), palavras que resumam o essencial de um parágrafo, referências a outras ideias sobre o assunto, do mesmo autor ou de autores diferentes.

Tirar apontamentos
Os apontamentos facilitam a captação e retenção da matéria, a elaboração de trabalhos de casa e a revisão anterior às provas de avaliação. Escrevendo, aprende-se melhor e guarda-se a informação por mais tempo. Os apontamentos podem ser de 3 tipos:

Transcrições
Transcrever é copiar por extenso um texto ou parte dele. Não é o melhor processo para estudar um assunto. Mais eficaz é elaborar esquemas ou resumos. Mas são indispensáveis quando recolhemos informação para um trabalho escrito e queremos recorrer a citações. As regras a respeitar nas transcrições são:

Não copiar textos demasiadamente longos. Seleccionar as partes mais importantes.

Pôr entre aspas os textos transcritos.

Indicar, com precisão, a fonte – nome do autor, título do livro ou revista, editor, nº e local de edição, data e página.

Esquemas
Os esquemas são enunciados de palavras-chave, em torno das quais é possível arrumar grandes quantidades de conhecimentos. Permitem destacar e visualizar o essencial e a sua elaboração desenvolve a criatividade e o espírito crítico. Podem assumir a forma de índices, quadros, gráficos, desenhos ou mapas. Os esquemas podem perder o sentido com o tempo. Por isso, o mais aconselhável, é fazer resumos.

Resumos
Resumir exige a capacidade de seleccionar e reformular as ideias principais, usando frases bem articuladas.

A metodologia aconselhável para resumir (sobretudo para estudantes pouco experientes nesta matéria) é:

Compreender o texto, na globalidade.

Descobrir a ideia-chave de cada parágrafo.

Registar as ideias-chave numa folha de rascunho.

Reconstruir o texto, de uma forma pessoal, respeitando o pensamento do autor.

Um bom resumo (tal como um bom esquema) deve ter as seguintes características:

Brevidade – um bom resumo não deve ultrapassar um quarto do original.

Clareza – ideias apresentadas sem confusão ou ambiguidade.

Rigor – reprodução das ideias sem erros ou deformações.

Originalidade – utilização de linguagem original, própria de cada leitor, mas transmitindo o ponto de vista do autor – resumir não é comentar.

Aprender a resumir é fundamental para comunicar o que sabemos, com rapidez e eficiência (nomeadamente em provas de avaliação).


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A Elaboração de um Trabalho
Fazer trabalhos escritos é um bom método para treinar as capacidades de compreensão e expressão. Há 3 fases na elaboração de um trabalho escrito:

Escolha do tema
A escolha do tema do trabalho deverá ser feita com cuidado. Se o tema for proposto pelo professor, o aluno deverá esclarecer bem junto daquele os objectivos pretendidos. Se a escolha for livre, o aluno deverá ter em conta:

A sua capacidade individual, para não se propor tarefas superiores às suas forças.

As fontes de consulta, assegurando-se de que estas existem e são acessíveis.

O tempo disponível, para poder delimitar as fronteiras da investigação.

Recolha de informações
As fontes de informação são diversas e poderão ser encontradas na biblioteca da escola ou em bibliotecas públicas. Os tipos essenciais de fontes são:

Os dicionários – esclarecem o sentido das palavras.

As enciclopédias – dão uma visão geral dos assuntos.

Os livros especializados – desenvolvem os temas.

Documentos em vídeo.

Páginas da Internet.

CD-ROM.

Entrevistas com pessoas ou entidades.

Para encontrar livros numa biblioteca o estudante deverá consultar, se necessário com ajuda do responsável, os respectivos ficheiros, que estão organizados por assuntos, por títulos ou por autores.

Não convém que o estudante se baseie numa única fonte: as fontes deverão ser variadas e merecedoras de crédito.

É aconselhável começar o trabalho pela consulta de uma obra de informação geral sobre o tema (manual, enciclopédia).

Para registar as informações recolhidas recomenda-se a utilização de fichas ou folhas soltas, de tamanho uniformizado. Não devem misturar-se ideias ou factos diversos numa mesma folha, para que o material seja depois mais fácil de consultar e manusear.

As informações podem ser registadas como transcrições literais (neste caso, entre aspas e com indicação do autor, título da obra e página) ou como resumo pessoal.

O Plano
Depois da recolha das informações, o aluno deve elaborar um plano ou esquema orientador, que deverá ser mostrado ao professor.

O plano oferece uma ajuda preciosa para a fase da escrita e, eventualmente, para uma intervenção oral a realizar sobre o tema.

Para elaborar um plano há duas operações necessárias:

A filtragem
É a selecção do material recolhido, em função dos objectivos que se pretende atingir. O estudante deve eliminar as informações supérfluas, duvidosas ou confusas, sem cair no erro de querer “dizer tudo”.

