- Nunca se faz nada da vida. - Mas ela faz
alguma coisa de nós. - Nem sempre... O que espera você da sua? - Penso que sei
sobretudo o que não espero dela... - De cada vez que você teve de optar, não
se... - Não sou eu que opto: é aquilo que resiste. - Mas o quê? - À consciência
da morte. - A verdadeira morte, é a decadência. É tão mais grave, envelhecer !
Aceitarmos o nosso destino, a nossa função, a casota de cão erguida na nossa
vida única... Não se sabe o que é a morte quando se é novo... André Malraux,
"A Estrada Real"
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