domingo, fevereiro 17, 2008

Um sistema planetário semelhante ao nosso?


Sistema solar com dois planetas parecidos com Júpiter e Saturno
A 5000 anos-luz de nós, há uma estrela com metade da massa do nosso Sol e com dois planetas parecidos com Júpiter e Saturno, embora não tão grandes, que giram à sua volta. A distância entre as suas órbitas é proporcional às que separam o Sol, Júpiter e Saturno. Uma espécie de sistema solar em ponto pequeno.

Scott Gaudi e Andrew Gould, da Universidade Estadual do Ohio, com colegas profissionais e amadores de 11 países - Nova Zelândia, Israel, Chile, Espanha, EUA, etc. - e uma rede global de telescópios, descobriram estes dois longínquos planetas extra-solares em torno da estrela OGLE-2006-BLG-109L graças ao efeito de "microlente gravitacional". Mais precisamente, os planetas denunciaram a sua presença quando a referida estrela se intrometeu entre a Terra e uma estrela mais distante. A luz da estrela distante foi então desviada, distorcida, pela gravidade da outra e dos seus companheiros - e amplificada como se tivesse atravessado uma autêntica lupa cósmica. Durante 15 dias, de finais de Março a inícios de Abril de 2006, o efeito observado foi "particularmente espectacular", diz um comunicado da Universidade do Ohio: a luz da estrela longínqua foi amplificada 500 vezes.
Quando os investigadores - cujos resultados são hoje publicados na Science - analisaram os dados, descobriram duas distorções, dois "soluços", que assinalavam a presença de dois planetas. Se a detecção de planetas extra-solares já se tornou comum (há mais de 250), já o facto de se encontrar vários no mesmo sistema é muito mais raro e tem sido feito "com outras técnicas, que não detectam os sistemas solares como o nosso", diz Gaudi no mesmo documento. Com esta técnica, "foi a primeira vez que tivemos uma amplificação suficiente para descobrirmos um segundo planeta - e descobrimo-lo. Pode ser pura sorte ou pode significar que sistemas destes são comuns na nossa galáxia". Sistemas que poderão incluir planetas como a Terra, Vénus ou Marte.

Ana Gerschenfeld-O PUBLICO-

Um descapotável que também sabe nadar


Fabricante garante que o carro não polui
Trinta anos depois do filme “The Spy Who Loved Me”, chega o primeiro descapotável submarino, o sQuba. Se andar na estrada é a função normal de um carro, nadar a dez metros de profundidade, como se de um verdadeiro peixe se tratasse, é uma revolução que agitará o Salão Automóvel de Genebra, onde será apresentado em Março.

Frank Rinderknecht, director da Rinspeed, a fabricante do sQuba, explicou que o descapotável pode ir até dez metros de profundidade e que, depois de submergir, a sua velocidade é automaticamente limitada, para não prejudicar o ambiente.

“Não era de todo um desafio fácil construir um carro fechado resistente à pressão da água. Mas, o verdadeiro desafio foi mesmo fazer um descapotável capaz de se movimentar dentro de água como um peixe”, afirmou Rinderknechtna página na Internet da empresa.

Uma outra situação difícil que a Rinspeed teve de enfrentar foi a adaptação do motor do sQuba aos diversos meios onde se iria descolar. Assim, o carro conta com três motores – um para andar em terra e dois para quando está dentro de água.

Como funciona?
De acordo com os criadores é muito fácil passar do meio terrestre para o meio aquático. O condutor leva o carro até à água e ele flutua. Quando quiser começar a viagem pelas profundezas do oceano abre a porta e, quando a primeira água entra para o descapotável, este começa automaticamente a descer. Os ocupantes podem continuar a respirar com a ajuda de um depósito com ar comprimido que está integrado.

Contudo, o director da fabricante adiantou que “por razões de segurança construímos o veículo aberto para que, em caso de emergência, as pessoas possam sair com facilidade. Com uma cabine fechada abrir a porta seria impossível”. Para além da segurança, o carro assim torna-se mais leve, logo mais rápido.

Para os mais preocupados com questões ambientais, a marca garante que “o sQuba não emite qualquer substância poluente e explora a força hídrica e eléctrica, contando com duas baterias de lítio”. Mesmo os lubrificantes utilizados no motor de estrada são biodegradáveis.