A ordenação
É a arrumação das informações segundo uma ordem lógica. As informações devem ser organizadas numa sequência lógica e bem articulada. Para realizar este trabalho, o estudante pode começar por escrever, numa folha, um índice esquemático, uma lista de ideias-chave, precedidas de números ou letras. Com base nesta lista, é mais fácil redigir de forma clara, sem perder o “fio condutor” das ideias.

A redacção
Um bom plano facilita a redacção mas esta é sempre um processo que passa por várias tentativas e exige esforço e persistência. As questões a ter em conta são:

As partes do texto
O trabalho deve ser dividido em 3 partes:

A introdução – serve para mostrar, brevemente, o interesse do tema e a forma como vai ser desenvolvido. Apresenta o problema e marca os limites do trabalho.

O desenvolvimento – “corpo do trabalho”, onde o tema é explicado, desenvolvido, ponto por ponto, ao longo de diversos capítulos, com títulos e subtítulos. Cada capítulo deve ter uma extensão adequada à importância do assunto abordado.

A conclusão – Resume o essencial do que se disse ao longo do trabalho, podendo também servir para tomar posição e indicar pistas de investigação futuras.

Bibliografia
No final do trabalho, deve-se apresentar sempre uma lista bibliográfica. Ela deve ser organizada por ordem alfabética e deve integrar as obras consultadas. Pode ainda recomendar outras obras com interesse para o tema estudado.

Na bibliografia devem mencionar-se os seguintes elementos, separados por vírgulas:

apelido e nome do autor (ou autores, ou organizador se a obra for colectiva);

título e subtítulo (sublinhados)

nº da edição utilizada;

local de edição (se não constar, escreve-se s.l. – sem local);

editor

data de edição (se não constar, escreve-se s.d. – sem data).

Apresentação do Trabalho
É muito importante cuidar da apresentação exterior do trabalho, que deve ser agradável e limpa, manifestando o respeito do estudante por si próprio e pelo destinatário do trabalho.

Para uma apresentação cuidada, o estudante deve:

Usar folhas brancas, de formato comum;

Escrever apenas de um lado das folhas;

Reservar a 1ª página para a identificação pessoal, título do trabalho, nome da disciplina, escola e data;

Fazer um índice, na 2ª página;

Salientar convenientemente os títulos e subtítulos;

Sublinhar palavras e expressões mais importantes;

Abrir espaços entre os parágrafos;

Deixar margens que permitam anotações e a encadernação do trabalho;

Escrever em computador ou, quando tal não for possível, fazer caligrafia legível;

Não entregar folhas riscadas ou emendadas;

Numerar as páginas;

Sempre que possível, colocar capa no trabalho.

O trabalho pode ainda ser enriquecido com desenhos, fotos, esquemas, mapas, etc.



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Atitude na sala de aula
O material de trabalho
É muito importante levar sempre para as aulas o material necessário. Se o não fizer, mostra pouco brio e, certamente, não consegue trabalhar bem, nem deixa trabalhar os colegas. Se tiver o material necessário, pelo contrário, poderá seguir as explicações do professor tirando apontamentos, ou sublinhando o manual.

Os assuntos da lição
Se tiver conhecimento do assunto que irá ser tratado na próxima lição, o aluno terá toda a vantagem em preparar-se com antecedência.

Com este tipo de preparação prévia da aula, o aluno consegue:

Captar de forma mais rápida e profunda a matéria dada;

Participar de forma mais eficiente na aula, dando contributos ou colocando dúvidas;

Registar apontamentos com maior facilidade.

O tempo gasto neste tipo de actividade (cerca de 15 minutos serão suficientes), é bem compensado pelas vantagens conseguidas.

Saber escutar
A atenção

A atenção é um factor essencial. Prestar atenção implica evitar brincadeiras, conversas ou ocupações despropositadas (realizar trabalhos de outra disciplina, por exemplo).

Os alunos atentos concentram-se nas aulas, contribuindo para a motivação dos professores, captando o essencial das matérias, tirando bons apontamentos e poupando horas de trabalho posterior.

Para melhorar a atenção é importante escolher, sempre que possível, um lugar à frente e próximo do professor.

A descoberta do essencial
Quando existe um manual adoptado, é mais fácil descobrir o essencial das matérias, que aparecem organizadas no manual. Mas quando não existe manual, é muito mais importante tirar bons apontamentos, conhecer o método do professor, interpretar bem as palavras e ouvir até ao fim o que é dito na aula.

É muito importante a interpretação das palavras usadas pelo professor. Quando alguma palavra ou expressão suscitar dúvidas, o aluno deverá solicitar o esclarecimento do seu exacto sentido.

O aluno deve também escutar até ao fim as explicações do professor, mesmo que a matéria não lhe agrade ou não concorde com o que está a ser dito.

O espírito crítico
O aluno deve reflectir e avaliar aquilo que escuta. Isto significa que as coisas não devem ser aceites nem rejeitadas sem reflexão.

A reflexão crítica é um processo activo de aprendizagem e uma condição indispensável para uma boa participação nas aulas.

