sábado, junho 23, 2007

Festa de São João


Santo António já se acabou
São Pedro está-se a acabar
São João São João São João
Dá cá um balão para eu brincar

A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, santo que nasceu em 24 de Junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que "devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz", sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.

Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos. Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.

Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.

Existe o costume de acender lanternas feitas pelas próprias crianças e adultos. Elas representam a luz interior de cada um, a sabedoria oferecida para iluminar o mundo.

Depois de viver a Sabedoria o homem se prepara para a próxima festa.

Tradições mutantes
A festa de S. João celebra-se na cidade do Porto há mais de 500 anos, por isso, é natural que alguns costumes se tenham perdido ou alterado. Graça Lacerda lembrou a “tradição das pessoas comerem sardinhas assadas” e “à meia-noite, tomarem café com leite e pão com manteiga”, hoje em dia, “substituído pelo Bolo de São João”. Outro hábito perdido é o tiro aos pombos, “que agora já não se faz”. Os martelos de plástico não fazem parte da tradição há muito tempo, mas já são um elemento obrigatório tal como os alhos-porros purificadores dos espíritos, os manjericos e o balão de S. João

Desfibrilador da Philips permite que leigos salvem vidas


Um pequeno equipamento de desfibrilação automática (DEA) da linha CMS da Philips Medical Systems permite que pessoas comuns salvem vítimas de doenças cardiovasculares; importância deste tipo de aparelho já gerou lei específica em Londrina (PR).
A nova linha CMS da Philips Medical Systems tem uma versão diferenciada dos desfibriladores usados por socorristas: o desfibrilador semi-automático (DEA) HeartStart FR2+, que dá a uma pessoa comum - após a participação em um rápido treino denominado BLS (Suporte Básico à Vida) - a oportunidade de salvar vidas que no passado seriam perdidas.

Para se ter uma ideia, doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior índice de causa morte no mundo. No Brasil, morrem 160 mil pessoas por ano vitimadas por paragem cardio respiratória,. De acordo com estas mesmas estatísticas, cerca de 50 mil brasileiros poderiam ser salvos por ano caso um DEA estivesse disponível em todos os locais de grande circulação. Nos Estados Unidos, o número de mortes sobe para 350 mil por ano (dados da AHA – American Heart Association); na Europa, a cada ano são registradas 500 mil vítimas, segundo o Conselho Europeu de Reanimação.

O HeartStart FR2+ tem grande potencial de diminuir estas estatísticas. Uma de suas vantagens é que o tratamento da vítima de paragem cardíaca pode ser feito sem demora, o que é muito importante, já que as oportunidades de sobrevivência nesses casos diminuem cerca de 10% a cada minuto desperdiçado. Um diferencial inestimável é que praticamente qualquer pessoa pode operar o aparelho, já que ele instrui o usuário como agir passo a passo através de comandos de voz, na língua portuguesa.

A importância dos desfibriladores é reconhecida pela Lei de Suporte Básico de Vida, A lei tornou obrigatório a estabelecimentos de grande circulação de pessoas – shopping centers, rodoviárias, estádios e hipermercados – o treino de seu pessoal e a aquisição de, no mínimo, um desfibrilador semi-automático.

Ao ser colocado em contacto com a vítima, o desfibrilador semi-automático da Philips analisa o ritmo cardíaco, decide se é necessário ou não a aplicação de choque, e instrui os operadores quais acções são necessárias para a reversão do quadro da vítima. O aparelho mantém a monitorização da frequência cardíaca e pode aplicar choques adicionais, se necessário. Operadores são instruídos sobre quando aplicar a ventilação boca a boca e a compressão toráxica.

O equipamento também grava o ritmo cardíaco digitalmente em um cartão de dados externo que, mais tarde, pode ser usado para auxiliar médicos no diagnóstico. Por todos seus benefícios e por ser portátil - pesa menos de 2,2 kg –, o desfibrilador semi-automático HeartStart FR2+ vem sendo cada vez mais usado em locais com grande fluxo de pessoas, como aeroportos e clubes esportivos nos Estados Unidos e Europa, onde já salvou um grande número de vítimas de parada cardio respiratória.


