terça-feira, outubro 10, 2006

CARTA DE UM LOUCO PARA UM MALUCO...


Era meia-noite, o sol brilhava entre as trevas de um dia claro e bonito.


Um homem vestido sem roupas com as mãos nos bolsos, estava sentado em pé, numa pedra de pau, a beira de um rio seco, ele dizia:


- Prefiro morrer do que perder a vida!


Naquele momento, logo depois, um mudo disse a um surdo que estava intrigado pois um cego não parava de olhar para ele, enquanto o surdo estava ouvindo o mudo falar, um aleijado corria atrás de um carro parado.


Bem longe daqui, porém muito perto, um senhor alto, moreno, careca, mas muito baixo, penteava cortando seus longos cabelos loiros.


A noite, durante o sono, senti uma apetitosa falta de comer um prato sem alimentos, também vi peixes nadando na grama verde, tartarugas pulando de galho em galho, enquanto os bois nadavam num lago seco.


Enquanto outros suicidavam-se para viver, veio então um sujeito comendo guardanapo e limpando a boca com um pedaço de bife, assim ele começou a declarar uma poesia, porém calado dizia:


'Mais vale um vivo morto, que um morto vivo'.


Quando acordei com um despertador latindo, deitado no relógio, me preparei para mais um dia de descanso, porém com muito trabalho...

IDADE DO HOMEM...

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Dos 18 anos aos 20 anos é leão

Só come fresca.







Dos 20 anos aos 30 anos é abutre

Come tudo que apareça.







Dos 30 anos aos 40 anos é águia

Escolhe o que vai comer.







Dos 40 anos aos 50 anos é papagaio

Fala mais do que come.
















Dos 50 anos aos 60 anos é Lobo Corre o dia todo atrás do capuchinho vermelho e volta para casa para comer a avozinha.



Dos 60 anos aos 70 é Condor

Está sempre com dor aqui, dor ali.













Dos 85 anos em diante é pombo

Só faz sujidade!

RECEITA PARA O ….



Ingredientes:
- 4 olhos.
- 4 pernas.
- 4 braços.
- 2 pacotes de leite.
- 2 ovos.
- 1 tigela.
- 1 banana.

Modo de Preparar:
1- Olhe dentro dos olhos;
2- Com os braços, abrir as pernas;
3- Aperte e massaje os pacotes de leite delicadamente;
4- Coloque suavemente a banana na tigela, retirando-a logo em seguida.

Repita o procedimento até adquirir consistência cremosa.
OBS: para melhores resultados, continue massajando os pacotes de leite.

5- Ao elevar a temperatura ,mergulhe a banana profundamente na tigela, cubra com os ovos e deixe humedecer preferencialmente (Não pernoitar). O bolo estará pronto quando a banana amolecer. Caso isso não ocorra, repita os passos de 3 a 5 ou troque de tigela.

Observações:
- Se encontra-se em uma cozinha que lhe é estranha, lave bem os utensílios antes e após o uso;
- Não lamba a tigela;
- Caso o bolo cresça, fuja...

SE... eu soubesse ..Engelbert Humperdinck - please realesme..(video).



Se algum dia eu soubesse que nunca mais te veria...
eu lhe daria um abraço mais forte do que todos os anteriores...

Se eu soubesse que seria a última vez a ver-te...
eu lhe daria um beijo e o chamaria para dar mais um...

Se eu soubesse que seria a última vez a ouvir a tua voz...
eu gravaria cada movimento e cada palavra,
para revê-los depois todos os dias.

Se eu soubesse que seria a última vez que eu poderia
parar mais um ou dois minutos para dizer: "gosto de ti"...
eu diria, ao invés de deixar que presumisses.

Se eu soubesse que hoje seria o último dia a
compartilhar contigo...
o sentiria muito mais intensamente
em vez de deixá-lo simplesmente passar.

Sempre acreditamos que haverá o amanhã
para corrigir um descuido...
para ter uma segunda oportunidade de acertar.

Será que haverá uma oportunidade para dizer:
"posso fazer alguma coisa por ti"?

O amanhã não é garantido para ninguém,
seja para jovens, ou mais velhos, e hoje pode ser
a última oportunidade de abraçarmos aqueles que amamos.

Então, se estamos esperando pelo amanhã,
por que não agirmos hoje?

Assim, se o amanhã nunca chegar, não teremos
arrependimentos de não termos aproveitado
um momento para um sorriso, para um abraço, para um beijo,
uma gentileza, porque estávamos muito ocupados
para dar a alguém o que poderia ser o seu último desejo.

Abracemos hoje aqueles que amamos,
sussurremos em seus ouvidos, dizendo-lhes
o quanto nos são queridos e que sempre os amamos.

Encontremos tempo para dizer:
"Desculpe-me", "Perdoe-me",
"Obrigada", "Eu perdoo-te".

Sempre há tempo para amarmos e se não houver
amanhã, também não haverá remorsos de hoje
para carregarmos.

GLÁCIA DAIBERT - out/1974

Engelbert Humperdinck - please realesme