O que é desejável é que os alunos não se limitem a assistir e a escutar, mas participem activamente nas aulas. Os alunos participativos aprendem mais e estimulam os professores. O alunos podem participar fazendo perguntas e intervindo nos debates.

Participação
Fazer perguntas
Fazer perguntas é um bom processo de participação nas aulas. Mas elas devem ser interessadas, concretas e oportunas.

Intervir nos debates
Intervir nos debates facilita a assimilação da matéria, já que a memória guarda melhor aquilo de que se fala do que aquilo que apenas se escuta ou lê. Serve também de treino para a comunicação com os outros e dá autoconfiança.

Tirar apontamentos
O normal é fixarmos cerca de 20% do que apenas ouvimos. A única técnica que permite não perder o que se escuta é escrever apontamentos. É muito importante possuir nas aulas um caderno onde estes apontamentos possam ser registados. O bom aluno tem orgulho nos seus apontamentos e conhece as vantagens dos apontamentos bem organizados, sobretudo na altura das avaliações.

Seleccionar
É fundamental saber seleccionar o que é mais importante. Tirar mais ou menos notas depende da matéria, do método do professor e da existência ou não de um manual.

Se existe um manual que contém o essencial da matéria, bastará anotar aquilo que completa ou clarifica o que está escrito. Para tal podem fazer-se anotações no próprio manual (isto implica, evidentemente, saber antecipadamente o que lá está escrito). Se não existir um manual, torna-se importante escrever o mais possível, centrando a atenção nas ideias, e não nas palavras do professor.

Existindo ou não um manual, o aluno não deve deixar nunca de anotar:

Esquemas (quadros, gráficos, desenhos que resumem o essencial).

Definições, fórmulas, sínteses e comentários feitos pelo professor (estes elementos dão pistas sobre os elementos mais valorizados nos testes , por exemplo).

Indicações bibliográficas.


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Trabalho em Grupo
Escolha dos colegas
Um grupo equilibrado não deverá ultrapassar os cinco elementos, de forma que todos possam participar activamente nas discussões e decisões. Há quem sugira os três elementos como número ideal para a composição de um grupo de trabalho.

A realização do trabalho
Definir objectivos

Para que o trabalho possa ser realizado com êxito é necessário que o grupo estabeleça objectivos claros, que sejam compreendidos e aceites por todos os elementos. Se necessário, esta clarificação de objectivos deverá ser feita com o auxílio do professor.

Distribuir tarefas

As tarefas podem ser distribuídas de diversas formas:

Cada elemento selecciona um aspecto de trabalho que deseja realizar;

Os elementos discutem e decidem, por consenso, a divisão do trabalho;

O grupo decide aceitar as orientações do líder.

Estabelecer regras

O equilíbrio do grupo exige regras. Estas deverão constar sobretudo do modo de funcionamento e dos prazos a cumprir, não devendo tolerar-se a fuga às regras estabelecidas por consenso.

Relações Humanas

É muito importante cuidar das relações humanas, na aula ou fora dela, já que as boas relações interpessoais favorecem a confiança mútua, a cooperação e a produtividade do trabalho.

No grupo, o diálogo é a única forma correcta de ultrapassar conflitos. As principais regras para a convivência são:

Escutar os outros, sem os interromper desnecessariamente;

Ter auto domínio, controlando os impulsos momentâneos;

Ser tolerante, compreendendo as limitações alheias;

Corrigir sem ofender, manifestando as nossas divergências com tacto e delicadeza;

Oferecer elogios, salientando os aspectos positivos do trabalho dos outros;

Usar o bom humor, acalmando e descontraindo o ambiente, nos momentos de tensão.

O êxito dos grupos
Os grupos bem sucedidos favorecem o rendimento intelectual, já que este é favorecido pelos acordos de cooperação entre pessoas, que se estimulam mutuamente. O simples debate de ideias e a reflexão em grupo fazem progredir melhor a aprendizagem.

O trabalho em grupo favorece também a formação da personalidade, já que a colaboração solidária previne o individualismo e o excesso de competitividade. Além disso, o trabalho em grupo é cada vez mais importante para a vida profissional, já que os grandes projectos e realizações (mesmo no domínio da investigação) são levados a cabo por equipas multidisciplinares.


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A preparação para as provas de avaliação
Habitualmente podemos distinguir dois tipos principais de atitude no que respeita à preparação para os testes e outras formas de avaliação: o aluno que planeia e o aluno que não organiza o estudo ao longo do tempo.

O aluno que não faz uma adequada planificação do seu estudo é habitualmente aquele se prepara apenas na véspera das provas. O estudo “à última hora” apesar de resultar em algumas situações, não é de todo aconselhável uma vez que a informação apenas fica registada na memória a curto prazo, e por pouco tempo. Impede o seu utilizador de desenvolver as suas capacidades de relacionar, compreender e aplicar conceitos e conhecimentos de forma inteligente. Diversas disciplinas, entre as quais Matemática, Português, Ciências da Terra e da Vida, Ciências Físico-Químicas, Inglês, Francês, não se compadecem com uma atitude deste tipo.