Apesar destas vantagens, o sQuba estará ao alcance de poucos. Todo o material foi concebido para ser resistente à água o que, aliado aos diamantes incrustados e à tecnologia necessária, o afasta da carteira de alguns dos interessados em conhecer o meio aquático desta nova forma.

Romana Borja-Santos-O PUBLICO-

Inglês Escolar


Verbo "to be"(ser ou estar) - Present Simple
Afirmativa

I am = I'm
You are = You're
He is = He's
She is = She's
It is = It's - ser não-humano (animal, objecto, planta, etc.)
We are = We're
You are = You're
They are = They're
Negativa
I am not = I'm not
You are not = You're not = You aren't
He is not = He's not = He isn't
She is not = She's not = She isn't
It is not = It's not = It isn't
We are not = We're not - We aren't
You are not = You're not - You aren't
They are not = They're not - They aren't
Interrogativa

Am I...?
Are you...?
Is he/she/it...?
Are we...?
Are you...?
Are they...?

Apresentar-se
Leia o seguinte diálogo:

Kelly: Hello! What's your name? Brian: My name is Brian. And you? What's your name? Kelly: My name is Kelly. I am 10 years old. How old are you, Brian? Brian: I am 11 years old. Kelly: And what's your surname? Brian: My surname is Bradford. Kelly: OK. Nice to meet you! Brian: Nice to meet you, too!

What's your name? - Qual é o seu nome?
My name's ... - O meu nome é ...
I'm ... years old - Eu tenho ... anos
How old are you? - Quantos anos você tem?
What's your surname? - Qual é o seu sobrenome?
My surname's ... - O meu sobrenome é ...
Nice to meet you! - Prazer em conhecer-te!



Cumprimentar
How are you? - Como está?
I'm fine, thanks. - Estou bem, obrigado.
Not very well... - Não muito bem...
Good morning! - Bom dia!
Good afternoon! - Boa tarde!
Good evening! - Boa noite!
Good night! - Boa noite! (quando vamos dormir)
Goodbye! - Adeus!
Take care! - Se cuide!
See you later! - Até logo!


Números (1-100)
1 - one
2 - two
3 - three
4 - four
5 - five
6 - six
7 - seven
8 - eight
9 - nine
10 - ten
11 - eleven
12 - twelve
13 - thirteen
14 - fourteen
15 - fifteen
16 - sixteen
17 - seventeen
18 - eighteen
19 - nineteen
20 - twenty
21 - twenty-one
(...)

30 - thirty
40 - forty
50 - fifty
60 - sixty
70 - seventy
80 - eighty
90 - ninety
100 - one hundred

Artigos a, an e the
O artigo a utiliza-se antes de uma palavra começada por som de consoante (exs.: a table; a king).

O artigo an utiliza-se antes de uma palavra começada por som de vogal ou "h" mudo (exs.: an egg, an hour). Palavras começadas por "u" com o som de "yu" são consideradas começada por som de consoante (ex.: a university). Quando o "u" fica com seu som mais comum, é considerada começada por som de vogal (ex.: an umbrella).

O artigo the é usado para determinar o nome e é invariável em género e em número. Tem uma única forma:(exs.: the lemon; the boys; the woman).

Adjectivos possessivos
My - Meu/Minha
Your - Teu/Tua
His - Dele
Her - Dela
Its - Dele/Dela (ser não-humano: animais, objectos, plantas, etc.)
Our - Nosso/Nossa
Their - Deles/Delas


Vocabulário da Sala de Aula
Blackboard - Quadro
Board rubber - Apagador
Bookcase - Estante
Calculator - Calculadora
Chair - Cadeira
Chalk - Giz
Clock - Relógio
Compass - Compasso
Desk - Escrivaninha
Dictionary - Dicionário
Encyclopedia - Enciclopédia
Exercise Book - Livro de Exercício
Folder - Dossiê
Globe - Globo
Map - Mapa
Notebook - Caderno
Notepad - Bloco de notas
Pen - Caneta
Pencil - Lápis
Pencil Case - Estojo
Pencil Sharpener - Apontador
Photocopier - Fotocopiadora
Plasticine - Plasticina
Projector - Projector
Pupil - Aluno
Rubber - Borracha
Ruler - Régua
School Bag - Mochila
Stapler - Agrafador
Student - Estudante
Teacher - Professor(a)
Whiteboard - Quadro branco


