- bom dia. gostaria de dar um nome ao meu filho.
- pois não. e qual vai ser?
- sei lá, não pensei muito no assunto. que nomes o senhor tem?
- eu só tenho um: Adalberto. mas é meu. sinto muito, não posso emprestar.
- compreendo. tenho uma tia que se chamava Magali e emprestou o nome para uma vizinha que precisava dele para ir a uma festa. nunca mais o viu.
- emprestar o nome é um perigo. e como chamam a sua tia desde então?
- chamamos de Garibaldo, que é um nome que o nosso bisavô italiano deixou em testamento.
- Garibaldo até é um bom nome. rima com «caldo» e com «saldo», o que dá um certo jeito. mas voltando ao seu filho, como é que o vai chamar?
- o senhor tem alguma sugestão?
- hum, deixa-me ver...
- é isso! muito obrigado! é isso!
- isso o quê?
- Hum Deixa-me Ver da Silva! grande nome! pode registar.
sábado, novembro 18, 2006
RELIGIÃO
Pensamento
"Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque ouviu. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque foi dito e divulgado por muitos. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque foi encontrado escrito em seus livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa meramente na autoridade de seus professores e anciãos. Não acredite em tradições porque elas foram passadas abaixo por gerações. Mas após observação e análise, quando descobre que qualquer coisa concorda com a razão e é condutivo ao bem e benefício de um e todos, então aceite e viva para isso."
Siddartha Gautama (o Buda)
As religiões
As religiões são manifestações da crença na existência de uma ou mais forças criadoras do universo (monoteísmo ou politeísmo), revestidas de uma doutrina e ritual próprios.
Gandhi uma vez disse: “As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos caminhos diferentes desde que alcancemos o mesmo objectivo?”.
Diante da grandeza do universo, da força e da beleza da natureza, das atribulações quotidianas, da sensação de solidão ou de perda da individualidade em meio à multidão, da consciência da própria finitude, nos perguntamos: “quem somos?”, “de onde viemos?”, “para onde vamos?”.
A religião molda as esferas do humano, mudando nossa forma de pensar, sentir e agir, tentando nos levar a um objectivo único: a busca de um sentido para a vida.
As religiões expressam nosso anseio de nos tornarmos hoje melhores do que ontem, iluminando nossos pensamentos, purificando nossos sentimentos e orientando nossas acções para uma conduta mais ética em harmonia com nós mesmos.
"Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque ouviu. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque foi dito e divulgado por muitos. Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque foi encontrado escrito em seus livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa meramente na autoridade de seus professores e anciãos. Não acredite em tradições porque elas foram passadas abaixo por gerações. Mas após observação e análise, quando descobre que qualquer coisa concorda com a razão e é condutivo ao bem e benefício de um e todos, então aceite e viva para isso."
Siddartha Gautama (o Buda)
As religiões
As religiões são manifestações da crença na existência de uma ou mais forças criadoras do universo (monoteísmo ou politeísmo), revestidas de uma doutrina e ritual próprios.
Gandhi uma vez disse: “As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos caminhos diferentes desde que alcancemos o mesmo objectivo?”.
Diante da grandeza do universo, da força e da beleza da natureza, das atribulações quotidianas, da sensação de solidão ou de perda da individualidade em meio à multidão, da consciência da própria finitude, nos perguntamos: “quem somos?”, “de onde viemos?”, “para onde vamos?”.
A religião molda as esferas do humano, mudando nossa forma de pensar, sentir e agir, tentando nos levar a um objectivo único: a busca de um sentido para a vida.
As religiões expressam nosso anseio de nos tornarmos hoje melhores do que ontem, iluminando nossos pensamentos, purificando nossos sentimentos e orientando nossas acções para uma conduta mais ética em harmonia com nós mesmos.
SOLTA-SE O BEIJO -ala dos namorados-(video)

(ala dos namorados)
Espreito por uma porta encostada
Sigo as pegadas de luz
Peço ao gato "xiu" para não me denunciar
Toca o relógio sem cuco
Dá horas à cusquice das vizinhas e eu
Confesso às paredes de quem gosto
Elas conhecem-te bem
Aconhego-me nesta cumplicidade
Deixo-me ir nos trilhos traçados
Pela saudade de te encontrar
Ainda onde te deixei
Trago-te o beijo prometido
Sei o teu cheiro mergulho no teu tocar
Abraças a guitarra e voas para além da lua
Amarro o beijo que se quer soltar
Espero que me sintas para me entregar
A cadeira, as costas, o cabelo e a cigarrilha
A dança do teu ombro...
E nesse instante em que o silêncio
É o bater do coração
Fecha-se a porta
Pára o relógio
As vizinhas recolhem
Tu olhas-me...
Tu olhas-me...
Trago-te o beijo prometido
Sei o teu cheiro, mergulho no teu tocar
Abraças a guitarra e voas para além da lua
Amarro o beijo que se quer soltar
Espero que me sintas para me entregar
A cadeira, as costas, o cabelo e a cigarrilha
A dança do teu ombro...
E, nesse instante em que o silêncio
É o bater do coração
Fecha-se a porta
Pára o relógio
As vizinhas recolhem
Solta-se o beijo, o gato mia...
Solta-se o beijo, o gato mia...
Solta-se o beijo, o gato mia...
Tu olhas-me...
Tu olhas-me...
Solta-se o beijo, o gato mia...
Solta-se o beijo, o gato mia...
Solta-se p beijo, o gato mia...
Espreito por uma porta encostada
Sigo as pegadas de luz
Peço ao gato "xiu" para não me denunciar