Nesta situação, além do mais, a ansiedade e a fadiga aumentam impedindo o aluno de estar tão predisposto para aprender quanto deveria.

Outra tendência habitual de quem concentra o estudo na véspera dos testes ou provas de avaliação é a de fazer um esforço intenso sem cumprir pausas de descanso - estudar até tarde ou no próprio dia, levantar-se de madrugada.

Na verdade, no dia anterior à prova, deve descansar-se mais, pois o sono regular é indispensável à concentração e à capacidade de raciocinar com clareza. Um aluno cansado, tem tendência a precipitar-se, a dar respostas imediatas sem uma leitura adequada das questões, encontra-se mais irritável e menos lúcido.

A preparação para os testes
É do senso comum, que a melhor forma de o aluno se preparar, é estudar de forma organizada e programada ao longo do tempo, esclarecendo as dúvidas, recorrendo a fontes de ajuda e de informação variadas, realizando esquemas, fazendo revisões periódicas. Para a véspera da prova deve ser deixada apenas uma revisão final. Até porque é frequente a concentração de avaliações na mesma semana.

Quem estudou ao longo do tempo, pode agora permitir-se fazer uma leitura cuidadosa dos sublinhados dos livros, das notas pessoais e dos apontamentos, esquemas e resumos que anteriormente realizou. Essa leitura será suficiente para reavivar os elementos principais.

O intervalo que decorre entre a revisão final e a prova deve ser o menor possível, de modo a minimizar as interferências, evitando o esquecimento.

Outro conselho útil pode ser rever a matéria antes de dormir, uma vez que durante o sono as interferências na memória serão menores. Isto, caso a prova ocorra de manhã; caso ocorra durante a tarde ou à noite, é aconselhável rever novamente a matéria no dia seguinte.

Factores essenciais a ter em conta na preparação para os testes:

estudar com antecedência

identificar os pontos importantes da matéria

utilizar estratégias aprendidas (sublinhar, resumir, parafrasear,etc.)

ler os resumos elaborados

elaborar listas de perguntas sobre a matéria, incluindo exemplos práticos, factos, datas,etc.

anotar as dúvidas voltando a rever a matéria

clarificar as dúvidas com o professor ou outros

resolver testes ou exames antigos

responder a questões sobre a matéria

resolver problemas e efectuar exercícios de aplicação variados evoluindo no grau de dificuldade


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Realizar provas de avaliação
A leitura do enunciado é extremamente importante. Primeiro o estudante deve ler todo o enunciado e respectivas instruções, assumindo uma atitude atenta e confiante. Ao obter uma visão global da prova, ser-lhe-á mais fácil distribuir o tempo e organizar as respostas.

As perguntas devem ser lidas com atenção. Muitas vezes o insucesso num teste deve-se ao facto de o aluno não responder exactamente àquilo que lhe é pedido. Assim, é necessário que o aluno saiba exactamente o que significam expressões como: analisar, averiguar, comparar, avaliar, definir, estabelecer, explicar, interpretar, justificar, descrever, enumerar, resumir, ilustrar, caracterizar, entre outras.

Para dar uma boa resposta, o aluno deve identificar com clareza aquilo que lhe é solicitado e responder sem fugir ao tema. Uma boa prova não é necessariamente uma prova grande. Na avaliação é geralmente valorizado o essencial, não o acessório ou os pormenores.

A distribuição do tempo é também crucial. Cada um deve aprender a gerir o tempo de acordo com o seu ritmo de trabalho e as dificuldades da prova. Tal só se consegue treinando e melhorando o auto-conhecimento do ritmo de realização individual.

Finalmente, o aluno deve reservar algum tempo para reler a prova, de modo a corrigir eventuais erros, verificar se respondeu a todas as questões.

Regras mais importantes a ter em conta durante um teste:

ler o teste ou prova atenta e integralmente

seguir correctamente todas as instruções do teste

planificar bem o tempo disponível

decidir a ordem pela qual vai responder às perguntas

responder com lógica e precisão às perguntas

responder com clareza e com uma letra legível

procurar não deixar respostas em branco

reler as respostas para verificar a existência de possíveis erros

rever a pontuação

aprender com a correcção dos erros

Para obter um bom desempenho nas provas de avaliação além dos aspectos já referidos importa salientar os seguintes:

Estudar de forma planeada, não deixando o estudo para a véspera

Proceder a uma cuidadosa revisão da matéria

Treinar respostas, resolver testes anteriores

Encarar a avaliação com confiança

Reflectir antes de responder, procurando captar o sentido exacto da pergunta

Responder de forma clara e segura

Evitar falar daquilo que não se domina bem

Não dar opiniões pessoais caso não tenham sido pedidas

Assumir as responsabilidades perante uma nota negativa

Aproveitar o aviso, caso as notas estejam baixas, para modificar os métodos de trabalho

Viver Com Objectivos


[ Lê estas linhas em voz alta e com lápis e papel à mão]