Desfibrilação
A desfibrilação é a aplicação de uma corrente elétrica em um paciente, através de um desfibrilador, um equipamento eletrônico cuja função é reverter um quadro de fibrilação auricular, ou ventricular. A reversão ou cardioversão se dá mediante a aplicação de descargas elétricas no paciente que são graduadas de acordo com a necessidade. Os choques elétricos em geral, são aplicados diretamente ou por meio de eletrodos (Placas metálicas, ou apliques condutivos que variam de tamanho e área conforme a necessidade) colocados na parede torácica.
Em
1959 Bernard Lown iniciou as pesquisas em um desfibrilador com um banco de capacitores que descarregava através de um indutor gerando uma onda senoidal na descarga do circuito RLC chamada onda de Lown. O trabalho iniciado por Lown foi colocado em prática pelo engenheiro Barouh Berkovits.
O DEA: Desfibrilador Automático Externo. Equipamento capaz de transformar energia elétrica choque monofásico ( máximo de 360 Joules )ou bifásico ( máximo de 200 Joules ). Efetua leitura automática do ECG, orientando a necessidade da desfibrilação, bem como procedimentos para reanimação na PCR ( parada cardiorrespiratória ).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

60 desfibrilhadores para 385 centros de saúde


A esmagadora maioria dos centros de saúde do País não tem meios para socorrer uma pessoa com paragem cardíaca. Em 385 destas unidades de saúde, só 60 dispõem de desfibrilhadores, um equipamento essencial para reanimar o coração.
Os dados são disponibilizados Carta de Equipamentos de Saúde (CEP). A situação que obriga, por vezes, as equipas do INEM a actuar nos próprios centros de saúde.
Foi o que aconteceu ainda esta quarta-feira, em Viana do Castelo. Uma mulher sofreu uma paragem cardíaca enquanto aguarda por um consulta no centro de saúde e teve de ser assistida por uma equipa do INEM na parte de fora daquela unidade.
Segundo os dados da CEP, é a Sub-região de Saúde de Faro que apresenta uma maior percentagem de centros de saúde dotados de desfibrilhadores: seis distribuídos por 16 centros de saúde.
Já na região de Lisboa e Vale do Tejo, apenas sete dos 89 centros de saúde possuem este tipo de aparelhos. E, nos 44 centros de saúde da Sub-Região de Lisboa, apenas o da Azambuja tem um desfibrilhador.

Grã-Bretanha libertará 25 mil ao ano para aliviar prisões lotadas


-O governo britânico pretende soltar até 25 mil presos por ano antes do cumprimento de suas sentenças para tentar resolver o crescente problema da superlotação no sistema penitenciário da Inglaterra e do País de Gales. O plano do governo vem provocando forte polémica. David Davies, responsável por assuntos de Justiça do opositor Partido Conservador, afirmou que a medida traz riscos à população. Segundo o anúncio feito pelo ministro da Justiça, Charles Falconer, a lista de prisioneiros que ganharão direito a liberdade condicional não incluirá condenados por crimes violentos ou de caráter sexual. Também não devem ser incluídos estrangeiros sujeitos a deportação após o cumprimento da pena e os presos que anteriormente já haviam desrespeitado as condições para liberdade provisória. Já na primeira semana, a partir do dia 29 de junho, uma leva de até 1.800 presos poderão ser libertados, 18 dias antes do término de suas sentenças. Debates O anúncio do governo vem após meses de debates no país sobre os problemas causados pelo aumento no número de sentenças de prisão. A população carcerária na Inglaterra e no País de Gales vem crescendo constantemente nos últimos oito anos, de 64.530 em junho de 1999 para 81.016 na última segunda-feira. Apesar dos problemas de superlotação, a população carcerária britânica ainda é baixa em comparação aos mais de 400 mil presos no Brasil ou aos mais de 2 milhões nos Estados Unidos. O crescimento da população carcerária britânica não foi acompanhado de um aumento proporcional no número de vagas nas prisões, gerando uma crise. Com a falta de vagas, 400 prisioneiros têm sido mantidos em celas provisórias em delegacias, enquanto outros 100 estão em celas de tribunais, que deveriam ter a função de mantê-los por períodos restritos. Em um dos tribunais onde os presos estão sendo mantidos, não existem banheiros adequados e colchões tiveram que ser trazidos de fora para que os presos pudessem dormir. Segundo o ministro da Justiça, a decisão de soltar os presos é “uma medida provisória”. “A libertação condicional não é o mesmo que libertação executiva. Libertar as pessoas sob condições significa que suas sentenças continuam”, disse Falconer. No mês passado, o ministro havia dito que não usaria a medida de soltar presos antecipadamente como forma de aliviar a pressão no sistema carcerário. O governo vinha relutando em introduzir a medida, temendo que isso poderia prejudicar a confiança da população no sistema judiciário.

A primeira e pior de todas as fraudes é enganar-se a si mesmo. Depois disto, todo o pecado é fácil.
(J. Bailey)


Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres
(Epictetus)



O homem que cultiva a vingança conserva as suas próprias feridas em carne viva.
(Francis Bacon)


A dor possui um grande poder educativo: faz-nos melhores, mais misericordiosos, mais capazes de nos recolhermos em nós mesmos e persuade-nos de que esta vida não é um divertimento, mas um dever.
(Cesare Cantú)




Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens.
Fernando Pessoa