sábado, outubro 27, 2007

Jean-Paul Sartre


Jean-Paul Charles Aymard Sartre
Nascimento
21 de Junho de 1905Paris, França
Falecimento
15 de Abril de 1980Paris
Nacionalidade
Francês

Ocupação
Filósofo, escritor
Magnum opus
O ser e o nada
Escola/tradição
Existencialismo, Marxismo
Principais interesses
Epistemologia, Ética, Política, Ontologia, Metafísica, Fenomenologia
Idéias notáveis
"A existência precede a essência"
Influências
Kant, Marx, Nietzsche, Kierkegaard, Camus, Hegel, Heidegger, Husserl, Dostoievski

Jean-Paul Charles Aymard Sartre (Paris, 21 de Junho de 1905Paris, 15 de Abril de 1980) foi um filósofo existencialista francês do início do século XX. Dizia vir a existência antes da essência. Assim, no existencialismo (que começa com Kierkegaard, 1813-1855 - Ou até mesmo antes com Blaise Pascal, 1623-1662 ou Santo Agostinho 354-430), o papel da filosofia é invertido. Desde Platão, quando temos o nascimento da linguagem filosófica (em forma de diálogos), a preocupação desta é o universal em detrimento do particular. E, agora, a existência toma seu lugar na discussão filosófica, partindo de questões quotidianas, e caminhando em direcção à universalidade.



Nunca se é homem enquanto se não encontra alguma coisa pela qual se estaria disposto a morrer.

Cada homem deve inventar o seu caminho.


Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem.

O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós.

Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem.

A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.

Detesto as vítimas quando elas respeitam os seus carrascos.

Por mim, creio que estamos mortos há muito tempo: morremos no exacto momento em que deixamos de ser úteis.

O desejo exprime-se por uma carícia, tal como o pensamento pela linguagem.

O homem tem de poder escolher a vida em todas as circunstâncias.

A violência faz-se passar sempre por uma contra-violência, quer dizer, por uma resposta à violência alheia.

Não fazemos o que queremos e, no entanto, somos responsáveis pelo que somos: eis a verdade.

O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio.

Quando muitos homens estão juntos, é preciso separá-los pelos ritos, senão matam-se uns aos outros.

Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão.

Nunca julgamos aqueles a quem amamos.

Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim.

O homem não é a soma do que tem, mas a totalidade do que ainda não tem, do que poderia ter.

Um homem não pode ser mais homem do que os outros, porque a liberdade é semelhantemente infinita em cada um.

Falamos na nossa própria língua e escrevemos numa língua estrangeira.

Nasci para satisfazer a grande necessidade que eu tinha de mim mesmo.

Quando, alguma vez, a liberdade irrompe numa alma humana , os deuses deixam de poder seja o que for contra esse homem.

O homem deve ser inventado a cada dia.

Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se fazer aquilo que se pode.

O que é terrível não é sofrer nem morrer, mas morrer em vão.

Um homem não pode ser mais homem do que os outros, porque a liberdade é igualmente infinita em todos.

Cada homem deve descobrir o seu próprio caminho.

O homem tem de se inventar todos os dias.

Ser homem é tender a ser Deus; ou, se preferirmos, o homem é fundamentalmente o desejo de ser Deus.

És livre, escolhe, ou seja: inventa.

O dinheiro não tem ideias.

Ainda que fôssemos surdos e mudos como uma pedra, a nossa própria passividade seria uma forma de acção.

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