Na infância e na adolescência o homem é por excelência um ser em descoberta. Procura ter o conhecimento e saber a razão das coisas que o rodeiam. Nesta fase da vida é possível questionar alguns acontecimentos, acções ou atitudes, que durante o resto da vida se torna quase impossível questionar ou dá-se pouca importância. Agora tens um potencial a utilizar, uma força a desenvolver, uma semente para plantar. É agora que deves aproveitar este interesse, porque depois a energia esvai-se, a semente pode morrer. Aproveita esta sede de conhecimento que há em ti por satisfazer. Podes dedicar-te a outras actividades que existem na sociedade. Como por exemplo a rádio, os jornais, a política ou uma associação. E, a partir daqui, ganha entusiasmo para o teu estudo.
Nunca penses que há matérias que, por mais que queiras, não te "entram na cabeça"! Sendo tu o primeiro a derrotares-te ... quem te apoiará? Faz as coisas com empenho. Dedica-te ao estudo com coragem e não percas tempo com lamurias derrotistas.
Não te convenças que és pior que os outros e não passes a vida a pensar nos melhores da turma. Não te deixes abalar pelas críticas. A desilusão, o auto-derrotismo, o complexo de inferioridade, a mania das grandezas ou a falta de objectivos são algumas das causas do insucesso em matemática e provocam o desinteresse pelo estudo e pela sabedoria desta disciplina. Tens o teu próprio ritmo. Mas hás-de lá chegar! Se quiseres progredir há sempre alguém ao teu alcance que te pode dar apoio. Não culpes os outros pelos teus fracassos.
Certamente conheces colegas teus que estudam menos e, no entanto, tiram melhores resultados do que tu. Porquê? Porque alguns têm uma maior capacidade para memorizar textos; alguns têm uma maior capacidade para relacionar conceitos; alguns têm boa memória fotográfica. Alguns utilizam métodos de estudo. O importante é que cada um se conheça o suficiente para saber quando e quanto precisa de se esforçar para atingir um determinado objectivo. E saber de que forma o seu estudo é mais eficaz.

Utiliza o teu poder de crítica e autocrítica e assim
Conhece-te.
Identifica as tuas principais potencialidades. Avalia as tuas capacidades (mentais e físicas).
Tenta fazer um pouco mais do que já consegues.
Mostra, a ti próprio e aos outros, do que és capaz de fazer e que também és um vencedor.
Aproveita todas as oportunidades para ensinar.

E ajuda quem ainda não sabe fazer. Conhece-te.
Identifica as tuas principais dificuldades.

Avalia as tuas capacidades (mentais e físicas).
Põe em causa o que pensas que consegues fazer.
Reconhece, para ti próprio e para os outros, onde tens dificuldades.
Aproveita todas as oportunidades para aprender.
E pede auxílio quando precisares.

