sábado, fevereiro 02, 2008

TERRY JACKS - (IF YOU GO AWAY)


If You Go Away
Terry Jacks

Composição: Jacques Brel in 1959 (Ne Me Quitte Pas)

If you go away, on this summer day
Then you might as well take the sun away
All the birds that flew in the summer sky
When our love was new and our hearts were high
When the day was young and the nights were long
And the moon stood still for the nightbird's song
If you go away, if you go away
If you go away

But if you stay, I'll make you a day
Like no day has been, or will be again
We'll sail the sun, we'll ride on the rain
We'll talk to the trees, we'll fly with the wind

But if you go away, when I love you so
There'll be nothing left in the world you know
Just an empty room full of empty space
Like the empty look I see on your face
If you go away, if you go away
If you go away

But if you stay, I'll make you a day
Like no day has been, or will be again
We'll sail the sun, we'll ride on the rain
We'll talk to the trees, we'll fly with the wind

But if you go away, if you go away
If you go away

Renault lança automóvel 'low cost' em Portugal


A Renault vai lançar o primeiro carro low cost no mercado português em Abril. Trata-se do Dacia, modelo Logan MCV nas variantes de cinco e sete lugares, que oferece prestações básicas no segmento C. O valor de entrada no mercado português ronda os 13 500 euros. No final do ano, a marca francesa colocará no mercado a versão Dacia Sandero, anunciou ontem a Renault Portugal.

O Logan surge como um "automóvel moderno, fiável e robusto, integralmente pensado e desenvolvido pela Renault, com a sua própria tecnologia, e que respeita todas as normas da União Europeia nomeadamente em questões de ambiente e segurança", refere em comunicado a construtora automóvel francesa. Estas explicações têm como finalidade alertar os consumidores que valorizam a habitabilidade, o preço e as prestações para a tecnologia proposta. E comparar com outros modelos de baixo custo, nomeadamente de fabrico chinês e indiano , que têm sido chumbados por não cumprirem as normas impostas pela União Europeia em matérias como a segurança e o ambiente. Prova disso, realça a Renault, "são as mais de 760 mil unidades Dacia vendidas desde o seu lançamento em 2005", em mercados considerados exigentes como a França, Espanha e Alemanha.

O veículo com garantia de três anos, começa a ser comercializado no mercado no dia 24 de Abril e a primeira apresentação ao público português terá lugar no Salão Automóvel de Lisboa. O Dacia vai beneficiar do mesmo nível de exigência e padrões de qualidade em matéria de serviço de venda e pós-venda da marca Renault e da sua rede comercial.

A marca Dacia resulta de um estudo levado a cabo pela Renault em 1998, em que se propunha criar um automóvel familiar, moderno, robusto e fiável, a ser comercializado com um preço base de cinco mil euros. O objectivo era responder às expectativas de uma clientela que coloca o preço, a fiabilidade e a durabilidade no topo da lista das suas opções de compra. O projecto recebeu o nome de código X90. A segunda fase do projecto ocorreu em 1999 com a compra do construtor automóvel romeno Dacia. O modelo Logan surgiu após quatro anos de concepção, e foi realizado com base na plataforma B, utilizada em modelos Renault como o Clio e o Modus.

O Logan começou a ser produzido na fábrica da Dacia de Pitesti, na Roménia, mas os planos da Renault prevêem a sua fabricação o mais perto possível dos mercados de destino. Em 2007, teve início a fabricação do Logan na Índia e no Brasil, onde os franceses investiram mais de 700 milhões de euros, como objectivo de tornar o Logan um automóvel global capaz de assegurar ao Grupo Renault "um crescimento importante das vendas em mercados em expansão". Depois da Roménia, a Europa Central e de Leste e países do Magreb, como Marrocos, foram os mercados prioritários para a comercialização do veículo. Actualmente, o Logan é vendido em 55 países.

A gama é composta pelos modelos Logan MCV (break), o Logan Van (comercializado apenas na Europa de Leste) e o Sandero. Este ano, serão lançados a versão Pick-Up e Dacia do Sandero.|
LEONOR MATIAS