terça-feira, agosto 17, 2010

XBOX 360 250 GB a Microsoft anuncia que Kinect chegará à Europa em Novembro


O Kinect já tem data de lançamento para a Europa. O novo sensor de movimentos para a Xbox 360 chega às lojas do Velho Continente a 10 de Novembro, seis dias após o lançamento no mercado norte-americano.

O anúncio foi feito durante o discurso de abertura da Gamescom 2010 pela Microsoft, que revelou ainda que a plataforma Xbox Live será acessível a partir dos terminais com Windows Phone 7, estando igualmente prevista a disponibilização de novos títulos para PC a partir do mesmo serviço, refere em comunicado.

A feira, que decorre em Colónia, na Alemanha, foi o local escolhido para assinalar a estreia europeia do Kinect, onde serão apresentados 15 novos jogos, como o Kinect Sports, Kinect Adventures, Kinectimals e Kinect Joyride. "Estamos a apresentar a experiência Kinect pela primeira vez na Europa na Gamescom por ser a maior exposição na região e por estarmos empenhados em investir no mercado europeu", justificou Chris Lewis, vice-presidente da área de Interactive Entertainment Business da Microsoft Europe.

O responsável acrescentou ainda que existe já um "grande entusiasmo" no Velho Continente, com a Xbox 360 250GB - adaptável ao Kinect - a atingir "recordes de vendas sem precedentes".

Note-se que os preços e condições de comercialização do Kinect para os Estados Unidos tinham sido apresentados, respectivamente, em Junho e em Julho, anunciando-se que o novo comando vai custar 149,99 dólares e traz consigo o jogo "Kinect Adventures", um título concebido para tirar partido das características do acessório.

O equipamento e o jogo são compatíveis com qualquer modelo da Xbox 360 (desde que com 175 MB de memória disponíveis), mas quem não tiver a consola pode ponderar a compra do bundle que inclui a nova verão de 4GB da máquina de jogos da Microsoft, o Kinect e o jogo, em troca de 299,99 dólares.

Chico Buarque : Construção

Letra e música: Chico Buarque
In: 1971

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão prá dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir,
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair,
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir,
Deus lhe pague

Homem morre enquanto come sandes de presunto

Um homem de 41 anos morreu sufocado quando comia uma sandes de presunto, com a mulher, em Santa Bárbara, Arcos Valdevez após um dia de trabalho.

13 Agosto 2010
Agostinho Braga estava a comer, na passada quarta-feira, uma sandes de presunto na companhia da sua mulher quando se engasgou e sufocou.

Segundo os familiares, Agostinho era saudável e tinha preocupação com o seu físico, pois fazia cinco quilómetros a pé por dia.

Com a aflição o casal dirigiu-se à rua para pedir auxílio. A ambulância, a 600 metros da casa, demorou cerca de meia-hora a chegar.

O corpo de Agostinho Braga ficou quatro horas na rua à espera que o delegado de saúde de Caminha e a GNR de Ponte de Lima chegassem.

O funeral realiza-se esta sexta-feira em Famalicão.


O que podia ser feito