Tens que acreditar que consegues!!! Pensa: "Eu sou capaz!". Diz : "Eu quero saber". Diz isto tantas vezes quantas quiseres. O teu sucesso está nas tuas mãos.
Cada um tem as suas dificuldades em compreender a disciplina de matemática. Talvez porque nunca estudaram adequadamente; ou porque não gostaram de um professor; ou porque não compreenderam um capítulo e desistiram; ou ainda porque não tiveram possibilidade de estudar melhor. Começa por procurar em ti as razões do teu insucesso. Mas não tires conclusões precipitadas. Reflecte sobre a parte do estudo em que sentes mais dificuldades. Será na concentração? Ou na memorização? Ou na compreensão dos problemas? Tenta minorar essas dificuldades. Dedica-te a elas.
Olhas para aquelas pessoas famosas e pensas "que sorte elas têm!". Com excepção dos vencedores dos jogos de sorte, como por exemplo o totoloto, o sucesso acontece após uma grande dedicação e esforço. Foi um trabalho árduo, persistente e sistemático que fez com que essas pessoas fossem agora famosas. Até os futebolistas têm de treinar muitas horas e obedecer a certas regras e atitudes. Não são famosos por acaso. Tens capacidades para promover que só tu podes desenvolver. Se quiseres desenvolver. Se quiseres acreditar que consegues. Para conseguires chegar onde pretendes, tens de expandir a tua autoconfiança e dedicação.
O teu receio em mostrar do que és capaz pode trazer-te algumas desilusões. Por outro lado, se és irrequieto não te concentras o suficiente. Provavelmente precisas de gastar essa energia nos teus objectivos mais importantes. É fundamental que tenhas objectivos a concretizar, barreiras a ultrapassar, metas a atingir. E estudando com objectivos bem definidos consegues melhorar a tua concentração. Pois sabes que tens agora um esforço que mais tarde ou mais cedo dará alguns frutos. Ter objectivos bem definidos é uma valiosa ajuda muito a concretizá-los. De modo a fortalecer a tua convicção constrói uma imagem do que pretendes (por exemplo, tu com o teu teste na mão a exclamares: "Consegui!!").
Põe um lápis e uma folha branca na mão. Pensa no que é essencial que tu concretizes. Nesta semana, neste mês ou neste ano. Escreve os teus objectivos. Ordena-os por data de concretização. Ordena-os por prioridades. Pondera a viabilidade de cada um deles. Estás a ser muito ambicioso? Estás a subestimar-te? Todos estes objectivos são essenciais? Não esqueceste nenhum? Espero que não te tenhas esquecido de um objectivo muito importante: "Aproveitar todas as oportunidades para aprender". Parece simples, mas envolve toda a tua dedicação e o desenvolvimento dos teus métodos de estudo. Escreveste assim a tua LISTA DE OBJECTIVOS a médio prazo (próximos meses) e a longo prazo (próximos anos).
Apesar de não precisares de escrever os objectivos a curto prazo, são estes que permitirão concretizar os objectivos a médio e a longo prazo. Alguns exemplos de objectivos a curto prazo são: "resolver TPC"; "resolver três exercícios"; "actualizar os resumos"; "colocar as dúvidas ao professor"; "não me distrair nem distrair os outros"; "questionar-me sobre o que aprendo"; "participar na aula"; "conversar com os meus pais"; etc. Na verdades, são estas pequenas acções que te ajudam a mudar para melhor.
Os objectivos por ti traçados estão dependentes da tua motivação. Quanto maior for a tua motivação mais adequados e empreendedores serão os teus objectivos. A motivação promove a acção. Elabora estratégias de actuação para atingires os objectivos a que te propuseste. Mas há tempo para tudo! Os amigos ocupam um lugar muito especial na tua vida. Naturalmente que há momentos em que, para te poderes dedicares a esses objectivos, tens de prescindir de alguns prazeres (TV, amigos, jogos, etc). Pois já sabes que desejas o outro prazer: "Consegui!!".
De tempos a tempos revê a tua lista de objectivos e actualiza-a. Actua de acordo com ela. Se não conseguiste atingir os objectivos que previste, deves reflectir sobre as razões. Será que foste exigente demais? Cada dia é importante para ti, pois é único. Vais admirar-te depois com os teus próprios progressos.
A tua futura profissão é certamente uma preocupação para ti. Ora, os estudos determinam, de um modo ou de outro, a profissão que irás ter mais tarde. É estudando que atinges os teus objectivos. Considera o estudo na escola como uma fonte de riqueza interior e como um caminho para a vida, para o sucesso.
Repara que praticamente todas as profissões exigem conhecimentos de matemática; é usual as outras disciplinas exigirem, directa ou indirectamente, conhecimentos de matemática; no dia-a-dia encontras situações em que a matemática é um grande auxiliar (quer seja para interpretar gráficos eleitoralistas, quer seja para calcular a média de consumo de combustível de um automóvel, quer seja para revestir um corredor com tapete). Há assim urgência e necessidade de estudar matemática. Pois, a qualquer momento, tens que dar uma resposta adequada aos problemas que te vão surgindo na vida.
Se pretendes prosseguir os teus estudos, verifica se a matemática faz parte das disciplinas do curso. Se sim, fica consciente de que muito dificilmente terás positiva se não tiveres conhecimentos de matemática dos anos anteriores. Portanto, quanto mais cedo te aplicares, melhor será o teu sucesso.

Navegar num mar de incertezas ... com um rumo.

Actividades
1) Para reforçar o que aprendi, vou fazer agora mesmo o resumo deste capítulo.
3) Coloco uma cruz onde é mais adequado.

- - - - - - - - - - - - - - a definir objectivos - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - na concentração - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - na memorização - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - na minha organização - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - em ter um bom local de estudo - - - - - - - -
- - - - - - - - em definir o meu horário de estudo - - - - - - -
- - - - - - - - - em aprender na sala de aula - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - em ouvir com atenção - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - em falar o que pretendo - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - em ler - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - em resumir a matéria - - - - - - - - - - -
- - -- - - - - - - - - em resolver problemas - - - - - - - - - - -
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Portanto, tenho de procurar livros e pensar sobre aquilo que tenho dificuldades.
3) Indico as disciplinas que :
Tenho mais dificuldades : _______________________________________________.
Tenho menos dificuldades : _____________________________________________ .
Gosto mais : _______________________________________ .
Gosto menos : _______________________________________ .
Assim tenho de me dedicar mais às disciplinas de _______________________________ .


5) Escrevo palavras de modo a completar as frases. EU CONHEÇO-ME
Eu sou uma pessoa . . . Eu sou capaz de . . . Eu gosto de . . .
rigorosa trabalhos manuais música
. . . . . . . . .
6) Completo e coloco na minha estante num local visível a seguinte lista.
OS MEUS OBJECTIVOS
A curto prazo A médio prazo A longo prazo
_____________________ _____________________ _____________________

7) Pretendo no futuro ter a profissão de __________________________________
ou de ___________________________ ou de _____________________________ .
Estas profissões precisam de matemática? __________________________________ .
Algumas das razões que me levaram a fazer estas escolhas são . . . . .

Perfil do Empreendedor


Grande parte do sucesso dos projectos, empresas e negócios depende muito do perfil do empreendedor em termos de personalidade, competências, experiência, capacidade de comunicação e de relacionamento.