Meses do ano
January - Janeiro
February - Fevereiro
March - Março
April - Abril
May - Maio
June - Junho
July - Julho
August - Agosto
September - Setembro
October - Outubro
November - Novembro
December - Dezembro

Estações do Ano
Winter - Inverno
Spring - Primavera
Summer - Verão
Autumn / fall - Outono

Dias da Semana
Sunday - Domingo
Monday - 2ª Feira
Tuesday - 3ª Feira
Wednesday - 4ª Feira
Thursday - 5ª Feira
Friday - 6ª Feira
Saturday - Sábado

Números Ordinais (até 100th)
1st - First
2nd - Second
3rd - Third
4th - Fourth
5th - Fifth
6th - Sixth
7th - Seventh
8th - Eighth
9th - Ninth
10th - Tenth
11th - Eleventh
12th - Twelfth
13th - Thirteenth
14th - Fourteenth
15th - Fifteenth
16th - Sixteenth
17th - Seventeenth
18th - Eighteenth
19th - Nineteenth
20th - Twentieth
21st - Twenty-first
22nd - Twenty-second
23rd - Twenty-third
24th - Twenty-fourth
25th - Twenty-fifth
26th - Twenty-sixth
27th - Twenty-seventh
28th - Twenty-eighth
29th - Twenty-ninth
30th - Thirtieth
40th - Fortieth
50th - Fiftieth
60th - Sixtieth
70th - Seventieth
80th - Eightieth
90th - Nintieth
100th - One hundredth

Datas
Regra: Dia da Semana + "," + Dia em numeral ordinal + Mês + "," + Ano

Exs.:

Monday, 18th September, 2007
Saturday, 23rd February, 1990
Friday, 7th May, 1957

Preposições de Tempo - in e on
In - usado antes de meses e de estações do ano
On - usado antes de dias da semana e de datas
Exs.:

School finishes in June.
My birthday is in the summer.
I will visit my grandparents on Saturday.
Caroline's birthday is on October 1st.

Vocabulário de uma Festa de Aniversário
Ballon - Balão
Birthday Cake - Bolo de Aniversário
Biscuits - Biscoitos
Candle - Vela
Decoratons - Decorações
Drinks - Bebidas
Food - Comida
Juice - Suco
Lollipop - Pirulito
Popcorn - Pipocas
Present - Presente
Sandwich - Sanduíche
Sweet - Doce/Rebuçado
To decorate - Decorar
To give a present - Dar um presente
To hug - Abraçar
To kiss - Beijar
To receive a present - Receber um presente

Perguntar e dizer o número de telefone e endereço
Leia o seguinte diálogo:

Brian: What a nice party! George: Yes! Brian: It's time to go home! George: Yes, it is. What's your address? Brian: It's 28, Cedar Road. George: And what's your phone number? Brian: It's 916573. George: My phone number is 249218 and my adress is 16, Richmond Street. Brian: Ok. See you tomorrow at school! George: Bye!

What's your adress? - Qual é o seu endereço?
It´s 28, Cedar Road. - É Rua Cedar, n° 28.
And what's your phone number? - E qual é o teu número de telefone?
It's 916573. - O meu número de telefone é 916573.
My phone number is 249218 and my adress is 16, Richmond Street. - O meu número de telefone é 249218 e o meu endereço é Rua Richmond, n° 16.

Regras de Sobrevivencia


"Ser um aluno exemplar nem sempre significa ser exemplar"
Aqui tens algumas sugestões do Núcleo de Aconselhamento Psicológico que te podem ajudar a melhorar a tua estratégia de estudo.

Aprender a aprender

É consensual que todos temos capacidade para aprender. Aprender a estudar é como aprender outra coisa qualquer.
No Ensino Secundário, aquilo que se tinha de saber para atingir os objectivos propostos estava bem definido. Na Universidade, temos mais dificuldade em distinguir o essencial do acessório a partir das pistas que nos dão nas aulas, dos programas das cadeiras, dos exames de anos anteriores ou da bibliografia recomendada. Agora temos de descortinar o que vai ser exigido, temos de ser nós a fazer a construção do nosso conhecimento, seleccionando o importante do livro A, relacionando-o com o importante do livro B, formando um todo coerente muitas vezes a partir de visões discordantes.

