segunda-feira, junho 20, 2011

Maior supercomputador do mundo é japonês


O Japão conseguiu chegar ao topo da lista dos maiores supercomputadores com o K, uma máquina capaz de fazer 8.2 quadriliões de cálculos por segundo
O supercomputador japonês foi criado pela Fujistu e está instalado no Instituto Avançado Riken para Ciências Computacionais, situado na cidade de Kobe.

K, assim se chamada o supercomputador, é agora o detentor do primeiro lugar do ranking semestral dos supercomputadores, criado pelo investigador norte-americano Jack Dongarra.

De acordo com o investigador da Universidade do Tennessee em Knoxville, o supercomputador japonês tem uma capacidade de cálculo semelhante à de um milhão de computadores ligados.

Citado pelo Daily Telegraph, o investigador define o K como «uma máquina bastante impressionante», que ocupa 672 compartimentos, consome a mesma energia do que cerca de 10 mil casas e custa 10 milhões de dólares por ano aos seus criadores.

O segundo maior supercomputador do mundo é o chinês Tianhe-1A, que tem uma capacidade de cálculo na ordem dos 2.5 quadriliões de cálculos por segundo.

O Japão não liderava a lista dos supercomputadores desde 2004.

sábado, junho 18, 2011

EUA: Lâmpada misteriosa está acesa há 110 anos


EUA: Lâmpada misteriosa está acesa há 110 anos
Dia 18 de junho, a lâmpada mais antiga do mundo celebra 110 anos. Criada por um inventor no final do século XIX, a lâmpada mantém-se acesa desde o primeiro dia em que foi ligada à corrente, salvo breves ocasiões em que houve falhas de energia no quartel de bombeiros da Califórnia (EUA) onde está instalada.

Esta famosa e enigmática lâmpada detêm o recorde do Guiness e é uma atração turística da cidade de Livermore, norte da Califórnia. A lâmpada tem até um comité formado no seu centenário. O presidente é o chefe de divisão dos bombeiros reformado, Lynn Owens.
Em declarações ao Telegraph, Owens explica que a corrente baixa que alimenta a lâmpada de 60 watts pode ter prolongado sua vida, mas garante que até agora ninguém descobriu como esta lâmpada continua a brilhar, apesar de já ter sido analisada por cientistas de todos os Estados Unidos.

"A lâmpada foi criada por um inventor chamado Adolphe Chaillet, que foi convidado pelo governo do Estado de Ohio para fundar uma fábrica de lâmpadas no século dezanove. Ele aceitou o convite e criou uma lâmpada especial", um presente para os bombeiros, afirmou Steve Bunn, que faz parte do comité do centenário.

Bunn disse que, inicialmente, pensou que a lâmpada centenária era um objeto comum, mas depois descobriu que ela custou muito mais do que as outras e sua fabricação, à mão, deu muito mais trabalho.

Segundo o Telegraph, quando criou a lâmpada, o seu inventor, Adolphe Chaillet, estava em competição com Thomas Edison para criar a melhor lâmpada da cidade... E pelos vistos conseguiu.

quarta-feira, junho 15, 2011

Penálti mais insólito vale subida de divisão em Itália


a bola embateu na barra e ressaltou para dentro das redes Um penálti como nunca tinha sido visto valeu a subida dos amadores do Termeno à Eccellenza, que é a sexta divisão do futebol italiano. O momento insólito deu-se num desempate através de grandes penalidades em que o guarda-redes do Dro viu a bola embater violentamente na barra e afastou-se, com a sensação de dever cumprido, sem reparar que um ressalto caprichoso encaminhou o esférico para o fundo das redes. O Termeno-Dro estava empatado 4-4 em grandes penalidades quando Michael Palma rematou à barra, ficando desolado por pensar que tinha condenado a sua equipa. Por seu lado, o guarda-redes adversário afastou-se para ceder o lugar ao congénere da equipa contrária. O que nenhum deles viu é que a bola bateu com efeito no relvado e saltitou para a baliza, atravessando a linha de golo alguns segundos após o remate. A equipa de arbitragem validou o golo - que teria sido facilmente impedido caso o dono da baliza do Dro tivesse menos pressa... - e na grande penalidade seguinte o guarda-redes do Termeno logrou defender, assegurando uma subida de divisão muito festejada no estádio. Apesar disso, os responsáveis pelo Dro mantêm a esperança de que o jogo virá a ser repetido por erro técnico. A decisão cabe à Federação Italiana de Futebol.