Ambição - Ser ambicioso e ter uma visão de sucesso para os seus projectos.

Coragem - Saber perder e ganhar e não ter medo do fracasso.

Determinação - Saber lutar pelas suas ideias (teimosia).

Auto confiança - Acreditar nas suas capacidades pessoais e experiência, no projecto que pretende concretizar e na equipa que lidera.

Decisão - Ter capacidade de tomar as decisões que enfrentar ao longo da sua vida, em tempo oportuno, mesmo quando arriscadas, difíceis ou ousadas.

Pragmatismo - Ter capacidade para transformar uma idea ou visão de um negócio, num projecto concreto e assegurar a respectiva gestão corrente.

Independência - Ter preferência pela autonomia, com autoconfiança e autodomínio.

Curiosidade - Procurar continuamente novas ideias e novas oportunidades de negócio.

Criatividade - Ser criativo, ter consciência do valor da criatividade no desenvolvimento dos negócios e apostar na inovação.

Capacidade de Trabalho - Ter capacidade de trabalho e dinamismo em todos os seus empreendimentos, nunca se acomodando.

Motivação - Ser motivado e ter empenho em tudo o que se faz.

Optimismo - Ter uma visão optimista do futuro, enfrentando os obstáculos com confiança e entusiasmo e tendo como meta o sucesso dos seus projectos.

Visão - Capacidade para identificar oportunidades e antecipar projectos antes da sua difusão nos mercados.

Capacidade de Arriscar - Ter capacidade e disposição para assumir riscos, enfrentar desafios e sobreviver a essa instabilidade.

Sentido de Oportunidade - Ter capacidade para percepcionar uma situação que corresponde a uma oportunidade e saber aproveitá-la.

Liderança - Ter objectivos claros e capacidade para organizar, criar uma filosofia e método de trabalho e uma equipa, orientar esforços e motivar colaboradores.

Sentido de responsabilidade - Ter capacidade para aceitar as responsabilidades morais, legais e mentais associadas aos seus projectos.

Resultados - Estar orientado para os resultados que servem, em primeiro lugar, para medir o sucesso do empreendimento.

Recompensa - Gostar de ser recompensado financeiramente ou obter reconhecimento, prestígio ou respeito.

Excelência - Ter o desejo de concretizar qualquer coisa de mérito, pela qual fique orgulhoso.

Organização - Ter capacidade para congregar recursos (humanos, técnicos, materiais e financeiros) e esforços para a consecução de um projecto, organizando-os de forma a garantir a eficiência e eficácia da sua aplicação e a obtenção dos resultados pretendidos.

Delegação - Saber delegar responsabilidades, mantendo o controlo do negócio.
Comunicação - Ter facilidade de comunicação com as pessoas.

Experiência - Ter experiência pessoal (escolar e profissional) e conhecimento do negócio que idealizou, em que pretende actuar ou trabalhar e aprender (produtos e serviços, inovação e tecnologias, mercados, parcerias e marcas, financiamentos, modelos de negócio, etc.).

Dica
Os melhores empreendedores são objectivos e divertidos. Um empreendedor que fala abertamente é o rosto de um negócio sólido. O entretenimento implica uma pessoa divertida para trabalhar. Se você não for divertido, arranje uma pessoa que traga a diversão.

MOTIVAÇÃO

segunda-feira, julho 02, 2007

GLOBALIZAÇÃO!


Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano, que usou medicamentos brasileiros. E isto foi enviado para si por um Português, usando tecnologia americana (Bill Gates), e, provavelmente, está lendo isto num computador genérico que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a si por judeus, através de uma conexão paraguaia. Isto é, caros amigos, GLOBALIZAÇÃO!

domingo, julho 01, 2007

Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada


FERNANDO PESSOA

Há metafísica bastante em não pensar em nada.
O que penso eu do mundo?
Sei lá o que penso do mundo!
Se eu adoecesse pensaria nisso.
Que idéia tenho eu das cousas?
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma
E sobre a criação do Mundo?
Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos
E não pensar. É correr as cortinas
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).
O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!
O único mistério é haver quem pense no mistério.
Quem está ao sol e fecha os olhos,
Começa a não saber o que é o sol
E a pensar muitas cousas cheias de calor.
Mas abre os olhos e vê o sol,
E já não pode pensar em nada,
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos
De todos os filósofos e de todos os poetas.
A luz do sol não sabe o que faz
E por isso não erra e é comum e boa.
Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas.
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?
"Constituição íntima das cousas"...
"Sentido íntimo do Universo"...
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.
É como pensar em razões e fins
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.
Pensar no sentido íntimo das cousas
É acrescentado, como pensar na saúde
Ou levar um copo à água das fontes.
O único sentido íntimo das cousas
É elas não terem sentido íntimo nenhum.
Não acredito em Deus porque nunca o vi.
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
Sem dúvida que viria falar comigo
E entraria pela minha porta dentro
Dizendo-me, Aqui estou!
(Isto é talvez ridículo aos ouvidos
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,
Não compreende quem fala delas
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)
Mas se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e o luar,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora,
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.
Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;
Porque, se ele se fez, para eu o ver,
Sol e luar e flores e árvores e montes,
Se ele me aparece como sendo árvores e montes
E luar e sol e flores,
É que ele quer que eu o conheça
Como árvores e montes e flores e luar e sol.
E por isso eu obedeço-lhe,
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,
Como quem abre os olhos e vê,
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,
E amo-o sem pensar nele,
E penso-o vendo e ouvindo,
E ando com ele a toda a hora.

