domingo, setembro 26, 2010

Bolas de Berlim


Ingredientes:
• 6 colheres de sopa de leite morno
• 500 grs de farinha de trigo
• 30 grs de fermento de padeiro
• 3 ovos
• 1 chávena de chá de açúcar
• raspa da casca de 1 laranja
• 1 pitada de sal
• 5 colheres de sopa cheias de margarina
Confecção:
Amasse o fermento de padeiro com o leite morno e um pouco de farinha.
Faça um bola, dê dois golpes em cruz e deixe aumentar de volume.
Ponha a farinha num recipiente e abra uma cavidade ao centro, ponha a margarina, o açúcar, a raspa da casca da laranja e, amasse muito bem.
Junte depois o fermento os ovos um a um e o sal e continue a amassar até que a massa se descole do recipiente, se for necessário polvilhe com farinha.
Forme uma bola deixe levedar em lugar aquecido tapado até que duplique de volume.
Corte pequenas porções de massa, dê a forma de bolinhas e coloque-as intervaladas sobre a mesa polvilhada de farinha.
Deixe levedar novamente até duplicarem de volume.
Depois frite-as em bastante óleo quente, virando-as de vez em quando para fritarem por igual (o lume tem que estar no mínimo).
Depois de louras retire-as, deixe escorrer sobre papel absorvente e, enquanto quentes passe-as por açúcar misturado com canela.
Por fim com uma faca bem afiada, ou uma tesoura faça uma abertura, e recheie com ajuda de uma colher com creme pasteleiro.
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OUTRA RECEITA
Bolas de Berlim

Para 25 bolas:

Massa mãe:
5 g de levedura fresca
180 ml de água mineral a 20ºC
165 g de farinha forte (para pão, tipo 65)
110 g de farinha fraca (a de trigo corrente)

Para a Massa:
150 g de farinha forte
100 g de farinha fraca
11 g de flor de sal
65 g de açúcar fino
5 gemas
60 g de levedura fresca
60 ml de leite gordo
65 g de manteiga em quadradinhos
2 panos de cozinha e farinha para polvilhar
Açúcar em pó, ou fino para polvilhar no final

Para fritar:
1 l de óleo de sementes de uva ou margarina


Preparar a massa mãe:
Desfazer a levedura numa taça, juntar a água e mexer até que se dissolva.
Pôr uma peneira sobre a taça e juntar as farinha.
Misturar até obter uma massa homogénea e líquida.
Cobrir com um pano ou film e deixar fermentar cerca de 1 h e meia / 2 horas.
(a massa está pronta quando se formem pequenas bolhas à superfície).

Preparar a massa:
Pôr a massa mãe na batedeira (com o gancho de amassar).
Incorporar as farinhas peneiradas, a flor de sal, o açúcar, as gemas e a levedura dissolvida no leite.
Amassar em velocidade média por 20 minutos. (A massa deve desprender-se das paredes do recipiente).
Incorporar a manteiga aos poucos, enquanto continua a bater até que a massa esteja homogénea.
Passar a massa para uma taça coberta com film ou um pano e deixar que duplique de volume.
Pressionar a massa fermentada para que recupere o seu volume inicial.
Dividir a massa em 25 bolas redondas e dispor sobre um pano enfarinhado com 5 cm entre si. Cobrir com outro pano e deixar que dupliquem de volume.

Aquecer o óleo a 160ºC* e fritar as bolas 10 a 12 minutos, virando a meio da cozedura.
Escorrer bem sobre um papel de cozinha ou pano à medida que se vão fritando.
* a temperatura do óleo é mesmo muito importante…ou as bolas ficarão queimadas em pouco tempo!...

Rechear com creme, doce, ganache de chocolate, doce de leite…eu fiz um creme pasteleiro.

Abrir as bolas e rechear ou encher um saco pasteleiro de creme com um bico médio e fazer um pequeno orifício no centro da bola, para introduzir o recheio.

Polvilhar com açúcar fino misturado com canela ou açúcar em pó.



Creme pasteleiro:

300 ml de nata
600 ml de leite
200 g de açúcar
80 g de maizena
3 gemas
Raspa de limão, laranja, pau de canela, baunilha

Numa taça misturar as gemas, o açúcar, a maizena e uma parte do leite (o suficiente para que tudo se dissolva).
Aquecer o leite e a nata com os aromatizantes.
Deitar o leite e a nata quentes sobre a mistura de gemas, mexendo sempre.
Coar.
Levar de novo ao lume, mexendo sempre, até que engrosse e sem que ferva.
Arrefecer mexendo constantemente, tapar com film sem que haja ar entre este e o creme.
Refrigerar até usar.

Gelado Frito Oriental

4 Bolas Gelado de baunilha
1 dl Licor Grand Marnier
1 q.b. óleo
4 fatias Pão de Forma
100 g farinha
15 g açúcar
2 ovos
5 c. sopa Licor Grand Marnier


1. Comece por aparar o pão de forma, retirando as côdeas. Coloque o pão à volta das bolas de gelado. É importante que as bolas de gelado estejam o mais frias possível. Se necessário, prenda o pão com palitos de madeira. Reserve no congelador enquanto prepara a massa.

2. Para preparar a massa comece por misturar a farinha com as 5 colheres de licor Grand Marnier e com as gemas. Misture tudo muito bem e reserve. Bata as claras em castelo e envolva-as cuidadosamente na massa. De seguida, retire as bolas de gelado com o pão do congelador e passe-as pela massa.