Decidir com cada vez maior autodidactismo e com cada vez menor orientação do exterior é parte integrante do nosso processo de crescimento. E o primeiro passo de qualquer tomada de decisão é traçar objectivos, que, no nosso caso, são objectivos de aprendizagem.

Depois, é preciso organizar o estudo. Organizar não significa estudar o tempo todo. É importante planear intervalos e compensações (para uns será sair à noite, para outros será ver televisão, etc., etc.). O cumprimento dos objectivos do plano de estudo traduzir-se-á na sensação sempre satisfatória de que se está a progredir.

Outra parte importante do planeamento é a estratégia a utilizar. Falamos de decisões como: estudo primeiro a teoria ou a prática, leio o livro ou a sebenta, faço um resumo ou um esquema, faço uma leitura em diagonal ou uma leitura pormenorizada, sublinhando as partes essenciais. Claro que se o exame é essencialmente prático, fazer resumos e decorar textos é desadequado. Provavelmente é mais útil fazer exercícios e elaborar um esquema com as principais fórmulas a utilizar em cada caso específico.

É importante que se façam avaliações intermédias antes do exame final, para que se possam corrigir métodos ou estratégias pouco eficazes.

Não raro os estudantes questionam-se se têm a inteligência e a memória suficientes para aprender no IST. Hoje sabe-se que o que mais contribui para o (in)sucesso na aprendizagem são factores como o Esforço, a Estratégia e a Motivação.

Estudar no ensino universitário implica que o estudante adquira um controlo interno sobre a aprendizagem, que esteja menos dependente de factores externos (os professores, os materiais de estudo, as faltas) e que aprenda a auto-regular o seu comportamento e a assumir a sua própria responsabilidade de estudar e aprender.

Aprender a Pensar
No ensino secundário podemos ter muito sucesso se simplesmente memorizarmos conhecimentos, copiarmos métodos de outras pessoas ou se aplicarmos uma série de truques. Na Universidade, existem cada vez mais cadeiras em que esta estratégia não chega para passar no exame. Há que começar a perceber a matéria verdadeiramente. É preciso pensar por nós próprios. Há que ser activo e criativo.
Propomos-te 7 actividades que promovem o pensamento autónomo:

1º Tentar reinventar as coisas
2º Interrogar
3º Experimentar variações ao que foi proposto
4º Ser crítico e encontrar as lacunas dos modelos/teorias
5º Explicar aquilo que se aprendeu a outras pessoas.
6º Ser irreverente
7º Colocar novos problemas, experimentar o absurdo

O mais importante é aprendermos a pensar e que esta aprendizagem se torne um hábito. Esta aptidão, uma vez adquirida, será útil não só nos exames, mas também na carreira profissional ou na resolução dos diversos problemas com que nos enfrentamos ao longo da vida.
O que distingue um estudante eficaz?

· Emprega um estilo de aprendizagem que lhe é adequado. Se utiliza um estilo de aprendizagem que não lhe agrada, transforma-o e/ou adapta-o às suas necessidades; se o professor não explica bem, tenta tirar dúvidas no fim; se o livro é incompreensível, associa-se aos seus colegas.

· Envolve-se activamente no seu processo de aprendizagem, cria situações que lhe permitem aprender coisas novas, procura detectar os seus problemas e tenta solucioná-los.

· Tenta compreender os assuntos e utilizar estratégias de aprendizagem, em vez de decorar ou mecanizar sem compreender. Procura pistas para compreender os assuntos, questiona-se e coloca hipóteses.

· Aceita que aprender pode não ser fácil e ultrapassa a frustração e a falta de confiança. Sabe que a aprendizagem pode demorar muito e que pode ser aborrecida. Aprende a lidar com os seus sentimentos.

Para muitas pessoas, a crise provocada pela passagem do Ensino Secundário para o Superior é facilmente resolvida e integrada no processo de crescimento. Para outras, trás mais sofrimento e é mais prolongada. Nestes casos, pode ser importante recorrer a ajuda especializada, como por exemplo à que é cedida pelo Núcleo de Aconselhamento Psicológico. Quando quiserem ou precisarem, podem passar pelo NAP ou enviar um e-mail para hanswelling@yahoo.com ou sap.sasist@ist.utl.pt.