sábado, junho 30, 2007

I BELIEVE I CAN FLY (R-kelly)


R. Kelly - I Believe I Can Fly

I used to think that I could not go on
And life was nothing but an awful song
But now I know the meaning of true love
I'm leaning on the everlasting arms

2-If I can see it, then I can do it
If I just believe it, there's nothing to it

1-I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can soar
I see me running through that open door
I believe I can fly
I believe I can fly
(Oh) I believe I can fly

See I was on the verge of breaking down
Sometimes the silence can seem so loud
There are miracles in life I must achieve
But first I know it starts inside of me
(repeat 2, 1)

Could I believe in it?
(repete... 2, 1...)

(tradução)
____~~~~~~~~~__________________________________

Eu acredito que posso voar


Eu costumava pensar que eu não pudesse prosseguir.
E a vida não era nada, além de uma temível canção
Mas agora sei o significado do verdadeiro amor,
Eu estou usando todas as minhas últimas armas

[Refrão]
Se eu posso ver isto, então posso fazer isso,
E se eu só acreditar, nada poderá me impedir.

Eu acredito que posso voar
Eu acredito que eu posso tocar o céu
Penso nisto todos os dias e noites
Esticar minhas asas e voar ...
Eu acredito que eu posso elevar-me
Eu me vejo correndo, atravessando uma porta aberta
Eu acredito que posso voar!

Eu vejo que estive no limite da auto destruição.
Às vezes o silêncio pode parecer muito barulhento.
Há milagres da vida que eu tenho que alcançar,
Mas eu sei que primeiro, tem que começar dentro de mim.

[Refrão]
Se eu posso ver isto, então posso fazer isso,
E se eu só acreditar, nada poderá me impedir...

MADEIRA a Pérola do Atlântico

MADEIRA LIVRE
Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece.


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Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida. A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites. Um passo para a felicidade é, quando jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto. O estudo da natureza mostrará o quão cheio de coisas belas e maravilhosas que Deus fez no mundo para o nosso deleite. Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior. Mas, o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionar aos outros a felicidade. Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram, e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam "bem preparados" para viver felizes e para morrer felizes.
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Credo dos Optimistas
O Credo dos Optimistas foi escrito há quase 100 anos por Christian D. Larson.
Eu prometo a mim mesmo Ser tão forte que nada poderá atrapalhar minha paz de espírito.Falar apenas de saúde, felicidade, e prosperidade para cada pessoa que eu encontrar.Fazer todos os meus amigos sentirem que há algo de valor dentro deles.Ver o lado positivo de tudo e fazer meu optimismo se tornar real.Pensar apenas sobre o melhor, trabalhar apenas para o melhor e esperar apenas o melhor.Ser tão entusiasmado com o sucesso dos outros quanto eu sou para o meu próprio sucesso.Esquecer os enganos do passado e me concentrar apenas nas maiores realizações do futuro.Vestir uma expressão de alegria todo o tempo e sorrir para toda criatura viva que eu encontrar.Direccionar todo meu tempo para me melhorar de maneira a não sobrar tempo para criticar os outros.Ser grande demais para preocupar-me, nobre demais para ter raiva, forte demais para ter medo, e feliz demais para permitir a presença de problemas.Pensar o melhor de mim mesmo, e anunciar isso ao mundo, não em palavras ruidosas, mas sim em grandes acções.Viver na fé de que o mundo inteiro está do meu lado, à medida em que sou sincero e verdadeiro quanto àquilo que há de melhor em mim.
Assim seja!


Acerca de mim

A minha foto
Sou misterioso, sou muito ligado ás tradições. sonhador da ternura da imaginação e da memória com tenacidade fixa, idealizo as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para me proteger contra as incertezas do futuro. No amor há algo dentro de mim como nos contos de fadas, com a a minha princesa, mas também com uma maldição para combater os monstros ameaçadores. Tento ser um romântico, mergulhando num sonho ideal e inacessível. O meu humor é extremamente mutável e em ocasiões sou rabugento e agressivo, tenho necessidade de auto-defensa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma das minhas características não muito agradáveis. Oscilo entre o júbilo e a depressão. Ás vezes sou muito fechado. Costumo ser intelectualmente ligado às artes e à poesia.

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QUE FAZER NESTE PAÍS EM QUE OS RICOS FICAM MAIS RICOS E OS POBRES CADA VEZ MAIS POBRES?

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