3. Frite em óleo abundante e bem quente (180º) para não desfazer o gelado e o pão. Depois de fritas, regue as bolas de gelado com o licor e flambeie (deitar fogo, com cuidado). Deve servir de imediato e deliciar-se com esta receita de cozinha chinesa!


Observações

Quando flambejar as bolas de gelado, tenha cuidado para não estarem crianças por perto. Podem mais tarde querer imitá-la(o).

Dicas e truques

Pode substituir o gelado de baunilha por outros sabores à sua escolha

Profiteroles


Farinha: 200 g
Ovos: 3
Manteiga: 125 g
Açúcar: 1 colher (de chá) + 3 colheres (de sopa), para o recheio
Água: 300 ml
Natas: 1 pacote
Chocolate preto ou de leite: 1 barra
Preparação
A manteiga, o açúcar e a água vão ao lume médio num tacho. Mexe-se sempre até levantar fervura. Retira-se do lume e junta-se a farinha, continuando a mexer. O preparo vai, novamente, ao lume. Mexe-se até formar uma mistura homogénea.
Retira-se, então, do lume e mergulha-se o tacho num recipiente com água fria para a confecção arrefecer.
Bate-se os ovos e mistura-se na massa, mexendo firmemente.
Com esta mistura faz-se montinhos, dispondo-se sobre um tabuleiro e vai ao forno pré-aquecido.
Coze durante 40 minutos a 170ºC. As bolinhas arrefecem dentro do forno e, no final, devem apresentar-se secas e firmes
Entretanto, bate-se as natas com o açúcar, recheando os profiteroles com este preparo. A técnica de recheio consiste em cortar os profiteroles ao meio, sem separar completamente as duas metades.
Finalmente, pica-se o chocolate em pedacinhos e derrete-se em banho-maria ou no micro-ondas, juntamente com um pouco de leite.
Verte-se o chocolate derretido sobre os profiteroles.
OUTRA RECEITA

Novo génio da pintura tem 7 anos e chama-se Kieron

Em 14 minutos, os quadros de Kieron Williamson foram vendidos por 18 mil euros. Golpe de marketing ou talento precoce, eis a questão
A pontualidade é britânica, diz o senso comum. Mas nem sempre os fiéis de sua majestade estão à altura da tradição. Michelle Williamson que o diga. Depois de deixar o filho Kieron na escola, correu para a galeria de arte onde iam ser vendidas as primeiras aguarelas da criança de 7 anos. Em vez de chegar às nove em ponto, atrasou-se 15 minutos. Tempo mais que suficiente para que as 16 aguarelas fossem vendidas por 18 mil euros.

Os compradores eram de países tão diferentes como o Japão ou a Alemanha. "Foi incrível. A venda acabou antes de começar. Já tive vendas rápidas, mas nunca como esta", disse Adrian Hill, responsável da galeria Picturecraft, em Holt. As aguarelas, que estariam em exposição durante um mês, retratam barcos, igrejas e paisagens rurais. Na melhor da hipóteses, pensava-se que todos os quadros chegariam aos mil euros.

A rapidez da venda apanhou todos de surpresa, mas há uma razão simples: com 7 anos ninguém pinta com tanta perfeição. O talento de Kieron já foi comparado ao de Picasso. "Acredito que a última criança artista com este talento foi Picasso. Kieron está a melhorar a cada dia, e a rapidez com que aprende é impressionante. Ele domina certas técnicas que muitos artistas demoram anos a aperfeiçoar", disse Adrian ao "The Observer".

Quando Kieron Williamson começou a desenhar, fazia os mesmos rabiscos impercetíveis que os colegas da escola. No ano passado, contou a mãe aos jornalistas, ele não desenhava bem e eram os pais que faziam dinossauros para ele colorir. Tudo mudou numas férias. A família fez as malas e partiu para as regiões litorais de Devon e da Cornualha. A criança gostou tanto das paisagens e dos barcos que pediu aos pais que lhe comprassem papel e tintas. Quando regressou a Holt, Carol Ann Pennington, amiga da família, que é artista, viu o talento da criança e ofereceu-se para lhe dar aulas. Todos ficaram surpreendidos com com a selecção de cores, a noção de perspectiva e a sensibilidade para sombras, nada comum numa criança dessa idade. "Gosto de pintar porque é divertido e inspirador. Faz-me pensar em sítios que não posso ver", explicou Kieron.

Truque de marketing? Génios de palmo e meio não são notícias raras. Em 2004, Marla Olmstead com apenas 3 anos revolucionou as galerias de arte ao usar uma técnica expressionista abstracta semelhante a de Jackson Pollock. Anos mais tarde, descobriu-se que a criança pintava porque os pais a obrigavam. A australiana Aelita André, de 2 anos, tornou-se conhecida este ano por vender quadros a mil euros e expor em várias galerias de Melbourne. Mas na realidade, os autores eram os pais. Quanto ao talento de Kieron, também se levantam algumas dúvidas. Keith, pai da criança, é dealer de arte e todos se questionam como é que de um ano para o outro a criança deixou de fazer rabiscos e passou para as aguarelas. Já os clientes que lutaram pelas obras no leilão não parecem preocupados com isso